REVISA DOS VEGETARIANOS DESTACA LIVRO “TERAPIA INTEGRATIVA”

A edição de maio da Revista dos Vegetarianos deu destaque para o livro Terapia integrativa (Editora Ágora), do psicólogo Ilan Segre. Na reportagem intitulada “Use a força dos vegetais para prevenir gripes e resfriados”, o autor conta que evitar produtos industrializados e substituí-los pelos orgânicos, livres de agrotóxicos, é dar um passo importante para recuperar e manter a saúde. Veja a entrevista na íntegra: http://goo.gl/AoG8m.

No livro, Segre mostra saídas possíveis para recuperar e manter a saúde. Aliando o amplo conhecimentoem ioga, naturopatia e ayurveda à sua formação de psicólogo, ele mostra como a unificação da mente, do corpo, do movimento e da alimentação pode ajudar a estabelecer o bem-estar físico e mental.

O ponto de partida da obra é a própria história do autor. Com um sistema imunológico fraco, Segre sofreu com broncoespasmos e passou boa parte da infância e da adolescência tomando antibióticos para combater recorrentes infecções. A partir dos 16 anos, começou a sofrer também com crises de enxaqueca, que o obrigavam a fazer uso constante de analgésicos. Sem encontrar respostas coerentes para as dúvidas em relação ao funcionamento do seu organismo e depois de tentar inúmeros tratamentos, decidiu descobrir como viviam nossos antepassados, sem toda a parafernália medicinal. E, assim, foi para a Índia.

Durante quase dois anos, Ilan viveu num quarto pequeno, de apenas nove metros quadrados, sem televisão e sem banheiro. Ali, releu os textos antigos e conheceu as práticas naturopatas de origem alemã, envolvendo dietas e processos naturais para desintoxicação do corpo. Também aprendeu mais sobre a lógica da ayurveda que utiliza alimentos e ervas para prevenir e tratar doenças e intensificou a prática de ioga e de limpeza. Com todo esse aprendizado, a maior descoberta foi constatar que os sintomas de uma doença não aparecem por acaso.

“O que vemos por experiência é que as crianças vivem no consultório do pediatra com o nariz escorrendo, e terão inúmeras infecções respiratórias quando pequenas. Depois, na adolescência ou na idade adulta, vêm os problemas digestivos, enxaquecas, afecções de pele e afins. Em seguida, problemas de coração e de câncer e, por último, as doenças degenerativas. A questão é que aprendemos que tudo isso é natural e ninguém está a salvo. Será?”

Em 16 capítulos, Segre nos instiga a pensar sobre os motivos pelos quais adoecemos, apresenta soluções simples para problemas potencialmente complexos e mostra a aplicação prática dessa técnica, que busca tratar as pessoas de forma integral. Em muitas situações, ocorreu rápida melhora e os sintomas foram minimizados ou controlados.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1324/TERAPIA+INTEGRATIVA

AUTOR DE “MUITO ALÉM DO ARCO-ÍRIS” AUTOGRAFA EM SÃO PAULO

As Edições GLS e a Livraria Cultura do Conjunto Nacional promovem no dia 27 de maio, segunda-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Muito além do arco-íris – Amor, sexo e relacionamentos, do psicólogo Klecius Borges. O autor receberá os convidados na livraria, que fica na Avenida Paulista, 2073, São Paulo.

Será que os casais homossexuais têm os mesmos problemas de relacionamentos que os casais heterossexuais? As mesmas dúvidas, os mesmos dilemas, as mesmas preocupações? Para o autor, a resposta é simples: não. Pioneiro na aplicação da terapia afirmativa no Brasil – modalidade psicoterápica que se ocupa especificamente das questões comuns enfrentadas por esse público –, ele afirma que as questões sobre relacionamento estão no topo da lista dos assuntos levados ao consultório. O que falta para esse público, segundo ele, é informação, já que são raras as referências ou representações sobre a natureza dessas relações.

No livro, Borges começa a corrigir essa escassez de informação. Apresentando uma seleção de casos tratados de uma perspectiva não heternormativa, ele aborda assuntos como autoaceitação, visibilidade social, homofobia e preconceito, abrindo caminho para a autorreflexão e a transposição de barreiras na busca de uma vida mais equilibrada e feliz.

