Mestra em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC‑SP). Especialista em Desenvolvimento Local. Conselheira e docente na Associação Palas Athena. Pós‑graduada
em Gestão Estratégica da Informação e do Conhecimento e Inovação. Certificada em Ética, Cultura de Paz, Dinâmicas de Convivência, Mediação, Facilitação de Diálogo e Construção de Consenso. Coautora de O papel da universidade no desenvolvimento local — Experiências brasileiras e canadenses. Em 2019, participou do TEDx Talks com o tema “Convivência, eis a nossa questão”. Em junho de 2025, participou como palestrante no Congresso African and African‑Descendant Women Impact Network (Adwin Global) em Abidjã, na Costa do Marfim, com o tema “Trauma intergeracional da escravidão”.
Livros deste autor
Perdas repentinas, mortes violentas e seus lutos
- Adriana Silveira Cogo
- Ana Paula Emy Kageyama Mitsuuchi
- Beatriz Schmidt
- e mais 17 autores
R$75,90
Com dados anuais que ultrapassam 40 mil homicídios, além das dezenas de milhares de mortes por acidentes de trânsito e suicídios, o Brasil enfrenta um cenário epidemiológico alarmante de perdas abruptas. Por trás dessas estatísticas, milhares de famílias são arremessadas para o imponderável de um dia para o outro, confrontadas com o peso de uma dor indizível. Partindo de uma perspectiva ética, clínica e interseccional, esta obra reúne especialistas para examinar os desdobramentos emocionais, sociais e culturais das mortes trágicas no país. Ao longo de 17 capítulos divididos em três eixos temáticos — homicídios, suicídios e acidentes —, o livro aborda temas urgentes: o luto de mães negras e de mulheres em privação de liberdade; o impacto de ataques em escolas; o pesar vicário de quem socorre; a dor por trás dos números de trânsito e de acidentes de trabalho; e o direito — ético, legal e humano — de enlutar-se diante da violência. Indispensável para psicólogos, assistentes sociais, educadores, profissionais da saúde e operadores do direito, a coletânea oferece ferramentas cruciais para acolher perdas complexas e dar visibilidade às dores que a sociedade insiste em não enxergar.