FÁTIMA BERNARDES E LEDA NAGLE ENTREVISTAM AUTORA DO LIVRO “CRÔNICAS DA SURDEZ”

60092A gaúcha Paula Pfeifer, autora do livro Crônicas da surdez (Plexus Editora), participa nesta terça-feira, dia 21, dos programas Encontro com Fátima Bernardes (TV Globo) e Sem Censura (TV Brasil), respectivamente às 10h40 e 16h. No domingo (20), o jornal O Globo publicou ampla reportagem destacando o livro e a história de Paula. Leia na íntegra a matéria intitulada “Com humor e emoção, deficiência invisível virá crônicas e livro”: http://goo.gl/iZDrIT

O livro traz um relato franco e arrebatador sobre experiências e descobertas em meio às dificuldades e às agruras da surdez. Temas como preconceito, tecnologia, mercado de trabalho e bullying são apresentados de forma leve, sem julgamentos, permitindo aos deficientes auditivos, a seus familiares e a profissionais de saúde refletir sobre o cotidiano e sobre a capacidade de superação inerente a todos nós.

Funcionária pública em Santa Maria (RS), Paula nunca se deixou rotular. Claro que, ao receber o diagnóstico de deficiência auditiva bilateral neurossensorial progressiva na adolescência, ficou abalada. Depois da negação, veio a necessidade de saber mais, de conhecer o problema e de encontrar maneiras de superar os obstáculos. Em 2003, formou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria e fez seu trabalho de graduação sobre a escolha da modalidade linguística pelas famílias de crianças com deficiência auditiva. Era o primeiro passo para desvendar esse universo.

Apaixonada por viagens, Paula coleciona carimbos no passaporte. Em uma de suas investidas em terras longínquas, teve a ideia de escrever. Em 2007, criou o blogue Sweetest Person, que trata de moda, beleza, maquiagem e literatura. Em pouco tempo, o espaço ganhou milhares de fãs. Foi o impulso de que precisava para, em 2010, dar o segundo passo. Também com milhares de acessos, inclusive de países como Portugal, Alemanha, Espanha, Estados Unidos e Argentina, o blogue Crônicas da Surdez já foi notícia em importantes jornais e revistas brasileiros. “Foi com a criação desse canal que me dei conta da quantidade de pessoas que têm vivenciado a surdez presas numa bolha de solidão e falta de conhecimento”, afirma Paula.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1328/Cr%C3%B4nicas+da+surdez

‘TRANSEXUAL DE 13 ANOS DESCREVE LUTA POR ACEITAÇÃO NOS EUA’

Ofelia Barba Navarro se emociona quando lembra das agressões físicas e insultos sofridos durante anos por sua filha Zoey, 13 anos, que é transexual. Ela sabia da identidade de gênero de sua filha desde muito cedo, e sua principal preocupação era tentar proteger Zoey, registrada como sendo do sexo masculino.

“A perseguição era constante, a pegavam, jogavam ao chão e diziam coisas horríveis”, conta a mãe solteira, que vive em uma casa simples com os três filhos em Downey, um subúrbio de Los Angeles, no Estado americano da Califórnia.

“Usavam insultos que eu não me atrevo a repetir. Foi nessa época que Zoey, com apenas oito ou nove anos, começou a falar que não queria mais viver e isso meu deu muito medo. Quando sua filha diz que preferia estar morta ou quando te chamam na escola para dizer que sua filha quer pular do prédio, você percebe que precisa fazer algo.”

Atualmente, depois de anos de sofrimento e incerteza, Ofelia e Zoey estão recebendo a ajuda que precisam e garantem que, finalmente, podem pensar no futuro com otimismo. Zoey é acompanhada há três anos pelos profissionais do Hospital Infantil de Los Angeles e começou a transição para poder se desenvolver totalmente como mulher.

Seu caso é parecido com o de centenas de menores transexuais de todos os Estados Unidos que estão recebendo ajuda cada vez mais cedo para que possam viver de acordo com sua verdadeira identidade de gênero.

