UMA CONVERSA SOBRE CIÊNCIAS

A edição de janeiro da revista Educação traz uma resenha sobre livro Ensino de ciências (Summus Editorial), escrito pelos educadores Nélio Bizzo e Attico Chassot. A doutora em Educação pela USP, Carla Marques Alvarenga de Oliveira, recomenda a leitura da obra, “tendo em vista seu alto valor para reflexão dos educadores preocupados com um ensino que privilegie a alfabetização científica para a cidadania”. Leia a íntegra da resenha: http://goo.gl/tsY8vh.

10891No livro, os educadores estabelecem um diálogo fundamental para a formação de professores de ciência no contexto brasileiro. Eles discutem de história e filosofia ao ensino de ciências com ideias diversificadas e complementares, apontando inovações e mudanças na busca de um ensino de qualidade. Organizada pela professora Valéria Amorim Arantes, a obra trata de um campo específico do conhecimento, iniciando uma nova fase da coleção Pontos e Contrapontos.

Com uma visão interdisciplinar, os autores abordam temas como a origem das espécies e do ser humano, o papel da Igreja na história da ciência, a dimensão social no desenvolvimento da ciência e dos conteúdos nas disciplinas científicas, as relações entre saberes populares e saberes científicos, e a formação de professores de ciências no contexto brasileiro, o androcentrismo no campo científico, interdisciplinaridade, transversalidade e aprendizagem baseada em problemas no ensino de ciências, entre outros.

Seguindo a proposta da coleção, o livro está estruturado em três partes. Na primeira, cada autor discorre livremente sobre o tema, expondo seu ponto de vista. Em seguida, ambos trocam perguntas e respondem-nas. Na terceira parte, a professora Valéria lança novos questionamentos, gerando um debate profícuo e instigante. “Com o intuito de trazê-los para o cotidiano escolar, proponho discutirem da eterna polêmica sobre os conteúdos a ser ensinados nas instituições escolares às mudanças que devem ser promovidas nos cursos de formação de professores de ciências no país”, complementa a organizadora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1337/Ensino+de+ci%C3%AAncias:+pontos+e+contrapontos

Conheça outros livros da Coleção Pontos e Contrapontos, coordenada pela educadora Valéria Amorim Arantes:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/pontos+e+contrapontos/all/0

 

 

MUSICOTERAPIA AJUDA JOVENS COM CÂNCER A LIDAR COM TRATAMENTO

Jovens que fizeram musicoterapia enquanto recebiam tratamento para câncer mostraram-se mais aptos a tolerar os rigores do tratamento, de acordo com um estudo publicado na revista científica Cancer.

Pesquisadores da Indiana University School of Nursing, em Indianapolis, nos Estados Unidos, acompanharam um grupo de pacientes com idades entre 11 e 24 anos enquanto participavam de um projeto que envolvia escrever letras, gravar música e selecionar imagens para fazer um videoclipe.

A equipe concluiu que os pacientes tornaram-se mais resilientes e melhoraram seus relacionamentos com a família e amigos.

O termo resiliência, nesse contexto, se refere à capacidade dos participantes de se ajustarem positivamente aos estresses e efeitos adversos do tratamento que estavam recebendo.

Segundo o site da American Music Therapy Association, musicoterapia é uma prática terapêutica em que profissionais qualificados usam música para auxiliar indivíduos a lidar com questões físicas, emocionais, cognitivas e sociais.

Efeito Positivo

Os participantes foram orientados por musicoterapeutas profissionais. O projeto, que durou três semanas, culminou na produção de videoclipes que, quando prontos, foram compartilhados com amigos e familiares.

Os pesquisadores concluíram que o grupo que participou do projeto de musicoterapia demonstrou mais resiliência e capacidade de suportar o tratamento do que um outro grupo que não recebeu musicoterapia.

Cem dias após o tratamento, o mesmo grupo relatou que a comunicação na família e os relacionamentos com amigos tinham melhorado.

