AUTOR DO LIVRO “CINE ARCO-ÍRIS” FAZ PALESTRA NA LIVRARIA DA VILA-LORENA

O jornalista Stevan Lekitsch faz palestra na Livraria da Vila (Al. Lorena – São Paulo), no dia 29 de maio, quarta-feira, a partir das 19h, sobre o livro Cine Arco-Íris – 100 anos de cinema LGBT nas telas brasileiras (Edições GLS). A obra reúne filmes com temática LGBT produzidos nos últimos 100 anos e traz mais de 270 resenhas que giram em torno de personagens lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. A palestra acontece no auditório da livraria, que fica na Alameda Lorena, 1.731 – Jd. Paulista.

Tímida no início do século XX, profícua nos últimos anos, a produção de filmes com temática LGBT cresceu à medida que o preconceito diminuiu. Hoje, o público tem uma ampla gama de películas à disposição. No livro, Lekitsch apresenta uma seleção das melhores produções cinematográficas de cunho homo, bi ou transexual.

Fruto de mais de dez anos de pesquisa, o livro apresenta resenha, ficha técnica e curiosidades de bastidores de quase 300 filmes produzidos nos últimos 100 anos. “A ideia não era simplesmente fazer um compêndio de títulos. Procurei ir mais fundo, enfocando os filmes que tiveram importância histórica”, afirma Lekitsch. De clássicos como Morte em Veneza a filmes polêmicos como Transamérica, a obra traz o melhor da produção nacional e estrangeira.

O livro começa fazendo uma análise histórica do surgimento do cinema, em 1895, e chega até o fim da década de 1940 – época em que não havia tanta liberdade para abordar a temática LGBT. Ainda assim, encontram-se boas surpresas, como o sinistro Festim diabólico, de Alfred Hitchcock, em que a homossexualidade dos protagonistas fica apenas subentendida. Outro destaque é o drama histórico A rainha Cristina, estrelado por Greta Garbo, que faz o papel de uma monarca bissexual.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Cine+arco-%C3%ADris

Serviço 

Evento: Palestra com Stevan Lekitsch sobre o livro “Cine Arco-Íris”
Data: 29 de maio, quarta-feira
Hora: 19h
Local: Livraria da Vila
Endereço: Alameda Lorena, 1.731 – Jd. Paulista*
Informações: 11-3062-1063

*auditório

DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA A HOMOFOBIA

No dia 17 de maio é celebrado o Dia Mundial da Luta Contra a Homofobia. A data foi instituída por ativistas franceses em 2005 e conta com ações em cerca de 60 países. Engana-se quem imagina que a violência contra homossexuais é maior apenas no Brasil e em países menos desenvolvidos. Um estudo divulgado pela Agência para Direitos Fundamentais da União Europeia revela que 25% dos gays da Europa já sofreram algum tipo de agressão homofóbica.

Levantamento do Grupo Gay da Bahia (GGB), divulgado em janeiro de 2013, aponta que foram registrados no ano passado 338 homicídios de brasileiros homossexuais, incluindo duas transexuais mortas na Itália. Isso representa, segundo a entidade, um assassinato a cada 26 horas, indicando aumento de 27% em relação a 2011, quando houve 266 mortes, e crescimento de 177% nos últimos sete anos.

Apesar das dificuldades, a comunidade GLS tem motivos para comemorar nessa data. Por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), desde o dia 14 de maio, os cartórios de todo o Brasil são obrigados a celebrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.  A decisão vai garantir aos casais homossexuais um tratamento jurídico menos desigual e contribuir para um olhar mais legítimo da sociedade sobre esse tipo de união.

EDIÇÕES GLS

Criado em 1998 pelo Grupo Editorial Summus, o selo Edições GLS é dirigido a gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. A editora foi criada para dar voz aos assuntos de interesse específico desses grupos, e também para pais, amigos, médicos, terapeutas e professores, para que possam compreender melhor seus filhos, amigos ou clientes.

O selo tem mais de 50 obras publicadas. Os livros incentivam a auto-estima, a liberdade interna, a expressão da identidade legítima e natural de cada um.

Clique aqui para conhecer os títulos:
http://www.gruposummus.com.br/edgls/?editora=edgls

REVISA DOS VEGETARIANOS DESTACA LIVRO “TERAPIA INTEGRATIVA”

A edição de maio da Revista dos Vegetarianos deu destaque para o livro Terapia integrativa (Editora Ágora), do psicólogo Ilan Segre. Na reportagem intitulada “Use a força dos vegetais para prevenir gripes e resfriados”, o autor conta que evitar produtos industrializados e substituí-los pelos orgânicos, livres de agrotóxicos, é dar um passo importante para recuperar e manter a saúde. Veja a entrevista na íntegra: http://goo.gl/AoG8m.