Progresso

Essa é uma amostra de que está ocorrendo progresso na percepção da transexualidade. “Os avanços que ocorreram nos últimos anos foram enormes”, disse à BBC Mundo a médica Johanna Olson, diretora do Centro para Saúde e Desenvolvimento dos Jovens Transexuais do Hospital Infantil de Los Angelos, que cuida da transição de Zoey.

“É um tema falado cada vez mais abertamente e mais cedo. Não há dúvida de que a visibilidade da comunidade transexual nos meios (de comunicação) está ajudando. Agora até nas séries de televisão estão incluindo personagens transexuais”, disse a médica, uma das principais especialistas desse campo nos Estados Unidos.

“Além disso, a internet está permitindo que crianças e jovens transexuais entrem em contato e possam ter acesso a comunidades as quais, antes, não teriam como encontrar. Isto está fazendo com que a visibilidade do coletivo aumente.”

Segundo explica Johanna, quando iniciou seu trabalho nessa área, há pouco mais de cinco anos, tinha apenas 40 crianças e jovens como pacientes e agora conta com cerca de 340 com idades entre quatro e 25 anos. “A mentalidade dos pais mudou muito na última década. Cada vez mais estão conscientes de que há formas de ser alternativas.”

“Dialogam de forma totalmente diferente com os filhos, os enxergam como seres humanos e não como uma propriedade. Isso permite que as crianças e adolescentes possam falar de suas experiências”, disse.

Bloqueio da puberdade

Segundo Olson, uma das maiores mudanças dos últimos anos é a possibilidade de dar às crianças transexuais os chamados bloqueadores hormonais. Esses são remédios cujos efeitos são reversíveis, aplicados em forma de injeção ou implante subcutâneo.

Esses medicamentos são fornecidos para crianças transexuais antes que comecem a puberdade biológica, para que o corpo não produza os hormônios sexuais que produziria normalmente.

“Os transexuais ficam mais vulneráveis quando experimentam a puberdade que não corresponde (à identidade de gênero). É quando vemos que eles sofrem de ansiedade, depressão, tentativa de suicídio ou isolamento social.”

Paralisando a puberdade, os médicos evitam que se desenvolvam com os traços físicos e sexuais de um gênero com o qual não se identificam, como a voz grave e pelos no corpo, no caso de meninos, ou seios, no caso de meninas.

Depois, entre os 14 e 16 anos, dependendo do protocolo de cada país, os médicos podem começar um tratamento hormonal para desenvolver os traços físicos de acordo com sua verdadeira identidade de gênero.

A médica afirma que os bloqueadores são seguros e lembra que há décadas eles são usados para crianças com transtornos que levam à puberdade precoce. Mas Johanna reconhece que a terapia de substituição hormonal, a mais polêmica e que usa estrogênio ou testosterona, resulta em mudanças irreversíveis e os pacientes ficam estéreis.

Outros especialistas afirmam que, devido a essas mudanças irreversíveis e pelo fato de não se conhecer os efeitos no longo prazo, seria necessário esperar que os jovens atingissem a maioridade para que eles decidissem se devem ou não seguir com a terapia.

Mudanças

Zoey, que começou o tratamento há três anos, usa os bloqueadores hormonais e faz tratamento com Johanna Olson graças à organização União das Liberdades Civis dos Estados Unidos (ACLU, na sigla em inglês). Desde então, sua vida mudou muito.

Os especialistas da organização tiveram de intervir para que Zoey não fosse expulsa da escola, que considerava a forma como ela se vestia e seu comportamento inadequados.

“Percebi que não tinha de ser uma pessoa diferente e que podia ser eu mesma. Um mundo de possibilidades se abriu. Pude deixar o cabelo crescer e me vestir como realmente queria”, disse Zoey em entrevista à BBC Mundo.

