EL PAÍS CITA O LIVRO “A FILOSOFIA DO JEITO”

O jornalista Juan Arias, colunista do jornal El País, principal jornal da Espanha, falou sobre o “jeitinho brasileiro” em artigo publicado no dia 31 de dezembro de 2013. O texto cita o livro A filosofia do jeito (Summus Editorial), da filósofa Fernanda Carlos Borges. Leia o texto na íntegra: http://goo.gl/hUleK7

Quando se fala em “jeitinho brasileiro”, logo vem à mente a figura de alguém que deseja levar vantagem em tudo, certo? Errado. Essa visão negativa da expressão, por anos difundida pelos meios de comunicação, não reflete o verdadeiro valor desse comportamento tipicamente brasileiro. O nosso jeito é uma contribuição inestimável à civilização, segundo Fernanda. No livro, ela procura compreender o “jeitinho brasileiro”, partindo de abordagens filosóficas, socioculturais e cognitivas. Nesse percurso, analisa a relação entre o corpo e os mecanismos da consciência e da comunicação, fazendo uma ponte com pensadores como Wilhelm Reich e Oswald de Andrade.

“As instituições modernas europeias supervalorizam a instância ideal. Nelas, a regra nunca pode ser questionada. Por isso somos tão criticados. O jeito brasileiro afronta a norma, pois na cultura popular a necessidade humana tem mais valor”, afirma Fernanda. 10231Para muitos, entretanto, o jeito brasileiro impede a modernização e o crescimento. “É como se esse comportamento fosse um ranço primitivo tolhendo o nosso avanço. Mas, na verdade, criamos um novo modo de vida, mais afetiva”, diz.

O jeito e o modo como o corpo existe, pensa e se comunica implicam a inteligência comprometida com a imprevisibilidade e a novidade. O jeitinho brasileiro, portanto, é a afirmação cultural da condição existencial do jeito. A capacidade de transformação do corpo é muito maior do que a das instituições e resulta em uma condição radicalmente participativa. “Sem forma pronta, o corpo é um fazedor contínuo de cultura”, explica Fernanda.

A característica dessa transformação do corpo é muito familiar à da filosofia da devoração de Oswald de Andrade: a capacidade de transformação do valor oposto (tabu) em valor favorável (totem). O jeito do corpo é o totem do momento. Mobilizado pelo jeito, o jeitinho é contrário à reprodução em série.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/972/Filosofia+do+jeito,+A

RÁDIO CBN ENTREVISTA A FILÓSOFA FERNANDA CARLOS BORGES

O programa Show da Notícia, da Rádio CBN, teve a participação da filósofa Fernanda Carlos Borges, no dia 25 de janeiro. Ela falou com os ouvintes sobre sobre o “jeitinho brasileiro”, tema de seu livro A filosofia do jeito, da Summus Editorial.
Ouça a entrevista, acessando: http://glo.bo/1fpX2uR

Quando se fala em “jeitinho brasileiro”, logo vem à mente a figura de alguém que deseja levar vantagem em tudo, certo? Errado. Essa visão negativa da expressão, por anos difundida pelos meios de comunicação, não reflete o verdadeiro valor desse comportamento tipicamente brasileiro. O nosso jeito é uma contribuição inestimável à civilização, segundo Fernanda.

10231No livro, ela procura compreender o “jeitinho brasileiro”, partindo de abordagens filosóficas, socioculturais e cognitivas. Nesse percurso, analisa a relação entre o corpo e os mecanismos da consciência e da comunicação, fazendo uma ponte com pensadores como Wilhelm Reich e Oswald de Andrade.

“As instituições modernas europeias supervalorizam a instância ideal. Nelas, a regra nunca pode ser questionada. Por isso somos tão criticados. O jeito brasileiro afronta a norma, pois na cultura popular a necessidade humana tem mais valor”, afirma Fernanda. Para muitos, entretanto, o jeito brasileiro impede a modernização e o crescimento. “É como se esse comportamento fosse um ranço primitivo tolhendo o nosso avanço. Mas, na verdade, criamos um novo modo de vida, mais afetiva”, diz.

O jeito e o modo como o corpo existe, pensa e se comunica implicam a inteligência comprometida com a imprevisibilidade e a novidade. O jeitinho brasileiro, portanto, é a afirmação cultural da condição existencial do jeito. A capacidade de transformação do corpo é muito maior do que a das instituições e resulta em uma condição radicalmente participativa. “Sem forma pronta, o corpo é um fazedor contínuo de cultura”, explica Fernanda.

A característica dessa transformação do corpo é muito familiar à da filosofia da devoração de Oswald de Andrade: a capacidade de transformação do valor oposto (tabu) em valor favorável (totem). O jeito do corpo é o totem do momento. Mobilizado pelo jeito, o jeitinho é contrário à reprodução em série.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/972/Filosofia+do+jeito,+A

FERNANDA CARLOS BORGES NO PROGRAMA ROBERTO JUSTUS+

O programa Roberto Justus+, da TV Record, teve a participação em vídeo da filósofa Fernanda Carlos Borges, autora do livro A filosofia do jeito – Um modo brasileiro de pensar com o corpo (Summus Editorial). O programa, que foi ao ar no começo desta madrugada, discutiu o famoso “jeitinho brasileiro”. Assista na íntegra:

Quando se fala em “jeitinho brasileiro”, logo vem à mente a figura de alguém que deseja levar vantagem em tudo, certo? Errado. Essa visão negativa da expressão, por anos difundida pelos meios de comunicação, não reflete o verdadeiro valor desse comportamento tipicamente brasileiro. Segundo Fernanda, o nosso jeito é uma contribuição inestimável à civilização. No livro, ela parte de abordagens filosóficas, socioculturais e cognitivas, para compreender o “jeitinho brasileiro”. Nesse percurso, analisa a relação entre o corpo e os mecanismos da consciência e da comunicação, fazendo uma ponte com pensadores como Wilhelm Reich e Oswald de Andrade.

