‘O QUE É A POTÊNCIA ORGÁSTICA, SEGUNDO A TEORIA DO ORGASMO’

Artigo de Regina Navarro publicado originalmente em seu blog
no UOL Universa, em 24/11/2019.

Para o psicanalista austríaco Wilhelm Reich (1897-1957) as enfermidades psíquicas são a consequência do caos sexual da sociedade, já que a saúde mental depende da potência orgástica, isto é, do ponto até o qual o indivíduo pode se entregar e experimentar o clímax de excitação no ato sexual.

Ele tinha total convicção da importância do orgasmo para a saúde física e mental, bem como para evitar as neuroses. A partir da observação de seus pacientes, concluiu que aqueles que passavam a estabelecer relações sexuais mais prazerosas apresentavam melhoria do quadro clínico.

Baseado nisso, Reich desenvolve a teoria do orgasmo, na qual somente a satisfação sexual intensa consegue descarregar a quantidade de libido necessária para evitar a formação de acúmulo de energia, gerador da neurose.

Argumentou que era a total inaptidão dos neuróticos para descarregar a energia sexual, completamente e com satisfação, durante o orgasmo, que criava a obstrução de energia que mantinha viva a neurose.

Ele acreditava que se as sociedades civilizadas permitissem que a vida fosse mais livre, e o ser humano vivesse com mais prazer, muitos problemas emocionais e até mesmo muitas doenças físicas jamais ocorreriam.

O sofrimento para ele é, em princípio, desnecessário, só sendo produzido pelas limitações sociais impostas à vida e à sabedoria do corpo. Até Reich, muitos psicanalistas acreditavam que se um homem tivesse ereção e realizasse o ato sexual era potente. Um distúrbio sexual seria facilmente identificável no homem que sofresse de disfunção erétil, ou na mulher com ausência de orgasmo.

Não era difícil concluir então que os neuróticos poderiam ter uma vida sexual normal. Reich pôs em questão a normalidade e a autenticidade de grande parte daquilo que passa por sexo normal, porque não haveria total descarga da libido durante o ato sexual.

Para ler na íntegra, acesse: https://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2019/10/24/o-que-e-a-potencia-orgastica-segundo-a-teoria-do-orgasmo/

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Tem interesse pelo assunto? Conheça alguns livros do Grupo Summus que abordam a psicologia reichiana:

NOS CAMINHOS DE REICH
Autor: David Boadella
SUMMUS EDITORIAL

O interesse cada vez maior sobre a vida e o trabalho de Wilhelm Reich é indiscutível. Neste livro, David Boadella, com sua capacidade de exploração e pesquisa, percorre a vida de Reich de maneira profunda e esclarecedora, apresentando-nos verdadeiro tesouro de fatos e interpretações.

SEXO, REICH E EU
Trabalho corporal em psicoterapia – Fundamentos e técnicas
Autor: José Ângelo Gaiarsa
EDITORA ÁGORA

Este texto é uma reflexão sobre questões de sexualidade, no qual o autor faz inclusive depoimentos pessoais, tocantes e honestos.
Embora seja a quinta edição da obra, ela está maior, pois foi acrescida de partes de um outro livro. Para leigos e profissionais da área.

COURAÇA MUSCULAR DO CARÁTER (WILHELM REICH) EDIÇÃO REVISTA
Autor: José Ângelo Gaiarsa
EDITORA ÁGORA

Partindo do pressuposto de que movimentos corporais influenciam nossas atitudes diante do mundo, José Angelo Gaiarsa apresenta ao leitor um profundo estudo a respeito da relação entre corpo e comportamento. Baseando-se em estudos da biomecânica, da cinesiologia, da anatomia e das neurociências, o autor afirma que a forma como agimos ao longo da existência deixa marcas em nossa postura, marcas essas cujo significado psicológico costuma ser negativo. Para tanto, propõe ao fim do volume exercícios de desencouraçamento que liberam os movimentos e nos ajudam a recobrar a espontaneidade.

