Alexandre Ribondi

Nasceu no Espírito Santo, em 1952, e vive em Brasília desde 1968. Estudou Comunicação na Universidade de Brasília. Em 1974, mudou-se para França, onde tentou estudar História da Arte da Université de Provence – mas o tédio o levou para as ruas da cidade, onde passou a criar e a vender marionetes de papier maché. Logo em seguida, foi sócio de um salão de chá batizado como nome de Entr’acte; justamente por não gostar de chá, que não bebe até hoje, mudou-se para a Alemanha. Gosta, mais do que qualquer outra coisa, de viajar. Considera que está sempre em lugar errado e na hora errada e, por isso, trata de dar um jeito nessa fatalidade permanente. Passou os anos 1990 em Portugal, onde foi editor de polícia de um jornal com tiragem de quatrocentos exemplares diários.Nunca se divertiu tanto. Tem cerca de trinta peças escritas e a maioria delas já subiu ao palco – no Brasil, em Portugal e em países improváveis como a Suécia. Depois de passar por terras como Peru, Iraque, Marrocos e até mesmo Goiás, ele continua de casa montada em Brasília, onde mora com seu cachorro Negão um albino de 1,80m de altura.

Livros deste autor

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Da vida dos pássaros

Alexandre Ribondi
R$64,20

Em estoque

Se “os pássaros vão morrer no Peru”, esta é a história de sua vida até o pouso derradeiro. Livres e desgarrados, alguns jovens são como os pássaros: procurando no vôo uma resposta e um alento. Este livro conta a aventura de dois garotos, um norte-americano e um brasileiro, e suas descobertas na América do Sul dos anos 1970: o amor, o sexo, as drogas e a amizade. Um rito de passagem no melhor estilo “on the road”.

Na Companhia dos Homens

Romance gay em cinco estações
Alexandre Ribondi
R$42,80

Em estoque

O autor começa a contar suas histórias gays onde muitos outros brasileiros terminam: na vida após o assumir-se. Não só os homens aqui transam como viajam, trabalham e cozinham enquanto vivem intensamente seus amores. De Brasília devastada pela seca ao Iraque durante a guerra, suas narrativas econômicas e vigorosas se entrelaçam pela presença de uma personagem oblíqua e pelo amor declarado de homens por homens.