Detalhes do Livro
| ISBN | 9788571833661 |
|---|---|
| SKU: | 20366 |
| Edição | 1 |
| Ano | 2026 |
| Nº de Páginas | 184 |
| Peso | 0,316 kg |
| Formato | 0,94 × 17 × 24 cm |
Organizador(es): Aroldo de Lara Cardoso Júnior, Cybele Maria Rabelo Ramalho, Rafael Kim Bocca Czarnobai
Autor(es): Ana da Fonseca Martins, Anastasia Diotima Golema, Antônio Anderson Câncio Mota, Aroldo de Lara Cardoso Júnior, Cybele Maria Rabelo Ramalho, Henrique Henkin Coelho Netto, Jorge Magalhães de Oliveira, Karen Mirela Sales Venancio, Lísia Conceição Ferreira Fontes, Rafael Kim Bocca Czarnobai, Rosa Maria Nascimento Corumba, Verônica Brenes
Este livro apresenta o diálogo fértil entre duas grandes correntes da psicologia: o psicodrama de Jacob Levy Moreno e a psicologia analítica de Carl Gustav Jung. Reunindo pesquisadores brasileiros, a obra propõe uma síntese criativa que expande as fronteiras de ambas as abordagens e revela como mito, sonho, arquétipo e ação dramática podem tecer caminhos de transformação individuais e coletivos. Organizada em 11 capítulos, a coletânea trata de temas urgentes e atuais, oferecendo aplicações inovadoras em contextos clínicos e sociais. Os autores exploram a dramatização de arquétipos clássicos, dialogam com saberes ancestrais por meio de contos africanos e tradições orais e avançam em propostas antirracistas, ecopsicológicas e feministas. A literatura, a mitologia e a natureza emergem como campos vivos de simbolização, em que o sociodrama e o mitodrama se revelam ferramentas potentes para a reconstrução de subjetividades e a cura de feridas culturais. Destinada a psicodramatistas, analistas junguianos, terapeutas, educadores e estudiosos das humanidades, esta obra demonstra que o palco dramático, quando iluminado pela profundidade simbólica do inconsciente coletivo, torna-se espaço privilegiado de morte e renascimento.
R$85,30
| ISBN | 9788571833661 |
|---|---|
| SKU: | 20366 |
| Edição | 1 |
| Ano | 2026 |
| Nº de Páginas | 184 |
| Peso | 0,316 kg |
| Formato | 0,94 × 17 × 24 cm |
Graduado em Direito e Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC ‑SP), especialista em Adolescência pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mestre em Psicologia Clínica pela PUC ‑SP e doutorando na mesma instituição. Psicodramatista nível I pelo Sedes Sapientiae, nível II (2022) e nível III (2026) pela Profint — Clínica Escola de Psicologia. Atua como psicólogo clínico com jovens, adultos e casais e na docência em cursos de pós ‑graduação. Contato: aroldocj@gmail.com.
Psicóloga graduada pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), CRP 19/300, psicodramatista didata/supervisora pela Federação Brasileira de Psicodrama (Febrap), especialista em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-MG) e em Psicoterapia Analítica pelo Instituto Junguiano da Bahia / Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, autora de oito livros, entre eles: Aproximações entre Jung e Moreno (2002), Psicodrama e psicologia analítica Construindo pontes (2010) e Psicodrama e jogos imagéticos (2024). Coautora de Descobrindo enigmas de heróis e contos de fadas (2008) e de Ciranda de histórias Narrativas transversais sobre o feminino (2021). Diretora técnica da Federada pela Profint Clínica Escola de Psicologia, professora da Universidade Federal de Sergipe, psicoterapeuta de adolescentes e adultos nas modalidades individual e grupal desde 1982. Contato: cybeleramalho@gmail.com.
Graduado em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), é escritor e especialista em Psicologia Analítica Junguiana pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Especialista clínico em Psicodrama e didata supervisor pela Federação Brasileira de Psicodrama (Febrap). Membro da International Association for Group Psychotherapy and Group Processes (IAGP). Autor do livro Psicoterapia é cringe? Quando as redes sociais chegam à sessão (2024). Atua em consultório particular com atendimento clínico de crianças, adultos e grupos na cidade de Florianópolis (Santa Catarina). Contato: rczarnobai@gmail.com.