Ofelia, por sua vez, conta que não foi uma decisão difícil a de deixar sua filha começar o tratamento, já que sabia dos problemas que transexuais enfrentam durante a transição para a idade adulta.

Drian Juárez, que trabalha como diretora do programa de fortalecimento econômico dos transexuais do Centro de Gays e Lésbicas de Los Angeles, passou por isso. “Como mulher tive de atravessar a puberdade masculina e isso, quando fui ficando mais velho, fez minha transexualidade mais visível, o que levou à discriminação, abuso e violência”, disse à BBC MUndo.

Juárez contou com o apoio da família, mas sofreu muitos abusos físicos e verbais durante a infância e adolescência. Quando entrou na idade adulta, isolada socialmente e sem poder pagar pelos tratamentos para fazer a transição, teve de se prostituir.

Juárez acredita que as mudanças dos últimos anos podem ser em parte atribuídas aos pais que têm cada vez mais informações, particularmente graças à internet. “Ver que agora os filhos podem expressar quem realmente são é incrível. Casos como o de Zoey me dão esperança. Esperança de que não terá de enfrentar tanta discriminação e poderá mostrar ao mundo sua verdadeira identidade”, afirmou.

Texto de Jaime González, da BBC Mundo. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2014/10/16/transexual-de-13-anos-descreve-luta-por-aceitacao-nos-eua.htm

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Se você quer saber mais sobre o assunto, conheça o livro “Transexuais – Perguntas e respostas” (Edições GLS), do psicólogo Gerald Ramsey:

30002O que são transexuais? Por que desejam mudar de sexo? A terapia pode curá-los? Gerald Ramsey, um psicólogo que há vinte anos trabalha nas comissões de gênero que acompanham o processo de redesignação sexual, dá explicações claras e detalhadas para as dúvidas que mais ouviu de familiares e amigos de transexuais, e mesmo de seus colegas médicos e terapeutas. Inclui os procedimentos para diagnóstico de disforia de gênero do “Manual de diagnósticos e estatísticas americano” e as normas para diagnóstico e redesignação sexual da Associação de Disforia de Gênero Harry Benjamin.

 

ELIZABETH MONTEIRO LANÇA O LIVRO “AVÓS E SOGRAS” NA LIVRARIA DA VILA, EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi (São Paulo) promovem no dia 22 de outubro, quarta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do novo livro da psicóloga Elizabeth Monteiro, Avós e Sogras – Dilemas e delícias da família moderna.  A autora receberá amigos e convidados na livraria, que fica no Shopping JK Iguatemi (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2.041 – piso 2, Itaim Bibi – SP).

Nas últimas cinco décadas, a família adquiriu novos formatos e os papéis e funções das avós se modificaram. São cada vez mais raras aquelas que nunca saem de casa e passam as tardes tricotando. Também as noras submissas são coisa do passado. Porém, essas transformações acabaram por provocar o aumento dos conflitos familiares. Cerca de 60% das brigas acontecem entre sogra e nora. Que fazer para construir relações saudáveis e cordiais? Como ajudar essas famílias a colocar o bem-estar da criança em primeiro lugar?

No livro, Elizabeth dá novamente uma importante contribuição para tornar a convivência familiar harmoniosa. Esclarecendo os papéis de cada uma no moderno sistema familiar, ela mostra que as avós têm importância na formação emocional e psíquica dos netos, dá dicas para que noras e sogras deixem a rivalidade de lado e relata casos de pacientes que tiveram experiências positivas – e emocionantes – com os avós.

Atualmente, os avós trabalham, têm uma vida produtiva e, muitas vezes, sustentam a família toda. De acordo com o Censo de 2014, apurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), 12 milhões de famílias no país são sustentadas pelos idosos. Em muitas casas é a principal ou única fonte de renda. Cabe-lhes também cuidar dos netos integralmente, 24 horas por dia. “É essa extrema dedicação que tem provocado interferência na educação das crianças e, consequentemente, as discussões. Mas é essencial que todos saibam: os embates entre mães e filhas e entre noras e sogras prejudica a todos – sobretudo os netos”, afirma a psicóloga.

