REVISTA PSIQUE DESTACA O LIVRO “NÃO MINTA PRA MIM!”

A revista Psique Ciência e Vida publicou na edição de agosto um artigo baseado no livro Não minta pra mim! (Summus Editorial). O texto, escrito pelo autor do livro Paulo Sérgio de Camargo em parceria com a psicóloga Lívia Grizzi, mostra que é preciso ter inteligência para contar uma boa mentira. Leia o artigo na íntegra: http://goo.gl/hv3njr.

A mentira faz parte da história da civilização. Ao longo dos séculos, inúmeros pesquisadores se dedicaram ao tema pelas diferentes vertentes: científica, social, moral e até evolutiva. Apesar da diversidade do assunto, uma conclusão é unânime: toda mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências. No livro, Camargo apresenta definições de mentira e destrincha as principais situações em que ela se instala. Fruto de mais de 15 anos de pesquisa, o autor destaca a realidade nacional em relação ao assunto e aborda os principais sinais da linguagem corporal dos mentirosos.
Especialista em grafologia e linguagem corporal, Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar ao leitor um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política. “Temos a equivocada propensão a acreditar que somos capazes de identificar mentiras com certa facilidade. Não é bem assim. Após anos de estudos e pesquisas, sei que devemos ter cautela ao tentar reconhecer alguém com capacidade e habilidade cognitivas para enganar quem quer que seja”, afirma.

De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Da falsa informação acrescentada no currículo às falácias dos políticos, do conto do vigário ao autoengano, o livro apresenta os mais diversos tipos de mentira. “Pequenas mentiras, mentiras brancas, mentiras inocentes – ou qualquer que seja o nome dado a elas – vão minar a confiança de alguém ao longo do tempo”, esclarece o especialista. Segundo ele, a maioria das pessoas está acostumada a avaliar os benefícios que as mentiras nos trazem e não os danos e os prejuízos que acarretam aos demais. De acordo com estudos, escutamos, em média, 210 mentiras por dia.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://bit.ly/UZjCB6

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