“FAZENDO CINEMA NA ESCOLA”, POR ALEX MOLETTA

A proposta do livro Fazendo cinema na escola – Arte audiovisual dentro e fora da sala de aula apresentada pelo próprio autor. Veja no vídeo abaixo.

Alex Moletta cursou Artes Cênicas na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, Roteiro de Cinema na Escola Livre de Cinema e Vídeo e Dramaturgia na Escola Livre de Teatro, ambas em Santo André. Graduado em filosofia, dramaturgo, roteirista e curta-metragista, atua há mais de uma década como realizador e orientador de oficinas cinematográficas na região da Grande São Paulo. Autor de Criação de curta-metragem em vídeo digital (Summus, 2009), escreve peças teatrais, histórias em quadrinhos e roteiros de curtas e longas metragens. Atualmente, trabalha com projetos transmídia de animação e com webséries.

Saiba mais sobre o livro, acessando:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Fazendo+cinema+na+escola

Para conhecer sua outra obra, Criação de curta-metragem em vídeo digital, também publicada pela Summus, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Cria%C3%A7%C3%A3o+de+curta-metragem+em+v%C3%ADdeo+digital

 

JOSÉ ROBERTO SADEK FALA SOBRE “CRÔ – O FILME” EM ENTREVISTA PARA A FOLHA

O caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, versão online, entrevistou o cineasta José Roberto Sadek, autor do livro Telenovela – Um olhar do cinema (Summus Editorial). A reportagem, intitulada “Personagem Crô não é caricatura rasa, segundo especialistas e dramaturgos”, faz uma análise sobre Crô: o Filme, em cartaz no circuito nacional. O mordomo gay cheio de trejeitos, vivido pelo ator Marcelo Serrado, foi criado pelo autor Aguinaldo Silva, que também assina o roteiro do longa. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/VFcK6l

As tramas de novela e seus personagens – alguns memoráveis e inesquecíveis – atraem milhões de pessoas para frente da televisão todos os dias. Mas o que justifica esse interesse inabalável, que sobrevive há tanto tempo, mesmo diante de tantas alternativas de entretenimento? A resposta é simples: o antigo prazer de ouvir uma boa história. E a telenovela, segundo o cineasta José Roberto Sadek, nada mais é do que uma maneira moderna de contar histórias. Em seu livro, lançado em 2008, ele apresenta um trabalho inédito: discorre sobre o surgimento dessa modalidade, compara sua estrutura dramática com a do cinema e mostra ângulos pouco conhecidos desse fenômeno de massa da cultura brasileira.

Com base em estudos consagrados sobre as narrativas do cinema clássico, o autor expõe peculiaridades das telenovelas, por exemplo: a correção de rumo durante a produção e os andamentos das tramas; o uso de critérios não-dramáticos, como razões industriais e de mídia, na divisão dos capítulos; e a produção de várias tramas encadeadas e independentes, que constituem um zapping sem mudar de canal. Para corroborar sua tese, ele compara produções marcantes, como O bem-amado, Belíssima e Paraíso tropical, bem como os filmes O cangaceiro, Carandiru e Cidade de Deus, revelando alguns de seus segredos.

“Olhar a telenovela com base em paradigmas cinematográficos permite perceber nela características de linguagem atípicas no conjunto dos dramas encenados. Muito dessa originalidade vem da raiz folhetinesca e das histórias contadas em parcelas, das quais As mil e um noites parecem ser a matriz inicial”, explica.

Por outro lado, segundo o autor, a telenovela, por ser audiovisual, não se adapta integralmente à sua raiz literária. Em vez disso, agrega condicionantes de produção e de mídia, como o grande peso das emissoras, a influência dos índices de audiência e a atuação dos anunciantes sobre temas e personagens, que não são elementos dramáticos, mas têm participação decisiva no novo padrão de linguagem.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1098/Telenovela

“COMO FAZER DOCUMENTÁRIOS”, POR LUIZ CARLOS LUCENA

Que aprender a fazer documentários?  O professor e cineasta Luiz Carlos Lucena fala sobre seu novo livro, que já se tornou referência na área.

Luiz Carlos Lucena é formado em jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), Luiz Carlos Lucena é mestre em Audiovisual pela mesma universidade. Documentarista, roteirista premiado e escritor, é professor titular das disciplinas da área de Audiovisual na Universidade Estácio-SP. Tem artigos publicados em jornais e revistas do Brasil e do exterior. Em 2006, ganhou o prêmio da Secretaria de Estado da Cultura com o romance Fogo cruzado. Publicou no ano seguinte um ensaio sobre sua dissertação de mestrado, Nem tudo é verdade – A produção do real no documentário contemporâneo.

Para saber mais sobre o livro Como fazer documentários – Conceito, linguagem e prática de produção, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1293/Como+fazer+document%C3%A1rios