“Por mais que certas questões relacionais sejam comuns a todos os indivíduos, afirmar que casais são casais, não importando sua orientação e identidade sexual, é no mínimo um reducionismo. Para mim, essa atitude é inaceitável”, diz Klecius.  Segundo ele, essa afirmação desconsidera as dinâmicas psíquicas e sociais envolvidas nas vivências e experiências de indivíduos e casais submetidos a uma cultura não apenas heteronormativa, mas muitas vezes opressora e dominada, ainda hoje, por práticas e atitudes fortemente discriminatórias.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1338/Muito+al%C3%A9m+do+arco-%C3%ADris

DENISE KUSMINSKY, AUTORA DE “REENCONTRO”, É ENTREVISTADA PELO IG

O site iG publicou ampla entrevista com Denise Kusminsky, autora do livro Reencontro (Editora Ágora), nesta terça-feira, dia 14 de maio. Na reportagem, intitulada “Mãe reencontra filho três décadas depois de entrega-lo para adoção”, Denise afirma que passou a vida pensando na criança. “Procuava em todos os lugares meninos que tivessem alguma semelhança comigo”, conta. Leia a íntegra: http://goo.gl/1sEr9.

A história de Denise Kusminsky não é incomum. Diante da alternativa de abortar o filho na adolescência, milhares de adolescentes ainda optam pela vida. Uma parte enterra os planos de juventude e assume a maternidade; a outra, da qual Denise faz parte, entrega o filho para adoção. O que torna esse relato único é o ato de coragem. Coragem de vir a público depois de quase 40 anos e contar, pela primeira vez, detalhes do que viveu e ainda vive. Com dignidade, ela encarou os erros para seguir em frente. Quis o destino que ela reencontrasse o filho. Uma história verídica emocionante de mágoa e silêncio, mas também de luta, intuição e amor. Esse é o enredo do livro Reencontro.

“Trata-se de um desabafo e de um meio de organizá-lo em meu coração, além de ser um legado para que meus descendentes conheçam a minha versão de acontecimentos ocorridos tão precocemente na minha vida, mas que me acompanham até hoje”, afirma a autora.

Denise ficou grávida aos 18 anos, em 1975, em uma época de repressões que não provinham apenas da ditadura. Sexo era tabu. Jovem paulistana de classe média, vivia cercada do carinho dos pais e cheia de planos de vida quando encarou a dura realidade. O pai do seu filho, jovem como ela, sugeriu o aborto. Inicialmente, parecia o melhor a ser feito. Depois de percorrer algumas clínicas, no entanto, ela desistiu e preferiu lutar. Empenhada em preservar a vida do filho a qualquer custo, se viu obrigada a aceitar a única alternativa que se apresentou: entregar o bebê a outra família que teria melhores condições de criá-lo.

Sem que ninguém soubesse da gravidez, Denise foi levada à casa dos pais do médico que se encarregaria do parto. Ele também seria o responsável por entregar a criança à família adotiva. Para os amigos e familiares, Denise havia partido para uma viagem de intercâmbio aos Estados Unidos. Isolada, passou cinco meses de gestação acariciando a barriga e tentando dar ao filho um amor intenso, que pudesse compensar o que não poderia oferecer depois.

No dia 7 de setembro de 1975, Denise deu à luz. “Por toda a minha vida eu haveria de levar a lembrança daquele dia. Por anos e anos, bastava fechar os olhos para ouvir de novo aquele choro e reviver o desespero daquele instante”, conta. Para facilitar o rompimento, o médico optou pela cesárea. Segundo ele, o parto normal poderia criar um vínculo que não se pretendia naquele momento. Ele acreditava que a anestesia pudesse aliviar todas as dores. Ledo engano. De volta ao lar, Denise enterrou o assunto com toda a tristeza que ele carregava e decidiu retomar a vida. Casou, teve filhos, depois netos, mas não houve um único dia em que ela não se lembrasse do filho.