Elizabeth faz questão de resgatar a importância da “avosidade” no crescimento moral e afetivo das crianças. Para ela, a “avosidade” é a grande oportunidade de renovar o vínculo com os filhos, resolver antigos conflitos e repensar novos papéis. “Hoje, a família é um processo mutável, não mais um sistema definido e pronto. Ajudantes, provedores, conselheiros e tutores: assim são os avós da atualidade, que formam uma verdadeira e necessária ‘rede de apoio’”, avalia a autora, destacando que eles também transmitem os conhecimentos adquiridos das gerações anteriores, assim como a cultura e as tradições familiares.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1395/AV%C3%93S+E+SOGRAS

Avós e sogras

‘BULLYING DO AMOR’

A edição de outubro da revista Marie Claire traz entrevista com a psicóloga Adelma Pimentel, autora do livro Violência psicológica nas relações conjugais (Summus Editorial). A reportagem, intitulada “Bullying do amor”, mostra o efeito devastador do abuso emocional. Leia a matéria na íntegra: http://goo.gl/ZvaXTZ.

10719A violência psicológica é uma modalidade de agressão bastante presente na sociedade brasileira. Protegida pelo silêncio, incorporada aos costumes, herança da cultura patriarcal, ela se instala nos lares desde muito cedo, levando os casais a estabelecer relações pobres e, muitas vezes, doentias. Estudiosa do assunto e militante da causa da prevenção e da erradicação da violência, Adelma apresenta um retrato dos embates psicológicos que acometem parceiros das mais diversas origens e classes sociais. No livro, ela faz uma análise profunda sobre o tema, propõe a nutrição psicológica de cada membro do casal para que diminuam os conflitos e oferece elementos indicativos para romper o ciclo de violência e restabelecer os vínculos afetivos do casal.

Apesar da grande incidência nas relações conjugais, a agressão geralmente não é reconhecida pelos cônjuges, sobretudo pela mulher. Entre suas manifestações estão o deboche, a humilhação e o isolamento. Na avaliação da psicóloga, famílias são organizações complexas, dialéticas e ambíguas. Campo de diversos choques, ódios e de trânsito voraz de rápidas, variadas e múltiplas emoções que podem coexistir no mesmo dia, conforme os atores e seus atos. “Dentro delas, os embates atravessados pela violência psicológica podem contribuir para forjar casamentos precipitados, uniões estáveis e até mesmo namoros que perpetuam o círculo vicioso de aprisionamento dos sujeitos”, complementa.

Num mundo totalmente reconfigurado, em que os papéis de gênero sofrem mudanças a cada dia, o livro é um referencial para discutir antigos modelos familiares e novos caminhos de expressão, baseados no autoconceito, na autoestima e na autoimagem nutridos psicologicamente desde a infância. “O objetivo é cooperar com os esforços coletivos para atualizar e renovar nossa humanidade, tão fragilizada pela supressão de valores éticos”, afirma a autora.  Para ela, o diálogo é o nutriente imprescindível de uma relação afetiva amorosa. Ele é mediador do fortalecimento dos vínculos e do não enraizamento das violências privadas, sobretudo a psicológica.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1259/Viol%C3%AAncia+psicol%C3%B3gica+nas+rela%C3%A7%C3%B5es+conjugais

VEJA ENTREVISTA DOS AUTORES DO LIVRO “ENSINO DE MATEMÁTICA” PARA A TV UNIVESP

10953Os autores do livro Ensino de matemática: pontos e contrapontos (Summus Editorial), os professores Nílson José Machado e Ubiratan D´Ambrosio, participaram na quarta-feira, dia 8, do programa Educação Brasileira, da TV Univesp. Na entrevista, eles falaram da temática do livro, apontando os problemas da multiplicação das cadeiras, a fragmentação do currículo e a carência de se trabalhar tendo em vista a transdisciplinaridade. Assista ao vídeo abaixo com a entrevista na íntegra.

