Psicóloga (Universidade Federal de Sergipe). Doutoranda em Psicologia pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Psicodramatista didata supervisora nível III pela Profint Clínica Escola de Psicologia. Especialista em Psicologia Analítica pela Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo (Facis), em Impactos da Violência na Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e em Arteterapia pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP). Psicóloga clínica pela Secretaria Municipal de Aracaju desde 2008. Atende em consultório. Tem experiência em clínica, interface saúde-violência, saúde mental, violências, psicodrama. Tem artigos nos livros Recortes psicodramáticos (2012), Ciranda de histórias – Narrativas transversais sobre o feminino (2021) e Luto um PsicoDrama de todos nós (2022). Contato: karen_mirela@yahoo.com.br.

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Psicodrama junguiano no Brasil

Visões, encontros e articulações
Ana da Fonseca Martins
Anastasia Diotima Golema
Antônio Anderson Câncio Mota
e mais 9 autores
R$85,30

Este livro apresenta o diálogo fértil entre duas grandes correntes da psicologia: o psicodrama de Jacob Levy Moreno e a psicologia analítica de Carl Gustav Jung. Reunindo pesquisadores brasileiros, a obra propõe uma síntese criativa que expande as fronteiras de ambas as abordagens e revela como mito, sonho, arquétipo e ação dramática podem tecer caminhos de transformação individuais e coletivos. Organizada em 11 capítulos, a coletânea trata de temas urgentes e atuais, oferecendo aplicações inovadoras em contextos clínicos e sociais. Os autores exploram a dramatização de arquétipos clássicos, dialogam com saberes ancestrais por meio de contos africanos e tradições orais e avançam em propostas antirracistas, ecopsicológicas e feministas. A literatura, a mitologia e a natureza emergem como campos vivos de simbolização, em que o sociodrama e o mitodrama se revelam ferramentas potentes para a reconstrução de subjetividades e a cura de feridas culturais. Destinada a psicodramatistas, analistas junguianos, terapeutas, educadores e estudiosos das humanidades, esta obra demonstra que o palco dramático, quando iluminado pela profundidade simbólica do inconsciente coletivo, torna-se espaço privilegiado de morte e renascimento.