‘SERÁ QUE MINHA FILHA VAI ME RECONHECER?’ – PERGUNTA PAI, HORAS ANTES DE REENCONTRAR MENINA

Depois de dois anos de buscas, pai reencontra a filha no outro extremo do país

Texto de Fernando Gurjão Sampaio, 38 anos, advogado, pai de Letícia.

Será que vai me reconhecer?
Será que virá comigo?

Era só o que pensava enquanto aguardava a conexão no aeroporto de Brasília. Também foi o pensamento permanente nas últimas semanas, medo do pai afastado da filha, quase dois anos distantes em serem nada mais que estranhos. Não tive chance de me despedir, só um buraco enorme no peito, pedaço de mim arrancado de forma bruta, ninho onde o pássaro da saudade colocava ovos de pedra todos os dias. Pesado. Pesado.

Será que vai me reconhecer?, perguntava-me no táxi a caminho da casa dela, enquanto segurava o choro e tentava controlar a respiração. O que falar? Do que ela gosta? Quanto será que calça? Como pode um pai não saber qual o tamanho da filha…? Eu, que sempre fui pai, não sabia. Mínimas coisas que sangram enormemente, mas viver é enfrentar.

Na portaria, de longe vejo a menina que se estica curiosa para ver seu pai. Minha menina. Os primeiros minutos são de quase absoluto silêncio, dois estranhos pai e filha, vítimas das circunstâncias da vida.

Entramos no táxi. Ela me olha fixamente estudando cada detalhe do meu rosto. Outras vezes, muitas vezes, faz o mesmo com o rabo do olho. Vem no meu colo, encantada, como se estivesse numa carruagem. Primeira parada, shopping, pois teu pai quer comprar um presente para ti, nada muito caro, uma boneca, um cavalinho, um cachorro e um dragão. Mais do que isso, ela correndo comigo pelos corredores da loja, feliz feliz, felizes eu e ela.

Pouco depois, logo depois, enquanto comíamos algo, ela me olhou e pulou no colo, me agarrou e reinou comigo. Me chamou de papai e me beijou. Foi difícil segurar o choro. Queria soltar toda a dor de dois anos afastados, expurgar sofrimento, mas não queria mais chorar, ainda mais com ela ali, no meu colo. Depois de tanta noite insone pensando naquele momento, por que chorar agora com ela ali, me agarrando como se não houvesse amanhã?

Verdade que não demorou nada para entender quem somos. Nunca esqueceu. Nunca esqueceria. As músicas que cantava para ela dormir, lembra de todas. Não sabe mais as letras, mas sorriu carinhosa quando as cantei novamente.

Os dias seguintes foram assim. Brincar no parque, papai conta história, me embala alto, macaco te deu bom dia, deixa que toco sozinho, papai te ama, papai mora no meu coração. Andamos muito e vimos a cidade. Pegamos ônibus e fizemos piquenique. Pediu colo e deitou a cabeça no meu peito para ficar em paz. Aprendeu a palavra cangote e não saiu do meu. Num restaurante na beira da praia quis dançar comigo. Rodamos na pista, agarrados e risonhos. Já de tardinha, pegou no meu rosto e disse que éramos parecidos, a sobrancelha, os cílios, os olhos, o nariz e cabelo. As mãos. A pele. Várias vezes a flagrei me olhando atentamente, como se me decorando, um riso lindo no rosto encarando papai. Viu os irmãos, os avós e primos, todos afastados. Quer brincar.

No domingo expliquei que pegaria um avião e voltaria para Belém, mas que voltaria logo para vê-la. Ficou triste. Fez chorinho e disse não. Depois, papai, não vai e papai, não demora. Por fim, tô com saudades de você, papai. Volta logo.

Dois anos distantes e bastaram dois dias e somos quem sempre fomos. Pai e filha. Nada vai apagar ou mudar isso. Seja onde for serei pai. Muito menos por mim, muito mais por ela.

Hoje me despeço dessa cidade linda onde mora minha filha. Cidade que, por isso, também vai ser um pouco minha. Fazer de tudo para vencer gastos e distância e estar aqui, onde preciso estar, vendo minha filha crescer. Agora, ando pela cidade que não é mais tão estranha, pois nela está meu coração. E voltarei. Em breve voltarei para mais uma dose de amor infindável que nunca se apagará. Sou pai, não um nome escrito a lápis em papel qualquer, facilmente apagado por qualquer vontade.