No livro, Segre mostra saídas possíveis para recuperar e manter a saúde. Aliando o amplo conhecimentoem ioga, naturopatia e ayurveda à sua formação de psicólogo, ele mostra como a unificação da mente, do corpo, do movimento e da alimentação pode ajudar a estabelecer o bem-estar físico e mental.

O ponto de partida da obra é a própria história do autor. Com um sistema imunológico fraco, Segre sofreu com broncoespasmos e passou boa parte da infância e da adolescência tomando antibióticos para combater recorrentes infecções. A partir dos 16 anos, começou a sofrer também com crises de enxaqueca, que o obrigavam a fazer uso constante de analgésicos. Sem encontrar respostas coerentes para as dúvidas em relação ao funcionamento do seu organismo e depois de tentar inúmeros tratamentos, decidiu descobrir como viviam nossos antepassados, sem toda a parafernália medicinal. E, assim, foi para a Índia.

Durante quase dois anos, Ilan viveu num quarto pequeno, de apenas nove metros quadrados, sem televisão e sem banheiro. Ali, releu os textos antigos e conheceu as práticas naturopatas de origem alemã, envolvendo dietas e processos naturais para desintoxicação do corpo. Também aprendeu mais sobre a lógica da ayurveda que utiliza alimentos e ervas para prevenir e tratar doenças e intensificou a prática de ioga e de limpeza. Com todo esse aprendizado, a maior descoberta foi constatar que os sintomas de uma doença não aparecem por acaso.

“O que vemos por experiência é que as crianças vivem no consultório do pediatra com o nariz escorrendo, e terão inúmeras infecções respiratórias quando pequenas. Depois, na adolescência ou na idade adulta, vêm os problemas digestivos, enxaquecas, afecções de pele e afins. Em seguida, problemas de coração e de câncer e, por último, as doenças degenerativas. A questão é que aprendemos que tudo isso é natural e ninguém está a salvo. Será?”

Em 16 capítulos, Segre nos instiga a pensar sobre os motivos pelos quais adoecemos, apresenta soluções simples para problemas potencialmente complexos e mostra a aplicação prática dessa técnica, que busca tratar as pessoas de forma integral. Em muitas situações, ocorreu rápida melhora e os sintomas foram minimizados ou controlados.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1324/TERAPIA+INTEGRATIVA

AUTOR DE “MUITO ALÉM DO ARCO-ÍRIS” AUTOGRAFA EM SÃO PAULO

As Edições GLS e a Livraria Cultura do Conjunto Nacional promovem no dia 27 de maio, segunda-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Muito além do arco-íris – Amor, sexo e relacionamentos, do psicólogo Klecius Borges. O autor receberá os convidados na livraria, que fica na Avenida Paulista, 2073, São Paulo.

Será que os casais homossexuais têm os mesmos problemas de relacionamentos que os casais heterossexuais? As mesmas dúvidas, os mesmos dilemas, as mesmas preocupações? Para o autor, a resposta é simples: não. Pioneiro na aplicação da terapia afirmativa no Brasil – modalidade psicoterápica que se ocupa especificamente das questões comuns enfrentadas por esse público –, ele afirma que as questões sobre relacionamento estão no topo da lista dos assuntos levados ao consultório. O que falta para esse público, segundo ele, é informação, já que são raras as referências ou representações sobre a natureza dessas relações.

No livro, Borges começa a corrigir essa escassez de informação. Apresentando uma seleção de casos tratados de uma perspectiva não heternormativa, ele aborda assuntos como autoaceitação, visibilidade social, homofobia e preconceito, abrindo caminho para a autorreflexão e a transposição de barreiras na busca de uma vida mais equilibrada e feliz.

