‘LUTO NÃO RECONHECIDO PODE LEVAR AO ADOECIMENTO – COMO RESOLVER ISTO?’

O luto não reconhecido vem de perdas como o de um filho prematuro, uma traição conjugal, aposentadoria, o desaparecimento de um parente, a perda de um animal de estimação… São experiências muitas vezes ignoradas ou desacreditadas pelo próprio enlutado ou pela comunidade e quando isto acontece, pode levar ao adoecimento. É preciso entender a reação de quem está passando por isto, ser empático e tentar se colocar no lugar dessa pessoa, porque viver isolado e ignorado torna o luto mais intenso e prolongado.

A psicóloga Gabriela Casellato, organizadora do livro O resgate da empatia – Suporte psicológico ao luto não reconhecido diz que, ao longo de sua experiência, foi observando que muitas vezes as pessoas procuram ajuda, não necessariamente porque estão adoecidas, mas porque estão sozinhas nas suas perdas. Muitas dessas situações têm a ver com essa dor que não pode ser compartilhada, seja porque o próprio enlutado não a valoriza como algo significativo ou porque a própria sociedade não reconhece.

No livro, várias histórias ilustram situações de pessoas que sofrem por não aceitar o luto ou não por saber lidar com isto e apresenta soluções para cada caso abordado.

Confira abaixo a entrevista ao programa Cotidiano, com apresentação da jornalista Luiza Inez Vilela, na Rádio Nacional de Brasília.

 

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Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//9788532310088

 

AUTORES DO LIVRO “O RESGATE DA EMPATIA” AUTOGRAFAM EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi (São Paulo) promovem no dia 22 de julho, quarta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro O resgate da empatia – Suporte psicológico ao luto não reconhecido. A psicóloga Gabriela Casellato, organizadora da obra, e os autores recebem convidados na livraria, que fica na Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041, Piso 2 – Itaim Bibi, São Paulo.

O que sente uma mãe que sofre pelo filho desaparecido? Como alguém elabora a morte de um amado animal de estimação? De que forma um profissional que convive com pacientes diariamente encara a perda? Muitas são as experiências de luto ignoradas ou desacreditadas. No livro O resgate da empatia, profissionais da área de saúde contribuem de maneira fundamental para o entendimento do luto não reconhecido. Abordando as diversas faces da perda, obra traz embasamento teórico, estratégias e ferramentas úteis para ajudar psicoterapeutas e demais profissionais de saúde a reconhecer o que ainda é irreconhecível.

“O processo de luto é normal e necessário, mas a falta de empatia em relação às perdas que enfrentamos é um importante determinante de nosso adoecimento físico e mental”, afirma Gabriela. Segundo ela, o não reconhecimento do luto é um fenômeno que se estabelece em diferentes situações e suas características são minimizadas ou negadas pelo próprio enlutado e/ou pela comunidade e suas regras socioculturais.

O livro traz uma profunda reflexão sobre diferentes situações: o luto de um filho prematuro e suas consequências para a formação do vínculo mãe-bebê; a questão da infidelidade conjugal; as especificidades e consequências do luto pela aposentadoria, fenômeno que ganha espaço com o aumento da população de idosos; o luto por bichinhos de estimação, em especial, nas cidades grandes, cujo papel do animal nas teias familiares é essencial; o luto pelo desaparecimento, que é abordado com profunda riqueza, dando enfoque ao luto materno; e também o luto em situações de suicídio, um assunto quase tabu na sociedade.

Dois capítulos também exploram o luto dos cuidadores profissionais, mostrando um pouco mais de perto a dor de quem cuida da dor. Em depoimentos tocantes e corajosos, as autoras expõem suas próprias dores diante das perdas pessoais e das de seus pacientes.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1419/Resgate+da+empatia,+O

O resgate da empatia