Movida pelo desejo de reencontrá-lo, cinco anos depois, contou ao marido o que se passara. Apesar de ter ficado abalado, ele a apoiou e pensaram na hipótese de reaver o menino na justiça. Os advogados, contudo, desaconselharam, afirmando que o melhor a fazer era deixar a criança em paz com a família que tão bem o acolhera. Como, de repente, uma criança já com 5 anos receberia uma mãe que nunca conhecera?

Era um pacto de silêncio que, a princípio, deveria durar para o resto da vida. Mas o destino foi contra. Em outubro de 2009, 34 anos depois, o filho de Denise decidiu procurá-la. O desejo que ela acalentou durante anos, enfim, se tornaria realidade. Um abraço forte, um pedido de desculpas e a certeza de que nada mais seria como antes.

“Foi um milagre tê-lo reencontrado, mas infelizmente não deu tudo certo, nem poderia ter dado. Qual foi a sua primeira palavra? Como era a sua voz? Eu nunca saberei. O tempo passou e não admite volta. Queria tê-lo levado na porta da escola em seu primeiro dia de aula. Ter beijado a sua testa desejando boa sorte. Não ensinei nada ao meu filho. Não temos fotos juntos. Mesmo assim uma vida inteira se passou e nos reencontramos. Temos o direito de ser felizes e de conviver como mãe e filho para sempre, ainda que de forma torta, diferente”, conclui Denise.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1334/REENCONTRO

A PRODUÇÃO DA DOENÇA, POR VLADIMIR SAFATLE

A partir do final de maio, estará disponível a quinta e última versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). É de esperar que, a partir de agora, um importante debate a respeito da maneira com que as distinções entre normal e patológico foram modificadas chegue à opinião pública.

Utilizado de maneira cada vez mais extensiva como padrão de reflexão sobre a natureza do sofrimento psíquico, o DSM está longe de ter o fundamento científico e isento que ele gostaria de nos fazer acreditar. Influências de toda ordem entram em cena. Afinal, cada novo transtorno é promessa de novos investimentos bilionários da indústria farmacêutica, assim como garantia do aparecimento certo de verdadeiras epidemias visíveis do dia para a noite graças à divulgação maciça pela imprensa mundial e suas matérias de saúde.

Talvez isso explique ao menos um pouco essa verdadeira tendência de “patologização da vida cotidiana” levada a cabo pelo DSM-5, que elevou o número de patologias mentais a 450 categorias diagnósticas. Elas eram 265 no DSM-3, lançado em 1980, e 182 no DSM-2 (de 1968).

De fato, com modificações como as que diminui o luto patológico de dois meses para 15 dias ou que cria categorias bisonhas como o transtorno disruptivo de desregulação de humor, o vício comportamental (behavioral addiction) ou o transtorno generalizado de ansiedade, dificilmente alguém que passa por conflitos psíquicos e períodos de incerteza entrará em um consultório psiquiátrico sem um diagnóstico e uma receita médica.

Por trás desta estratégia clínica, com sua negação de perspectivas etiológicas, há a tentativa equivocada de transformar toda experiência de sofrimento em uma patologia a ser tratada. Mas uma vida na qual todo sofrimento é sintoma a ser extirpado é uma vida dependente de maneira compulsiva da voz segura do especialista, restrita a um padrão de normalidade que não é outra coisa que a internalização desesperada de uma normatividade disciplinar decidida em laborató- rio. Ou seja, uma vida cada vez mais enfraquecida e incapaz de lidar com conflitos, contradições e reconfigurações necessárias.

 

Há de se perguntar se tal enfraquecimento não será, ao final, o resultado social destas modificações no campo da saúde mental patrocinadas pelo DSM. Pois uma coisa é certa: há muito o que questionar na eficácia de tais sobrediagnósticos. Basta lembrar como houve, de 2000 a 2009, um aumento de 60% no consumo de antidepressivos nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico). Nada indica que a taxa de depressão tenha diminuído.

Vladimir Safatle é professor livre-docente do Departamento de filosofia da USP (Universidade de São Paulo). Escreve às terças na Página A2 da versão impressa.