“Esses ‘fatores protetores’ influenciam a forma como adolescentes e jovens adultos lidam (com o câncer e o rigoroso tratamento), ganham esperança e encontram sentido (para suas vidas) durante a jornada do câncer”, disse a líder do estudo, Joan Haase.

“Adolescentes e jovens que são resilientes têm a capacidade de superar sua doença, sentem-se em controle e autoconfiantes pela forma como lidaram com o câncer e mostram um desejo de ajudar o outro”.

Entrevistas com os pais dos pacientes revelaram aos pesquisadores que os videoclipes tinham produzido um benefício adicional, oferecendo aos pais uma melhor compreensão sobre como é a experiência de crianças que sofrem de câncer.

Estresse e Ansiedade

Uma das musicoterapeutas envolvidas no estudo, Sheri Robb, explicou por que música pode ter um efeito tão positivo sobre jovens lutando contra o câncer:

“Quando tudo parece incerto, canções que ele conhecem e com as quais se identificam fazem com que se sintam conectados”.

Segundo a ONG britânica Cancer Research UK, musicoterapia pode diminuir a ansiedade e melhorar a qualidade de vida de pessoas que sofrem de câncer. A terapia também pode ajudar a aliviar alguns sintomas do câncer e efeitos colaterais do tratamento – mas não pode curar, tratar ou evitar doenças, inclusive o câncer.

Estudos anteriores que investigaram os efeitos da musicoterapia sobre crianças com câncer concluíram que a atividade pode ajudar a diminuir o medo e a angústia, além de melhorar os relacionamentos da criança com a família.

A portavoz de uma entidade que oferece apoio a adolescentes com câncer e suas famílias – o Teenage Cancer Trust – disse que é muito importante incentivar crianças com câncer a se comunicar e cooperar umas com as outras.

“Sabemos que ser tratado ao lado de outros (pacientes) da mesma idade faz uma diferença imensa, especialmente em um ambiente que permita que jovens com câncer ofereçam apoio uns aos outros”.

Da BBC, publicado no iG em 28/01/2014. Para ler na íntegra, acesse:
http://saude.ig.com.br/minhasaude/2014-01-28/musicoterapia-ajuda-jovens-com-cancer-a-lidar-com-tratamento.html

 

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Quer saber mais sobre Musicoterapia? Conheça os títulos da Summus sobre o assunto:
10054

CAMINHOS DA MUSICOTERAPIA
Even Ruud
Este livro pretende esclarecer as relações entre a musicoterapia e os diferentes caminhos existentes na área da saúde mental e observar como estes diversos procedimentos estão vinculados a tendências filosóficas distintas.

10362DESPERTAR PARA O OUTRO, O
Musicoterapia
Clarice Moura Costa
A partir de um embasamento teórico e de casos clínicos, a autora traça os objetivos e os limites da proposta psicoterápica apoiada na música. São mostradas as possibilidades de restauração dos processos de sociabilização e as reações dos pacientes.

10058MÚSICA E SAÚDE
Even Ruud
Compilação de textos das conferências do Congresso de Musicoterapia (Oslo, 1985). Especialistas internacionais mostram as ligações entre a musicoterapia e outros campos do conhecimento, como a neurologia, a percepção corporal e a semiótica. Traz reflexões e métodos sobre as diferentes formas de trabalhar com música em terapia.

10340TEORIA DA MUSICOTERAPIA
Contribuição ao conhecimento do contexto não-verbal
Rolando Benenzon
A musicoterapia é uma técnica que explora a relação entre emoções e música, dentro de um processo terapêutico. Neste livro, o Dr. Benenzon esclarece os fundamentos teóricos da musicoterapia, contribuindo para a orientação na formação de musicoterapeutas em nível universitário.

SORTEIO 30/01 – “CURAR PARA A IMORTALIDADE”

20095O Grupo Editorial Summus vai sortear um exemplar do livro da Ágora Curar para a imortalidade, do médico psiquiatra Gerald Epstein, entre os seguidores do Twitter @gruposummus que retuitarem o link encurtado da promoção http://kingo.to/1jW2.

