‘BBB: TER CIÚME É NORMAL, MAS NÃO DO JEITO QUE EMILLY SENTE’

Durante toda a 17ª edição do BBB, Emilly já teve inúmeras crises de ciúmes de Marcos. Seja com outras participantes da casa, como Vivian e Elettra, de convidadas que foram ao programa, como a atriz Claudia Ohanna, e já chegou até a dizer que selecionaria as amizades do brother no Facebook, quando saíssem da casa. 

Sentir ciúme é normal, segundo a psicóloga clínica e hospitalar Sabrina Gonzalez, mas ter crises frequentes, como Emilly, indica problemas. “O ciúme saudável aparece quando há um motivo plausível. A pessoa interpretou algo, independentemente de estar certa ou errada, e aquilo gerou ciúme. Ele aparece em situações específicas”, explica.

Já o exagerado, não. O ciúme e a desconfiança pairam 24 horas por dia, mesmo sem razão. “A pessoa não consegue se libertar da situação. O sentimento não tem relação com o parceiro em si, nem é baseado em algo específico, mas, sim, nos pensamentos irreais que só passam pela cabeça da pessoa”, explica.

Segundo especialistas ouvidas pelo UOL, sete comportamentos de Emilly não são saudáveis:

1. Usar o controle para se sentir segura

Na opinião da psicoterapeuta Lizandra Arita, o ciúme é uma mescla de insegurança e medo. “A pessoa quer ter o controle sobre o outro, pois, assim, se sente seguro e, quando isso não acontece, ela fica mais insegura, ansiosa e nervosa”, diz.

Para a psicoterapeuta, a imaturidade de Emilly só piora a situação. Todo mundo se sente inseguro eventualmente na vida, mas o lado racional e adulto faz com que consigamos contornar esse sentimento. Sem maturidade, só sobra o lado emocional falando, e aí a pessoa age como uma criança que faz birra, se descontrola”, explica.

2. Não respeitar a individualidade do outro

Outra possibilidade que faz a sister ser tão ciumenta é o fato de ela querer que o namorado seja igual a ela. “Emilly tem dificuldade de aceitar o Marcos do jeito que ele é. Em muitos momentos, ela não quer que ele pense de outro jeito, tem medo que outras pessoas possam afetar o julgamento do médico e que ele se volte contra ela”, diz Lizandra.

Para a psicoterapeuta, não ter controle sobre o namorado gera medo e ansiedade, o que faz com que ela tente manipulá-lo. “Ela age assim para que ele siga a opinião dela, para que ele não tenha a própria identidade, e o ciúme tem muito a ver com isso. Não permito que o outro seja ele mesmo e quero que tudo seja do meu jeito”, diz.

3. Não confiar em si mesma

Ainda que Emilly saia dizendo por aí que se acha sensacional. Segundo Eliana Costa, psicóloga e coach do grupo Atitude, a situação pode indicar o oposto. Ela pode, sim, ter a autoestima baixa. “Esse tipo de autoafirmação já é um sinal de baixa autoestima, e quando falta autoconfiança, a pessoa sente que não é boa o bastante para o outro”, diz.

  • 4. Dificuldade de dialogar

Ao sentir ciúme do parceiro, Emilly se enfurece. Segundo Eliana, ao fazer um escândalo e sair andando, sem tentar manter um diálogo, Emilly dificulta a resolução do problema. “O diálogo é o caminho para solucionar um conflito”.

5. Chamar a atenção com brigas 

Mesmo que inconscientemente, Emilly usa a briga para conseguir ter a total atenção de Marcos. “É uma tentativa de controlar, pois enquanto está rolando a discussão, ele se mantém preso na discussão, olhando para ela, e não mais para a Vivian, por exemplo”, fala Eliana.

6. Tentar impedir que Marcos se relacione com outras pessoas

A intenção de controlar as amizades do médico fora do reality também só reiteram a necessidade de estar no comando. “Querer controlar o Facebook dele nada mais é do que querer estar por dentro das relações que ele tem. Com quem ele fala, para quem dedica afeto ou não, assim como ela faz com ele no reality”, diz Eliana.

Matéria de Thamires Andrad, publicada originalmente no UOL, em 07/04/2017. Para acessá-la na íntegra: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/04/07/bbb-ter-ciume-e-normal-mas-nao-do-jeito-que-emilly-sente.htm

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Tem interesse pelo tema? Conheça:

20034CIÚME
O lado amargo do amor
Autor: Eduardo Ferreira-Santos
EDITORA ÁGORA

O autor, que é psiquiatra, mergulha no tema do ciúme, mostrando as causas de seu surgimento e suas conseqüências para as relações afetivas – como dependência, perda de auto-estima e até distúrbios psicológicos graves. Ele também aponta saídas para situações neuróticas. Afinal, o ciúme acaba transformando o amor, sentimento altruísta por natureza, no mais exacerbado egoísmo.