“As instituições modernas europeias supervalorizam a instância ideal. Nelas, a regra nunca pode ser questionada. Por isso somos tão criticados. O jeito brasileiro afronta a norma, pois na cultura popular a necessidade humana tem mais valor”, afirma Fernanda. Para muitos, entretanto, o jeito brasileiro impede a modernização e o crescimento. “É como se esse comportamento fosse um ranço primitivo tolhendo o nosso avanço. Mas, na verdade, criamos um novo modo de vida, mais afetiva”, diz.

O jeito e o modo como o corpo existe, pensa e se comunica implicam a inteligência comprometida com a imprevisibilidade e a novidade. O jeitinho brasileiro, portanto, é a afirmação cultural da condição existencial do jeito. A capacidade de transformação do corpo é muito maior do que a das instituições e resulta em uma condição radicalmente participativa. “Sem forma pronta, o corpo é um fazedor contínuo de cultura”, explica Fernanda.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/972/Filosofia+do+jeito,+A

 

REVISTA ANA MARIA DESTACA O LIVRO “A MULHER DO PAI”

A edição de junho da revista Ana Maria deu destaque para o livro A mulher do pai (Summus Editorial), da filósofa Fernanda Carlos Borges. A reportagem, intitulada “Minha mãe namorando?! Nem pensar!”, fala do ciúme dos filhos quando os pais, depois da separação, resolvem seguir em frente e buscar um novo amor. Para a autora, ceder as chantagens dos filhos não é a solução. Leia a entrevista na íntegra: http://goo.gl/xA75a.

A mulher do pai é uma figura recente, mas cada vez mais comum nas novas redes familiares. Ela não é mãe, não é amiga, não é madrasta. A vivência pessoal desse papel familiar marginal levou a autora a escrever o livro. Como observa ela, “ao contrário da madrasta de companheiros viúvos – que substitui a mãe na relação com os filhos do marido, agregando o mérito social desta –, a mulher do pai soma uma maternidade sem referência social simbólica: e permanece sendo ninguém”. Esse papel provoca inúmeras dificuldades e sofrimentos.

O objetivo de Fernanda, que é mãe, ex-mulher e mulher do pai, é amparar a mulher que vive essa situação, ajudá-la a compreender a natureza dos muitos momentos conflitantes com os quais depara e trazer algum conforto para quem se vê nessa posição tão difícil e ignorada. “A lacuna existente sobre o assunto nas publicações sobre a família revela o abandono e o desamparo que cercam a mulher do pai”, diz.

Escrito em linguagem fácil, a obra é recomendada para toda a família. É também útil para profissionais, como psicólogos e professores. A despeito da simplicidade da forma, a autora não deixa de se apoiar em um amplo referencial teórico, permitindo assim a leitura em diversos níveis de aprofundamento.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1049/Mulher+do+pai,+A

O JEITINHO BRASILEIRO

A edição de março da Revista Língua Portuguesa deu destaque para o livro A filosofia do jeito (Summus Editorial), da filósofa Fernanda Carlos Borges. A reportagem, intitulada “O jeitinho que virou little way”, revela como as pessoas confundem a busca criminosa por vantagens com o traço cultural expresso pela palavra “jeitinho”. Leia a íntegra: http://goo.gl/AUm6r

Em seu livro, Fernanda rejeita o rótulo de atraso comumente associado à expressão, analisa a relação entre o corpo e os mecanismos da consciência e da comunicação para esclarecer a importância desse comportamento. Partindo de abordagens filosóficas, socioculturais e cognitivas, ela procura compreender o “jeitinho brasileiro”. Nesse percurso, analisa a relação entre o corpo e os mecanismos da consciência e da comunicação, fazendo uma ponte com pensadores como Wilhelm Reich e Oswald de Andrade.

“As instituições modernas européias supervalorizam a instância ideal. Nelas, a regra nunca pode ser questionada. Por isso somos tão criticados. O jeito brasileiro afronta a norma, pois na cultura popular a necessidade humana tem mais valor”, afirma Fernanda. Para muitos, entretanto, o jeito brasileiro impede a modernização e o crescimento. “É como se esse comportamento fosse um ranço primitivo tolhendo o nosso avanço. Mas, na verdade, criamos um novo modo de vida, mais afetiva”, diz.

O jeito e o modo como o corpo existe, pensa e se comunica implicam a inteligência comprometida com a imprevisibilidade e a novidade. O jeitinho brasileiro, portanto, é a afirmação cultural da condição existencial do jeito. A capacidade de transformação do corpo é muito maior do que a das instituições e resulta em uma condição radicalmente participativa. “Sem forma pronta, o corpo é um fazedor contínuo de cultura”, explica Fernanda.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Filosofia+do+jeito,+A