“Por mais que certas questões relacionais sejam comuns a todos os indivíduos, afirmar que casais são casais, não importando sua orientação e identidade sexual, é no mínimo um reducionismo. Para mim, essa atitude é inaceitável”, diz Klecius.  Segundo ele, essa afirmação desconsidera as dinâmicas psíquicas e sociais envolvidas nas vivências e experiências de indivíduos e casais submetidos a uma cultura não apenas heteronormativa, mas muitas vezes opressora e dominada, ainda hoje, por práticas e atitudes fortemente discriminatórias.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1338/Muito+al%C3%A9m+do+arco-%C3%ADris

DENISE KUSMINSKY, AUTORA DE “REENCONTRO”, É ENTREVISTADA PELO IG

O site iG publicou ampla entrevista com Denise Kusminsky, autora do livro Reencontro (Editora Ágora), nesta terça-feira, dia 14 de maio. Na reportagem, intitulada “Mãe reencontra filho três décadas depois de entrega-lo para adoção”, Denise afirma que passou a vida pensando na criança. “Procuava em todos os lugares meninos que tivessem alguma semelhança comigo”, conta. Leia a íntegra: http://goo.gl/1sEr9.

A história de Denise Kusminsky não é incomum. Diante da alternativa de abortar o filho na adolescência, milhares de adolescentes ainda optam pela vida. Uma parte enterra os planos de juventude e assume a maternidade; a outra, da qual Denise faz parte, entrega o filho para adoção. O que torna esse relato único é o ato de coragem. Coragem de vir a público depois de quase 40 anos e contar, pela primeira vez, detalhes do que viveu e ainda vive. Com dignidade, ela encarou os erros para seguir em frente. Quis o destino que ela reencontrasse o filho. Uma história verídica emocionante de mágoa e silêncio, mas também de luta, intuição e amor. Esse é o enredo do livro Reencontro.

“Trata-se de um desabafo e de um meio de organizá-lo em meu coração, além de ser um legado para que meus descendentes conheçam a minha versão de acontecimentos ocorridos tão precocemente na minha vida, mas que me acompanham até hoje”, afirma a autora.

Denise ficou grávida aos 18 anos, em 1975, em uma época de repressões que não provinham apenas da ditadura. Sexo era tabu. Jovem paulistana de classe média, vivia cercada do carinho dos pais e cheia de planos de vida quando encarou a dura realidade. O pai do seu filho, jovem como ela, sugeriu o aborto. Inicialmente, parecia o melhor a ser feito. Depois de percorrer algumas clínicas, no entanto, ela desistiu e preferiu lutar. Empenhada em preservar a vida do filho a qualquer custo, se viu obrigada a aceitar a única alternativa que se apresentou: entregar o bebê a outra família que teria melhores condições de criá-lo.

Sem que ninguém soubesse da gravidez, Denise foi levada à casa dos pais do médico que se encarregaria do parto. Ele também seria o responsável por entregar a criança à família adotiva. Para os amigos e familiares, Denise havia partido para uma viagem de intercâmbio aos Estados Unidos. Isolada, passou cinco meses de gestação acariciando a barriga e tentando dar ao filho um amor intenso, que pudesse compensar o que não poderia oferecer depois.

No dia 7 de setembro de 1975, Denise deu à luz. “Por toda a minha vida eu haveria de levar a lembrança daquele dia. Por anos e anos, bastava fechar os olhos para ouvir de novo aquele choro e reviver o desespero daquele instante”, conta. Para facilitar o rompimento, o médico optou pela cesárea. Segundo ele, o parto normal poderia criar um vínculo que não se pretendia naquele momento. Ele acreditava que a anestesia pudesse aliviar todas as dores. Ledo engano. De volta ao lar, Denise enterrou o assunto com toda a tristeza que ele carregava e decidiu retomar a vida. Casou, teve filhos, depois netos, mas não houve um único dia em que ela não se lembrasse do filho.

Movida pelo desejo de reencontrá-lo, cinco anos depois, contou ao marido o que se passara. Apesar de ter ficado abalado, ele a apoiou e pensaram na hipótese de reaver o menino na justiça. Os advogados, contudo, desaconselharam, afirmando que o melhor a fazer era deixar a criança em paz com a família que tão bem o acolhera. Como, de repente, uma criança já com 5 anos receberia uma mãe que nunca conhecera?

Era um pacto de silêncio que, a princípio, deveria durar para o resto da vida. Mas o destino foi contra. Em outubro de 2009, 34 anos depois, o filho de Denise decidiu procurá-la. O desejo que ela acalentou durante anos, enfim, se tornaria realidade. Um abraço forte, um pedido de desculpas e a certeza de que nada mais seria como antes.