O sorteio será realizado na quinta-feira, 30/01, às 16 horas, pelo site sorteie.me e o resultado será publicado na sequência no blog e no Twitter do Grupo Summus. O ganhador deverá entrar em contato via DM, em 72 horas, para passar os dados de entrega do livro, que será enviado na semana subsequente, pelos Correios. Caso o ganhador não se manifeste até as 16h do domingo, dia 2/2, será realizado um novo sorteio na segunda-feira, dia 3.

Boa sorte a todos!

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1356/Curar+para+a+imortalidade

ATUALIZADO em 30/1/2014:


Resultado do sorteio: http://beta.sorteie.me/r/Ocm. Parabéns à @KrolChacon, que ganhou o livro Curar para a imortalidade (Ágora), do dr. Gerald Epstein!

 

UOL INDICA A LEITURA DO LIVRO “ALONGUE-SE”

O espaço Boa Forma do site UOL sugeriu a leitura do livro Alongue-se (Summus Editorial), de Bob Anderson, na reportagem intitulada “Idade avançada não é obstáculo para correr, afirmam especialistas”, publicada nesta segunda (27 de janeiro). A jornalista Gretchen Reynolds, do The New York Times, afirma que em muitos casos o exercício de alto impacto pode ser benéfico para quem está na meia idade ou além. O site indica exercícios de alongamento para fazer antes e depois da corrida. Leia a íntegra da reportagem: http://goo.gl/uiNHT3.

Consolidando um sucesso de três décadas, o livro Alongue-se ganhou edição revista, atualizada e ampliada em 2013. A obra traz novas séries de exercícios – para fazer no escritório, no dia a dia ou antes/depois de praticar esportes. Com cerca de mil ilustrações, agora em duas cores e que facilitam a compreensão das instruções, a obra permite que qualquer pessoa incorpore o alongamento em sua rotina. Especialista em alongamentos mais conhecido do mundo, Anderson é responsável pela introdução do conceito de alongamento no Brasil, na década de 1980.

10882A edição comemorativa dos 30 anos da publicação da obra traz dez novas séries de alongamentos para pessoas que trabalham em escritório e no computador, dicas de ergonomia e prevenção de lesões por esforços repetitivos, além da descrição de quatro tipos de exercícios, inclusive o dinâmico para atletas. “O alongamento é uma atividade suave, simples, que pode ser executada por qualquer pessoa, em qualquer lugar, a qualquer hora”, afirmam os autores. A nova edição contém 150 alongamentos com instruções simples, indicada também para médicos, profissionais de saúde, terapeutas corporais e fisioterapeutas na prescrição de exercícios para pacientes.

O alongamento, segundo Anderson, é o importante elo entre a vida sedentária e a vida ativa. Mantém os músculos flexíveis, prepara para o movimento e ajuda a realizar a transição diária da inatividade para a atividade vigorosa sem tensões excessivas. Para ele, o método é especialmente importante para aqueles que correm, andam de bicicleta, jogam tênis ou se dedicam a outras atividades desgastantes, que provocam tensão e rigidez. De acordo com o especialista, alongando-se antes e depois de exercícios físicos é possível manter a flexibilidade e evitar lesões comuns, como problemas nos joelhos causados por corridas e dor nos ombros ou nos cotovelos provocada pela prática do tênis.

O alongamento, segundo Anderson, é o importante elo entre a vida sedentária e a vida ativa. Mantém os músculos flexíveis, prepara para o movimento e ajuda a realizar a transição diária da inatividade para a atividade vigorosa sem tensões excessivas. Para ele, o método é especialmente importante para aqueles que correm, andam de bicicleta, jogam tênis ou se dedicam a outras atividades desgastantes, que provocam tensão e rigidez. De acordo com o especialista, alongando-se antes e depois de exercícios físicos é possível manter a flexibilidade e evitar lesões comuns, como problemas nos joelhos causados por corridas e dor nos ombros ou nos cotovelos provocada pela prática do tênis.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1329/ALONGUE-SE

