NOITE DE AUTÓGRAFOS NA LIVRARIA DA VILA DO SHOPPING PÁTIO HIGIENÓPOLIS, EM SÃO PAULO

Convidados e amigos prestigiaram o lançamento de Os animais e a psique –
Volume 2
, da Summus Editorial. O evento aconteceu na última terça-feira, 17 de outubro, na Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis em São Paulo.

RÁDIO CBN ENTREVISTA EDITORA-EXECUTIVA DO GRUPO SUMMUS SOBRE FLÁVIO GIKOVATE

No dia 13/10/2017, completou um ano de falecimento do nosso autor Flávio Gikovate. Neste dia, a editora-executiva do Grupo Editorial Summus, Soraia Bini Cury, foi entrevistada por Tania Morales, no programa CBN Noite Total, da rádio CBN. Elas conversaram sobre a vida do psicoterapeuta, suas obras e o ebook, lançado pelo selo MG Editores em homenagem a Gikovate e que pode ser baixado gratuitamente nas melhores livrarias virtuais.

Ouça a entrevista abaixo:

 

Baixe o seu gratuitamente clicando em uma das imagens abaixo. Você será redirecionado automaticamente para a página do e-book na loja.

 

 

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Conheça todas as obras de Flávio Gikovate, publicadas pela MG Editores:
http://www.gruposummus.com.br/mg/autor//Fl%C3%A1vio+Gikovate

 

‘CASAR OU NÃO CASAR: EIS A QUESTÃO’

Sinal dos tempos: ao iniciar um relacionamento, o casal realiza uma romântica viagem ao cartório mais próximo e registra um documento no qual esclarece suas intenções. Em geral, as cláusulas e disposições que o casal faz constar no contrato resumem-se ao seguinte: o que é meu é meu, o que é seu é seu, e quando o relacionamento acabar, ninguém deve nada a ninguém. Carimbos e assinaturas devidamente providenciados, o casal deixa o cartório feliz da vida, com a certeza de que o patrimônio de cada um está devidamente protegido de eventuais intempéries que possam acometer o relacionamento amoroso. Será?

Não raro, quando me deparo com interlocutores ávidos por obter as melhores respostas para as dúvidas em direito de família e direito sucessório, uma delas é mesmo singular “- Dra. Ivone, o que é mais interessante para um casal: formalizar de uma vez o casamento ou manter o relacionamento como união estável?”

Difícil resposta. Cada casal, individualmente falando, traz uma história de vida, relacionamentos anteriores, filhos, algum tipo de sociedade profissional, enfim, uma série de envolvimentos passados e presentes que podem interferir e modificar tanto a trajetória profissional como a amorosa/sentimental.

Não por outro motivo observamos que a prática dos chamados contratos de relacionamento está tão disseminada que é possível encontrar, após uma rápida consulta na internet, modelos desses documentos prontos para imprimir e assinar. Contudo, é preciso ter cuidado – e uma boa orientação profissional – na hora de elaborar tais contratos. Do contrário, você pode pensar que acabou de adquirir um seguro capaz de proteger seus bens de rompimentos afetivos e de outros “sinistros” advindos de uma separação, quando, na verdade, está se expondo a uma bela e custosa briga na Justiça.

Quer ver um exemplo? Certa vez um cliente me trouxe um contrato que ele havia baixado da Internet. O documento possuía uma cláusula na qual os contratantes se comprometiam a não fazer nenhuma exigência futura em relação ao patrimônio um do outro. Mais adiante, outra cláusula informava que os dois garantiam jamais, em hipótese alguma, exigir pensão alimentícia do parceiro ou parceira se o relacionamento chegasse ao fim. Tudo muito bonito no papel.

Na prática, porém, as coisas não são bem assim. Se a relação vier a se tornar uma união estável – definida pelo artigo 1.723 do Código Civil Brasileiro de 2002 como um relacionamento público, continuo e duradouro, estabelecido com o objetivo de constituir família (havendo ou não filhos em comum) –, o regime de bens que prevalece é o equivalente ao da comunhão parcial de bens. De acordo com esse regime, os parceiros têm direito, após a separação e o devido reconhecimento judicial da união estável, à metade dos bens adquiridos pelo casal a título oneroso durante o relacionamento.

E se um dos companheiros vier a falecer, o parceiro sobrevivente poderá receber herança, em proporções que dependerão da existência de outros herdeiros e de seu grau de parentesco com o falecido. Cabe lembrar que esses direitos independem do fato de o parceiro ter ou não contribuído financeiramente para a aquisição dos bens em questão. Além disso, é bom que se deixe claro: pessoas que vivem em união estável também podem requerer o pagamento de pensão alimentícia ao fim do relacionamento.

Tendo tudo isso em mente, voltemos aos contratos. Os parceiros de uma união estável podem estabelecer, por meio de documento registrado em cartório, um acordo referente à administração e partilha de seus bens diferente das estipulações previstas pelo regime da comunhão parcial. Contudo, nada impede que, no futuro, um dos dois recorra à justiça para contestar esse acordo, alegando, por exemplo, que as circunstâncias mudaram e que agora ele ou ela necessita de amparo econômico. E, dependendo do entendimento que tiver do caso, o juiz pode lhe dar razão.

É importante ressaltar que nem mesmo um contrato elaborado por advogado, segundo parâmetros legais, está imune de ser judicialmente contestado. Porém, quanto maior for o embasamento legal do documento, maiores serão as chances de que o juiz o aceite na ocorrência de uma eventual disputa judicial. Conclusão: informe-se e consulte um advogado especializado em Direito de Família antes de baixar um contrato de relacionamento da Internet.

Gastar um pouco de tempo e de dinheiro antes pode lhe poupar de uma série de despesas e de dores de cabeça depois.

 

Ivone Zeger é advogada especialista em Direito de Família e Sucessão. Membro efetivo da Comissão de Direito de Família da OAB/SP é autora dos livros “Herança: Perguntas e Respostas”, “Família: Perguntas e Respostas” e “Direito LGBTI: Perguntas e Respostas – da Mescla Editorial.

Artigo publicado no Estadão, em 10/10/2017. Para acessar na íntegra (restrito a assinantes ou cadastrados): http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/casar-ou-nao-casar-eis-a-questao/

 

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Conheça os livros da autora:

FAMÍLIA
Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Quando o assunto é direito da família, somente uma especialista como Ivone Zeger pode responder de forma simples e direta às principais dúvidas relacionadas com casamento, divórcio, pensão alimentícia, partilha de bens, adoção, violência doméstica, filhos, união gay etc. – tudo de acordo com as mudanças ocorridas na legislação.

 

HERANÇA
Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Quais são os motivos para deserdar alguém? Bens de família também entram no pagamento da dívida? Quando uma pessoa morre sem deixar testamento, quem fica com os bens? O que cabe aos enteados? E à segunda esposa? Divorciados têm direito à herança do cônjuge? O que é usufruto? Filhos têm de dividir a herança com o avô?

Essas são apenas algumas das perguntas respondidas neste livro. Com base em sua ampla experiência em Direito de Família e Sucessão, a advogada Ivone Zeger esclarece – em linguagem simples e objetiva, bem distante do “juridiquês” que assusta os leigos – as dúvidas mais comuns que todos temos sobre o assunto.

DIREITO LGBTI
Perguntas e respostas
Autora: Ivone Zeger

Esta obra de Ivone Zeger tem o objetivo de responder a questões relativas a casamento, união estável, adoção, inseminação artificial, dissolução de união estável, divórcio, partilha de bens, herança, entre outros temas pertencentes ao Direito de Família, porém voltados ao público homossexual, bissexual e transexual.

 

SUMMUS APOIA O XV CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PNL

Em breve ocorrerá a edição de 2017 do  Congresso Latino-Americano de Programação Neurolinguística. Com o tema “PNL em cenário de mudanças”, o evento, que está em sua 15ª edição, será realizado no Hotel Confort Suítes, na cidade de Vitória, no ES, entre os dias 03 e 05 de novembro (pré-congresso noss dias 02 e 03/11).
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Veja a programação completa do congresso e faça sua inscrição pelo  site http://congressopnl.com.br/

 

As obras de PNL da Summus serão comercializadas no local. Para conhecer todos os nossos títulos a área, acesse: http://bit.ly/2dFmAdz

AUTORAS O SEGUNDO VOLUME DO LIVRO “OS ANIMAIS E A PSIQUE” AUTOGRAFAM EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Shopping Pátio Higienópolis) promovem no dia 17 de outubro, terça-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do segundo volume do livro Os animais e a psique. As autoras – Denise Gimenez Ramos, Maria do Carmo De Biase, Maria Helena Monteiro Balthazar, Neusa Maria Lopes Sauaia, Roseli Ribeiro Sayegh e Stella Maia T. Cerquinho Malta – recebem os amigos e convidados na livraria, que fica no Shopping Pátio Higienópolis, piso Pacaembu (Av. Higienópolis, 618 – São Paulo).