Ampliar e aprofundar a análise sobre a teoria e a prática do ensino da matemática, bem como suas dificuldades. Esse é o objetivo do livro. Além de apresentar diferentes e relevantes aspectos do ensino da matemática, o 11º volume da coleção Pontos e Contrapontos aborda tanto questões históricas quanto epistemológicas, sociais e políticas desse campo específico do conhecimento que tem impacto em todos os demais. Na obra, Machado e D’Ambrosio estabelecem um debate acadêmico em que analisam com profundidade questões cruciais e polêmicas relacionadas ao ensino da matemática.

Organizada pela professora Valéria Amorim Arantes, o livro discute questões como os conteúdos mínimos da matemática, suas possíveis relações com as visões aristotélica e platônica, o conceito de inter e transdisciplinaridade, métodos e técnicas e a formação de professores no contexto brasileiro, entre outras.

Seguindo a proposta da coleção, o livro está estruturado em três partes. Na primeira, cada autor discorre livremente sobre o tema, expondo seu ponto de vista. Em seguida, ambos trocam perguntas e respondem a elas. Na terceira parte, a professora Valéria lança novos questionamentos, gerando um debate profícuo e instigante. “Com o objetivo de trazê-los ainda mais para o chão da escola e para as práticas docentes, proponho que discorram sobre os conteúdos mínimos da matemática a ser ensinados nas instituições escolares, a formação dos professores no contexto brasileiro e o conceito de aprendizagem baseada em problemas no ensino dessa disciplina”, afirma a organizadora.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://bit.ly/ZTGsC0

GIKOVATE PARTICIPA DO PROGRAMA DO JÔ

flavio-gikovate_JOO Programa do Jô, da TV Globo, exibiu na última sexta-feira, 10 de outubro, entrevista com o psicoterapeuta Flávio Gikovate. No talk show, ele falou sobre o seu novo livro: Mudar – Caminhos para transformação verdadeira (MG Editores).
Para assistir ao vídeo de sua participação, acesse:
http://globotv.globo.com/t/programa/v/jo-soares-entrevista-o-psicoterapeuta-flavio-gikovate/3689751/

Por que é tão difícil mudar, mesmo quando sabemos que determinados hábitos ou atitudes nos são prejudiciais? Que mecanismos estão por trás da nossa resistência à mudança e como entendê-los para, então, desmantelá-los? Gikovate vai ao âmago dessas questões. No livro, 50109ele não apresenta fórmulas prontas nem conselhos fáceis.  Percorrendo os caminhos que moldam o indivíduo – a biologia, a cultura e a personalidade –, o autor leva-nos a refletir sobre a capacidade que todos temos de mudar.

“É preciso ousar, tentar realizar os sonhos que elaboramos. Quem não acha que terá condições de ousar e tratar de perseguir seus sonhos não deve construí-los”, afirma Gikovate. Segundo ele, viver sem sonhos pode ser triste, mas mais doloroso é tê-los e não persegui-los. “Isso é muito mais terrível que tentar e fracassar. No fim das contas, todo processo de mudança deveria ter como objetivo principal o crescimento pessoal, tanto emocional como moral. Aqueles que alcançarem esse patamar saberão muito bem o que desejam fazer da vida e terão coragem, disciplina e determinação para ir atrás de seus sonhos.”

No livro, Gikovate analisa os obstáculos que enfrentamos quando nos propomos a mudar um comportamento e aponta caminhos para vencer os entraves. A vontade pessoal e a autoanálise são ingredientes fundamentais, mas a razão também tem papel primordial: o que de fato queremos mudar? Quem desejamo-nos tornar? Estaremos dispostos a abrir mão da estabilidade para alcançar nossos objetivos? Conseguiremos suportar a dor das perdas imediatas para gozar de benefícios em longo prazo?