“Foi um milagre tê-lo reencontrado, mas infelizmente não deu tudo certo, nem poderia ter dado. Qual foi a sua primeira palavra? Como era a sua voz? Eu nunca saberei. O tempo passou e não admite volta. Queria tê-lo levado na porta da escola em seu primeiro dia de aula. Ter beijado a sua testa desejando boa sorte. Não ensinei nada ao meu filho. Não temos fotos juntos. Mesmo assim uma vida inteira se passou e nos reencontramos. Temos o direito de ser felizes e de conviver como mãe e filho para sempre, ainda que de forma torta, diferente”, conclui Denise.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1334/REENCONTRO

A PRODUÇÃO DA DOENÇA, POR VLADIMIR SAFATLE

A partir do final de maio, estará disponível a quinta e última versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). É de esperar que, a partir de agora, um importante debate a respeito da maneira com que as distinções entre normal e patológico foram modificadas chegue à opinião pública.

Utilizado de maneira cada vez mais extensiva como padrão de reflexão sobre a natureza do sofrimento psíquico, o DSM está longe de ter o fundamento científico e isento que ele gostaria de nos fazer acreditar. Influências de toda ordem entram em cena. Afinal, cada novo transtorno é promessa de novos investimentos bilionários da indústria farmacêutica, assim como garantia do aparecimento certo de verdadeiras epidemias visíveis do dia para a noite graças à divulgação maciça pela imprensa mundial e suas matérias de saúde.

Talvez isso explique ao menos um pouco essa verdadeira tendência de “patologização da vida cotidiana” levada a cabo pelo DSM-5, que elevou o número de patologias mentais a 450 categorias diagnósticas. Elas eram 265 no DSM-3, lançado em 1980, e 182 no DSM-2 (de 1968).

De fato, com modificações como as que diminui o luto patológico de dois meses para 15 dias ou que cria categorias bisonhas como o transtorno disruptivo de desregulação de humor, o vício comportamental (behavioral addiction) ou o transtorno generalizado de ansiedade, dificilmente alguém que passa por conflitos psíquicos e períodos de incerteza entrará em um consultório psiquiátrico sem um diagnóstico e uma receita médica.

Por trás desta estratégia clínica, com sua negação de perspectivas etiológicas, há a tentativa equivocada de transformar toda experiência de sofrimento em uma patologia a ser tratada. Mas uma vida na qual todo sofrimento é sintoma a ser extirpado é uma vida dependente de maneira compulsiva da voz segura do especialista, restrita a um padrão de normalidade que não é outra coisa que a internalização desesperada de uma normatividade disciplinar decidida em laborató- rio. Ou seja, uma vida cada vez mais enfraquecida e incapaz de lidar com conflitos, contradições e reconfigurações necessárias.

 

Há de se perguntar se tal enfraquecimento não será, ao final, o resultado social destas modificações no campo da saúde mental patrocinadas pelo DSM. Pois uma coisa é certa: há muito o que questionar na eficácia de tais sobrediagnósticos. Basta lembrar como houve, de 2000 a 2009, um aumento de 60% no consumo de antidepressivos nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico). Nada indica que a taxa de depressão tenha diminuído.

Vladimir Safatle é professor livre-docente do Departamento de filosofia da USP (Universidade de São Paulo). Escreve às terças na Página A2 da versão impressa.

Coluna publicada na Folha de S.Paulo em 14/05/2013. Para ver o texto original, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/vladimirsafatle/2013/05/1278102-a-producao-da-doenca.shtml 

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Se interessa pelo assunto? Conheça o livro “A tristeza perdida – Como a psiquiatria transformou a depressão em moda”, de Jerome C. Wakefield Allan V. Horwitz.

Nos últimos anos, a depressão se transformou no distúrbio mais tratado por psiquiatras. Ao mesmo tempo, o consumo de antidepressivos aumentou significativamente. Neste livro, Horvitz e Wakefield criticam tal postura, mostrando que a tristeza, comum a todo ser humano, vem sendo tratada como doença – e expondo as implicações dessa prática para a saúde.

BETTY MONTEIRO PARTICIPA DE MESA-REDONDA EM EVENTO NO COLÉGIO SANTA MARCELINA

A psicopedagoga Elizabeth Monteiro, autora dos livros Criando filhos em tempos difíceis, A culpa é da mãe e Criando adolescentes em tempos difíceis, participa da 8ª EXPOSANTA – FEIRA LITERÁRIA E FÓRUM DE PROFISSÕES, evento no Colégio Santa Marcelina, no dia 18 de maio.  O colégio fica na Rua Cardoso de Almeida, 541, em Perdizes, São Paulo. A autora participará do painel “Xô, televisão – Uma reflexão sobre o uso da televisão na educação dos filhos”, que ocorrerá às 12h30.
O evento é aberto ao público e a entrada é franca.

