Cristiane Tavares Romano

Psicóloga, psicodramatista pela Sociedade Paulistana de Psicodrama (Sovap) e psicodramatista didata pela Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama (ABPS), diretora de ensino da ABPS (gestões 2018‑2019/ 2020‑2021), com pós‑graduação em Terapia de Casal e Família pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC‑SP). Tem formações complementares em Terapia Cognitivo- -Comportamental pelo Centro de Estudos em Terapia Cognitivo-Comportamental (CETCC),Terapia Cognitiva Narrativa & Focada na Compaixão pelo Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq-HCFMUSP), Filosofia
Oriental pela Sociedade Brasileira de Filosofia e Psicologia Oriental, facilitadora e didata em meditação na área da saúde pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e formação em Neuropsicologia pelo CETCC.

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Pedagogia psicodramática

Uma proposta de metodologia ativa de Maria Alicia Romaña
Alcione Ribeiro Dias
Camila Tyrrell Tavares
Cristiane Tavares Romano
e mais 13 autores
R$81,80

Organizado por Maria Aparecida Fernandes Martin e Maisa Helena Altarugio, este livro visa divulgar o trabalho da psicodramatista argentina Maria Alicia Romaña, que desenvolveu a pedagogia psicodramática. Os três primeiros capítulos resgatam aspectos históricos e conceituais do psicodrama e da pedagogia psicodramática, versando sobre a relação de J. L. Moreno com a educação, aspectos da vida e da obra de Romaña e os diálogos possíveis entre a pedagogia psicodramática e as metodologias ativas. Os onze capítulos restantes refletem sobre experiências realizadas pelos autores, que, como diretores, deixaram marcas reais, simbólicas e imaginárias no público que as vivenciou. Alguns dos assuntos abordados são: o papel social e psicodramático do professor; o método educacional psicodramático e o protagonismo do educando; o jogo dramático como instrumento na sala de aula; o papel do professor na produção de uma consciência crítica; a pedagogia psicodramática como metodologia ativa na formação de professores; jogos dramáticos nas aulas online; o role-playing como proposta pedagógica; o sociodrama como facilitador do desenvolvimento do papel profissional, e a neurociência e o aprendizado com psicodrama. Por fim, como sugerido por Maria Alicia, em nome da construção coletiva do conhecimento, o leitor é convidado a compartilhar suas experiências, impressões e sentimento sobre a obra.