Leia o sumário e as primeiras páginas deste livro abaixo ou, se preferir, faça o download do PDF
Interessante análise sobre a vida e a obra dos dois polêmicos terapeutas do começo do século XX. A autora tenta mostrar as áreas onde essa aproximação é mais visível a partir de sua prática clínica, com fundamentação teórica.
O Brasil vive um momento dificílimo: ao mesmo tempo que forças conservadoras neoliberais se apossam das mais diversas esferas do país, toda e qualquer tentativa de fazer justiça social é rechaçada pela elite, que vê o pobre como inimigo. Partindo desse contexto, Érico Vieira tece neste livro reflexões teóricas sobre subjetividade, subcidadania e o poder transformador do psicodrama. Ao longo dos capítulos, ele analisa as causas históricas da exclusão social, os problemas psicológicos advindos da humilhação a que boa parte da população é submetida e as ferramentas do psicodrama para compreender essa realidade e intervir nela. De forma inovadora, Vieira relata a escuta clínica vivenciada em plantões psicológicos com pessoas em situação de vulnerabilidade — verdadeiros encontros (à moda moreniana) que rompem com a elitização da clínica psicológica e transformam tanto a vida dos indivíduos assistidos quanto a dos profissionais envolvidos no cuidado.
De um lado a liberdade, que precisa ser conquistada a cada dia, a cada luta. Do outro, a realidade, que delimita, frustra, solta e cerceia. Entre essas duas instâncias estão os sonhos. Alguns podem ser banais, às vezes reproduzindo cenas do cotidiano. Mas os mais estranhos e contundentes são aqueles com maior potencial de transformação. Neste ensaio, Devanir Merengué discorre sobre o sonho na clínica psicodramática. Apoiado em Foucault e Moreno, propõe um psicodrama nômade, de reconstrução constante e em diálogo com outros saberes, como política, artes, sociologia, filosofia e as diferentes linhas da psicologia. Com base em relatos de sonhos, o autor discute conceitos como verdade, fascismo e neoliberalismo, mostrando que — para além de questões pessoais e singularidades — no material onírico podem estar representados problemas sociais e políticos bem mais amplos. A possibilidade libertária dos sonhos — vistos como brecha para a transformação — atravessa todo o texto, levando o leitor a refletir sobre os tempos difíceis que vivemos.
Obra que reúne a mais ampla pesquisa já feita sobre o desenvolvimento do psicodrama e dos psicodramatistas no Brasil, este livro é fruto do esforço de diversos profissionais – entre eles Wilson Castello de Almeida e Devanir Merengué – que pesquisam ou compartilham suas memórias. A idéia não é ser um livro hegemônico, e sim mobilizador de novas experiências.
Pacientes psiquiátricos devem ser tratados apenas com medicação? A psicoterapia, nesses casos, pode e deve ser utilizada? Acreditando que a resposta a essa última pergunta seja sim, um grupo de profissionais de São Paulo pratica diversas abordagens psicoterápicas no tratamento e no acompanhamento de casos de psicose. Este livro reúne 12 artigos, que falam das crenças e das vivências desses psiquiatras, que têm como bandeira a humanização do atendimento médico.
Apesar da grande produção bibliográfica dos psicodramatistas brasileiros nas últimas décadas, o tema das relações étnico-raciais é extremamente raro, tanto em livros quanto em artigos acadêmicos. A fim de preencher essa lacuna, Maria Célia Malaquias reúne neste volume profissionais renomados para discutir assuntos como racismo, protagonismo negro, representatividade, ancestralidade e inclusão. De sua posição de mulher negra, psicóloga e psicodramatista, Malaquias leva o leitor a refletir sobre a desigualdade racial no Brasil e sobre os caminhos e instrumentos que podem ajudar a debelar essa chaga que nos assola há tantos séculos.
Entre os temas aqui abordados estão: