Detalhes do Livro
| ISBN | 9788584550234 |
|---|---|
| SKU: | 42023 |
| Edição | 1 |
| Ano | 2026 |
| Nº de Páginas | 160 |
| Formato | 0,85 × 1421 cm |
Autor(es): Isabel Araújo da Costa
O que significa pesquisar o racismo quando o próprio corpo da pesquisadora carrega as marcas do que ela investiga? Em O peso da cor, Isabel Araújo da Costa conta sua trajetória como mulher negra, estudante cotista e mestranda que atravessou salas de aulas e hospitais sentindo, a cada etapa, o fardo de ocupar espaços historicamente negados a pessoas como ela. Entre a solidão da pós-graduação, os silêncios institucionais e a constatação de que a academia ainda não garante a permanência de pessoas negras, a autora desenvolve o que chama de “pesquisa encarnada”: um método em que corpo, memória e ciência não se separam. Analisando as relações raciais presentes em uma instituição de saúde, Isabel mostra que a cor da pele ainda é um revés para pacientes, trabalhadores e familiares. O resultado é um relato visceral sobre quanto custa — e o que significa — pesquisar levando o próprio corpo para dentro da ciência.
R$65,90
| ISBN | 9788584550234 |
|---|---|
| SKU: | 42023 |
| Edição | 1 |
| Ano | 2026 |
| Nº de Páginas | 160 |
| Formato | 0,85 × 1421 cm |
Leia o sumário e as primeiras páginas deste livro abaixo ou, se preferir, faça o download do PDF
Ao examinar o branco como identidade étnico-racial e as formas como ele se inscreve na sociedade contemporânea, os autores deste volume desvelam as bases da branquitude, questionam seus significados e confrontam seus efeitos nas relações sociais e de poder. Entre os temas abordados na obra estão:
• a identidade branca vinculada à escravidão e à construção histórica da raça branca no Brasil;
• a supremacia racial à brasileira e a crítica à meritocracia;
• a branquitude e a descolonização na África do Sul pós-apartheid e suas conexões com as desigualdades raciais brasileiras;
• o brancocentrismo acadêmico;
• o branco aliado, a branquitude, a geopolítica e a crítica à sociedade capitalista-neoliberal;
• a formulação do conceito de “branquitude crítica dissimulada”;
• a descolonização das ciências sociais no Brasil e o papel da branquitude na autocrítica branca;
• as vivências acadêmicas de um branco estrangeiro no Brasil.
A coleção África, presente! Negritude e luta antirracista constitui um espaço de produção e divulgação do pensamento não hegemônico acerca de africanos, afro-brasileiros e indígenas. Seu objetivo é problematizar e contestar cientificamente paradigmas, falácias e metodologias euro-ocidentais.
Este livro aborda as políticas públicas em dois momentos da nossa história: da conquista portuguesa ao fim do período escravista e da abolição da escravatura aos dias de hoje. Examina, ainda, os reflexos de tais políticas nas duas últimas décadas — sobretudo após a promulgação do Estatuto da Igualdade Racial (2010) e da Lei de Cotas (2012). Com base em uma análise histórica profunda, o autor recupera os acontecimentos políticos que relegaram ao negro o lugar da exclusão e da injustiça social.
Esta obra faz parte da coleção Consciência em debate, coordenada por Vera Lúcia Benedito, mestre e doutora em Sociologia/Estudos Urbanos pela Michigan State University (EUA) e pesquisadora e consultora da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. O objetivo da Coleção é debater temas prementes da sociedade brasileira, tanto em relação ao movimento negro como no que concerne à população geral.