EL PAÍS CITA O LIVRO “A FILOSOFIA DO JEITO”

O jornalista Juan Arias, colunista do jornal El País, principal jornal da Espanha, falou sobre o “jeitinho brasileiro” em artigo publicado no dia 31 de dezembro de 2013. O texto cita o livro A filosofia do jeito (Summus Editorial), da filósofa Fernanda Carlos Borges. Leia o texto na íntegra: http://goo.gl/hUleK7

Quando se fala em “jeitinho brasileiro”, logo vem à mente a figura de alguém que deseja levar vantagem em tudo, certo? Errado. Essa visão negativa da expressão, por anos difundida pelos meios de comunicação, não reflete o verdadeiro valor desse comportamento tipicamente brasileiro. O nosso jeito é uma contribuição inestimável à civilização, segundo Fernanda. No livro, ela procura compreender o “jeitinho brasileiro”, partindo de abordagens filosóficas, socioculturais e cognitivas. Nesse percurso, analisa a relação entre o corpo e os mecanismos da consciência e da comunicação, fazendo uma ponte com pensadores como Wilhelm Reich e Oswald de Andrade.

“As instituições modernas europeias supervalorizam a instância ideal. Nelas, a regra nunca pode ser questionada. Por isso somos tão criticados. O jeito brasileiro afronta a norma, pois na cultura popular a necessidade humana tem mais valor”, afirma Fernanda. 10231Para muitos, entretanto, o jeito brasileiro impede a modernização e o crescimento. “É como se esse comportamento fosse um ranço primitivo tolhendo o nosso avanço. Mas, na verdade, criamos um novo modo de vida, mais afetiva”, diz.

O jeito e o modo como o corpo existe, pensa e se comunica implicam a inteligência comprometida com a imprevisibilidade e a novidade. O jeitinho brasileiro, portanto, é a afirmação cultural da condição existencial do jeito. A capacidade de transformação do corpo é muito maior do que a das instituições e resulta em uma condição radicalmente participativa. “Sem forma pronta, o corpo é um fazedor contínuo de cultura”, explica Fernanda.

A característica dessa transformação do corpo é muito familiar à da filosofia da devoração de Oswald de Andrade: a capacidade de transformação do valor oposto (tabu) em valor favorável (totem). O jeito do corpo é o totem do momento. Mobilizado pelo jeito, o jeitinho é contrário à reprodução em série.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/972/Filosofia+do+jeito,+A

ONCOCHECKUP: SAIBA COMO E QUANDO FAZER EXAMES PARA PREVENÇÃO DO CÂNCER

90% dos cânceres são curados quando detectados em estágio inicial; oncologistas recomendam que, se há casos na família, os exames sejam feitos 15 anos antes

Como se sabe, o maior fator de risco para se ter um câncer é a idade avançar, o que explica boa parte do aumento dos casos no País. Mas, o que fazer enquanto isso? Não basta só torcer para que a doença passe longe. É possível, sim, se precaver.

Além de cuidar da alimentação e evitar maus hábitos como o fumo e o sedentarismo, o indicado é procurar um médico. Exames periódicos, chamados de oncocheckup, são necessários para afastar qualquer suspeita – e detectar qualquer alteração precocemente, já que muitos cânceres são silenciosos e vêm à tona apenas quando estão em estágio mais avançado.

“A pessoa tem que procurar um bom médico – um que converse bastante com o paciente, que fique com ele ao menos por uns 30 minutos e o examine dos pés à cabeça. E, com base nos fatores de risco da pessoa, o médico deve pedir os exames apropriados”, recomenda Ademar Lopes, cirurgião oncológico e vice-presidente do Hospital A.C. Camargo Cancer Center.

A hora certa de começar

Para as mulheres, o exame de papanicolau deve ser feito anualmente desde o início da vida sexual, já que detecta casos de câncer de colo do útero. A mamografia deve entrar no calendário a partir dos 35 anos. “Se fizermos diagnóstico precoce e tratamento apropriado, podemos curar 90% dos casos de câncer, a baixo custo e sem mutilação. Se for esperar identificar pelo exame de toque, o estágio já estará avançado”, explica Lopes.

