COMO OFERECER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA, POR CLAUDIA LOBO

Hábitos alimentares são formados desde cedo e a nutricionista Claudia Lobo ajuda nesta tarefa com seus livros Alimentação saudável na infância e Comida de criança, ambos publicados pela MG Editores. Assista ao vídeo abaixo, onde ela apresenta suas obras:

Assista:

Saiba mais sobre a autora e os livros, acessando:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Cl%C3%A1udia+Lobo

AUTORES DO LIVRO “O RESGATE DA EMPATIA” AUTOGRAFAM EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi (São Paulo) promovem no dia 22 de julho, quarta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro O resgate da empatia – Suporte psicológico ao luto não reconhecido. A psicóloga Gabriela Casellato, organizadora da obra, e os autores recebem convidados na livraria, que fica na Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041, Piso 2 – Itaim Bibi, São Paulo.

O que sente uma mãe que sofre pelo filho desaparecido? Como alguém elabora a morte de um amado animal de estimação? De que forma um profissional que convive com pacientes diariamente encara a perda? Muitas são as experiências de luto ignoradas ou desacreditadas. No livro O resgate da empatia, profissionais da área de saúde contribuem de maneira fundamental para o entendimento do luto não reconhecido. Abordando as diversas faces da perda, obra traz embasamento teórico, estratégias e ferramentas úteis para ajudar psicoterapeutas e demais profissionais de saúde a reconhecer o que ainda é irreconhecível.

“O processo de luto é normal e necessário, mas a falta de empatia em relação às perdas que enfrentamos é um importante determinante de nosso adoecimento físico e mental”, afirma Gabriela. Segundo ela, o não reconhecimento do luto é um fenômeno que se estabelece em diferentes situações e suas características são minimizadas ou negadas pelo próprio enlutado e/ou pela comunidade e suas regras socioculturais.

O livro traz uma profunda reflexão sobre diferentes situações: o luto de um filho prematuro e suas consequências para a formação do vínculo mãe-bebê; a questão da infidelidade conjugal; as especificidades e consequências do luto pela aposentadoria, fenômeno que ganha espaço com o aumento da população de idosos; o luto por bichinhos de estimação, em especial, nas cidades grandes, cujo papel do animal nas teias familiares é essencial; o luto pelo desaparecimento, que é abordado com profunda riqueza, dando enfoque ao luto materno; e também o luto em situações de suicídio, um assunto quase tabu na sociedade.

Dois capítulos também exploram o luto dos cuidadores profissionais, mostrando um pouco mais de perto a dor de quem cuida da dor. Em depoimentos tocantes e corajosos, as autoras expõem suas próprias dores diante das perdas pessoais e das de seus pacientes.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1419/Resgate+da+empatia,+O

O resgate da empatia

 

‘SILÊNCIO PODE PREJUDICAR TRATAMENTO DE PACIENTES COM CÂNCER’

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Rádio CBN entrevista o oncologista Ricardo Caponero, mestre em Oncologia Molecular e autor do livro A comunicação médico-paciente no tratamento oncológico.
Ouça:

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Conheça o livro:

50113A COMUNICAÇÃO MÉDICO-PACIENTE NO TRATAMENTO ONCOLÓGICO
Um guia para profissionais de saúde, portadores de câncer e seus familiares
Autor: Ricardo Caponero
MG EDITORES

Apesar de todos os avanços médicos e tecnológicos das últimas décadas, o câncer ainda é considerado tabu para a maioria das pessoas. Assim, quando o indivíduo descobre-se portador da doença, por vezes depara com uma espécie de “conspiração do silêncio”, o que pode prejudicar o tratamento e provocar consequências psicológicas profundas. Por outro lado, a equipe médica nem sempre está preparada para transmitir ao paciente informações claras, precisas e verdadeiras. Partindo de uma experiência de mais de 30 anos com pacientes oncológicos, Ricardo Caponero explica aqui como estabelecer e manter uma comunicação respeitosa e franca com o portador de câncer. Além de ensinar técnicas que ajudam na transmissão de informações – quase sempre difíceis –, ele aborda a comunicação como forma de tratamento, os entraves a ela, as possíveis soluções e os aspectos legais ligados ao exercício da medicina. Porém, acima de tudo, quebra a aridez do tema relatando histórias verídicas de confiança, entrega e encontro.

AUTORA DO LIVRO “FREDERICK PERLS, VIDA E OBRA” AUTOGRAFA EM BRASÍLIA

A Summus Editorial e a Livraria Cultura (Brasília – DF) promovem no dia 16 de julho, quinta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Frederick Perls, vida e obra. A professora Fádua Helou, autora do livro, recebe amigos e convidados na livraria, que fica no Shopping Center Iguatemi Brasília (Shin C4, Lote A – Lago Norte, Brasília – DF).

