Lúcio Guilherme Ferracini

Psicólogo especialista em Psicologia da Saúde/Hospitalar; psicodramatista didata supervisor com formação em Cuidados Paliativos; mestre em Ensino de Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Professor supervisor e presidente da Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama (ABPS) nas gestões 2019‑2020 e 2021‑2022. Psicoterapeuta em consultório particular; docente do curso de Psicologia do Centro Universitário FMU. Coautor dos livros Psicodrama e relações raciais – Diálogos e reflexões (Ágora, 2020) e Viagens virtuais psicodramáticas
– A travessia da Sociedade de Psicodrama de São Paulo (Ágora, 2022). Áreas
de interesse: luto, arte, fenomenologia, existencialismo e psicodrama.

Livros deste autor

Exibindo todos 3 resultados

Pedagogia psicodramática

Uma proposta de metodologia ativa de Maria Alicia Romaña
Alcione Ribeiro Dias
Camila Tyrrell Tavares
Cristiane Tavares Romano
e mais 13 autores
R$81,80

Organizado por Maria Aparecida Fernandes Martin e Maisa Helena Altarugio, este livro visa divulgar o trabalho da psicodramatista argentina Maria Alicia Romaña, que desenvolveu a pedagogia psicodramática. Os três primeiros capítulos resgatam aspectos históricos e conceituais do psicodrama e da pedagogia psicodramática, versando sobre a relação de J. L. Moreno com a educação, aspectos da vida e da obra de Romaña e os diálogos possíveis entre a pedagogia psicodramática e as metodologias ativas. Os onze capítulos restantes refletem sobre experiências realizadas pelos autores, que, como diretores, deixaram marcas reais, simbólicas e imaginárias no público que as vivenciou. Alguns dos assuntos abordados são: o papel social e psicodramático do professor; o método educacional psicodramático e o protagonismo do educando; o jogo dramático como instrumento na sala de aula; o papel do professor na produção de uma consciência crítica; a pedagogia psicodramática como metodologia ativa na formação de professores; jogos dramáticos nas aulas online; o role-playing como proposta pedagógica; o sociodrama como facilitador do desenvolvimento do papel profissional, e a neurociência e o aprendizado com psicodrama. Por fim, como sugerido por Maria Alicia, em nome da construção coletiva do conhecimento, o leitor é convidado a compartilhar suas experiências, impressões e sentimento sobre a obra.

Viagens virtuais psicodramáticas

A travessia da Sociedade de Psicodrama de São Paulo
Adelsa Cunha
Ana Cristina Benevides Pinto
Denise Silva Nonoya
e mais 11 autores
R$58,40

No ano de 2020, a Sociedade de Psicodrama de São Paulo (SOPSP) completou 50 anos. Inicialmente, a ideia era realizar uma grande festa comemorativa, mas com a chegada a pandemia de Covid-19 esse plano teve de ser cancelado. Recorrendo então à criatividade e à espontaneidade – ferramentas básicas do bom psicodramatista –, a diretoria da entidade convidou diversos profissionais renomados da abordagem para realizar lives temáticas. O resultado das primeiras dramatizações online do Brasil pode ser conferido neste livro. Entre os temas aqui abordados estão transtornos alimentares, psicodrama e constelação familiar, pandemia e psicodrama, racismo e preconceito, arte e literatura na composição de histórias psicoterapêuticas, psicodrama e cultura de paz, vergonha, resiliência, socionomia, educação e sociopsicodrama, psicodrama por meios virtuais e jogos dramáticos no enfrentamento de crises.

Psicodrama e relações étnico-raciais

Diálogos e reflexões
Adriana Cristina Dellagiustina
Dalmiro M. Bustos
Denise Silva Nonoya
e mais 8 autores
R$75,70

Apesar da grande produção bibliográfica dos psicodramatistas brasileiros nas últimas décadas, o tema das relações étnico-raciais é extremamente raro tanto em livros quanto em artigos acadêmicos. A fim de preencher essa lacuna, Maria Célia Malaquias reúne neste volume profissionais renomados para discutir assuntos como racismo, protagonismo negro, representatividade, ancestralidade e inclusão. De sua posição de mulher negra, psicóloga e psicodramatista, Malaquias leva o leitor a refletir sobre a desigualdade racial no Brasil e sobre os caminhos e instrumentos que podem ajudar a debelar essa chaga que nos assola há tantos séculos.

Entre os temas aqui abordados estão:

  • A importância do Teatro Experimental do Negro, berço do psicodrama no Brasil;
  • As contribuições do intelectual e ativista negro Alberto Guerreiro Ramos para a terapia de grupo;
  • As consequências nefastas do complexo de vira-latas tupiniquim;
  • O uso das técnicas do psicodrama no enfrentamento do racismo e na ressignificação de experiências doloridas;
  • O papel transformador dos etnodramas na existência de pessoas negras e não negras.