Coluna publicada na Folha de S.Paulo em 14/05/2013. Para ver o texto original, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/vladimirsafatle/2013/05/1278102-a-producao-da-doenca.shtml 

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Se interessa pelo assunto? Conheça o livro “A tristeza perdida – Como a psiquiatria transformou a depressão em moda”, de Jerome C. Wakefield Allan V. Horwitz.

Nos últimos anos, a depressão se transformou no distúrbio mais tratado por psiquiatras. Ao mesmo tempo, o consumo de antidepressivos aumentou significativamente. Neste livro, Horvitz e Wakefield criticam tal postura, mostrando que a tristeza, comum a todo ser humano, vem sendo tratada como doença – e expondo as implicações dessa prática para a saúde.

BETTY MONTEIRO PARTICIPA DE MESA-REDONDA EM EVENTO NO COLÉGIO SANTA MARCELINA

A psicopedagoga Elizabeth Monteiro, autora dos livros Criando filhos em tempos difíceis, A culpa é da mãe e Criando adolescentes em tempos difíceis, participa da 8ª EXPOSANTA – FEIRA LITERÁRIA E FÓRUM DE PROFISSÕES, evento no Colégio Santa Marcelina, no dia 18 de maio.  O colégio fica na Rua Cardoso de Almeida, 541, em Perdizes, São Paulo. A autora participará do painel “Xô, televisão – Uma reflexão sobre o uso da televisão na educação dos filhos”, que ocorrerá às 12h30.
O evento é aberto ao público e a entrada é franca.

 

 

REVISTA CARTA CAPITAL DESTACA O LIVRO “APRENDER A ESCRITA, APRENDER COM A ESCRITA”

A edição de maio da revista Carta Capital deu destaque para o livro Aprender a escrita, aprender com a escrita (Summus Editorial). A obra traz artigos de 11 especialistas que abordam os fatores que intervêm na produção e construção do discurso em diferentes momentos da vida da criança. Veja a nota: http://goo.gl/lwsai.

Como se caracterizam a escrita e a cultura escrita? Como se relacionam a cultura escrita e a escola? Que fatores atuam nessa relação? Como se aprende a escrever? Como podemos conceber, em termos críticos, práticas pedagógicas intimamente associadas com práticas sociais letradas?

O livro Aprender a escrita, aprender com a escrita apresenta reflexões sobre a prática de produção de textos em sala de aula, na perspectiva de um processo de ensino-aprendizagem complexo e contínuo.

Os especialistas partem da produção de crianças, jovens e adultos em diferentes momentos do processo de escolarização. Tendo como referência a teoria da enunciação do filósofo Mikhail Bakhtin, as autoras indicam que, desde os anos iniciais do ensino fundamental, se ensine e se aprenda a escrita em uso, ou seja, no processo de interação com os pares, professores e alunos, e no diálogo com conhecimentos de variadas origens.

Para as educadoras Cecília M. A. Goulart e Victoria Wilson, organizadoras da obra, o compromisso da escola de trabalhar por mudanças estruturais da sociedade continua sendo um desafio ético-político para os educadores neste país com tantas desigualdades.

Com uma abordagem inovadora, o livro mostra o processo de escrever na escola em perspectiva transversal, destacando diferentes aspectos desse método. “Ordenamos a sequência dos estudos de acordo com o segmento e ano escolar que abrangem”, complementam as organizadoras. Em oito capítulos, as autoras destacam os passos que levaram à produção dos textos pelos alunos e os métodos utilizados para compreender e superar as dificuldades e para encontrar soluções.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Aprender+a+escrita,+aprender+com+a+escrita

“A CORAGEM DE CRESCER” É O NOVO LIVRO DA ÁGORA

Com linguagem simples e experiência de mais de três décadas, a psicoterapeuta Maria de Melo encoraja o leitor a promover mudanças na vida. No livro A coragem de crescer, lançamento da Editora Ágora, ela mostra que as mudanças nem sempre são fáceis, o caminho da evolução pessoal nem sempre é suave, mas o autoconhecimento, a intuição e a capacidade de superar dificuldades podem ajudar nessa jornada. O grande dilema é: como acessar e utilizar essas ferramentas no cotidiano? No livro, a autora se dirige àqueles que buscam entender melhor a si mesmos e aos que os cercam, usando principalmente os sonhos para despertar a consciência de cada um.mas podem ser suavizadas com instrumentos para acessar o potencial que todos temos para crescer.