Presente no cotidiano, nos sonhos, nas fantasias, nos mitos, nos contos, no folclore e na arte, o animal é uma das imagens mais poderosas para o ser humano. Essa proximidade foi objeto de estudo de um grupo de psicólogas que dedicou anos de pesquisas a expandir a compreensão dessa rica relação. No segundo volume do livro Os animais e a psique, as autoras analisam sete animais – asno, camelo, gato, golfinho, morcego, raposa e rato – e mostram como a energia deles se manifesta simbolicamente no homem, na forma de forças variadas e significativas.

Os animais são abordados no livro em suas várias dimensões, tanto no aspecto biológico quanto no aspecto simbólico. Na parte biológica, as autoras ressaltam aspectos etológicos, ou seja, relativos aos hábitos de cada animal e sua relação com o ambiente, além de características anatômicas e fisiológicas. Na parte simbólica, contos, mitos, histórias, sonhos e fantasias das mais diferentes origens ajudam a compor a importância desses animais na cultura e na mente humana, com ênfase à cultura brasileira, sobretudo lendas e costumes folclóricos.

“Não é mais possível viver sem considerar o significado dos animais em nossa vida. Eles exercem grande fascínio sobre nós, como podemos observar na enorme quantidade de livros e filmes que retratam de modo antropomórfico ou realista as qualidades peculiares de muitos deles. Por meio dessa fácil e imediata identificação, valores humanos são transmitidos e vivenciados por crianças e adultos, permitindo a incorporação de diversas qualidades desses animais”, afirmam as psicólogas.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//9788532310774

http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1478/Animais+e+a+psique,+Os+-+Vol.+2

Clique aqui e saiba mais sobre o livro a ser lançado

 

‘MULHERES CONTAM AS MAIORES CULPAS QUE SURGIRAM COM A MATERNIDADE’

Por mais injusto que possa parecer, o sentimento de culpa é algo que chega junto com a maternidade. Os motivos vão dos mais comuns, como os planos de parto e amamentação não saírem como o desejado, até aqueles que surgem depois do período de licença, como o fato de deixar o filho para voltar ao trabalho. Cada uma segue e lida com suas dores de uma forma.

E é bom que seja assim. Segundo Anna Mehoudar, psicanalista do Gamp 21 (Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade), ser mãe [e pai] é um aprendizado contínuo, que não termina no primeiro mês ou ano dos filhos.

“No começo da vida materna, a mulher precisa lidar com a ambivalência de ter nos braços algo que sempre quis (ou não necessariamente) e sofrer por tê-lo. O conflito psíquico está presente. Nesses momentos, o entendimento de que a figura dela como pessoa não se desfez com a chegada do bebê é essencial.”

Além disso, a especialista cita a pressão da sociedade, que idolatra a infância e faz a mãe se sentir culpada por não cuidar da criança da forma “ideal”. “É perfeitamente aceitável que os pais queiram dar tudo do bom e do melhor, mais do que tiveram e o famoso discurso de não cometer os erros daqueles que os criaram. Entretanto, não é possível ter controle de tudo e, muitas vezes, os planos não saem como previstos e o filho está ‘muito bem, obrigada'”.

Diante de todos esses embates, é preciso procurar ajuda, seja especializada, na terapia, ou em grupos para que encontre semelhantes.

A seguir, conversamos com cinco mulheres sobre as culpas que as acompanham na caminhada da maternidade.