Sou pai.

 

Publicado originalmente no blog Ser mãe é padecer na internet. Para ler na íntegra, acesse: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ser-mae/sera-que-minha-filha-vai-me-reconhecer-pergunta-pai-minutos-antes-de-reencontrar-menina/

***

Se você tem interesse por esse assunto, conheça o livro:

70028EX-MARIDO, PAI PRESENTE
Dicas para não cair na armadilha da alienação parental
Autora: Roberta Palermo

Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, este livro traz informações fundamentais para aqueles que desejam evitar e reverter o problema, conquistando assim o direito de participar da vida e do desenvolvimento dos filhos. Com dicas objetivas, ele é uma importante ferramenta para fortalecer a relação pai-filho.

‘SÍNDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL’

Quando o filho pega raiva do pai ou mãe distantes após uma separação conjugal por influencia do detentor da guarda da criança

A Síndrome da Alienação Parental (SAP) é quando uma criança começa a rejeitar ou até mesmo odiar um dos pais depois da separação. Isso geralmente ocorre depois que o genitor guardião conta mentiras para afastar a criança do pai ou da mãe que se afastou.

Essa prática ocorre principalmente depois da separação conjugal. O genitor que detém a guarda dos filhos (alienador), se sentindo traído, abandonado e rejeitado, tenta desmoralizar e denegrir a imagem do outro genitor (alienado), a fim de afastá-lo dos filhos e assim se vingar. Nessa tentativa, os filhos são usados como instrumentos para atingir o ex-companheiro.

A SAP, como é conhecido esse transtorno, é comum: estima-se que cerca de 80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental.

Nessa disputa, a criança fica confusa. Sente amor pelo pai ou mãe ausente e muitas vezes não pode demonstrar esse sentimento, pois não quer magoar a parte que está perto, podendo destruir o vínculo que há entre o genitor ausente. Muitas vezes, a criança acredita na mentira que o guardião conta para afastá-lo do outro por longos anos e isso traz prejuízos emocionais na sua vida.

Os sintomas que aparecem nas crianças que estão numa situação de alienação parental são rejeição, raiva e ódio contra o genitor alienado depois da separação, mesmo que antes a relação entre os dois tenha sido de afeto, carinho e amor. A criança passa a não querer visitá-lo, dar atenção ou até mesmo se comunicar. E ainda apresenta sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são exageradas ou simplesmente não condizentes com a realidade.

Outros prejuízos podem acometer a criança que apresenta a SAP: depressão, pânico ou ansiedade. A criança tem rebaixada sua auto-estima, propensão ao uso de álcool e drogas. Quando adultos podem não conseguir manter um relacionamento estável ou gerar um sentimento de culpa ao descobrir que foi cúmplice de uma grande injustiça. Em casos extremos, pode haver suicídio.

Muitos pais (pai, mãe ou responsável) por se sentirem frágeis ou com medo de levar o conflito adiante acabam desistindo da guarda ou das visitas, abrindo mão do convívio com seus filhos. Para evitar isso, é preciso procurar a justiça. Se ficar comprovada a alienação, o alienador poderá ser condenado pela justiça a pagamento de multa e ser obrigado a frequentar seções de terapia ou até mesmo ter decretada sua prisão, além de perder os seus direitos em relação a visitas e a guarda do(s) filho(s). Não é uma coisa fácil, por  isso deve-se procurar um advogado especializado.

Casos de separação conjugal são difíceis, mas os pais devem procurar ajuda especializada se não conseguirem de modo respeitoso tratar da convivência de cada um com os filhos. As crianças precisam e devem ter a presença e atenção tanto da mamãe como do papai.

Segundo dados do IBGE (2002), cerca de 1/3 dos filhos de pais divorciados perdem contato com seus pais, sendo privados do afeto e convívio com o genitor ausente.