REICH: O CORPO E A CLÍNICA
Autor: Nicolau Maluf Jr.
SUMMUS EDITORIAL

Esta coletânea desenvolve a noção do ser humano como organismo bio-psíquico. Trata-se de um corpo emocional percorrido por fluxos percebidos como afetos. Esse corpo real, no qual se estabelecem tensões crônicas – as “amarras da personalidade” – constitui terreno fértil para a visualização das teorias reichianas bem como para a prática clínica que elas originam.

REICH
História das Idéias e Formulações para a Educação
Autor: Paulo Albertini
EDITORA ÁGORA

Amplia-se cada vez mais o interesse pela psicologia reichiana e este livro vem atender a uma demanda antiga dos profissionais e estudiosos da área. Partindo de uma análise estrutural e histórica dos escritos reichianos, o autor nos apresenta o desenvolvimento da obra de Reich até 1934 e elabora uma inédita interpretação de suas formulações sobre a educação.

CARACTEROLOGIA PÓS-REICHIANA
Autor: Federico Navarro
SUMMUS EDITORIAL

Este livro retoma e amplia o discurso de Reich sobre a formação e a descrição do caráter, tendo como referência clínica pós-reichiana. O autor esclarece as definições de temperamento e caráter, descreve a caracterialidade vinculada aos bloqueios nos diferentes níveis do corpo e aos actings da vegetoterapia caractero-analítica, bem como os traços energéticos do corpo característicos de cada patologia.

FREUD E REICH: CONTINUIDADE OU RUPTURA?
Autor: Claudio Mello Wagner
SUMMUS EDITORIAL

O objetivo deste livro é verificar se as diferenças entre Freud e Reich, efetivamente, implicam uma ruptura entre ambas as escolas ou se podem ser superadas. O fio condutor do pensamento do autor é a análise dessas diferenças, revelando que em muitas circunstâncias os motivos responsáveis pela ruptura foram muito menos de caráter teórico, mas resultado de atitudes políticas ou pessoais.

‘SEXO NA TERCEIRA IDADE É MAIS COMUM E IMPORTANTE DO QUE VOCÊ IMAGINA’

De acordo com um estudo recente, 73% das pessoas entre 65 e 80 anos se dizem satisfeitas com o que acontece entre quatro paredes; veja detalhes

Sexo é coisa de gente jovem e, conforme as pessoas vão envelhecendo, a frequência com a qual transam diminui até tornar-se baixíssima durante a velhice, certo? Bom, apesar de muita gente ter horror à ideia de que os avôs e avós ou pais e mães ainda transam, dados de um estudo recente mostram que a frequência do sexo na terceira idade e o entusiasmo das pessoas com relação a ele é maior do que costumamos imaginar.

Tem vontade e satisfação, sim!

Divulgado na última semana, o estudo em questão foi realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e levantou alguns dados curiosos sobre o sexo na terceira idade . Se você pensa que pessoas mais velhas não têm sexo em mente, se engana: das mil pessoas entre 65 e 80 anos entrevistadas para o estudo, 84% dos homens e 69% das mulheres acreditam que o sexo é algo importante no relacionamento.

Quando os interesses são levados para a prática, os números caem um pouco, mas seguem mostrando que o fogo não precisa se apagar conforme a pele vai ficando enrugadinha. Entre as pessoas de 65 e 70 anos que foram entrevistadas, 46% delas são sexualmente ativas, enquanto para os idosos de 71 a 75 anos a porcentagem cai para 39% e, para os que têm entre 76 e 80, cai para 25%.

E quanto à satisfação com o que acontece entre quatro paredes? De acordo com o estudo, 73% dos entrevistados pelos pesquisadores afirmam estar satisfeitos com a vida sexual (sendo 37% dessas pessoas extremamente felizes e 36% relativamente felizes). Conforme mostram os dados, as mulheres se mostram mais contentes que os homens com o sexo (43% ante 31% deles), assim como as pessoas comprometidas são mais satisfeitas que as solteiras (40% versus 30%).