Terapia me fez entender que não posso fazer o papel do pai

“Desde que meus filhos tinham 2 e 3 anos, sou separada do pai e me sinto muito culpada pela responsabilidade de cria-los sozinha. Preciso responder pela educação, valores e tudo o que tange a formação deles como ser humano, e não sinto que faço com excelência. Tento dividir esses conflitos com meu ex-marido, que só convive com as crianças de 15 em 15 dias, mas sou ignorada. Além dessa falta de apoio do pai deles, conto com a cobrança dos familiares. Quando me vi sem ânimo, paciência e descontando nos meus filhos toda essa frustração, comecei a fazer terapia. Estava enxergando o meu papel como ‘o chato’ da vida deles, mas, hoje, também com a ajuda de grupos relacionados à maternidade, consegui ampliar minha visão sobre o assunto. Sigo sem apoio e reconhecimento, mas entendi que não posso deixar de fazer o meu papel de mãe, mas que não sou o pai. A responsabilidade é dele e não devo me culpar pela atitude dos outros”, Daniela, 34, mãe de duas crianças, de 7 e 8 anos.

Minha filha estava abaixo do peso por minha culpa

“Ser mãe é a experiência mais legal e sofrida que o ser humano pode viver. É uma mistura de sentimentos. Ao mesmo tempo que amo minha filha de uma forma indescritível, já tive (e tenho) pensamentos de arrependimento por ter decidido tê-la. Então, no primeiro sorriso, vem a culpa de ter sentido isso. Eu não tive o parto que desejei, passei por uma cesárea depois de cerca de sete horas em trabalho de parto. Fiquei muito frustrada. Depois disso, quando ela estava com três meses, em uma consulta com o pediatra, descobri que meu leite não era o suficiente. Aquilo me arrasou. Minha filha estava abaixo do peso porque eu não era capaz de alimentá-la da maneira correta? Até hoje não consigo entender como tinha tanto leite, ouvia o choro e não percebia que era fome porque ela tinha acabado de passar mais de uma hora no peito. Acho que esse remorso seguirá para sempre, mas também penso que faz parte dessa loucura que é a maternidade”, Sandra, 32, mãe de uma menina de 2 anos.

Texto parcial extraído de reportagem de Thais Carvalho Diniz, publicada no UOL em 06/10/2017. Para ler a matéria na íntegra, acesse: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/10/06/mulheres-contam-as-maiores-culpas-que-surgiram-com-a-maternidade.htm

 

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A psicanalista Anna Mehoudar é autora da Summus Editorial. Conheça seu livro:

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DA GRAVIDEZ AOS CUIDADOS COM O BEBÊ
Um manual para pais e profissionais

A gravidez e o parto são marcos na vida da mulher e da família. Neste livro, dedicado a pais e a profissionais de saúde, a psicanalista Anna Mehoudar aborda os aspectos clínicos e psicológicos da gestação e dos primeiros meses com o bebê. Voltada para o parto humanizado e a atenção global à gestante, a obra tem caráter prático e cobre uma vasta gama de assuntos, da mala a ser levada na maternidade à amamentação.

‘7 FATOS QUE PROVAM O LADO BOM DA ROTINA PARA OS RELACIONAMENTOS’

Rotina nem sempre é sinônimo de tédio, chatice, monotonia. Bem dosada, traz tranquilidade para um casal ficar mais unido, enfrentar problemas e ganhar tempo para curtir os momentos a dois.

  1. A rotina não é a principal inimiga do sucesso de uma relação

Em geral, é apontada como vilã, mas são outras questões que promovem o distanciamento do casal: excesso de trabalho, problemas financeiros, divergências de objetivos, chegada de filhos, ciúme, mágoas. Se o relacionamento já está fragilizado, a rotina pode chamar a atenção para o problema e fazer com que os envolvidos tenham que encarar e lidar com a questão.

  1. Rotina não tem nada a ver com monotonia

Ter um dia a dia organizado não é sinônimo de uma relação monótona. Aliás, quanto mais disciplinado for o cotidiano de um casal, mais tempo os dois terão para curtirem bons momentos juntos. A distância emocional, a falta de comunicação e a ausência de carinho envenenam a rotina, levando as pessoas a entrarem em uma zona de conforto movida a pessimismo, pouca ação e baixo investimento na relação. Isso, sim, traz tédio, insatisfação constante e aprisionamento.

  1. A previsibilidade é saudável

Ao organizar a vida, a rotina pode nos ajudar a ganhar mais tempo de qualidade e abre espaço para fazer planos. Ela dá tranquilidade, evita ansiedade e combate a montanha-russa de sentimentos que uma vida muito dinâmica provoca. O relacionamento evolui melhor quando há uma rotina porque é menor a possibilidade de gerar expectativas frustrantes em relação aos compromissos mútuos.

