REVISTA PAIS E FILHOS SUGERE LEITURA DE LIVROS DE GAIARSA

A edição de fevereiro da revista Pais e Filhos sugeriu a leitura de dois livros do psiquiatra José Ângelo Gaiarsa. Em A cartilha da nova mãe e Minha querida mamãe, ambos da Editora Ágora, ele fala da grande importância do papel materno. A obra do psiquiatra, que faleceu em 2010, ganhará nova identidade visual em 2013 e sairá também em formato digital. Para ler a reportagem da Pais e Filhos, acesse: http://goo.gl/Qa2zp

Os livros Minha querida mamãe e A cartilha da nova mãe são obras complementares, que trazem uma abordagem ampla da relação entre mães e filhos. Com seu habitual texto direto, vigoroso e cheio de humor, Gaiarsa enfrenta a mitologia familiar e faz questionamentos  sobre o velho e o tradicional papel da mãe, em busca de novos conceitos.

Gaiarsa expõe os problemas familiares habituais e mostra a evolução dos costumes, além de tratar da importância de os pais assumirem os maus sentimentos e as más intenções que experimentam diante dos atritos e irritações familiares. “Admitir esses sentimentos é a maior dificuldade da história. A mitologia familiar é tão angelical ou divina que não cabem diabinhos, raivas, ciumeiras ou invejas”, explica Gaiarsa.

O autor também apresenta um painel amplo e variado sobre o cotidiano, apontando caminhos para cada tipo de conflito. O objetivo é contribuir para que mães e filhos se conheçam melhor, estimulando a percepção, a comunicação e a satisfação nos ambientes familiares.

Para saber mais sobre os livros do autor, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//José+Ângelo+Gaiarsa

QUAL É O MAIOR DESAFIO DA EDUCAÇÃO EM 2013?

A professora Silvia Colello, autora de A escola que não ensina a escrever (Summus Editorial), responde a questão em vídeo produzido pela revista Educação para a TV UOL. Professores, pesquisadores, representantes de movimentos sociais falam sobre os desafios da área. Assista a seguir:

 

Em seu livro, Silvia, que é professora da Faculdade de Educação da USP e coordenadora do Geal, (Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Alfabetização e Letramento), chama a atenção para as falhas didáticas e as tendências pedagógicas viciadas nas escolas. Segundo ela, compreender esse processo é o caminho para a constituição de um sujeito “senhor de sua própria palavra” no contexto de uma escola que efetivamente ensine a escrever.

Diante das metas de erradicação do analfabetismo e da necessidade de superar o baixo nível de letramento no país, o tema do ensino da língua escrita é sempre oportuno e o livro trata de um despertar pedagógico para o qual todos os educadores estão convocados. “Mais do que escrever corretamente, a alfabetização deveria proporcionar ao sujeito a oportunidade de se aventurar na língua para dialogar com os outros, libertar o pensamento e compreender o mundo”, afirma a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Escola+que+(n%C3%A3o)+ensina+a+escrever,+A

Para conhecer todos os títulos da autora publicados pela Summus Editorial, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Silvia+M.+Gasparian+Colello

OSTEOPATIA PROMETE TRATAR HÉRNIAS E DORES NAS COSTAS SEM REMÉDIO OU CIRURGIA

Um tratamento para problemas nos ossos, músculos e articulações que promete a cura de males como hérnias e dores nas costas sem remédio nem cirurgia. Parece mentira, mas existe. Trata-se da osteopatia, técnica criada no século 19 nos EUA pelo cirurgião Andrew Taylor Still. Insatisfeito com os métodos disponíveis na época para tratar os feridos na Guerra de Secessão americana, o médico passou a estudar anatomia e fisiologia em cadáveres para tentar entender melhor o funcionamento do corpo humano.

A partir dos resultados dessas pesquisas, o cirurgião desenvolveu o tratamento que consiste, basicamente, na estimulação manual dos tecidos (articulações, músculos, tendões, fáscias, ligamentos, cápsulas, vísceras, tecido nervoso, vascular e linfático), com técnicas específicas, que incluem massagens e outros exercícios. Still acreditava que essas intervenções poderiam aumentar a capacidade de recuperação do organismo de forma natural.