“DESTRUÍ MEU CORPO VÁRIAS VEZES POR NÃO ME ACEITAR”, DESABAFA ATRIZ

A atriz Carolinie Figueiredo usou seu Instagram nesta quarta-feira (22) para fazer um desabafo sobre a constante luta contra a balança que enfrenta.

“Li que a maior forma de reprimir uma mulher é impondo a ditadura da magreza aos aos nossos corpos. Eu, desde muito cedo, escuto: ‘Você é linda, seu rosto é lindo, só precisa dar uma secadinha/fechadinha’. Como sou atriz desde os cinco anos, comecei a ouvir essas frases antes mesmo de estar gorda. Permaneci minha vida inteira lutando com a balança. As vezes nem por opção, mas revendo meu caminho até aqui: oscilo profundamente entre ‘uau, estou em uma fase boa, focada, disciplinada, regradinha, fechei a boca, estou com um carinha ou com a perspectiva do carinha, o que me faz ainda mais motivada’ e fases de largar tudo para o alto e afrouxar, desistir, comer compulsivamente para suprir sei lá o que. O que acontece é que, quando somos metralhadas desde cedo com imagens de perfeição, a gente odeia o próprio corpo, porque junto com ele vem a mensagem de sermos erradas, imperfeitas e não amarmos o próprio corpo. O padrão esmaga. Destruí meu corpo várias vezes por não me amar e não me aceitar. Fiz as maiores rebeldias e revoluções com meu próprio corpo, hoje sei como proteção da objetificação e por que de alguma maneira jogava para o meu corpo minhas próprias frustrações e rejeições, em um ciclo vicioso. Adoraria terminar o texto dizendo: agora me amo como sou, assumi minhas marcas porque elas construíram quem eu sou, se possível postando minha foto lacradora de biquíni. Mas acontece que nessa minha jornada de amor próprio e aceitação estou engatinhando e ainda oscilo entre ‘vou fazer a louca esculpir meu corpo e arrasar’ e ‘foda-se, vou ser quem sou e me aceitar de vez’. Eu ainda estou no meio do caminho, do meu próprio caminho.”

Reproduzido do UOL. Para acessar na íntegra: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/03/23/destrui-meu-corpo-varias-vezes-por-nao-me-aceitar-desabafa-atriz.htm

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Interessou-se pelo assunto? Conheça:

20048A BELEZA IMPOSSÍVEL
Mulher, mídia e consumo
Autora: Rachel Moreno

A quem interessa vender uma beleza inalcançável? De que maneira a mídia manipula nossa consciência em nome dos interesses do mercado? Quais são as conseqüências para as adolescentes de hoje? Onde entram as “diferentes” – gordinhas, velhas, negras – nesse sistema? Rachel Moreno responde a estas e outras perguntas neste livro vigoroso e crítico, apontando caminhos para que possamos nos defender dessas armadilhas.

 

“VELHICE – UMA NOVA PAISAGEM” MAIS UMA VEZ INDICADO NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO

Fausto Silva destaca a relevância do lançamento da obra Velhice – Uma nova paisagem em seu programa do dia 19 de março. Assista no vídeo abaixo.

 

 

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Conheça o livro:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1463/Velhice

 

 

NOITE DE AUTÓGRAFOS DE “VELHICE – UMA NOVA PAISAGEM” FOI UM SUCESSO

Maria Celia de Abreu recebeu amigos e convidados no lançamento de seu livro Velhice – Uma nova paisagem, da Editora Ágora. A noite de autógrafos ocorreu na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

Confira abaixo alguns momentos do evento:

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Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Velhice

‘CRIATIVO OU COM INICIATIVA? SUA LETRA PODE INDICAR TRAÇOS DE PERSONALIDADE’

Seja você é destro ou canhoto, tem uma letra bonita ou não, sua forma de escrever pode dedurar aspectos da sua personalidade. É o que garantem os grafólogos, especialistas que se dedicam a analisar a caligrafia para desvendar traços do comportamento humano.

“É um princípio neurológico: eu não escrevo com a mão, escrevo com o cérebro, através de pulsos neurológicos que estimulam músculos que vão gerar a escrita. Através do movimento muscular, chegamos a questões psicológicas”, explica Edilson Fernandes, professor de grafologia, consultor da área e psicólogo. “Em certa medida, a escrita está atrelada ao cérebro, a questões neurológicas. Se consigo reconhecer os padrões, consigo fazer associações”.

