PRIMEIRA REDE SOCIAL PARA USUÁRIOS DE IMPLANTE COCLEAR É CRIADA NO BRASIL

A blogueira e autora do Crônicas da Surdez, Paula Pfeifer Moreira, acabou de lançar a primeira rede social exclusiva para usuários de Implante Coclear. O CI Users World Map é um site destinado à promoção de contato e compartilhamento de experiências entre implantados do mundo inteiro, com versões da plataforma em inglês, português e espanhol.

Paula conta que teve a ideia do projeto em uma viagem ocorrida no ano passado. “Num brainstorming durante um voo Rio-POA em 2015, decidi que queria criar uma rede social de surdos oralizados. Eram muitas ideias ao mesmo tempo! Em parceria com o Dr. Luciano Moreira, do Portal Otorrino (meu marido), decidimos otimizar e criar a primeira rede social exclusiva para implantados no mundo, o CI Users World Map”.

Funciona assim: o usuário de IC cadastra o seu PIN no mapa mundi do site e então pode enviar e receber mensagens de qualquer usuário – ou de outra pessoa, como, por exemplo, candidatos ao implante. Segundo Paula, o objetivo é aproximar e conectar os “cyborgs” do planeta, além de mostrar como a perda auditiva é comum no mundo moderno e divulgar o máximo possível a reabilitação auditiva.

Então, está esperando o quê para participar? Já são mais de 410 PIN’s cadastrados, dos mais diferentes países: Brasil (líder em cadastros), Colômbia, Austrália, Índia, Nova Zelândia, Suécia, Inglaterra, Portugal e Havaí. Conheça mais o projeto em http://www.cochlearimplantusers.com/

Publicado no site da ADAP – Associação de Deficientes Auditivos, Pais, Amigos e Usuários de Implante Coclear. Acesse na íntegra: http://adap.org.br/site/index.php/artigos/293-primeira-rede-social-para-usuarios-de-implante-coclear-e-criada-no-brasil

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Paula Pfeifer é autora dos livros Crônicas da surdez e Novas crônicas da surdez, publicados pela Plexus Editora. Conheça mais sobre as obras:

60092CRÔNICAS DA SURDEZ

Nesta obra, Paula Pfeifer discute um assunto que, por vezes, se torna tabu: a deficiência auditiva, que tanto afeta a comunicação e a interação humanas. Porém, a autora passa longe da autocomiseração e mostra que os surdos podem e devem levar uma vida feliz, independente e produtiva. Dividido em três partes, o livro relata como Paula lidou com as dificuldades e as agruras da surdez, traz textos que ela escreveu no blogue Crônicas da Surdez – que tem milhares de acessos mensais –, além de apresentar depoimentos emocionantes de leitores. Temas como preconceito, tecnologia, mercado de trabalho e bullying são apresentados de forma leve, sem julgamentos, permitindo aos deficientes auditivos, a seus familiares e a profissionais de saúde refletir sobre as experiências cotidianas e sobre a capacidade de superação inerente a todos nós.

60094NOVAS CRÔNICAS DA SURDEZ
Epifanias do implante coclear

Aqui, Paula Pfeifer conta como foi perder a audição desde a infância até chegar à surdez bilateral profunda aos 31 anos e, então, fazer um implante coclear e voltar a ouvir. A jornada em direção ao som foi cheia de altos e baixos, e o livro mostra com sinceridade os melhores e os piores momentos desse caminho: da decisão de fazer a cirurgia aos meses seguintes à ativação dos eletrodos.

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PAULA PFEFER LANÇA SEU SEGUNDO LIVRO NO RIO DE JANEIRO

Paula Pfeifer recebeu convidados em animada noite de autógrafos do Novas crônicas da surdez, na Livraria da Travessa de Ipanema, no Rio de Janeiro. Veja abaixo alguns momentos:

Saiba mais sobre o livro lançado, acessando:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1410/Novas+cr%C3%B4nicas+da+Surdez

‘APÓS OUVIR, É HORA DE CONTAR’

O jornal Extra-RJ publicou entrevista com a escritora Paula Pfeifer, que lança nesta quarta-feira, 29 de abril, na Livraria da Travessa de Ipanema, no Rio, o livro Novas crônicas da surdez (Plexus Editora). A coluna do Ancelmo Gois, em O Globo, também deu destaque para o lançamento. Leia a entrevista do jornal Extra-RJ na íntegra: http://goo.gl/9T4Ayv

Paula ExtraMilhares de pessoas no mundo sabem o que significa ter um ouvido biônico. Paula é uma delas. Ela é surda oralizada: começou a perder a audição na infância até chegar à surdez bilateral profunda aos 31 anos, quando decidiu investigar a possibilidade de fazer um implante coclear para voltar a ouvir. A jornada em direção ao som foi cheia de altos e baixos. No livro, ela retrata com sinceridade os melhores e os piores momentos desse caminho – da decisão de fazer a cirurgia aos meses seguintes à ativação dos eletrodos.

“A cirurgia me proporcionou o reencontro comigo mesma e com uma infinidade de emoções e sentimentos que precisaram ser adormecidos com o passar dos anos”, conta a autora.

A publicação do primeiro livro (Crônicas da Surdez, também da Plexus Editora) mudou completamente a vida da gaúcha de Santa Maria (RS). “Minha vontade de desmitificar a surdez só crescia e o universo começou a conspirar a meu favor para que isso acontecesse”, recorda-se Paula. Com a grande repercussão da obra vieram os convites para falar em público e, a partir daí, uma sucessão de pequenas coincidências que culminaram com a realização do implante. “A melhor coisa que já fiz até hoje”, afirma.