No caso dos homens, o exame de toque que detecta o câncer de próstata deve ser feito anualmente a partir dos 45 anos.

Homens e mulheres devem fazer a colonoscopia a partir dos 50 anos. O exame, que detecta câncer no intestino, deve ser feito a cada cinco anos. “Quase 100% dos cânceres no intestino vem de um pólipo, que é uma verruguinha pedindo para ser retirada. O mais importante é que a pessoa portadora desses pólipos não sente nada”, explica Lopes, alertando para a detecção precoce. “Se o indivíduo já teve casos na família também, deve fazer os exames a cada 3 ou 4 anos. Se alguma alteração foi detectada, ele deve fazer o exame anualmente”, completa.

Em todos os tipos de câncer, o início dos cuidados deve ser antecipado se houver casos na família. A recomendação do vice-presidente do Hospital A. C. Camargo é que os exames comecem a ser feitos quando a pessoa tiver 10 ou 15 anos a menos do que tinha o familiar quando descobriu a doença. Isso significa que, se a mãe da paciente teve câncer de mama aos 40, ela deve fazer mamografia a partir dos 25, 30 anos de idade.

Atenção: alguns cânceres não têm diagnóstico precoce

Apesar de o oncocheckup ajudar na precaução e no adiantamento do diagnóstico, existem cânceres que burlam essa lógica. O câncer de pulmão, por exemplo, não é detectável ainda no começo, assim como o de pâncreas e ovários. Quando aparecem, já estão avançados.

A leucemia é outro exemplo. Surge do nada. A pessoa pode fazer um exame de sangue em um mês e estar com todos os resultados normais e, no mês seguinte, ser diagnosticada com a doença. “Não existe um exame que antecipe o diagnóstico. O anúncio são os sintomas como febre persistente, sangramento e cansaço”, explica Gilberto Colli, hematologista do Hospital do Câncer de Barretos. “A partir daí, um exame clínico e um hemograma confirmam a suspeita. A leucemia pode surgir de uma hora para a outra, independente se é criança, jovem ou idoso.”

Hereditariedade

Não basta ter tido um parente com câncer para concluir que é algo hereditário. Apenas de 8% a 10% dos cânceres são hereditários e um exame genético detalhado é capaz de identificar essa mutação de genes, para que a prevenção e identificação seja feita ainda cedo.

“Em alguns casos, se for identificado uma chance de ter câncer no intestino por razões genéticas, até uma cirurgia preventiva pode ser feita”, explica Sérgio Serrano, vice-diretor clínico do Hospital do Câncer de Barretos.

Nos casos de familiares que tiveram câncer a partir dos 50 anos, os descendentes, via de regra, não devem se preocupar com hereditariedade. O surgimento da doença, nesse caso, é creditado à idade, maus hábitos e outros fatores. Mas compensa, sempre, relatar ao médico e fazer o oncocheckup.

Prevenção é o melhor remédio

De qualquer forma, a prevenção é a saída mais concreta quando o assunto é câncer. Manter um estilo de vida saudável, fugir do sedentarismo e ter uma dieta rica em antioxidantes, que ‘reparam’ as células que sofreram mutação durante o dia, é a melhor forma de lutar para que essa doença se mantenha longe.

“Não fumar, não beber, se proteger contra o HPV, alimentar-se bem, não se expor excessivamente ao sol, manter um estilo de vida tranquilo com alimentos mais naturais e crus é muito importante”, explica Hezio Jadir Fernandes Junior, diretor do Instituto Paulista de Cancerologia.

E, claro, não se esquecer de manter os exames em dia. “O problema acontece quando a pessoa faz o oncocheckup, sai tranquila e demora muito para voltar no médico de novo. Essa falsa sensação de segurança abre portas para cânceres silenciosos crescerem e não serem detectados no estágio em que já poderiam ser, dificultando a cura”, conclui Serrano.