  1. A sensação de pertença faz bem

A estabilidade amorosa permite que os dois se expressem sem receios e desenvolvam suas individualidades. É bom saber que há alguém com quem se pode contar e fazer planos em comum. Ter segurança na esfera amorosa ajuda a lidar melhor com os problemas em outros campos, como o trabalho e os conflitos familiares. O apoio quando um dos dois enfrenta algum perrengue estreita o vínculo e cria força para encarar o que quer que seja. Há mais ação e menos vitimização.

  1. Rotina é sinônimo de boa comunicação

As piadas internas, que criam intimidade e fortalecem o vínculo, provam dia após dia que o casal pode lidar com suas fragilidades e falhas com humor, que é um dos melhores antídotos contra a monotonia no relacionamento. Rir de histórias comuns traz leveza à relação. Outro benefício importante é as delícias proporcionadas pela comunicação só com o olhar, resultado de uma relação baseada em vivência, empatia, carinho e admiração.

  1. Uma vida agitada também tem suas armadilhas

Um cotidiano mais movimentado com festas, viagens e surpresas nem sempre significa uma vida emocionante. Na verdade, a busca por tanta animação pode ser uma forma de defesa. Um dos dois, ou ambos, não consegue encarar a realidade, vive fugindo e preenchendo o espaço para mascarar as insatisfações.

  1. Compartilhar é reconfortante

Ter uma rotina permite que o casal possa fazer atividades juntos que lhe tragam prazer e dissipem o estresse do cotidiano, seja assistir TV juntos, fazer academia, sentar à mesa para jantarem, conversar, desabafar, pedir conselhos, bater papo. Um relacionamento saudável necessita da rotina: é gostoso estar junto e ter hábitos. Há prazer em chegar em casa, conversar, dar e receber carinho, ter seu porto seguro para seguir em frente.
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Fontes: Triana Portal, psicóloga clínica e terapeuta de casal, de São Paulo (SP), e Vanda Lucia Di Yorio Benedito, psicóloga, coordenadora do Núcleo de Casal e Família na Clínica da SBPA (Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica) e organizadora do livro “Terapia de Casal e de Família” (Ed. Summus).

 

Matéria de Heloísa Noronha, publicada originalmente no UOL, em 03/10/2017. Para acessá-la na íntegra: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/10/03/7-fatos-que-provam-o-lado-bom-da-rotina-para-os-relacionamentos.htm

 

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Conheça o livro:
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TERAPIA DE CASAL E DE FAMÍLIA NA CLÍNICA JUNGUIANA
Teoria e prática
Organizadora: Vanda Lucia Di Yorio Benedito
Autores: Vanda Lucia Di Yorio BeneditoAurea Afonso M. CaetanoCláudia NejmeDeusa Rita Tardelli RoblesIrany de Barros AgostinhoIsabel Cristina Ramos de AraujoJane Eyre Sader de SiqueiraLiriam Jeanette EstephanoMaria Beatriz Vidigal Barbosa de AlmeidaMaria da Glória G. de MirandaMaria Silvia C. PessoaMarli TagliariOlga Maria FontanaSusan Carol AlbertAdriana Lopes Garcia

Este livro preenche uma lacuna existente na literatura da psicologia analítica no que se refere ao atendimento de casais. A coletânea aborda, entre outros assuntos, o histórico da abordagem no Brasil, a conjugalidade, o sonho como recurso terapêutico, o uso do sandplay e o processo de individuação.

AUTORES DO LIVRO “A ESCOLA PARA TODOS E PARA CADA UM” AUTOGRAFAM EM SÃO PAULO

A Summus Editorial, Livraria Brainstore e Fecap promovem no dia 4 de outubro, quarta-feira, das 18h às 21h, a noite de autógrafos do livro A escola para todos e para cada um. Os autores – Andreia Pinto, Augusto Galery, Deigles Giacomelli Amaro, Edith Rubinstein e Patrícia Vieirarecebem amigos e convidados na livraria, que fica na Av. Liberdade, 532 – Campus Fecap.

No início do segundo semestre de 2015, os educadores se reuniram para organizar um curso para professores e profissionais que atuam em escolas. A proposta era desmistificar diversas situações observadas no cotidiano escolar. Por exemplo, se a escola é um espaço institucional para aprender, por que tantas crianças e adolescentes tem sido trazidos aos consultórios com o intuito de fazê-los “aprender”? Por que se observa a necessidade de diagnosticá-los e medicalizá-los para justificar uma “não aprendizagem”? Quem são os alunos de “inclusão” e por que eles, muitas vezes, são considerados “vasos” na escola?