Esse tipo de estudo segue o mesmo princípio do chamado teste psicotécnico, já conhecido por quem tirou a Carteira Nacional de Habilitação. Segundo Fernandes, a grafologia é uma análise combinatória entre questões neurológicas, simbólico-gráficas e sociais. A análise vai muito além da beleza da escrita. Letra mais ou menos redonda, a forma como você corta o T, como faz o pingo do I, o jeito como você ocupa o espaço da folha ao escrever e muitos outros elementos são estudados pelos especialistas.

Cada um desses elementos tem um significado e ainda há uma análise combinatória imensa. “A gente levanta 418 elementos distintos em um processo de análise grafológica. O volume de informação é muito grande”, revela Fernandes.

Por conta disso, ele explica que é preciso tomar cuidado ao analisar cada traço de forma isolada e que é importante comparar com outros sinais.

Fernandes conta que o método costuma ser usado por profissionais de RH que trabalham no departamento de seleção. É pedido que os candidatos façam uma redação, em um papel branco e sem linhas. “Então eles fazem a avaliação e olham as características que chamam mais a atenção. É um sujeito mais criativo ou não? Depois de tomar notas, ele vai entrar na entrevista com essa pessoa para checar essas hipóteses iniciais que ele pegou na grafologia. Mas eles não vão contratar alguém que não tenha competência só porque tem o perfil de personalidade maravilhoso. Não funciona desse jeito”.

Confira a matéria na íntegra, publicada originalmente no UOl, em 07/03/2017,com alguns exemplos de interpretação da grafologia, fornecidos por Edilson Fernandes: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/03/07/criativo-ou-com-iniciativa-sua-letra-pode-indicar-tracos-de-personalidade.htm

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Tem interesse pelo tema? Conheça os livros de grafologia publicados pela Ágora:

 

20538bGRAFOLOGIA PARA TODOS
Autor: Mauricio Xandró

Guia para os que querem se iniciar na técnica de analisar a personalidade das pessoas através da grafia, ensinando como classificar e interpretar a escrita. A grafologia, hoje em dia, está sendo utilizada como ferramenta de avaliação na seleção de pessoal, na medicina, na psiquiatria e na criminologia.

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20063GRAFOLOGIA EXPRESSIVA
Edição revista, atualizada e ampliada
Autor: Paulo Sergio de Camargo

Este é um estudo aprofundado no qual o autor unifica conceitos da escola italiana e da escola francesa e acrescenta o seu viés pessoal de atualização cultural. Tendo recolhido 15 mil escritas para esta obra, Paulo Sérgio selecionou mais de 200 que representam as diferentes espécies no trato diário. Imprescindível para quem trabalha com grafologia.

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20653A GRAFOLOGIA NO RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL
Autor: Paulo Sergio de Camargo

A grafologia tem sido utilizada no mundo inteiro como um instrumento a mais para a seleção de empregados nas empresas. Sua aplicação seria simples e rápida, bastante abrangente e dispensaria a presença do candidato quando existe o fator distância. Este livro é mais do que um simples manual. Ele faz o grafólogo repensar seus deveres e obrigações e a desenvolver suas análises, buscando consolidar a grafologia como ciência no Brasil.

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20061SUA ESCRITA, SUA PERSONALIDADE
Autor: Paulo Sergio de Camargo

Existe letra feia? Por que os médicos usam garatujas? Quais as vantagens de escrever com as duas mãos? Que fazer quando sua assinatura é falsificada? O que é a síndrome do escrivão? Essas e outras perguntas, feitas ao autor em todas as suas palestras pelo mundo, são respondidas nesta obra escrita em linguagem simples e bemhumorada. A idéia é mostrar a importância da escrita em nosso cotidiano.

 

‘MARIA CELIA DE ABREU LANÇA LIVRO’

Velhice – Uma nova paisagem” é o livro da psicóloga Dra. Maria Celia de Abreu publicado pela Editora Ágora, com lançamento marcado para o dia 13 de março, na Livraria Cultura, do Conjunto Nacional, em São Paulo. A obra traz  novos conceitos sobre o envelhecimento, além de  muitas informações para viver essa fase da maturidade com mais sabedoria e qualidade de vida. Dia 13, às 18h30, a autora faz palestra sobre o tema do livro e, em seguida, autografa os exemplares.

Publicado no Blog do Ideac em 19/02/2017: https://ideacblog.wordpress.com/2017/02/19/maria-celia-de-abreu-lanca-livro/

Velhice - uma nova paisagem

ROSANE RODRIGUES AUTOGRAFA “TEATRO DE REPRISE” NA LIVRARIA DA VILA DO SHOPPING PÁTIO HIGIENÓPOLIS (SP)

A Editora Ágora e a Livraria da Vila (Shopping Pátio Higienópolis-SP) promovem no dia 28 de setembro, quarta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Teatro de reprise – Improvisando com e para grupos. A psicodramatista Rosane Rodrigues receberá amigos e convidados na livraria, que fica no Shopping Pátio Higienópolis, piso Pacaembu (Av. Higienópolis, 618 – São Paulo).

