Psicólogo (CRP 08/24556) e professor universitário. Doutorando em Psicologia pela Faculdade de Ciências e Letras de Assis (FCL‑Unesp), com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Mestre em Psicologia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Especialista em Ações Terapêuticas para Situações de Luto pelo Laboratório de Estudos e Intervenções sobre o Luto (LELu) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC‑SP) e em Saúde Mental, Psicopatologia e Atenção Psicossocial pela UniCesumar. Membro da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Regional de Psicologia do Paraná, da Associação Brasileira Multiprofissional
sobre o Luto (ABMLuto) e da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (Abeps).
Livros deste autor
Perdas repentinas, mortes violentas e seus lutos
- Adriana Silveira Cogo
- Ana Paula Emy Kageyama Mitsuuchi
- Beatriz Schmidt
- e mais 17 autores
R$75,90
Com dados anuais que ultrapassam 40 mil homicídios, além das dezenas de milhares de mortes por acidentes de trânsito e suicídios, o Brasil enfrenta um cenário epidemiológico alarmante de perdas abruptas. Por trás dessas estatísticas, milhares de famílias são arremessadas para o imponderável de um dia para o outro, confrontadas com o peso de uma dor indizível. Partindo de uma perspectiva ética, clínica e interseccional, esta obra reúne especialistas para examinar os desdobramentos emocionais, sociais e culturais das mortes trágicas no país. Ao longo de 17 capítulos divididos em três eixos temáticos — homicídios, suicídios e acidentes —, o livro aborda temas urgentes: o luto de mães negras e de mulheres em privação de liberdade; o impacto de ataques em escolas; o pesar vicário de quem socorre; a dor por trás dos números de trânsito e de acidentes de trabalho; e o direito — ético, legal e humano — de enlutar-se diante da violência. Indispensável para psicólogos, assistentes sociais, educadores, profissionais da saúde e operadores do direito, a coletânea oferece ferramentas cruciais para acolher perdas complexas e dar visibilidade às dores que a sociedade insiste em não enxergar.