Essas e outras perguntas formaram o fio condutor para criar o curso, que precisava de muito estudo e reflexão. Dessa imersão surgiram vários textos. Dos textos nasceu o livro. Uma escola para todos e para cada um é um projeto inovador, que demanda radical e contínua transformação nas abordagens de ensino e aprendizagem. Para os autores, mais do que uma crítica à instituição escolar atual, o paradigma inclusivo de educação requer a reinvenção da escola e de todas as suas práticas e didáticas.

Trata-se de uma abordagem que não menospreza a complexidade do sujeito que aprende, inserido em contextos sociais, econômicos, ambientais e culturais diversos. Tendo ou não deficiência, transtorno ou qualquer outra privação cultural e/ou social, eles merecem o melhor, de acordo com os autores.

Destinado a professores e estudantes de educação e da saúde, como professores de todos os níveis, gestores, psicólogos, terapeutas ocupacionais e alunos dos cursos de pedagogia e psicologia – e também a pessoas com deficiência e seus representantes –, o livro apresenta, entre outros temas:

  • o conceito de inclusão;
  • os entraves à verdadeira educação inclusiva;
  • as principais dúvidas e angústias de pais e professores;
  • a inclusão na perspectiva da legislação brasileira;
  • recursos, procedimentos e práticas que ajudam os alunos  – com e sem dificuldades físicas e/ou psíquicas – a estabelecer uma relação rica e prazerosa com o aprendizado;
  • casos reais de sucesso em escolas públicas e particulares de diversas localidades do país;
  • possibilidades de superar as barreiras à inclusão.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1475/9788532310781

‘PÔR FILHO PARA PENSAR NÃO É CASTIGO: VEJA AÇÕES EDUCATIVAS PARA CADA IDADE’

Quando seu filho faz alguma coisa errada, você o coloca no cantinho para pensar no que fez? Temos uma má notícia: as chances de ele mudar o comportamento são mínimas. “A criança de até 6 anos não tem a compreensão moral das coisas, dos seus atos. Ela obedece porque alguém diz que aquilo é certo ou errado. Ou porque a mãe fica triste ou contente” diz a psicóloga infantil Elizabeth Monteiro. Além disso, vincular o pensar — algo positivo e enriquecedor — a um castigo não é uma boa ideia.

Para a especialista, o castigo só tem fundamento se for educativo e não punitivo. “Caso contrário, só serve para descarregar a raiva do adulto e para medir poder”, explica. Quer saber o que pode funcionar de verdade na hora de corrigir os erros do seu filho? Veja estas dicas dos especialistas, sempre levando em conta a idade da criança:

Até 3 anos

Em vez de colocar de castigo ao desobedecer, é melhor mudar o foco da criança. Nesta fase, ela é oposicionista e teimosa por natureza. Claro, falar com firmeza (sem gritar) e ter coerência é importante, mas será mais eficiente distraí-la.
O que fazer: se estiver pulando no sofá e não quiser descer, chame-a para pintar uma caixa de papelão, desenhar no box do banheiro com pasta de dente ou fazer um bolo na cozinha – sim, precisa ter criatividade! Já se quiser que seu filho não mexa nas coisas, mantenha o ambiente livre e os objetos “proibidos” fora de seu alcance. Nesta idade, a criança precisa mexer em tudo, porque ao explorar ela desenvolve a percepção tátil, gustativa, visual e entende para que que serve cada coisa.

Até os 5 anos

Nesta fase, a criança acha que é o centro do universo, mas já é possível ajudá-la a construir a noção de que as atitudes têm consequências.
O que fazer: quando ela estiver muito irritada ou tendo um ataque de birra, por exemplo, você pode mandá-la para o quarto para se acalmar. Também funciona sair de perto e voltar quando a criança estiver calma. Outra maneira de educar, ajudando a entender o sistema atitude-consequência, é, dizer “após guardar os brinquedos, você poderá sair para brincar” ou “depois que tomar seu banho poderá voltar para assistir à TV mais um pouquinho”.

