NOITE DE AUTÓGRAFOS DE “VELHICE – UMA NOVA PAISAGEM” FOI UM SUCESSO

Maria Celia de Abreu recebeu amigos e convidados no lançamento de seu livro Velhice – Uma nova paisagem, da Editora Ágora. A noite de autógrafos ocorreu na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

Confira abaixo alguns momentos do evento:

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Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Velhice

ODIR CUNHA LANÇA “LIÇÕES DE JORNALISMO” NA LIVRARIA DA VILA, NO SHOPPING PÁTIO HIGIENÓPOLIS

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Shopping Pátio Higienópolis-SP) promovem no dia 14 de março, terça-feira, das 18h30 às 21h30, o lançamento do livro Lições de jornalismo, do premiado jornalista e escritor Odir Cunha. A livraria fica no Shopping Pátio Higienópolis, piso Pacaembu (Av. Higienópolis, 618 – São Paulo).

Os profissionais mais críticos dizem que o jornalismo morreu. Não para os jovens que continuam encantados com a profissão. Embora tenham pouca ou nenhuma ideia do que fazer e por onde começar no jornalismo, eles ainda veem a profissão como uma forma de mudar o mundo. É para esses jovens que o premiado jornalista e escritor Odir Cunha escreveu o livro Lições de jornalismo, lançamento da Summus Editorial.

Com mais de 40 anos de profissão e passagem pelas grandes mídias, o autor reuniu 60 histórias valiosas de lições que aprendeu ao longo de sua carreira. São relatos de um profissional que desenvolveu seu talento, respeitando e lapidando qualidades essenciais para quem sonha com a profissão.

“O fato de não ter permanecido muitos anos em uma mesma empresa e de não ter me dedicado à mesma tarefa jornalística acabou por me dar, acredito, uma vivência enriquecedora em várias mídias: do jornal diário às revistas, às rádios, às tevês e à internet, sem contar os livros, para mim também uma forma de fazer jornalismo”, afirma Cunha, que tem 27 obras publicadas.

Ganhador de dois Prêmios Esso e três da Associação Paulista dos Críticos de Arte, Odir estabelece um diálogo franco e amigável com o leitor em suas lições. Para ele, a primeira qualidade de um jornalista é a humildade – essencial para aprender com os outros, para ser educado até com os arrogantes e para se colocar no lugar de um mero instrumento entre a notícia e o público. “Sem a consciência das próprias limitações e a vontade de trabalhar, humildemente, para superá-las, não se chega a lugar nenhum na profissão”, afirma.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1461/9788532310590
 

Lições de jornalismo

‘CRIATIVO OU COM INICIATIVA? SUA LETRA PODE INDICAR TRAÇOS DE PERSONALIDADE’

Seja você é destro ou canhoto, tem uma letra bonita ou não, sua forma de escrever pode dedurar aspectos da sua personalidade. É o que garantem os grafólogos, especialistas que se dedicam a analisar a caligrafia para desvendar traços do comportamento humano.

“É um princípio neurológico: eu não escrevo com a mão, escrevo com o cérebro, através de pulsos neurológicos que estimulam músculos que vão gerar a escrita. Através do movimento muscular, chegamos a questões psicológicas”, explica Edilson Fernandes, professor de grafologia, consultor da área e psicólogo. “Em certa medida, a escrita está atrelada ao cérebro, a questões neurológicas. Se consigo reconhecer os padrões, consigo fazer associações”.

Esse tipo de estudo segue o mesmo princípio do chamado teste psicotécnico, já conhecido por quem tirou a Carteira Nacional de Habilitação. Segundo Fernandes, a grafologia é uma análise combinatória entre questões neurológicas, simbólico-gráficas e sociais. A análise vai muito além da beleza da escrita. Letra mais ou menos redonda, a forma como você corta o T, como faz o pingo do I, o jeito como você ocupa o espaço da folha ao escrever e muitos outros elementos são estudados pelos especialistas.

Cada um desses elementos tem um significado e ainda há uma análise combinatória imensa. “A gente levanta 418 elementos distintos em um processo de análise grafológica. O volume de informação é muito grande”, revela Fernandes.

Por conta disso, ele explica que é preciso tomar cuidado ao analisar cada traço de forma isolada e que é importante comparar com outros sinais.

Fernandes conta que o método costuma ser usado por profissionais de RH que trabalham no departamento de seleção. É pedido que os candidatos façam uma redação, em um papel branco e sem linhas. “Então eles fazem a avaliação e olham as características que chamam mais a atenção. É um sujeito mais criativo ou não? Depois de tomar notas, ele vai entrar na entrevista com essa pessoa para checar essas hipóteses iniciais que ele pegou na grafologia. Mas eles não vão contratar alguém que não tenha competência só porque tem o perfil de personalidade maravilhoso. Não funciona desse jeito”.