Obviamente, a saúde também tem parte nessa satisfação, já que, conforme mostram os dados, pessoas que estão em melhores condições de saúde se mostram bem mais contentes com a vida sexual do que aquelas que sofrem com problemas de saúde (40% contra 28%).

Falar sobre é importante

Apesar de os  dados do estudo mostrar que o sexo na terceira idade é algo importante e relativamente frequente para os idosos, falar sobre essa situação é uma história completamente diferente; de acordo com a pesquisa, apenas 17% dos participantes conversaram sobre suas vidas sexuais com médicos nos últimos dois anos.

Dado que, de acordo com outro estudo , o que mais faz a libido da mulher cair conforme a idade vai avançando é o medo de sentir dor na relação e problemas como incontinência urinária, discutir a vida sexual com médicos pode fazer com que o sexo na terceira idade melhore expressivamente.

Publicado originalmente no Delas – iG, em 07/05/2018. Para acessar na íntegra:
http://delas.ig.com.br/amoresexo/2018-05-07/sexo-na-terceira-idade-estudo.html

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Tem interesse pelo assunto? Conheça:

SEXO E AMOR NA TERCEIRA IDADE
Autores: Robert N. Butler, Myrna I. Lewis
SUMMUS EDITORIAL

Butler e Lewis derrubam tabus e provam que o sexo e a sexualidade são experiências prazerosas, gratificantes e altamente saudáveis, após os 60 anos. É a época em que o ser humano possui maior experiência e disponibilidade de tempo para poder, apesar das dificuldades naturais, usufruir de uma vida sexual positiva.

 

‘COMO MELHORAR A VIDA SEXUAL APÓS OS 60’

Muitas mulheres acreditam que a menopausa e a terceira idade chegam para decretar o fim da vida sexual e a prática do sexo em busca (apenas) do prazer. E a realidade é completamente outra. Para sexólogos e geriatras ouvidos pelo Delas, o momento pode ser libertador e um dos mais prazerosos para quem ainda busca orgasmos nos 60 e poucos anos.

A reposição hormonal e o Viagra surgiram para quebrar os tabus que envolvem a sexualidade na terceira idade e dar longevidade à vida sexual. Se entre os jovens valoriza-se a quantidade de relações na mesma noite, entre os vovôs e vovós a qualidade do ato vira prioridade. E as preliminares começam com os clássicos programas de namorados.

“É importante tirar um dia da semana, pelo menos, para namorar. Ir ao cinema ou jantar romântico em casa ajuda na excitação e reacende o desejo, já que o corpo da mulher está mais devagar”, diz Débora Pádua, fisioterapeuta sexual e educadora.

Entre os homens, a disfunção erétil pode ser resolvida com medicamentos. Já a diminuição da lubrificação vaginal e a incontinência urinária são vilãs das mulheres, mas também são facilmente controladas com lubrificantes e exercícios de contração vaginal, respectivamente.

Sexo para todos

A unanimidade entre os especialistas é de que a vida sexual deve permanecer ativa em todas as fases da vida da mulher. E elas buscam isso. Pesquisas apontam que mulheres de 50 a 55 anos dominam sites de relacionamentos em busca de um novo parceiro para consolidar a vida sexual.Se a libido acabou, a saída é buscar os médicos da área (geriatras, ginecologistas e urologistas) e investigar se há restrição física. Muitas vezes, idosos são limitados por efeitos colaterais de remédios, pressão alta e até depressão.

Paulo Camiz, geriatra do Hospital das Clínicas (HCSP), cita ainda que o uso de álcool e o hábito de fumar afetam diretamente o sistema circulatório, reagindo diretamente na ereção.

“Ser doente não quer dizer que não tenha saúde. Adotando uma vida saudável, com atividade física regular e sociabilidade, o idoso pode retomar o controle da vida sexual”, diz o médico. Se o bloqueio é psicológico o tema pode ser debatido com sexólogas e educadoras sexuais que ajudam a quebrar os conceitos enraizados pela sociedade.