Tecendo considerações acerca de como nos tornamos aquilo que somos, o autor contempla todas as possibilidades sem se deixar aprisionar por nenhuma das hipóteses teóricas que povoaram o território da psicologia do século XX. “Penso que só podemos chamar de ciência um sistema aberto e eternamente incompleto, no qual hipóteses e ideias vêm e vão, sendo sempre substituídas por outras mais abrangentes”, diz. Para ele, todo saber é temporário, sendo isso particularmente verdadeiro num terreno como o da psicologia.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1380/Mudar

PESQUISA MOSTRA QUE 40% TÊM LEMBRANÇAS DA ‘VIDA APÓS A MORTE’

O maior estudo já feito sobre experiências de quase morte mostrou que cerca de 40% dos pacientes têm algum tipo de lembrança sobre o período em que estiveram clinicamente mortos e sugeriu que uma pessoa pode continuar com atividade cerebral por até três minutos após seu coração parar completamente.

Durante quatro anos, cientistas da Universidade de Southampton, na Inglaterra, analisaram os casos de 2.060 pessoas que sofreram paradas cardíacas em 15 hospitais da Grã-Bretanha, Estados Unidos e Áustria.

Entre os 330 que sobreviveram, 140 puderam ser entrevistados e, desses, 55 (39%) disseram ter alguma percepção ou lembrança do período em que estavam tecnicamente mortos.

Entrentanto, apenas duas pessoas relataram lembranças precisas sobre suas experiências de quase morte.

Luz

Uma delas, um homem de 57 anos, relatou que, de um canto da sala, observou enquanto os médicos faziam o procedimento de reanimação em seu corpo.

“Ele descreveu de forma precisa as pessoas, som e atividades de sua reanimação. Os registros médicos corroboram seu relato”, diz o estudo.

Baseado nos sons que ele diz ter ouvido, é possível estimar que o homem tenha ficado consciente por 3 minutos entre a parada cardíaca e a reanimação – o normal, segundo o estudo, é a ocorrência de atividade cerebral residual entre 20 a 30 segundos após a parada cardíaca.

A maior parte dos entrevistados não lembrava detalhes, mas descreveu sensações e imagens que se repetiram nos relatos. Cerca de 20% dos entrevistados disse que se sentiu em paz e 27% disseram que o tempo desacelerou ou acelerou.

Alguns lembraram de ver um luz brilhante, outros relataram medo, sensação de afogamento ou de ser sugado para águas profundas. Do grupo, 13% disseram que se sentiram separados de seus corpos e o mesmo número disse que seus sentidos ficaram mais aguçados que o normal.

Além disso, 8% disseram ter encontrado algum tipo de presença mística ou voz identificável, e 3% viram espíritos religiosos ou de pessoas mortas.

Ninguém relatou ter vivido experiências do futuro.

O estudo destaca que, apesar de os pacientes terem aparentemente mais tempo de consciência durante a morte clínica, as memórias deles podem ser afetadas pelo impacto do processo de reanimação no cérebro ou pelos sedativos usados.

Os autores do estudo apontaram ainda algumas limitações na pesquisa, como a dificuldade para identificar se as memórias que os pacientes que diziam ter tido durante a parada cardíaca refletiam sua percepção real.

Eles também apontaram o baixo número de paciente com memórias explícitas sobre o momento da morte clínica, o que impediu que houvesse análises mais profundas.

Da BBC Brasil, publicado em 07/10/2014. Para ler o texto na íntegra, acesse:
http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/bbc/2014/10/07/pesquisa-mostra-que-40-tem-lembrancas-da-vida-apos-a-morte.htm

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Se você tem interesse pelo assunto, conheça:

10734LIÇÕES DA LUZ
O que podemos aprender com as experiências de proximidade da morte
Autores: Kenneth Ring e Evelyn Elsaesser Valarino
SUMMUS EDITORIAL

A experiência de proximidade com a morte é considerada uma revelação de profunda beleza e densidade, capaz de transformar uma vida. Os autores organizam os ensinamentos revelados por essa experiência para que qualquer pessoa possa desfrutá-los, utilizando-os em sua vida cotidiana e num processo de crescimento espiritual.