Confira a matéria na íntegra, publicada originalmente no UOl, em 07/03/2017,com alguns exemplos de interpretação da grafologia, fornecidos por Edilson Fernandes: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/03/07/criativo-ou-com-iniciativa-sua-letra-pode-indicar-tracos-de-personalidade.htm

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Tem interesse pelo tema? Conheça os livros de grafologia publicados pela Ágora:

 

20538bGRAFOLOGIA PARA TODOS
Autor: Mauricio Xandró

Guia para os que querem se iniciar na técnica de analisar a personalidade das pessoas através da grafia, ensinando como classificar e interpretar a escrita. A grafologia, hoje em dia, está sendo utilizada como ferramenta de avaliação na seleção de pessoal, na medicina, na psiquiatria e na criminologia.

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20063GRAFOLOGIA EXPRESSIVA
Edição revista, atualizada e ampliada
Autor: Paulo Sergio de Camargo

Este é um estudo aprofundado no qual o autor unifica conceitos da escola italiana e da escola francesa e acrescenta o seu viés pessoal de atualização cultural. Tendo recolhido 15 mil escritas para esta obra, Paulo Sérgio selecionou mais de 200 que representam as diferentes espécies no trato diário. Imprescindível para quem trabalha com grafologia.

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20653A GRAFOLOGIA NO RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL
Autor: Paulo Sergio de Camargo

A grafologia tem sido utilizada no mundo inteiro como um instrumento a mais para a seleção de empregados nas empresas. Sua aplicação seria simples e rápida, bastante abrangente e dispensaria a presença do candidato quando existe o fator distância. Este livro é mais do que um simples manual. Ele faz o grafólogo repensar seus deveres e obrigações e a desenvolver suas análises, buscando consolidar a grafologia como ciência no Brasil.

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20061SUA ESCRITA, SUA PERSONALIDADE
Autor: Paulo Sergio de Camargo

Existe letra feia? Por que os médicos usam garatujas? Quais as vantagens de escrever com as duas mãos? Que fazer quando sua assinatura é falsificada? O que é a síndrome do escrivão? Essas e outras perguntas, feitas ao autor em todas as suas palestras pelo mundo, são respondidas nesta obra escrita em linguagem simples e bemhumorada. A idéia é mostrar a importância da escrita em nosso cotidiano.

 

‘MARIA CELIA DE ABREU LANÇA LIVRO’

Velhice – Uma nova paisagem” é o livro da psicóloga Dra. Maria Celia de Abreu publicado pela Editora Ágora, com lançamento marcado para o dia 13 de março, na Livraria Cultura, do Conjunto Nacional, em São Paulo. A obra traz  novos conceitos sobre o envelhecimento, além de  muitas informações para viver essa fase da maturidade com mais sabedoria e qualidade de vida. Dia 13, às 18h30, a autora faz palestra sobre o tema do livro e, em seguida, autografa os exemplares.

Publicado no Blog do Ideac em 19/02/2017: https://ideacblog.wordpress.com/2017/02/19/maria-celia-de-abreu-lanca-livro/

Velhice - uma nova paisagem

WILSON CASTELLO DE ALMEIDA AUTOGRAFA O LIVRO “ELOGIO A JACQUES LACAN” NA LIVRARIA DA VILA, EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Vila Madalena – SP) promovem no dia 6 de março, segunda-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Elogio a Jacques Lacan. O psiquiatra Wilson Castello de Almeida, autor da obra, receberá os convidados no piso térreo da livraria, que fica na Rua Fradique Coutinho, 915 – Piso Térreo – Vila Madalena, São Paulo.

Jacques-Marie Émile Lacan (1901-1981) foi presença heroica para a união contemporânea da psicanálise com a psiquiatria. No livro, Almeida apresenta uma visão geral, ampla e apaixonada da vida e do pensamento do psiquiatra. Segundo o autor, a afirmação imperativa de Lacan – “o psicanalista não deve recuar diante da psicose” – é compreendida como convocação para se ter coragem intelectual de aprofundar-se no estudo teórico e clínico da psicopatologia com rigor e ética.  “Cabe ao psiquiatra o destemor para ampliar sua prática, formando-se em outra dimensão do conhecimento sem precisar renegar a sua origem médica”, afirma o autor.

Ao longo da obra, o psicoterapeuta ressalta os elementos que sustentam as ideias de Lacan sobre a psicose e sua repercussão na clínica psiquiátrica, com destaque para dois casos: Schreber e Joyce. “O meu papel é o do médico, psicoterapeuta com formação em psiquiatria, psicodrama e psicanálise, que se entusiasmou pelo Lacan, também médico, que nunca se afastou da psiquiatria, abrindo, entretanto, espaço para filósofos e não filósofos na compreensão da psicanálise”, diz Wilson.

Em suas leituras, o autor afirma ter detectado os três lados de Lacan: o filósofo, o retórico e o clínico – capaz de ver e ler a psicanálise de outro modo. Segundo ele, Lacan é aquele que tira a psiquiatria do limbo das especulações inúteis do “achismo” para dar a ela novo movimento, conforme a evolução das ciências contemporâneas, atrelando-a à psicanálise, que ele relê e enriquece com sua visão criativa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1459/Elogio+a+Jacques+Lacan

Elogio a Jacques Lacan