A descoberta com o toque

Antes de embarcar em novas aventuras sexuais, a mulher precisa conhecer a própria vagina, como gosta de ser tocada e descobrir novas áreas sexuais no corpo. A melhor ferramenta nesse caso é a masturbação, com a mão ou com o chuveirinho.

“Se você não se masturba, não irá aproveitar a sexualidade. Seguindo aquele pensamento de ‘quem não cola, sai da escola’”, brinca a sexóloga Márcia Mathias, que também atura como consultora do Ashley Madison.

Débora ainda defende o uso de brinquedos eróticos, como os vibradores clitorianos, os preferidos das mulheres maduras porque são discretos.

“O pior que pode acontecer é não funcionar e os dois caírem na risada, mas ainda assim é delicioso perceber o esforço para resgatar a vida sexual”.

O sexo oral ainda é citado pelas duas profissionais como uma forma de potencializar o prazer do casal, que deve buscar opções além da clássica penetração.

“Muitas mulheres têm preconceito com o sexo oral ou apenas não sabem fazer. Dou a mesma tarefa para todas as clientes, saiam e comprem um pirulo ou um picolé. O que fazer com eles, repita na cama. Não tem erro”, finaliza Márcia.

Estímulos e posições

O casal ainda pode buscar em filmes e contos eróticos momentos de inspiração. Muitas vezes, os filmes pornôs podem assustar além de causar rejeição e até frustração nos dois. Nesse caso, vale tentar filmes dirigidos por mulheres, que são bem mais recebidos pelo toque de realidade. Livros como a trilogia “Cinquenta Tons de Cinza”, que alcançou recorde de vendas em todo o mundo, servem como pílulas de inspiração.

O sexo na terceira idade já não conta com o malabarismo dos mais jovens ao estilo Kama sutra, mas pode ser igualmente prazeroso com as posições mais confortáveis. A fisioterapeuta sexual explica que o jogo das pernas é determinante: abertas garantem penetração profunda e fechadas, mais rasa.

Texto de Carolina Garcia, publicado originalmente no iG. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://delas.ig.com.br/amoresexo/2014-08-29/sexo-depois-dos-60.html

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10222Saiba mais sobre o tema conhecendo o livro “Sexo e amor na terceira idade”, de Robert N. Butler e Myrna I. Lewis. Nesta obra, Butler e Lewis derrubam tabus e provam que o sexo e a sexualidade são experiências prazerosas, gratificantes e altamente saudáveis, após os 60 anos. É a época em que o ser humano possui maior experiência e disponibilidade de tempo para poder, apesar das dificuldades naturais, usufruir de uma vida sexual positiva.

 

ÉPOCA NEGÓCIOS ENTREVISTA FLÁVIO GIKOVATE

A edição de dezembro da revista Época Negócios publicou entrevista com Flávio Gikovate. Na reportagem, intitulada “O consumismo da elite é desespero”, o psiquiatra fala do consumismo dos ricos, de liderança e de temas atuais. Leia a íntegra: http://goo.gl/sNSmFd

Conferencista e autor consagrado, Gikovate lançou em 2013 o livro Sexualidade sem fronteiras, o trigésimo segundo de sua carreira. Na obra, ele põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer 50094nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Gikovate tem-se dedicado com mais afinco nos últimos anos a pensar sobre nossa condição de seres biopsicossociais, ou seja, indivíduos constituídos por ideias e ações tanto biológicas e psicológicas quanto decorrentes da educação e dos valores que recebemos ao longo da vida. “São tantas as variáveis implicadas em nosso futuro, do ponto de vista sexual – variáveis de caráter inato, determinadas pela nossa história de vida e também pelo contexto sociocultural em que vivemos, que tudo pode acontecer. É uma pena que essa liberdade não possa ser exercida, pois quando uma pessoa diz a si mesma ‘Eu sou heterossexual’ ou ‘Eu sou gay’ ela determina e delimita as fronteiras em que vai atuar”, diz.

Para saber mais sobre este livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

Para conhecer todos os títulos do autor pela MG Editores, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/gikovate/all/1

 

 

FLÁVIO GIKOVATE PARTICIPA DO BATE-PAPO UOL

O psicoterapeuta Flávio Gikovate participou no dia 26 de julho do Bate-Papo UOL.  Ele conversou com os internautas sobre o livro Sexualidade sem fronteiras (MG Editores) e responderá questões sobre liberdade sexual. Assista à entrevista na íntegra:
http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2013/07/26/psiquiatra-diz-que-epidemia-do-sexo-casual-tem-prazo-de-validade.htm

A revolução sexual iniciada no século XX ampliou o debate em torno da sexualidade, mas a verdade é que avançamos pouco nesse campo da existência humana. Na sociedade em que impera o consumo e a vaidade, homens e mulheres se perderam. A preocupação com o desempenho sexual, o número de relações por semana, a quantidade de orgasmos, a competência, a exuberância, o jogo de poder da sedução, em rotular quem é hétero e quem é homo, pauta a vida da maioria das pessoas. Esquecemos o trivial: liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. No livro, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

 

FLÁVIO GIKOVATE SERÁ SABATINADO PELA FOLHA DE S. PAULO QUARTA-FEIRA, DIA 24/4

O psicoterapeuta Flávio Gikovate será sabatinado pela Folha de S. Paulo no dia 24 de abril, quarta-feira, das 14h às 16h, para falar sobre o seu novo livro: Sexualidade sem fronteiras (MG Editores). As perguntas serão feitas pelas jornalistas Iara Biderman, Claudia Colluci e Heloísa Helvécia, editoras do Caderno Equilíbrio. O Teatro Folha fica na Av. Higienópolis, 618 (Shopping Higienópolis). As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 3224-3473, das 14 às 19h (dias úteis), ou pelo e-mail eventofolha@grupofolha.com.br, informando nome e RG do interessado.

A revolução sexual iniciada no século XX ampliou o debate em torno da sexualidade, mas a verdade é que avançamos pouco nesse campo da existência humana. Na sociedade em que impera o consumo e a vaidade, homens e mulheres se perderam. A preocupação com o desempenho sexual, o número de relações por semana, a quantidade de orgasmos, a competência, a exuberância, o jogo de poder da sedução, em rotular quem é hétero e quem é homo, pauta a vida da maioria das pessoas. Esquecemos o trivial: liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. No livro, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

“As pessoas que vivem de acordo com a sexualidade não têm compromisso com seu passado sexual e podem se movimentar dentro do espectro das possibilidades da sexualidade livres e isentas de qualquer norma ou preconceito. Elas se fixarão em determinado território tanto em função de suas convicções e deliberações racionais como em decorrência de outro impulso que, na prática, se sobrepõe ao erótico: o encantamento amoroso de ótima qualidade”, conclui.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

ÉPOCA ENTREVISTA FLÁVIO GIKOVATE

Em entrevista à Época Online, publicada nesta segunda-feira, dia 8 de abril, o psicoterapeuta Flávio Gikovate, que acaba de lançar o livro Sexualidade sem fronteiras (MG Editores), afirmou que “no futuro, o que irá determinar a orientação sexual de uma pessoa será seu envolvimento sentimental”. Na reportagem, ele propõe uma vida sexual sem cobranças e sem rótulos. O importante, diz ele, é trazer o sexo para o domínio do amor, independentemente de qual gênero o parceiro seja. Leia a íntegra: http://goo.gl/XWZr6. No livro Sexualidade sem fronteiras, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Gikovate tem-se dedicado com mais afinco nos últimos anos a pensar sobre nossa condição de seres biopsicossociais, ou seja, indivíduos constituídos por ideias e ações tanto biológicas e psicológicas quanto decorrentes da educação e dos valores que recebemos ao longo da vida. “São tantas as variáveis implicadas em nosso futuro, do ponto de vista sexual – variáveis de caráter inato, determinadas pela nossa história de vida e também pelo contexto sociocultural em que vivemos, que tudo pode acontecer. É uma pena que essa liberdade não possa ser exercida, pois quando uma pessoa diz a si mesma ‘Eu sou heterossexual’ ou ‘Eu sou gay’ ela determina e delimita as fronteiras em que vai atuar”, diz.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

CBN ENTREVISTA FLÁVIO GIKOVATE NESTA SEXTA, DIA 5

O psicoterapeuta Flávio Gikovate participa do programa CBN Noite Total, da CBN, nesta sexta-feira, dia 5 de abril, a partir de 21h. Ele fala com os ouvintes sobre o seu novo livro, Sexualidade sem fronteiras, lançamento da MG Editores. Acompanhe a entrevista na frequência AM 780 ou FM 90,5 em São Paulo, na rede afiliada espalhada pelo Brasil ou ainda pelo site www.cbn.com.br.

A revolução sexual iniciada no século XX ampliou o debate em torno da sexualidade, mas a verdade é que avançamos pouco nesse campo da existência humana. Na sociedade em que impera o consumo e a vaidade, homens e mulheres se perderam. A preocupação com o desempenho sexual, o número de relações por semana, a quantidade de orgasmos, a competência, a exuberância, o jogo de poder da sedução, em rotular quem é hétero e quem é homo, pauta a vida da maioria das pessoas. Esquecemos o trivial: liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. No livro, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual. O lançamento acontece nesta segunda-feira, 8 de abril, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073), com palestra às 19h, no Teatro Eva Herz, piso superior.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Para saber mais sore o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

 

GIKOVATE LANÇA O LIVRO “SEXUALIDADE SEM FRONTEIRAS” COM PALESTRA, NA LIVRARIA CULTURA, EM SÃO PAULO

A MG Editores e a Livraria Cultura (Conjunto Nacional – São Paulo) promovem no dia 8 de abril, segunda-feira, a partir das 19 horas o lançamento do livro Sexualidade sem fronteiras, de Flávio Gikovate. Entre 19h e 20h, no Teatro Eva Herz,  haverá palestra com o psicoterapeuta. A sessão de autógrafos acontecerá em seguida, em frente ao teatro, no piso superior da livraria, que fica na Avenida Paulista, 2073, São Paulo.

A revolução sexual iniciada no século XX ampliou o debate em torno da sexualidade, mas a verdade é que avançamos pouco nesse campo da existência humana. Na sociedade em que impera o consumo e a vaidade, homens e mulheres se perderam. A preocupação com o desempenho sexual, o número de relações por semana, a quantidade de orgasmos, a competência, a exuberância, o jogo de poder da sedução, em rotular quem é hétero e quem é homo, pauta a vida da maioria das pessoas. Esquecemos o trivial: liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. No livro Sexualidade sem fronteiras, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

“As pessoas que vivem de acordo com a sexualidade não têm compromisso com seu passado sexual e podem se movimentar dentro do espectro das possibilidades da sexualidade livres e isentas de qualquer norma ou preconceito. Elas se fixarão em determinado território tanto em função de suas convicções e deliberações racionais como em decorrência de outro impulso que, na prática, se sobrepõe ao erótico: o encantamento amoroso de ótima qualidade”, conclui.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

 

NOVO VÍDEO DE FLÁVIO GIKOVATE: ‘O EROTISMO E O AMOR’

O erotismo sempre se valeu do clima de proibição.

A banalidade sexual cria um clima desinteressante para o erotismo e esse esvaziamento traz à cena a questão sentimental, das relações amorosas baseadas em afinidades, onde o amor se aproxima muito das amizades.

Conheça todos os livros do autor, publicados pela MG Editores:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Fl%C3%A1vio+Gikovate