SUMMUS LANÇA O LIVRO “EQUIPES SOLIDÁRIAS”, DE RENATA DI NIZO

Com as constantes mudanças, os avanços tecnológicos e a forte necessidade de inovação, o universo corporativo virou uma torre de babel, impondo às empresas um ambiente multicultural. Diante desse cenário, é preciso estimular uma ética comportamental capaz de valorizar o semelhante e, incondicionalmente, ser receptivo às distintas culturas, ao outro, ao grupo, à integração. Segundo Renata Di Nizo, garantir um clima aberto à cooperação é condição de sobrevivência necessária à natureza intrínseca da inteligência coletiva. No livro Equipes solidárias – Por que em grupo e não sozinho?, lançamento da Summus, ela faz uma 11018reflexão sobre a necessária transição do mundo individualista para aquele em que os grupos são possíveis, mesmo diante da contínua dualidade entre real e virtual. Para a autora, somente os laços solidários mobilizam o bom desempenho no ambiente corporativo.

“Sabe-se hoje que uma boa política de cargos e salários não é suficiente para reter talentos”, afirma Renata. Segundo ela, as empresas reconhecem a importância de ter uma proposta estruturada que assegure o engajamento – o vínculo afetivo, a vontade de ir além, o entusiasmo pelo trabalho e pela organização. Para que isso se concretize, segundo ela, nada confere tanto peso como o fato de a liderança se importar genuinamente com o desenvolvimento das equipes e de cada pessoa. “Sustentar a força grupal que move montanhas é remar a favor da diversidade”, complementa a autora, lembrando que a criatividade das pessoas está intimamente relacionada à qualidade dos relacionamentos.

Partindo da dinâmica dos grupos de ajuda mútua – como Alcóolicos Anônimos, Tabagistas e Mulheres que Amam Demais Anônimas, entre outros –, a autora explica a lógica do bom funcionamento grupal no ambiente corporativo. Baseando-se em leis e premissas que orientam e auxiliam indi­víduos que não teriam sucesso sem o apoio dos pares, ela aborda pontos nevrálgicos que atingem as organizações, como o individualismo e a desconsideração do outro. Segundo Renata, alguns gaps comportamentais incidem negativamente no desempenho das equipes e, por conseguinte, no resultado dos negócios. “Por mais que se busquem novas estratégias de gestão de pessoas, é importante saber como motivá-las. Promover um foco compartilhado de propósito não basta”, afirma.

A autora mostra ainda que assegurar uma cultura de valor norteada por uma perspectiva ética e pelo princípio da responsabilidade é uma estratégia clara e simples que implica direção e, consequentemente, visão de futuro. Em função do dinamismo do mercado globalizado, ações comuns e colaborativas tornam-se mais ágeis e capazes de antecipar respostas, assegurando uma vantagem competitiva.

Segundo Renata, o potencial colaborativo, por meio de redes de inovação entre indivíduos e entre empresas, parece fornecer respostas mais adequadas às demandas ambientais. Em vista disso, pessoas e organizações estão interligadas por um conjunto de relacionamentos e redes que surgem, com base em elos de confiança, como uma linguagem de vínculos. É uma maneira compartilhada de interagir com a realidade, de enxergar e explorar limitações, diferenças e distintos aspectos de um problema. “A eficiência e a eficácia do capital social dizem respeito aos processos e às dinâmicas grupais, à qualidade de relacionamento e à comunicação. Para tanto, é fundamental a troca de experiências, a disseminação de estratégias, informações e conhecimentos”, explica a autora.

A obra inclui depoimentos de funcionários dos mais diversos escalões que participa­ram de treinamentos em Recursos Humanos conduzidos pela autora.

Renata Di Nizo formou-se pela tradicional Escola Superior de Arte Dramática de Barcelona. Em seguida, dedicou-se à pesquisa e à experimentação da criatividade em grupos, no Instituto de Ciências da Educação da Universidade Central de Barcelona. Em Paris, estudou teatro com Augusto Boal e juntou-se a outros educadores, empenhados em fomentar metodologias arrojadas. Estudou criatividade em Paris com o sociólogo Guy Aznar e dinâmica e funcionamento de grupos na pós-graduação da Sociedade Brasileira de Dinâmica de Grupos e Coaching Integrado (International Coaching Institute). Em 2000, criou a Casa da Comunicação, empresa especializada em soluções de aprendizagem que visam estimular a expressão criativa e o diálogo multicultural, repensar velhas formas de fazer as coisas e buscar outras melhores, inovando – em conjunto – continuamente. Sua prática profissional inspirou e embasou diversos livros, que constituem importantes subsídios para o desenvolvimento de competências de comunicação e criatividade.

Para saber mais sobre o livro Equipes solidárias, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Equipes+solid%C3%A1rias

Para conhecer os outros livros da autora publicados pelo Grupo Summus, acesse:

 

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