Segundo Juliano Wada, fisioterapeuta especializado em osteopatia e acupuntura, o principal diferencial da osteopatia é atuar nas disfunções e não apenas nos sintomas das doenças. “As disfunções são o desequilíbrio ou o não funcionamento adequado de determinada estrutura ou sistema, o que normalmente desencadeia os sintomas. Não se trata de atuar apenas na melhora dos sintomas e sim atenuá-los a partir do tratamento de sua causa”, explica ele.

A técnica é indicada para problemas no sistema músculo-esquelético que causem dores (cervicalgias, lombalgias, dores no ombro, joelho, tornozelo, cabeça, hérnias de disco e ciáticas), alterações de sensibilidade (formigamentos, diminuição ou aumento da sensibilidade) e limitações articulares (perda do movimento) . “O principal diferencial é a utilização somente do tratamento manual, com extrema eficácia e sem a utilização de medicamentos e de processos cirúrgicos”, avalia o especialista.

No Brasil, a osteopatia desembarcou apenas em 1989, quase um século depois da fundação da Escola Americana de Osteopatia, nos EUA, em 1892. Hoje, há cerca de 1.000 especialistas na técnica no Brasil, número considerado baixo. “Isso se deve ao tempo de formação e dificuldade da especialização. A França, por exemplo, possui 30.000 osteopatas para uma população três vezes menor”, pontua Wada.

Apesar de ser considerada uma prática da medicina alternativa, a osteopatia é reconhecida pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) e só pode ser exercida por fisioterapeutas formados e com cinco anos de pós-graduação específica na técnica. “Ela está baseada na anatomia, na fisiologia e semiologia, e não deve ser considerada esotérica”, frisa Wada. “A sua validade é bastante concreta tanto que a Organização Mundial de Saúde (OMS) a recomenda”, conta ainda o fisioterapeuta.

O tratamento começa com uma avaliação minuciosa do paciente, que consiste em diversas perguntas sobre o histórico de disfunções e doenças, cirurgias, sinais e sintomas, e as relações entre eles. “Depois realizamos a inspeção e a palpação com diagnóstico clínico (testes) e só então iniciamos o tratamento com técnicas específicas para cada paciente. Portanto, as técnicas selecionadas e a evolução é totalmente individual entre os pacientes com a mesma queixa”, relata o especialista.

No início, o paciente passa pela intervenção uma vez a cada intervalo de 7 ou 15 dias. Com a melhora do quadro clínico, o tempo entre as sessões pode ficar mais espaçado. O tratamento não possui contraindicações. “Podemos abordar crianças, bebês, idosos e gestantes, com um prognóstico positivo e rápido”, finaliza Wada.

Texto de Ana Sachs, publicado originalmente no UOL, em 02/02/2013. Para lê-lo na íntegra, acesse:  http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/02/02/sem-remedios-osteopatia-promete-cura-de-problemas-fisioterapicos-so-com-a-estimulacao-pelas-maos.htm

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Quer saber mais sobre o assunto?
Conheça o livro “OSTEOPATIA – Manipulação e estrutura do corpo” (Summus Editorial), de Leon Chaitow

 

BONS FLUIDOS INDICA DOIS LIVROS DO GRUPO SUMMUS EDITORIAL

A edição de fevereiro da revista Bons Fluidos fez ampla reportagem sobre o tema a importância do toque. A reportagem, intitulada “Eu quero…”, sugere a leitura dos livros Tocar – O significado humano da pele (Summus Editorial) e A ciência de ser feliz (Editora Ágora). Leia a reportagem na íntegra http://goo.gl/hoMrb

O livro Tocar, de Ashley Montagu, trata da importância do “tocar” em todos os aspectos do desenvolvimento humano. O autor dedica especial atenção à pele e ao tocar para a saúde física e mental, mencionado a descoberta das funções imunológicas da pele e
acentuando a importância do tocar, especialmente para os idosos. São relatadas novas pesquisa experimentais sobre os efeitos das privações do toque e é demonstrada a relação entre tocar e criar imagens. Montagu da ênfase especial à importância do tocar em situações psicoterapêuticas.