Nessa nova obra, Paula fala sobre a sua opção pelo som e compartilha as suas vivências. É a história de uma pessoa que nasceu ouvinte e ficou surda, trajetória essa muito diferente da de pessoas que já nasceram sem ouvir e não conheceram o som. É um relato humano sobre impressões, descobertas, sentimentos, medos e angústias durante a jornada que teve início em 2013 e seguirá até o fim dos seus dias.

“Como alguém que passou por todos os graus da deficiência considerei perfeitamente possível ser uma pessoa feliz, produtiva e independente até o grau severo”, conta a autora, lembrando que sua personalidade foi mudando imperceptivelmente ao longo dos anos. E isso, diz ela, tem que ver com a dificuldade de interação e comunicação que a surdez traz. “Eu vivia com a sensação de que algo muito importante estava faltando e tornei-me dependente dos outros para coisas tão básicas quanto marcar uma consulta médica”, afirma Paula.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1410/Novas+cr%C3%B4nicas+da+Surdez 

 

PAULA PFEIFER AUTOGRAFA O LIVRO “NOVAS CRÔNICAS DA SURDEZ” NA LIVRARIA DA TRAVESSA, NO RIO

A Plexus Editora e Livraria da Travessa (Ipanema – Rio de Janeiro) promovem no dia 29 de abril, quarta-feira, às 19h, a noite de autógrafos do livro Novas crônicas da surdez. A autora Paula Pfeifer recebe aos convidados na livraria, que fica Rua Visconde de Pirajá, 572 – Ipanema, Rio de Janeiro.

Milhares de pessoas no mundo sabem o que significa ter um ouvido biônico. A gaúcha Paula Pfeifer é uma delas. Ela é surda oralizada: começou a perder a audição na infância até chegar à surdez bilateral profunda aos 31 anos, quando decidiu investigar a possibilidade de fazer um implante coclear para voltar a ouvir. A jornada em direção ao som foi cheia de altos e baixos. No livro, a escritora retrata com sinceridade os melhores e os piores momentos desse caminho – da decisão de fazer a cirurgia aos meses seguintes à ativação dos eletrodos.

“A cirurgia me proporcionou o reencontro comigo mesma e com uma infinidade de emoções e sentimentos que precisaram ser adormecidos com o passar dos anos”, conta a autora.

A publicação do primeiro livro (Crônicas da Surdez, também da Plexus Editora) mudou completamente a vida da gaúcha de Santa Maria (RS). “Minha vontade de desmitificar a surdez só crescia e o universo começou a conspirar a meu favor para que isso acontecesse”, recorda-se Paula. Com a grande repercussão da obra vieram os convites para falar em público e, a partir daí, uma sucessão de pequenas coincidências que culminaram com a realização do implante. “A melhor coisa que já fiz até hoje”, afirma.

Nessa nova obra, Paula fala sobre a sua opção pelo som e compartilha as suas vivências. É a história de uma pessoa que nasceu ouvinte e ficou surda, trajetória essa muito diferente da de pessoas que já nasceram sem ouvir e não conheceram o som. É um relato humano sobre impressões, descobertas, sentimentos, medos e angústias durante a jornada que teve início em 2013 e seguirá até o fim dos seus dias.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/9788585689940

Novas cronicas da surdez

‘O SOM DO RENASCER’

A Revista Donna, encarte do jornal Zero Hora, deu destaque para o livro Novas crônicas da surdez, de Paula Pfeifer, que acaba de ser lançado pela Plexus Editora. Na reportagem, Paula conta como foi o processo de adaptação ao implante coclear. “Foi uma mudança muito radical. Passei 15, 20 anos me educando para ser deficiente e, de repente, passei a ouvir”, conta. Clique para ler a matéria na íntegra: http://goo.gl/oesql5

Milhares de pessoas no mundo sabem o que significa ter um ouvido biônico. A gaúcha Paula Pfeifer é uma delas. 60094Ela é surda oralizada: começou a perder a audição na infância até chegar à surdez bilateral profunda aos 31 anos, quando decidiu investigar a possibilidade de fazer um implante coclear para voltar a ouvir. A jornada em direção ao som foi cheia de altos e baixos. No livro Novas crônicas da surdez – Epifanias do implante coclear, lançamento da Plexus Editora, a escritora retrata com sinceridade os melhores e os piores momentos desse caminho – da decisão de fazer a cirurgia aos meses seguintes à ativação dos eletrodos.

“A cirurgia me proporcionou o reencontro comigo mesma e com uma infinidade de emoções e sentimentos que precisaram ser adormecidos com o passar dos anos”, conta a autora.

60092A publicação do primeiro livro (Crônicas da Surdez, também da Plexus Editora) mudou completamente a vida da gaúcha de Santa Maria (RS). “Minha vontade de desmitificar a surdez só crescia e o universo começou a conspirar a meu favor para que isso acontecesse”, recorda-se Paula. Com a grande repercussão da obra vieram os convites para falar em público e, a partir daí, uma sucessão de pequenas coincidências que culminaram com a realização do implante. “A melhor coisa que já fiz até hoje”, afirma.

Nessa nova obra, Paula fala sobre a sua opção pelo som e compartilha as suas vivências. É a história de uma pessoa que nasceu ouvinte e ficou surda, trajetória essa muito diferente da de pessoas que já nasceram sem ouvir e não conheceram o som. É um relato humano sobre impressões, descobertas, sentimentos, medos e angústias durante a jornada que teve início em 2013 e seguirá até o fim dos seus dias.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1410/Novas+cr%C3%B4nicas+da+Surdez