 

Matéria de Elioenai Paes, publicada originalmente no iG São Paulo, em 18/01/2014. Para lê-la na íntegra, acesse: http://saude.ig.com.br/minhasaude/2014-01-18/oncocheckup-saiba-como-e-quando-fazer-exames-para-prevencao-do-cancer.html

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Quer saber mais sobre o assunto? Conheça o livro “Câncer e prevenção”, da Ágora, organizado pelos médicos oncologistas Ricardo Caponero e Artur Malzyner:

50102

 

Voltado para leigos, este livro, escrito por uma equipe multidisciplinar, explica o que é câncer e como preveni-lo; aborda a prevenção primária por meio de cirurgias, medicamentos, alimentação adequada e hábitos saudáveis; esclarece sobre a importância do diagnóstico precoce; e fala sobre os principais tipos de tratamento existentes. Fundamental para pacientes, familiares, psicólogos, enfermeiros etc.

 

 

 

 

Para conhecer o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1350/C%C3%A2ncer+e+preven%C3%A7%C3%A3o

UMA PALMADINHA AJUDA A EDUCAR?

A revista Pais & Filhos ouviu a opinião da população nas ruas e da psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando filhos em tempos difíceis (Summus Editorial), sobre o uso da palmada na educação dos filhos. Veja o vídeo: http://goo.gl/RnSQAr.

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? 10890Para Elizabeth, participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança. Em seu livro, ela aborda os benefícios do brincar e explica as brincadeiras preferidas pelas crianças em cada fase do desenvolvimento. Fala ainda sobre a “criança difícil” – a que não come, a medrosa, a do contra etc. – e dá dicas para lidar com conflitos.

Elizabeth defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, a psicóloga aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo a psicóloga, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1335/Criando+filhos+em+tempos+dif%C3%ADceis

 

RÁDIO CBN ENTREVISTA A FILÓSOFA FERNANDA CARLOS BORGES

O programa Show da Notícia, da Rádio CBN, teve a participação da filósofa Fernanda Carlos Borges, no dia 25 de janeiro. Ela falou com os ouvintes sobre sobre o “jeitinho brasileiro”, tema de seu livro A filosofia do jeito, da Summus Editorial.
Ouça a entrevista, acessando: http://glo.bo/1fpX2uR

Quando se fala em “jeitinho brasileiro”, logo vem à mente a figura de alguém que deseja levar vantagem em tudo, certo? Errado. Essa visão negativa da expressão, por anos difundida pelos meios de comunicação, não reflete o verdadeiro valor desse comportamento tipicamente brasileiro. O nosso jeito é uma contribuição inestimável à civilização, segundo Fernanda.

10231No livro, ela procura compreender o “jeitinho brasileiro”, partindo de abordagens filosóficas, socioculturais e cognitivas. Nesse percurso, analisa a relação entre o corpo e os mecanismos da consciência e da comunicação, fazendo uma ponte com pensadores como Wilhelm Reich e Oswald de Andrade.

“As instituições modernas europeias supervalorizam a instância ideal. Nelas, a regra nunca pode ser questionada. Por isso somos tão criticados. O jeito brasileiro afronta a norma, pois na cultura popular a necessidade humana tem mais valor”, afirma Fernanda. Para muitos, entretanto, o jeito brasileiro impede a modernização e o crescimento. “É como se esse comportamento fosse um ranço primitivo tolhendo o nosso avanço. Mas, na verdade, criamos um novo modo de vida, mais afetiva”, diz.

O jeito e o modo como o corpo existe, pensa e se comunica implicam a inteligência comprometida com a imprevisibilidade e a novidade. O jeitinho brasileiro, portanto, é a afirmação cultural da condição existencial do jeito. A capacidade de transformação do corpo é muito maior do que a das instituições e resulta em uma condição radicalmente participativa. “Sem forma pronta, o corpo é um fazedor contínuo de cultura”, explica Fernanda.