A partir dos 6 anos

A criança já entende um pouco melhor que todo ato tem uma consequência. Portanto, pode arcar com o preço de suas escolhas.
O que fazer: se seu filho enrola para sair de casa de manhã, em vez de ameaçar, deixe o perder a aula, a prova, a matéria. Ele é quem vai sair no prejuízo. Perceba os motivos pelos quais vocês sempre discutam e trabalhe neles. Um pré-adolescente que nunca está pronto na hora de sair de casa, pode ser excluído do passeio, vez ou outra.

Em todas as idades

Se a criança agride fisicamente ou verbalmente outra pessoa, mostrando-se muito descontrolada, deverá ser retirada do lugar para esperar se acalmar. Só depois, quando estiver tranquila, os pais deverão conversar sobre a atitude dela e fazê-la refletir.

Fontes: Adriana Lot Dias, psicóloga e pedagoga. Clay Brites, pediatra e professor da Unicamp. Elizabeth Monteiro, psicóloga, pedagoga e autora do livro “Criando Filhos em Tempos Difíceis – Atitudes e Brincadeiras Para uma Infância Feliz” (Summus Editorial).

 

Matéria de Carolina Prado e Gabriela Guimarães, publicada originalmente no UOL, em 03/10/2017. Para acessá-la na íntegra:
https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/10/03/por-filho-para-pensar-nao-e-castigo-veja-acoes-educativas-para-cada-idade.htm

 

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Conheça todas as obras da psicóloga Elizabeth Monteiro publicadas pelo Grupo Summus:

CRIANDO FILHOS EM TEMPOS DIFÍCEIS
Atitudes e brincadeiras para uma infância feliz

Buscando aprimorar a interação entre pais e filhos, Betty Monteiro aborda neste livro os benefícios do brincar e explica as brincadeiras preferidas pelas crianças em cada fase do desenvolvimento. Fala ainda sobre a “criança difícil”– a que não come, a medrosa, a do contra etc. – e dá dicas para lidar com conflitos. Em linguagem simples e fluida, ela nos convida a voltar à infância e a aproveitar melhor o tempo com os pequenos.

 

CRIANDO ADOLESCENTES EM TEMPOS DIFÍCEIS

O amor parental não é estático: ele muda com o tempo e com os filhos. Por isso, os pais precisam atualizar seu modo de sentir e amar. Com uma linguagem direta e delicada, Elizabeth Monteiro fala sobre a necessidade de proteger os adolescentes de ameaças como as drogas e, ao mesmo tempo, de incentivar a autonomia deles. Sem fórmulas mágicas, a autora estabelece com pais e educadores um diálogo amplo e profícuo.

 

A CULPA É DA MÃE
Reflexões e confissões acerca da maternidade

Neste livro emocionante e catárquico, a psicoterapeuta Elizabeth Monteiro relata suas experiências – muitas vezes desastradas – como mãe de quatro filhos. Partindo das relações familiares na época de sua avó e passando pela própria infância, ela mostra que as mães, independentemente da geração, erram. Mas não devem se sentir culpadas por isso. Prefácio de Lya Luft.

 

AVÓS E SOGRAS
Dilemas e delícias da família moderna

Que papel é reservado às avós no mundo de hoje? E às sogras? Certamente elas não são mais aquelas velhinhas que passavam o dia todo tricotando. Hoje, trabalham fora, cuidam ativamente dos netos e muitas vezes sustentam toda a família. Nesta obra, Betty Monteiro fala sobre o lugar dos avós na sociedade moderna, aponta limites para a intervenção na família e aponta caminhos para uma convivência intergeracional harmoniosa.

 

CADÊ O PAI DESSA CRIANÇA?

Pais ausentes, descomprometidos, perdidos em seus papéis. Nessa realidade contemporânea, se A culpa é da mãe, cadê o pai da criança? Baseada em sua experiência clínica e em pesquisas diversas, Betty Monteiro aborda os conflitos familiares, os modelos inadequados de pais – ilustrados com casos clínicos – e dá sugestões para resgatar a identidade paterna e mostrar sua importância na formação dos pequenos.

 

VIVER MELHOR EM FAMÍLIA
Dicas e atitudes para relacionamentos saudáveis e filhos felizes

Criar filhos e manter relações familiares harmônicas não é tarefa fácil. Neste livro, Betty reúne reflexões e comentários publicados em suas cinco obras anteriores. Além de se dirigir às mães, a coletânea também pode ser lida por avós, pais e cuidadores.