Texto publicado originalmente no Guia do Bebê. Para lê-lo na íntegra, acesse:
http://guiadobebe.uol.com.br/sindrome-da-alienacao-parental/

***

…………………….
Tem interesse pelo assunto? Conheça:

70028EX-MARIDO, PAI PRESENTE
Dicas para não cair na armadilha da alienação parental
Autora: Roberta Palermo
MESCLA EDITORIAL

Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, este livro traz informações fundamentais para aqueles que desejam evitar e reverter o problema, conquistando assim o direito de participar da vida e do desenvolvimento dos filhos. Com dicas objetivas, ele é uma importante ferramenta para fortalecer a relação pai-filho.

 

 

GUARDA COMPARTILHADA É A MELHOR OPÇÃO APÓS O DIVÓRCIO?

O programa Desafio, do portal IG Delas, entrevistou a terapeuta familiar Roberta Palermo, autora do livro Ex-marido, pai presente – Dicas para não cair na armadilha da alienação parental  (Mescla Editorial), e o advogado Sérgio Marques da Cruz Filho, presidente estadual do Instituto Brasileiro do Direito da Família (IBDFAM), sobre a lei que estabelece que o juiz deve conceder a guarda compartilhada dos filhos também em casos de litígio – ou seja, quando o casal divorciado não entra em acordo. Para assistir a entrevista, acesse o link http://goo.gl/WVlqp4

70028No livro, Roberta apresenta informações fundamentais para os pais que desejam evitar e reverter a alienação parental, conquistando assim o direito de participar da vida e do desenvolvimento dos filhos.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1311/Ex-marido,+pai+presente

RÁDIO CBN ENTREVISTA ROBERTA PALERMO, AUTORA DE EX-MARIDO, PAI PRESENTE

70028
O programa CBN Madrugada conversou com a terapeuta familiar Roberta Palermo, autora de Ex-marido, pai presente – Dicas para não cair na armadilha da alienação parental, da Mescla, sobre a mudança no Código Civil que prioriza a adoção da guarda compartilhada dos filhos, no processo de separação dos casais.

Ouça a entrevista:

Para conhecer o livro da autora, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1311/Ex-marido,+pai+presente

 

SENADO APROVA MUDANÇA QUE PRIORIZA GUARDA COMPARTILHADA DOS FILHOS

O Senado aprovou na quarta-feira (26 de novembro) uma mudança no Código Civil que prioriza a adoção da guarda compartilhada dos filhos, no processo de separação dos casais. O projeto, que agora segue para a sanção da presidente Dilma Rousseff, institui a guarda compartilhada mesmo em caso de disputa ou desacordo entre pais separados. Hoje o Código Civil já prevê a guarda compartilhada, mas diz que ela seria adotada sempre que possível.

O novo projeto deixa claro que o juiz deve repartir a guarda com equilíbrio. Ela só não será adotada se um dos pais não puder, não tiver condições ou se disser ao juiz que não deseja a guarda. O tempo de convivência dos filhos deverá ser dividido entre mãe e pai. Hoje, em apenas 6% das decisões judiciais é dada a guarda compartilhada.

70028Segundo a terapeuta familiar, Roberta Palermo, autora do livro Ex-marido, pai presente (Mescla Editorial), exigir a guarda compartilhada como regra é uma forma de garantir que pai e mãe sejam responsáveis pela criança mesmo depois da separação. “Ainda é comum que a mãe detenha a guarda e para o pai restem apenas alguns dias de convivência. O pai passa a ser um mero coadjuvante após a separação, sem muito espaço para participar dos cuidados e da educação da criança”, afirma.

Para Roberta, a lei ajuda a corrigir distorções principalmente nos casos em que há grande desentendimento entre os pais. “Com a lei, a mãe terá simplesmente de obedecer. Terá de dar espaço para o pai participar. Não poderá desqualificar e falar mal dele”, diz.

Uma confusão comum no caso da guarda compartilhada é a questão de alternância de residências. A guarda compartilhada pode existir com ou sem alternância. Isso significa que a criança pode morar com a mãe e ter seu quarto na casa do pai para quando estiver lá. Pode conviver com o pai em finais de semanas alternados e dormir uma vez na semana.