Não se trata, porém, de um livro de autoajuda – no sentido mais superficial do termo. A ideia é nos fazer enxergar nossas fontes de energia, nossos talentos únicos. Mostrando que nem sempre a racionalidade e a lógica são as respostas, a autora utiliza os sonhos como um canal de comunicação intuitivo e natural. Segundo Maria, ao nos revelar a linguagem do psiquismo, os sonhos iluminam não apenas os dilemas ou as oportunidades que atravessamos no momento, mas também a forma como nossa alma encara essas situações. “Nos sonhos estão refletidos os lados mais intrincados da vida e também os caminhos mais valiosos para uma consciência maior do que se passa”, diz a psicoterapeuta.

Dividida em quatro partes, a obra pretende compor esse mutirão de esperança na criação de um novo campo de transformação emocional. “Os sonhos são bússolas sensíveis que apontam constantemente a direção que estamos tomando, na vida pessoal e no planeta. Também podem revelar com muita antecedência o padrão de funcionamento que nos levará a adoecer, sugerindo como mudá-lo. Assim, temos de aprender a entendê-los, conhecer seus códigos de acesso”, afirma a autora nos capítulos em que demonstra como se tornar um bom sonhador.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1336/Coragem+de+crescer,+A

CRIANDO FILHOS EM TEMPOS DIFÍCEIS: PALESTRA DE ELIZABETH MONTEIRO

Galeria

Esta galeria contém 12 fotos.

Veja as fotos da palestra da psicopedagoga Betty Monteiro na Livraria Martins Fontes da Paulista, dia 8 de maio. Ela falou sobre seu livro recém-lançado pela Summus, Criando os filhos em tempos difíceis. Um bate-papo muito animado!  

RÁDIO CBN ENTREVISTA ELIZABETH MONTEIRO NO DIA DAS MÃES, DOMINGO, 12 DE MAIO

O programa Show da Notícia, da Rádio CBN, terá a participação da psicóloga Elizabeth Monteiro, no domingo, 12 de maio, a partir das 17h. Ela falará com os ouvintes sobre o seu novo livro Criando filhos em tempos difíceis (Summus Editorial). Acompanhe a entrevista na frequência 780 AM e nos 90,5 FM ou ainda pelo site www.cbn.com.br.

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? Para a autora, participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança.

No livro, Elizabeth defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, ela aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo a psicóloga, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Na obra, Elizabeth sugere brincadeiras que ajudam também na evolução da criança, desenvolvendo a atenção e o conhecimento do corpo, o fortalecimento da musculatura manual e digital, os sentidos e o reconhecimento do mundo, o desenvolvimento da criatividade e o domínio do corpo.

Para conhecer todos os livros de Elizabeth Monteiro publicados pela Summus, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Elizabeth+Monteiro

REVISTA CLAUDIA ENTREVISTA FLÁVIO GIKOVATE

A edição de maio da revista Claudia traz ampla entrevista com Flávio Gikovate. Na reportagem, intitulada “Um papo sobre sexo”, o psicoterapeuta fala do seu novo livro Sexualidade sem fronteiras (MG Editores). Veja na íntegra: http://goo.gl/veLqg.

No livro Sexualidade sem fronteiras, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Gikovate tem-se dedicado com mais afinco nos últimos anos a pensar sobre nossa condição de seres biopsicossociais, ou seja, indivíduos constituídos por ideias e ações tanto biológicas e psicológicas quanto decorrentes da educação e dos valores que recebemos ao longo da vida. “São tantas as variáveis implicadas em nosso futuro, do ponto de vista sexual – variáveis de caráter inato, determinadas pela nossa história de vida e também pelo contexto sociocultural em que vivemos, que tudo pode acontecer. É uma pena que essa liberdade não possa ser exercida, pois quando uma pessoa diz a si mesma ‘Eu sou heterossexual’ ou ‘Eu sou gay’ ela determina e delimita as fronteiras em que vai atuar”, diz.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS