Maria Célia Malaquias

Psicóloga, psicoterapeuta, psicodramatista didata supervisora pela Sopsp e diretora de psicodrama pelo Instituto J. L. Moreno. Mestre em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC‑SP). Coautora dos livros: “Gostando mais de nós mesmos: perguntas e respostas sobre autoestima e questões raciais”; “Religiões: tolerância e igualdade no espaço da diversidade”; “Mulher século XXI”; “Intervenções grupais: o psicodrama e seus métodos”; “Psicodrama em espaços públicos: práticas e reflexões”; “O racismo e o negro no Brasil: questões para a psicanálise”. Pesquisadora sobre psicodrama e elações raciais. Presidente da Sociedade de Psicodrama de São Paulo (Sopsp) nas gestões 2007‑2008 e 2009‑2010. Atual vice‑presidente e coordenadora‑geral de ensino da Sopsp. Contato: mcmalaquias@uol.com.br

Livros deste organizador

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PSICODRAMA E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS

Diálogos e reflexões
Adriana Cristina Dellagiustina
Dalmiro M. Bustos
Denise Nonoya
e mais 8 autores
R$68,80

Em estoque

Apesar da grande produção bibliográfica dos psicodramatistas brasileiros nas últimas décadas, o tema das relações étnico-raciais é extremamente raro tanto em livros quanto em artigos acadêmicos. A fim de preencher essa lacuna, Maria Célia Malaquias reúne neste volume profissionais renomados para discutir assuntos como racismo, protagonismo negro, representatividade, ancestralidade e inclusão. De sua posição de mulher negra, psicóloga e psicodramatista, Malaquias leva o leitor a refletir sobre a desigualdade racial no Brasil e sobre os caminhos e instrumentos que podem ajudar a debelar essa chaga que nos assola há tantos séculos.

Entre os temas aqui abordados estão:

  • A importância do Teatro Experimental do Negro, berço do psicodrama no Brasil;
  • As contribuições do intelectual e ativista negro Alberto Guerreiro Ramos para a terapia de grupo;
  • As consequências nefastas do complexo de vira-latas tupiniquim;
  • O uso das técnicas do psicodrama no enfrentamento do racismo e na ressignificação de experiências doloridas;
  • O papel transformador dos etnodramas na existência de pessoas negras e não negras.