“O que fará diferença mesmo é a participação do pai nas decisões. A mãe terá de informá-lo sobre as situações corriqueiras e as mais complicadas. Ele será responsável por tarefas como levar e/ou buscar a criança na escola, aulas extras, médico, festa do amigo tc. Vai participar dos eventos e reuniões escolares. Mesmo um pai que more distante do filho terá a oportunidade de participar mais se a mãe ajudar. Se ela não ajuda, com a lei, será obrigada a fazer isso. O filho não é propriedade da mãe”, conclui.

Se você tem interesse pelo tema, leia o livro Ex-marido, pai presente, da Mescla Editorial: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/9788588641280

CONEXÃO FUTURA ENTREVISTA ROBERTA PALERMO NESTA QUARTA, 29/10

Futura_logoA terapeuta familiar Roberta Palermo, autora do livro Ex-marido, pai presente (Mescla Editorial), participa nesta quarta-feira, 29 de outubro, do Conexão Futura, da TV Futura. O programa, que começa às 14h30, debate a questão da guarda compartilhada.
O Futura pode ser assistido pelo site http://www.futura.org.br/programacao/conexao-futura/, pelo canal 87 da NET, 8 da Sky e 24 da Via Embratel.

70028A separação de um casal deixa marcas em ambos os cônjuges, mas quando existem filhos a questão se complica – principalmente nos casos em que o afastamento não se dá de forma amigável. A Justiça brasileira costuma superproteger a mãe em detrimento do pai, que aos poucos vê a convivência com os filhos diminuir e até cessar. Ao ser privada do convívio paterno, a criança pode apresentar distúrbios físicos e emocionais. O pai, impotente e com medo de piorar ainda mais a situação, acaba cedendo aos desmandos da mãe, que manipula o filho para punir o ex-marido. A isso se dá o nome de alienação parental. No livro, Roberta apresenta informações fundamentais para aqueles que desejam evitar e reverter a alienação parental, conquistando assim o direito de participar da vida e do desenvolvimento dos filhos.

Nos dias de hoje, fala-se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1311/Ex-marido,+pai+presente

 

FILHOS, FILHOS, CASAMENTO À PARTE

A revista Malu desta semana deu destaque para o livro Ex-marido, pai presente (Mescla Editorial), da terapeuta familiar Roberta Palermo. A reportagem aborda os principais aspectos relacionados à alienação parental. Leia a matéria na íntegra: http://goo.gl/HmWtS

Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, o livro de Roberta Palermo traz informações fundamentais para combater a alienação e dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Ex-marido,+pai+presente

COMO A BRIGA ENTRE OS PAIS AFETA OS FILHOS

A edição de outubro da revista Viva Saúde sugeriu a leitura do livro Ex-marido, pai presente (Mescla Editorial). Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, o livro da terapeuta de família Roberta Palermo traz informações fundamentais para combater essa forma de abuso psicológico e oferece dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho. Veja a indicação da revista: http://goo.gl/qJpiD

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1311/Ex-marido,+pai+presente

 

JOVEM PAN ENTREVISTA ROBERTA PALERMO NESTA QUINTA, DIA 13

A terapeuta familiar Roberta Palermo participa ao vivo do programa Jornal de Serviço, da rádio Jovem Pan, nesta quinta-feira, dia 13 de setembro, das 11h às 12h. Roberta conversa com o apresentador Oliveira Andrade sobre o tema do livro Ex-marido, pai presente, recém-lançado pela Mescla Editorial. Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, o livro traz informações fundamentais para combater essa forma de abuso psicológico e oferece dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho. Você pode ouvir a entrevista na freqüência AM 620 em São Paulo, na rede afiliada espalhada pelo Brasil ou ainda pelo site jovempan.uol.com.br/aovivo/radio.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Ex-marido,+pai+presente

IG DELAS ENTREVISTA AUTORA DO LIVRO EX-MARIDO, PAI PRESENTE

O site IG Delas publicou entrevista com a terapeuta familiar Roberta Palermo, que acaba de lançar o livro Ex-marido, pai presente, pela Mescla Editorial. Na reportagem, intitulada “Depois da separação, o pai precisa reaprender a ser pai, diz a autora”, Roberta fala sobre o papel do homem na criação dos filhos e explica como fugir da alienação parental. Clique para ler a entrevista na íntegra: http://goo.gl/N0sj6.

Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido -, o livro traz informações fundamentais para combater a alienação e dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Ex-marido,+pai+presente