A característica dessa transformação do corpo é muito familiar à da filosofia da devoração de Oswald de Andrade: a capacidade de transformação do valor oposto (tabu) em valor favorável (totem). O jeito do corpo é o totem do momento. Mobilizado pelo jeito, o jeitinho é contrário à reprodução em série.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/972/Filosofia+do+jeito,+A

REPORTAGEM DA REVISTA ISTOÉ CITA O LIVRO “A TV NO ARMÁRIO”

A edição 2303 da revista IstoÉ, publicada em 15 de janeiro, deu destaque para o livro A TV no armário (Edições GLS), do jornalista Irineu Ramos Ribeiro. A reportagem, intitulada “Um personagem contra o preconceito” – capa da edição – mostra como a atuação do ator Mateus Solano, 30057na novela Amor à vida, colocou o debate sobre a homossexualidade nos lares brasileiros. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/nwpdNB.

Em pleno século XXI, os meios de comunicação ainda abordam a questão da homossexualidade de forma preconceituosa. Embora se esforcem para ser “politicamente corretos”, na prática, são incapazes de lidar com a diferença. Para Ribeiro, a mídia, em geral, aponta a sexualidade com deboche, discriminação e caricaturização. No livro A TV no armário, ele analisa diversos aspectos do tratamento dado aos gays na programação humorística, em telejornais e em novelas, demonstrando as diversas formas pelas quais o preconceito é estimulado. Baseando-se no pensamento de Michel Foucault e noções da teoria queer, ou teoria do estranhamento, o autor comprova que a televisão brasileira acaba transmitindo valores negativos, depreciativos e caricatos no que se refere aos gays. “Está na hora de mudar de rumo”, afirma, lembrando que a mídia tem um papel determinante na formação de identidade.

Fruto de ampla pesquisa, desenvolvida durante dois anos, incluindo também a observação de toda a programação de TV, a obra abre caminhos para problematizar a maneira pejorativa como a comunidade LGBT é retratada na telinha. Ribeiro mostra, em quatro capítulos, que os meios de comunicação ainda precisam percorrer um longo caminho para retratar as diferenças de gênero, ajudando a reafirmar a identidade gay e a construir um mundo onde a diversidade seja respeitada. “A TV tem dificuldade de se pautar por abordagens que informam sobre a amplitude que o tema sexualidade implica. A consequência disso é que acabam se restringindo à reprodução de enfoques que estimulam o preconceito”, complementa o autor.

Ao longo da obra, o autor discorre sobre o limiar dos gêneros, abordando questões como ambiguidade, identidade, sexualidade e formas de pensar. Fala sobre o desenvolvimento das identidades sexuais “proscritas” no decorrer do século XX e as relações de poder na mídia televisiva. Faz um breve histórico do movimento homossexual no mundo e de algumas de suas lutas até chegar à década de 1970, quando o gênero passa a ter uma conotação social ampla. “O conceito de gênero se refere à construção social e cultural que se organiza a partir da diferença sexual”, revela o autor.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1217/TV+no+arm%C3%A1rio,+A

SORTEIO 17/1 – “COMIDA DE CRIANÇA”

50066O Grupo Editorial Summus vai sortear um exemplar do livro Comida de criança (MG Editores), da nutricionista Claudia Lobo, entre os seguidores do Twitter @gruposummus que retuitarem o link encurtado da promoção (http://kingo.to/1jQf). O sorteio será realizado na sexta-feira, 17/1, às 16 horas, pelo site sorteie.me e o resultado será publicado na sequência no blog e no Twitter do Grupo Summus. O ganhador deverá entrar em contato via DM para passar os dados de entrega do livro, que será enviado na semana subsequente, pelos Correios.

Boa sorte a todos!

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1241/Comida+de+crian%C3%A7a

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ATUALIZADO em 17/1/2014:

Resultado do sorteio: http://beta.sorteie.me/r/N7g. Parabéns à @sorayaandrade4, que ganhou o livro Comida de criança (MG Editores), da nutricionista Claudia Lobo!