PAULO SERGIO DE CAMARGO PARTICIPA DO PROGRAMA SEM CENSURA, DA TV BRASIL, NESTA TERÇA-FEIRA, DIA 7

Paulo_Sergio_CamargoO grafólogo Paulo Sergio de Camargo, autor do livro Não minta pra mim! Psicologia da mentira e linguagem corporal (Summus Editorial), participa do programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta terça-feira, dia 7 de outubro. No bate-papo com a apresentadora Leda Nagle, ele fala de linguagem corporal e, especialmente, da mentira.  O programa começa às 16h.

A mentira faz parte da história da civilização. Ao longo dos séculos, inúmeros pesquisadores se dedicaram ao tema pelas diferentes vertentes: científica, social, moral e até evolutiva. Apesar da diversidade do assunto, uma conclusão é unânime: toda mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências. No livro, Camargo apresenta definições de mentira e destrincha as principais situações em que ela se instala. 10805Fruto de mais de 15 anos de pesquisa, o autor destaca a realidade nacional em relação ao assunto e aborda os principais sinais da linguagem corporal dos mentirosos.

Especialista em grafologia e linguagem corporal, Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar ao leitor um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política. “Temos a equivocada propensão a acreditar que somos capazes de identificar mentiras com certa facilidade. Não é bem assim. Após anos de estudos e pesquisas, sei que devemos ter cautela ao tentar reconhecer alguém com capacidade e habilidade cognitivas para enganar quem quer que seja”, afirma.

De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Para saber mais sobre os livros do autor, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/Paulo+Sergio+de+Camargo/all/0

AUTORES DO LIVRO “JUNHO DE 2013” AUTOGRAFAM NA LIVRARIA CULTURA DO CONJUNTO NACIONAL, EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria Cultura (Conjunto Nacional – São Paulo) promovem no dia 21 de outubro, terça-feira, das 18h30 às 21h30, o lançamento do livro Junho de 2013 – A sociedade enfrenta o Estado. Os autores, Bernardo Sorj, Denis Rosenfield, José Nêumanne Pinto, Marcelo S. Tognozzi, Ney Figueiredo, Roberto Macedo, Rogério Schmitt, Rubens Figueiredo (organizador) e Túlio Khan, receberão os convidados no piso térreo da livraria, que fica na Av. Paulista, 2073, São Paulo.

Esse grupo de renomados intelectuais e jornalistas brasileiros trazem à tona um tema que abalou o status quo da política brasileira. Buscando compreender um dos movimentos sociais mais surpreendentes dos últimos tempos no Brasil, os intelectuais analisam a questão econômica, o papel das redes sociais, as reações das autoridades e o papel dos jovens na política moderna.

Os movimentos de junho de 2013 foram uma das mais importantes manifestações populares da história brasileira. Além disso, apresentaram um caráter absolutamente inédito. Não tiveram uma causa, como nas diretas-já e no impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Não foram convocadas por instituições representativas tradicionais, como partidos, sindicatos e grêmios estudantis. E foram surpreendentes porque não existia no horizonte nada que indicasse uma movimentação social tão intensa.

Organizada pelo cientista político Rubens Figueiredo, Junho de 2013 é uma contribuição para o aprofundamento da análise daquela que foi, provavelmente, a mais complexa e difusa manifestação popular de que se tem notícia no Brasil. Os 10 capítulos contemplados no livro foram escritos, quase todos, no segundo semestre de 2013 e refletem o clima da mais absoluta surpresa que tomou conta da sociedade. “É como descrever um furacão sendo levado pelo vendaval”, diz o organizador.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1394/JUNHO+DE+2013

Junho de 2013