 

 

REVISTA CARTA CAPITAL DESTACA O LIVRO “APRENDER A ESCRITA, APRENDER COM A ESCRITA”

A edição de maio da revista Carta Capital deu destaque para o livro Aprender a escrita, aprender com a escrita (Summus Editorial). A obra traz artigos de 11 especialistas que abordam os fatores que intervêm na produção e construção do discurso em diferentes momentos da vida da criança. Veja a nota: http://goo.gl/lwsai.

Como se caracterizam a escrita e a cultura escrita? Como se relacionam a cultura escrita e a escola? Que fatores atuam nessa relação? Como se aprende a escrever? Como podemos conceber, em termos críticos, práticas pedagógicas intimamente associadas com práticas sociais letradas?

O livro Aprender a escrita, aprender com a escrita apresenta reflexões sobre a prática de produção de textos em sala de aula, na perspectiva de um processo de ensino-aprendizagem complexo e contínuo.

Os especialistas partem da produção de crianças, jovens e adultos em diferentes momentos do processo de escolarização. Tendo como referência a teoria da enunciação do filósofo Mikhail Bakhtin, as autoras indicam que, desde os anos iniciais do ensino fundamental, se ensine e se aprenda a escrita em uso, ou seja, no processo de interação com os pares, professores e alunos, e no diálogo com conhecimentos de variadas origens.

Para as educadoras Cecília M. A. Goulart e Victoria Wilson, organizadoras da obra, o compromisso da escola de trabalhar por mudanças estruturais da sociedade continua sendo um desafio ético-político para os educadores neste país com tantas desigualdades.

Com uma abordagem inovadora, o livro mostra o processo de escrever na escola em perspectiva transversal, destacando diferentes aspectos desse método. “Ordenamos a sequência dos estudos de acordo com o segmento e ano escolar que abrangem”, complementam as organizadoras. Em oito capítulos, as autoras destacam os passos que levaram à produção dos textos pelos alunos e os métodos utilizados para compreender e superar as dificuldades e para encontrar soluções.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Aprender+a+escrita,+aprender+com+a+escrita

“A CORAGEM DE CRESCER” É O NOVO LIVRO DA ÁGORA

Com linguagem simples e experiência de mais de três décadas, a psicoterapeuta Maria de Melo encoraja o leitor a promover mudanças na vida. No livro A coragem de crescer, lançamento da Editora Ágora, ela mostra que as mudanças nem sempre são fáceis, o caminho da evolução pessoal nem sempre é suave, mas o autoconhecimento, a intuição e a capacidade de superar dificuldades podem ajudar nessa jornada. O grande dilema é: como acessar e utilizar essas ferramentas no cotidiano? No livro, a autora se dirige àqueles que buscam entender melhor a si mesmos e aos que os cercam, usando principalmente os sonhos para despertar a consciência de cada um.mas podem ser suavizadas com instrumentos para acessar o potencial que todos temos para crescer.

Não se trata, porém, de um livro de autoajuda – no sentido mais superficial do termo. A ideia é nos fazer enxergar nossas fontes de energia, nossos talentos únicos. Mostrando que nem sempre a racionalidade e a lógica são as respostas, a autora utiliza os sonhos como um canal de comunicação intuitivo e natural. Segundo Maria, ao nos revelar a linguagem do psiquismo, os sonhos iluminam não apenas os dilemas ou as oportunidades que atravessamos no momento, mas também a forma como nossa alma encara essas situações. “Nos sonhos estão refletidos os lados mais intrincados da vida e também os caminhos mais valiosos para uma consciência maior do que se passa”, diz a psicoterapeuta.

Dividida em quatro partes, a obra pretende compor esse mutirão de esperança na criação de um novo campo de transformação emocional. “Os sonhos são bússolas sensíveis que apontam constantemente a direção que estamos tomando, na vida pessoal e no planeta. Também podem revelar com muita antecedência o padrão de funcionamento que nos levará a adoecer, sugerindo como mudá-lo. Assim, temos de aprender a entendê-los, conhecer seus códigos de acesso”, afirma a autora nos capítulos em que demonstra como se tornar um bom sonhador.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1336/Coragem+de+crescer,+A

CRIANDO FILHOS EM TEMPOS DIFÍCEIS: PALESTRA DE ELIZABETH MONTEIRO

Galeria

Esta galeria contém 12 fotos.

Veja as fotos da palestra da psicopedagoga Betty Monteiro na Livraria Martins Fontes da Paulista, dia 8 de maio. Ela falou sobre seu livro recém-lançado pela Summus, Criando os filhos em tempos difíceis. Um bate-papo muito animado!