Os estudos sobre o que gera felicidade no ser humano cresceram vertiginosamente nas últimas décadas, mostrando que a ciência pode ser grande aliada na discussão do assunto. Baseada em amplas pesquisas, a dra. Susan Andrews aponta no livro A ciência de ser feliz os fatores que realmente aumentam nossa Felicidade Interna Bruta (FIB) e lista princípios eficazes que tornam nosso cotidiano mais pleno, como fazer o bem, praticar ioga, aprofundar a respiração, estreitar os laços afetivos e meditar.

Para saber mais sobre os livros clique nas capas acima.

 

“COMO FAZER DOCUMENTÁRIOS”, POR LUIZ CARLOS LUCENA

Que aprender a fazer documentários?  O professor e cineasta Luiz Carlos Lucena fala sobre seu novo livro, que já se tornou referência na área.

Luiz Carlos Lucena é formado em jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), Luiz Carlos Lucena é mestre em Audiovisual pela mesma universidade. Documentarista, roteirista premiado e escritor, é professor titular das disciplinas da área de Audiovisual na Universidade Estácio-SP. Tem artigos publicados em jornais e revistas do Brasil e do exterior. Em 2006, ganhou o prêmio da Secretaria de Estado da Cultura com o romance Fogo cruzado. Publicou no ano seguinte um ensaio sobre sua dissertação de mestrado, Nem tudo é verdade – A produção do real no documentário contemporâneo.

Para saber mais sobre o livro Como fazer documentários – Conceito, linguagem e prática de produção, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1293/Como+fazer+document%C3%A1rios

CBN ENTREVISTA ANNA MEHOUDAR NESTE SÁBADO

A psicanalista Anna Mehoudar, autora do livro Da gravidez aos cuidados com o bebê (Summus Editorial), participa do programa Show da Notícia, da CBN, neste sábado, dia 2 de fevereiro, às 19h30. Ela fala com os ouvintes sobre as alterações emocionais e orgânicas que acometem as mulheres no pós-parto. Acompanhe a entrevista na frequência AM 780 ou FM 90,5 em São Paulo, na rede afiliada espalhada pelo Brasil ou ainda pelo site www.cbn.com.br

A tristeza materna ou baby blues é a alteração mais comum nessa fase. Caracteriza-se por um estado de humor depressivo que acontece a partir da primeira semana pós-parto. Acomete cerca de 70% a 80% das mulheres e pode durar até 30 dias. Às vezes, a mãe sente-se incapaz de lidar com o filho, embora cuide dele com responsabilidade. Tem crises de choro sem motivo aparente ou chora junto com o bebê. Tristeza, cansaço e irritação convivem com alegria e euforia.

Mas é preciso atenção aos sinais que demonstram uma alteração psicológica mais intensa. “É fundamental conhecer um pouco mais sobre elas, identificá-las e tratá-las se for necessário”, afirma Anna.

Diferentemente do baby blues, a depressão pós-parto materna é um quadro clínico mais grave, que requer acompanhamento psicológico e psiquiátrico, pois muitas vezes é necessária uma intervenção com medicamentos. É importante que outro adulto cuide do bebê (ou ajude a cuidar dele) até que a mãe se recupere. Esse tipo de depressão atinge entre 10% e 15% das mulheres. Pode começar na primeira semana após o parto e perdurar por até dois anos. As mulheres costumam se sentir culpadas e tentam esconder um sofrimento intenso, muitas vezes mal compreendido pela família e pelos médicos. Em geral elas experimentam tristeza profunda e choro incontrolável. Apresentam irritabilidade e mudanças bruscas de humor, além de indisposição, falta de concentração e distúrbios do sono e/ou apetite. Mostram preocupação excessiva com o bebê ou perda de interesse por ele. Algumas têm medo de machucar os filhos. No extremo, surgem pensamentos suicidas e homicidas.

Já a psicose puerperal é um distúrbio mental ainda mais grave, mas tende a se manifestar em menos de 1% das puérperas, de forma inesperada, nas duas primeiras semanas após o parto. A família precisa intervir de imediato. A puérpera tem comportamentos bizarros e desorganizados, delírios, alucinações e agitação psicomotora. A principal temática dos delírios está ligada ao bebê e a mulher pode ficar agressiva. Também há risco de suicídio. Nesse estado, a mulher precisa de acompanhamento, medicação psiquiátrica e, em casos graves, internação hospitalar.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Da+gravidez+aos+cuidados+com+o+bebê