Marcelo S. Tognozzi

É jornalista com pós-graduação em Marketing Político e Gestão de Campanhas Eleitorais pela Graduate School of Political Management, da The George Washington University. Tem grande experiência como consultor na área de relações institucionais. É especialista em novas mídias e marketing político digital. Trabalhou em veículos como Jornal
do Commercio, O Globo, Jornal do Brasil, Correio Braziliense, Folha de S.Paulo, O Dia, Veja e IstoÉ. Foi secretário adjunto de Comunicação do governo do Distrito Federal, chefiou a Assessoria Parlamentar do Ministério de Minas e Energia durante o governo Fernando Henrique, coordenou o Departamento de Comunicação Social da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e foi secretário de Imprensa da Presidência do Senado Federal. Em 1996, planejou e implantou a Agência Brasília do
governo do Distrito Federal, primeira agência de notícias governamental on-line do Brasil. Nos últimos 14 anos, executou outros dois projetos pioneiros de agências de notícias on-line para a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Como especialista em novas mídias, desenvolveu diversos trabalhos na área de marketing viral e mobile marketing. Já participou de campanhas de partidos como PDT, PT, DEM, PMDB e de entidades de classe. É autor de Vote certo – A eleição sem complicação e do e-book Manual da
campanha digital, além de coautor dos livros Marketing político em tempos modernos e Políticos ao entardecer. Professor do curso de pós-graduação em Marketing e Comunicação Digital do Iesb, é sócio-diretor da A+B Comunicação e RP Digitais, com sede em Brasília.

Livros deste autor

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JUNHO DE 2013

A sociedade enfrenta o Estado
Bernardo Sorj
Denis Rosenfield
José Nêumanne Pinto
e mais 6 autores
R$57,10

Em estoque

Os movimentos de junho de 2013 foram uma das mais importantes manifestações populares da história brasileira. Além disso, apresentaram um caráter absolutamente inédito. Não tiveram uma causa, como nas diretas‑já e no impeachment de Collor. Não foram convocados por instituições representativas tradicionais, como partidos, sindicatos e grêmios estudantis. E surpreenderam porque não existia no horizonte nada que indicasse uma movimentação social tão intensa. Acompanhar essas manifestações extraordinárias, tentar identificar suas causas, analisar a questão econômica, o papel das redes sociais, as reações das autoridades e a atuação dos jovens na política moderna são os objetivos deste livro, escrito por um time de expressivos intelectuais brasileiros.