Carlos A. S. Borba

Bacharel em Direito pela Faculdade de Ciências Jurídicas da Pontifícia Universidade Católica de Pernambuco (PUC‑PE), em 1974, e graduado em Psicologia pela Faculdade Paulistana de Ciências e Letras, em 1986. Tornou‑se psicodramatista didata com foco psicoterápico pela Federação Brasileira de Psicodrama (Febrap) em 2003. Participou do Grupo de Teatro da Universidade Católica de Pernambuco (Tucap) de 1969 a 1975. Criou, com o psiquiatra Ronaldo P. T. da Costa, os métodos de Videopsicodrama (para circuitos fechados de TV) e Telepsicodrama (para circuitos abertos de TV). Desenvolveu com tais métodos, numa parceria entre a Universidade de São Paulo (USP) e a Faculdade Cásper Líbero, pesquisas com adolescentes da Escola de Aplicação da USP, juntando as linguagens da televisão e do psicodrama. Coordenou o projeto em vídeo “Memória do Psicodrama no Brasil”, da Diretoria de Divulgação e Comunicação Febrap, de 1993 a 1998. Nesse projeto, entrevistou 14 estudiosos pioneiros do psicodrama no Brasil. Ego‑auxiliar do curso de “Psicodrama dos 11 sexos”, um trabalho terapêutico‑educacional realizado em várias instituições; ator e ego‑auxiliar do projeto Vagas Estrelas, em apresentações no Brasil e em Londres durante congresso da International Association for Group Psychotherapy and Group Processes (IAGP), em 1998. Produziu e apresentou o vídeo “Homenagem Congresso de 1970” no XI Congresso Brasileiro de Psicodrama, em Campos do Jordão, São Paulo, em 2000. Foi diretor de Divulgação e Comunicação da Febrap, durante as gestões de 1997‑98, 1999‑2000 e 2001‑02. Criou, com Ronaldo Pamplona e Max Alvim, o programa de TV (como desenvolvimento do método do Telepsicodrama) Teatro da Vida. Atende em consultório particular desde 1987.

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Psicodrama público na contemporaneidade

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Nesta obra, Mariângela Pinto da Fonseca Wechsler e Regina Fourneaut Monteiro reúnem especialistas em grandes grupos para compartilhar suas experiências com psicodramas públicos realizados no Brasil e no exterior e refletir sobre elas. No encontro entre profissionais e comunidade, propostas coletivas, inseridas num contexto cultural e social, podem ser vividas e pensadas na esteira da utopia moreniana, que aponta nossa corresponsabilidade diante da realidade que vivemos. Obra indicada a todos os profissionais que trabalham em e com grupos, sobretudo àqueles que, utilizando a metodologia psicodramática, dedicam-se ao resgate da cidadania e à concretização da liberdade e da igualdade democráticas.