ACEITA SOCIALMENTE, ÁLCOOL É A DROGA QUE MAIS PREOCUPA ESPECIALISTAS

Reportagem publicada nesta quarta-feira, dia 24 de outubro, no site UOL Saúde mostra que drogas socialmente aceitas e consumidas abertamente, como o álcool, têm o mesmo potencial de causar dependência e danos à saúde que as drogas consideradas ilícitas ou prescritas pelos médicos. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/1bZv7

O psiquiatra Ivan Mario Braun, autor do livro Drogas – Perguntas e respostas (MG Editores), é um dos especialistas entrevistados pela reportagem. Em seu livro, ele esclarece com objetividade as principais questões relacionadas ao assunto. Composta de perguntas e respostas, a obra trata de maneira aprofundada sobre cigarro, álcool, cafeína, maconha, cocaína, anfetaminas, inalantes, heroína, anabolizantes e diversas outras substâncias.

A intenção é oferecer informações mais completas, respondendo desde perguntas simples, como “o que é droga?”, até questionamentos sobre composições químicas e tratamentos. “Tudo de maneira que o leigo entenda em uma consulta rápida”, explica dr. Braun. Partindo de sua experiência no Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (Grea), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, ele sintetizou na obra as perguntas mais comuns feitas por oitenta usuários e os familiares destes.

“Percebi a necessidade de reunir informações sólidas, menos superficiais, entre informativas e técnicas, que atinjam o público leigo e, ao mesmo tempo, sirvam de atualização aos profissionais de saúde não especializados”, afirma dr. Braun.

Para exemplificar a falta de conhecimento sobre o tema, o médico cita um caso de uso do ecstasy. De acordo com reportagem divulgada recentemente na imprensa, uma pessoa teria morrido em razão do consumo da droga. “Vários autores acreditam que a morte, nesse caso, provavelmente ocorre por causa da associação da ingestão com exercício físico intenso (geralmente dança) em ambientes quentes e sem consumo adequado de água. A temperatura do corpo se eleva, e essa acaba sendo, possivelmente, a mais freqüente causa de morte associada ao consumo de ecstasy”, explica o psiquiatra.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1024/Drogas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*