REVISTA NOVA ENTREVISTA RACHEL MORENO

A edição de fevereiro da revista Nova teve a participação da psicóloga Rachel Moreno, autora do livro A beleza impossível – Mulher, mídia e consumo, da Editora Ágora. A reportagem, intitulada “Cheia de razão”, fala do preconceito com as pessoas gordas. Para Rachel, os estigmas relacionados à gordura podem destruir a autoestima. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/UmA4rr

A mídia mexe diariamente com a auto-estima feminina. As beldades que posam para revistas e desfilam na TV formam um grupo seleto, mas, mesmo assim, esse padrão estético é cobiçado e desejado. Quem não se encaixa nele – a maioria das mulheres – sente-se excluída e humilhada e tende a aceitar qualquer sacrifício em nome da “beleza ideal”. 20048Diante desse quadro, cabe perguntar: como as mulheres chegaram a esse ponto, depois de tantas conquistas importantes no último século? Quais são as consequências dessa obsessão para as adolescentes de hoje? Onde entram as “diferentes” – gordinhas, velhas, negras – nesse sistema? Rachel Moreno responde a essas e outras questões no livro. Destinada a mulheres, maridos, pais e educadores, a obra é um alerta para os malefícios dessa imposição social e ensina a reconhecer os limites da ditadura da beleza.

Na obra, a autora trata, ainda, da possibilidade real de o excesso de vaidade se tornar um problema de saúde pública, dada a interferência da mídia, da publicidade e dos interesses do mercado na formação das crianças e adolescentes. “O ideal de beleza cria um desejo de perfeição, introjetado e imperativo. Ansiedade, inadequação e baixa auto-estima são os primeiros efeitos colaterais desse mecanismo. Os mais complexos podem ser a bulimia e a anorexia”, afirma Rachel, lembrando que mesmo as mulheres adultas podem ter sua estabilidade emocional afetada.

As brasileiras, segundo pesquisa internacional feita por uma multinacional da área de cosméticos, estão entre as que têm a autoestima mais baixa – muito provavelmente em consequência do modelo de beleza eurocêntrico e inalcançável para a realidade nacional. De acordo com o levantamento, elas se submeteriam a todo tipo de intervenção estética para se sentir belas.

“A mulher brasileira busca se aproximar da silhueta típica das europeias (mais longelíneas) ou das americanas (de seios mais fartos)”. Isso mostra o quão maléfica é a influência da mídia.  “As mulheres estão bastante desconfortáveis consigo mesmas. Desconfortáveis e provavelmente com sentimento de culpa. Uma geração com baixa autoestima. A quem serve isso?”, questiona Rachel.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1104/Beleza+imposs%C3%ADvel,+A

15 DE MARÇO – DIA MUNDIAL DO CONSUMIDOR

Há 51 anos, nos Estados Unidos, teve início um movimento mundial de luta pelos direitos do consumidor. Em discurso no dia 15 de março de 1962, o então presidente americano John Fritzgerald Kennedy defendeu quatro direitos básicos dos consumidores: à segurança, à informação, à escolha e a ser ouvido.  Em 1985, a Organização das Nações Unidas (ONU) adotou os direitos do consumidor como diretrizes, instituindo o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor.

O nível de conscientização do brasileiro sobre os seus direitos como consumidor tem crescido nos últimos anos. Esse movimento tem forçado o governo a adotar medidas de proteção. No dia 1º de março deste ano, entrou em vigor a lei que proíbe ações de publicidade indireta colocada em programas dirigidos ao público infantil em qualquer veículo. A norma faz parte das novas recomendações para a publicidade que envolve crianças e adolescentes, definidas no Código Brasileiro de Autorregulação Publicitária.

PAra saber mais sobre este livro clique aquiO livro A criança e o markenting, da Summus Editorial, traz informações fundamentais para auxiliar os adultos a proteger as crianças dos apelos do marketing infantil. A obra, escrita pela psicóloga Ana Maria Dias da Silva e pela especialista em comunicação Luciene Ricciotti Vasconcelos, analisa como se dá a formação do caráter, desvenda o funcionamento das principais ferramentas de marketing e da comunicação e mostra como a publicidade atinge as crianças.

Partindo do pressuposto de que pais e professores podem, desde a mais tenra infância, ajudar as crianças a se tornarem consumidores conscientes, as autoras reuniram informações fundamentais para auxiliar os adultos a proteger as crianças dos apelos do marketing infantil. Segundo elas, com mais consciência de seu poder como consumidor, de sua influência na criação de produtos e na divulgação dos mesmos, será possível criar adultos capazes de escolher o que comprar, com base naquilo que realmente querem e necessitam.

Segundo as autoras, atualmente, pessoas de todos os níveis sociais e de todas as idades estão escolhendo o consumo como atitude de vida e não como meio de satisfazer suas reais necessidades. Refletir sobre essa questão e suas consequências é responsabilidade de todos: empresas, governos, famílias, educadores, publicitários e executivos. “Entendemos que a consciência vigilante da população diante do marketing infantil é um trabalho coletivo”, completam.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Crian%C3%A7a+e+o+marketing,+A

Conheça outros livros da Summus Editorial sobre o assunto:

 

 

CONSUMIDOR VERSUS PROPAGANDA
Gino Giacomini Filho

 

 

DAS AMÉLIAS ÀS MULHERES MULTIFUNCIONAIS
A emancipação feminina e os comerciais de televisão
Marie Suzuki Fujisawa

 


ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS DIANTE DO NOVO CONSUMIDOR
Relações públicas e aspectos jurídicos
Wilson Cesca e Cleuza G. Gimenes Cesca

REVISTA CRESCER DESTACA O LIVRO “A CRIANÇA E O MARKETING”

A edição de julho da Revista Crescer deu destaque para o livro “A criança e o marketing” (Summus Editorial). No livro, a psicóloga Ana Maria Dias da Silva e a especialista em comunicação Luciene Ricciotti Vasconcelos analisam como se dá a formação do caráter, desvendam o funcionamento das principais ferramentas de marketing e da comunicação e mostram como a publicidade atinge as crianças. Veja a reportagem: http://goo.gl/8iM9Y

Partindo do pressuposto de que pais e professores podem, desde a mais tenra infância, ajudar as crianças a se tornarem consumidores conscientes, as autoras reuniram informações fundamentais para auxiliar os adultos a proteger as crianças dos apelos do marketing infantil. Segundo elas, com mais consciência de seu poder como consumidor, de sua influência na criação de produtos e na divulgação dos mesmos, será possível criar adultos capazes de escolher o que comprar, com base naquilo que realmente querem e necessitam.

“Cremos que será maravilhoso viver em um mundo onde todos poderão escolher o que comprar usando critérios econômicos, sociais e ambientais, felizes com suas escolhas, usufruindo os benefícios do consumo de produtos”, afirmam.

Segundo as autoras, atualmente, pessoas de todos os níveis sociais e de todas as idades estão escolhendo o consumo como atitude de vida e não como meio de satisfazer suas reais necessidades. Refletir sobre essa questão e suas consequências é responsabilidade de todos: empresas, governos, famílias, educadores, publicitários e executivos. “Entendemos que a consciência vigilante da população diante do marketing infantil é um trabalho coletivo”, completam.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/detalhes_livro.php?produto_id=1303