VEJA DESTACA O LIVRO A MULHER DO PAI

A revista Veja desta semana deu destaque para o livro A mulher do pai – Essa estranha posição dentro das novas famílias (Summus Editorial), da filósofa Fernanda Carlos Borges. De acordo com a reportagem, intitulada “Nessa ciranda, sempre cabe mais”, 3 milhões de crianças e adolescentes convivem hoje com madrastas e padrastos nas chamadas “famílias-mosaico”. Clique no link para ler a reportagem: http://goo.gl/XBbRg

No livro, Fernanda trata da mulher do pai como uma figura recente, mas cada vez mais comum nas novas redes familiares. Ela não é mãe, não é amiga, não é madrasta. A vivência pessoal desse papel familiar marginal levou a filósofa a escrever sobre o tema.

Como observa a autora, “ao contrário da madrasta de companheiros viúvos – que substitui a mãe na relação com os filhos do marido, agregando o mérito social desta –, a mulher do pai soma uma maternidade sem referência social simbólica: e permanece sendo ninguém”. Esse papel provoca inúmeras dificuldades e sofrimentos.

O objetivo de Fernanda, que é mãe, ex-mulher e mulher do pai, é amparar a mulher que vive essa situação, ajudá-la a compreender a natureza dos muitos momentos conflitantes com os quais depara e trazer algum conforto para quem se vê nessa posição tão difícil e ignorada. “A lacuna existente sobre o assunto nas publicações sobre a família revela o abandono e o desamparo que cercam a mulher do pai”, diz.

Escrito em linguagem fácil, a obra é recomendada para toda a família. É também útil para profissionais, como psicólogos e professores. A despeito da simplicidade da forma, a autora não deixa de se apoiar em um amplo referencial teórico, permitindo assim a leitura em diversos níveis de aprofundamento.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1049/Mulher+do+pai,+A

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