Em 1993, quando surgiu o Teatro de Reprise, na cidade de São Paulo, inspirado no Playback Theatre americano (1975) de Jonathan Fox, o Grupo Reprise estabeleceu uma relevante inovação no cenário sociopsicodramático e nas artes cênicas do Brasil. Na ocasião, o movimento psicodramático brasileiro buscava o entendimento da linguagem cênica e a aceitação da potência estética contida nas intervenções sociais, com foco nos grupos e em sua sociodinâmica. A trajetória dessa metodologia brasileira que interage com o público de maneira improvisada é o tema do livro.

Usando o Playback Theatre como base de comparação, a autora, que ajudou a criar a metodologia do Teatro de Reprise, busca refletir sobre como acontece o processo de transformação, o aprofundamento de temas e até a aprendizagem mútua, na coconstrução e corresponsabilização propiciadas pela metodologia, por meio da mobilização do coconsciente e do coinconsciente grupais.

Na avaliação de Rosane, o Teatro de Reprise, alinhado com os princípios sociopsicodramáticos da inclusão e da alegria, contribui para um dos grandes desafios atuais da nossa sociedade: retomar a noção de que somos seres grupais, de que temos de construir coletivamente os nossos caminhos em contraposição ao individualismo e ao consumismo, além de prevenir uma violência sempre existente em grupos humanos, cada vez mais perigosa e poderosa.

“Espero ter contribuído para diminuir a distância entre a psicologia e a arte, de tal forma que os artistas possam estudar seus personagens como ressonâncias estéticas e não somente pelo viés racional ou da mistura com seus preconceitos, principalmente com os doentes mentais. Cada um de nós tem qualquer grau de loucura que nos torna mais ricos e diferentes uns dos outros, e, na medida do possível, não devemos temer nossos monstros e sombras, mas dialogar metaforicamente com eles”, conclui.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1444/Teatro+de+reprise

teatro-de-reprise

FALECE ZERKA T. MORENO, COCRIADORA DO PSICODRAMA

zerka-t-morenoLamentamos informar o falecimento de Zerka T. Moreno, aos 99 anos de idade. Cocriadora do psicodrama, juntamente com seu marido, J.L. Moreno, exerceu um papel pioneiro não só na criação e consolidação do psicodrama como no desenvolvimento da psicoterapia de grupo. Ao longo de seus sessenta anos de prática, ela foi responsável pela formação de muitos profissionais, em vários países.  Até 1982, foi diretora do Instituto Moreno em Beacon, Nova York, e presidente da American Society of Group Psychoterapy and Psychodrama. Teve vários artigos publicados em livros e revistas e esteve no Brasil por várias vezes, a última delas como convidada especial do XI Congresso Brasileiro de Psicodrama, realizado em Campos do Jordão, em 1998.

Para saber mais sobre a importância de Zerka para o meio psicodramatista, leia a apresentação de José Fonseca ao livro A quintessência de Zerka, publicado pela Ágora em 2008:  http://www.gruposummus.com.br/indice/20038.pdf

Zerka deixa um filho, o americano Jonathan Moreno, filósofo e historiador que sempre lutou para perpetuar o trabalho dos pais.

MORRE JEAN CLARK JULIANO

jean-clark-julianoLamentamos informar que faleceu neste domingo, 11 de setembro, aos 74 anos, vitima de complicações decorrentes de um AVC, sofrido há alguns meses, Jean Clark Juliano. Considerada uma das pioneiras da Gestalt Terapia no Brasil, ela é autora dos livros A vida, o tempo, a psicoterapia (2010) e A arte de restaurar histórias (1999), ambos da Summus Editorial. 

Formada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Jean era supervisora em psicologia clínica e em psicologia educacional. Também foi uma das fundadoras do grupo de Gestalt do Brasil, criado há mais de quarenta anos.

Ela deu aulas em diversas instituições de ensino, manteve grupos de estudos em várias cidades brasileiras e foi professora do curso de especialização em Gestalt-terapia do Instituto Sedes Sapientiae.

Também foi cofundadora do Centro de Estudos de Gestalt de São Paulo, além de membro do corpo editorial da Revista de Gestalt e uma das fundadoras da International Gestalt Therapy Association. Era palestrante em eventos nacionais e internacionais na área de Gestalt.

Desde a década de 1970 atendia adolescentes e adultos em seu consultório particular na cidade de São Paulo.