Muito rica em experiências culturais, a vida de Frederick Perls foi marcada por um fervilhante ambiente das artes, da filosofia e da ciência europeia do início do século XX e, mais tarde, pelos movimentos de vanguarda americanos. Mas a polêmica figura do criador da Gestalt-terapia provocou, sobretudo após sua morte, inúmeras críticas a seu legado. No livro, a Fádua relata o caminho percorrido por esse grande pensador, incluindo sua trajetória pessoal, os anos na Europa e as experiências na África do Sul, passando pela temporada em que ele morou nos Estados Unidos e pela concepção de cada uma de suas obras.

“Descrever o tempo vivido por Fritz a fim de relacioná-lo à sua obra soa também como um caminho profícuo para quem se interessa pela história e pela teoria da Gestalt-terapia”, diz a autora. Resultado de um minucioso trabalho de pesquisa e investigação, o livro descortina sua participação nos principais movimentos revolucionários – da psicanálise ao humanismo, das guerras mundiais à rebeldia caraterística do fim da década de 1960.

Dividido em três partes, o livro reúne os principais acontecimentos biográficos de Perls partindo da ótica cultural, histórica e política. “Essa contextualização é fundamental para compreender o seu pensamento em cada etapa de sua vida profissional e as rupturas e continuidades paradigmáticas entre essas fases”, afirma Helou.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
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Frederick Perls, vida e obra

‘MAIORIA DOS ALUNOS SAI DO ENSINO MÉDIO SEM APRENDER MATEMÁTICA’

UOL EducaçãoApenas 2,7% dos estudantes de Roraima terminam o ensino médio dominando o conteúdo de matemática. No Maranhão o percentual é 2,8% e no Amazonas, 2,9%. Esses três estados tiveram o pior resultado no relatório De Olho nas Metas, divulgado hoje (2) pelo movimento Todos Pela Educação. O nível de proficiência em matemática foi medido com base no Sistema de Avaliação da Educação o Básica referentes a 2013, do Ministério da Educação.

De acordo com os dados, o resultado também é baixo na média nacional: 9,3% dos que concluem o ensino médio absorveram o essencial da disciplina. Os estudantes do Distrito Federal tiveram o melhor desempenho com 17% deles demonstrando proficiência na matéria. No Rio Grande do Sul o percentual é 13,8%.

O relatório destaca que nem mesmo os estados com melhor resultado atingiram a meta proposta pelo Todos pela Educação de 28,3% dos estudantes com domínio do conteúdo de matemática. “A cada vinte crianças que ingressam no ensino fundamental, apenas uma está saindo com a aprendizagem adequada em matemática”, enfatiza a coordenadora geral da pesquisa, Alejandra Velasco.

Em português, os resultados foram um pouco melhores, porém também abaixo das metas. O Distrito Federal tem 40,2% dos estudantes concluintes do ensino médio com os conhecimentos essenciais em português. O percentual é maior do que a meta nacional (39%), mas menor do que o objetivo específico (54,7%). Na média de todo o país, o percentual ficou em 27,2%. Os piores resultados foram registrados no Maranhão (12,2%) e em Alagoas (12,6%).

Para contornar essa situação, Alejandra defende uma atenção específica ao ensino médio. “Só corrigindo o percurso todo é que se corrigirá essa estatística. Isso é o produto de toda a escolaridade desse aluno. Então, a gente precisa falar e ter soluções específicas para os anos finais do ensino fundamental, que é uma etapa esquecida das políticas públicas”, ressaltou após a apresentação dos dados.

Para Alejandra, a matemática é uma disciplina especialmente difícil de se apresentar aos estudantes. “Com matemática há uma dificuldade maior de não apenas apresentar os conteúdos, mas relacionar esses conteúdos com o cotidiano do aluno”, destacou. Por esse motivo, ela enfatizou a importância da capacitação dos educadores. “Não é apenas o domínio dos conhecimentos específicos de matemática . Mas é também o domínio de diferentes técnicas e formas de se ensinar esses conhecimentos. Ter um repertório para quando uma estratégia não funciona com determinados alunos, empregar outra”, acrescentou.

Texto de Daniel Mello, da Agência Brasil, em São Paulo, publicado no UOL em 02/07/2015. Acesse a matéria em http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/07/02/maioria-dos-alunos-sai-do-ensino-medio-sem-aprender-matematica.htm

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Tem interesse pelo assunto? Conheça o livro:

10953ENSINO DE MATEMÁTICA: PONTOS E CONTRAPONTOS
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: Ubiratan D’Ambrosio, Nilson José Machado
SUMMUS EDITORIAL

A análise sobre a teoria e a prática do ensino da matemática (bem como suas dificuldades) é o foco desta obra. Nela, os autores discorrem sobre diferentes e aspectos do ensino da matemática, analisando questões históricas, epistemológicas, sociais e políticas. Esse profícuo diálogo nos conduz a uma disciplina concebida como meio para a formação pessoal e para o exercício da cidadania.