De que forma o racismo se estrutura no cotidiano escolar de crianças e adolescentes? Como a escola pode combater a discriminação e, além disso, promover um ambiente baseado no respeito às diferenças? Assim que foi lançado, em 2001, este livro se tornou um clássico e um guia inspirador para toda uma geração de educadores. É essa premissa que justifica a publicação desta edição revista e atualizada, na qual as autoras se aprofundam nas diversas formas de combater o racismo dentro de nossas escolas. Entre os assuntos abordados estão: a formação de educadores para o combate ao racismo; os pontos de encontro entre educação, cidadania e raça; caminhos práticos para eliminar o racismo na escola; a valorização das raízes africanas na educação; a necessidade de apreender e combater o discurso racista em sala de aula; a construção da autoestima do aluno negro; a literatura infantojuvenil como aliada na valorização do povo preto.
Este livro busca aprofundar o debate sobre as ações afirmativas, ampliando-o para além das cotas. São apresentados programas que visam garantir o acesso, a permanência e o sucesso de negros/as na universidade, possibilitando a realização do sonho de jovens que vivenciam processos estruturais de exclusão; são discutidas as metodologias de seleção de pessoas negras nesses projetos; são abordadas a África e a Afro-Ascendência na perspectiva da cultura construída pela matriz banto. Finalmente, são considerados os principais aspectos da discussão sobre as cotas para negros/as, especialmente o falso dilema – quem é negro/a no Brasil? – uma vez que, quando se trata de garantir direitos, a pessoa negra se desvanece na decantada miscigenação racial brasileira.
Livro que se insere na nova corrente de reflexões sobre o negro brasileiro. Colocando o problema da identidade no centro de sua análise, a autora mostra que a identidade não é apenas um conceito teórico, mas se manifesta concretamente na realidade social. O livro descreve a recusa dos afrodescendentes em ver sua identidade diluída em uma homogeneidade cultural ditada pela branquitude e pelo universalismo europeu.
Entre 2001 e 2010, a ativista e feminista negra Sueli Carneiro produziu inúmeros artigos publicados na imprensa brasileira. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil reúne, pela primeira vez, os melhores textos desse período. Neles, a autora nos convida a refletir criticamente a sociedade brasileira, explicitando de forma contundente como o racismo e o sexismo têm estruturado as relações sociais, políticas e de gênero. Num momento em que nosso país depara com temas polêmicos, como o Estatuto da Igualdade Racial e as cotas em universidades, a Coleção Consciência em Debate pretende discutir assuntos prementes que interessam não somente aos movimentos negros como a todos os brasileiros. Fundamental para educadores, pesquisadores, militantes e estudantes de todos os níveis de ensino. Coordenação de Vera Lúcia Benedito.
Este livro apresenta o ponto de vista histórico das relações raciais e das desigualdades no Brasil, começando no século XIX e chegando aos dias de hoje. A autora mostra novos caminhos para uma educação antirracista e, sobretudo, para estimular seus valores intrínsecos: a igualdade das relações sociais, a consciência política da diversidade histórica, o respeito às diferenças – caminhos esses que nos conduzem à cidadania plena. Num momento em que nosso país depara com temas polêmicos, como o Estatuto da Igualdade Racial e as cotas em universidades, a Coleção Consciência em Debate pretende discutir assuntos prementes que interessam não somente aos movimentos negros como a todos os brasileiros. Fundamental para educadores, pesquisadores, militantes e estudantes de todos os níveis de ensino. Coordenação de Vera Lúcia Benedito.
Quando Reinaldo da Silva Guimarães propôs pesquisar a trajetória profissional dos bolsistas de ação social formados pela PUC-Rio, ele adotou sua própria história como referência intelectual e emocional para compreender as percepções narradas pelos entrevistados. Estes apontam para um contexto pautado na perseverança e no desejo de superação, mostrando uma realidade pouco conhecida e difícil de ser traduzida, mas repleta de simbolismos: a realidade das relações raciais no Brasil. A trajetória do autor reflete e dá essência e concretude ao conceito de afrocidadanização: nascido em comunidade pobre, Reinaldo conseguiu superar diversos momentos difíceis e ingressar na universidade. Como um dos protagonistas dessa história de “sucesso”, ele aproveita sua narrativa para explicitar o processo de construção de identidade racial.Este livro foi produzido em regime de coedição com a PUC-Rio. Prefácio de Elisa Larkin Nascimento.