Para conhecer outros volumes da coleção Pontos e contrapontos, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/colecao/Pontos%20e%20Contrapontos

‘COMO A PUBLICIDADE INFANTIL FAZ MAL À ALIMENTAÇÃO DO SEU FILHO’

Pense nessa cena que provavelmente faz parte do seu cotidiano. Você entra com seus filhos na padaria para comprar somente pão e leite. Até aí, tudo bem. Ao passar no caixa, no entanto, se depara com praticamente uma “loja de brinquedos inteira” bem ao alcance dos pequenos. Alguns produtos, como balas e outras guloseimas nada saudáveis são mega atrativas para a garotada por um único motivo: têm na embalagem com o personagem que é o queridinho da vez dos pequenos.

É chocolate do Bob Esponja, é bala do Mickey, é bolacha do Homem-Aranha, enfim, não faltam produtos com personagens para encher os olhos da criançada que insiste em levar o produto para casa muitas vezes sem nem saber o que tem dentro. Fora alguns produtos que fazem comercial para a criança colecionar todos os brinquedinhos como acontece, por exemplo, em grandes redes de fast-food onde o lanche infantil vem sempre com um bonequinho ou similar.

O resultado disso tudo: a criança cada vez mais consumindo desde cedo alimentos com excesso de sódio, gordura saturada, açúcar, entre outros produtos nada nutritivos. Vale lembrar que as crianças são  responsáveis pelo processo decisório de 80% das compras da família, segundo pesquisa InterScience de 2003. E a imagem dos desenhos prediletos não fica restrita aos alimentos, mas está presente também em produtos de  higiene e até  de limpeza justamente para a criança “ajudar” os pais a escolher o que levar para casa.

OBESIDADE E DOENÇAS

A advogada Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana, explica que esses alimentos e bebidas com baixo valor nutricional se tornaram parte do cardápio diário das nossas crianças, inclusive, em muitas escolas. “É por isso que os dados do IBGE mostram que temos 15% das nossas crianças são obesas e 30% delas está com sobrepeso. Esse número só irá crescer se nada for feito”, explica Isabella, que coordenadora dois projetos no Alana, o Criança e Consumo e o Prioridade Absoluta.

Sobrepeso e obesidade não são apenas questões estéticas, mas a criança poderá ter doenças prematuras como diabetes, doenças no coração, hipertensão, entre outros.

O caso é tão sério que a OMS (Organização Mundial da Saúde) defende o fim da publicidade de alimentos não saudáveis para as crianças e está elaborando um documento para orientar os governos a desenvolverem políticas públicas para reduzir o impacto do marketing de alimentos e bebidas com baixo teor nutricional sobre as crianças.

Isabella diz que muitas vezes as pessoas falam que os pais são os culpados por comprar os produtos ao fazer “todas as vontades dos filhos”. “É muito fácil colocar toda a culpa nas costas dos pais. A sociedade, o Estado também têm sua responsabilidade pois deve fazer a regulação da mídia”, comenta. O pai fala não uma, duas, três vezes, mas na quarta, naquele dia que está mais cansado, que o filho faz birra, que está  cheio de pepinos para resolver, acaba comprando.

A advogada diz ainda que os pais trabalham o dia todo e ainda sofrem com os assédios da publicidade que vem de todos os lugares, como pela TV, na revista, nas prateleiras do mercado. Mais de 85% das crianças brasileiras assistem a TV diariamente em um tempo médio de mais de cinco horas, segundo pesquisa do Ibope de 2011. Ou seja, os pais trabalham fora o dia todo e esse acaba sendo o cenário ideal para a publicidade infantil ocupar seu espaço.

Texto de Giovanna Balogh, publicado no blog Mães de Peito, em 01/07/2015. Para lê-lo na íntegra, acesse:
http://maesdepeito.blogosfera.uol.com.br/2015/07/01/como-a-publicidade-infantil-faz-mal-a-alimentacao-do-seu-filho/

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Tem interesse pelo assunto? Conheça os livros:

10802A CRIANÇA E O MARKETING
Informações fundamentais para proteger as crianças dos apelos do marketing infantil
Autoras: Luciene Ricciotti VasconcelosAna Maria Dias da Silva
SUMMUS EDITORIAL

O marketing infantil é, hoje, uma das maiores ferramentas para vender produtos, influenciar famílias e conquistar a fidelidade de clientes. Mas que tipo de mensagem vem sendo direcionada às crianças e como pode prejudicar a autoestima e desvirtuar os valores dos pequenos? Escrita por uma especialista em comunicação e por uma psicóloga, esta obra é fundamental para pais e professores.

50079ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NA INFÂNCIA
Conceitos, dicas e truques fundamentais
Autora: Cláudia Lobo
MG EDITORES

Todo dia surgem informações de como oferecer uma alimentação saudável aos filhos. Produtos que parecem ricos em nutrientes fazem sucesso, mas logo suas desvantagens são desmascaradas. Pensando nisso, a nutricionista Cláudia Lobo criou um guia para ajudar os pais a oferecer uma alimentação saudável às crianças. Mudança de hábitos, organização e perseverança são alguns dos ingredientes apontados por ela. Imperdível.