RÁDIO CBN ENTREVISTA EDITORA-EXECUTIVA DO GRUPO SUMMUS SOBRE FLÁVIO GIKOVATE

No dia 13/10/2017, completou um ano de falecimento do nosso autor Flávio Gikovate. Neste dia, a editora-executiva do Grupo Editorial Summus, Soraia Bini Cury, foi entrevistada por Tania Morales, no programa CBN Noite Total, da rádio CBN. Elas conversaram sobre a vida do psicoterapeuta, suas obras e o ebook, lançado pelo selo MG Editores em homenagem a Gikovate e que pode ser baixado gratuitamente nas melhores livrarias virtuais.

Ouça a entrevista abaixo:

 

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Conheça todas as obras de Flávio Gikovate, publicadas pela MG Editores:
http://www.gruposummus.com.br/mg/autor//Fl%C3%A1vio+Gikovate

 

REVISTA CLAUDIA ENTREVISTA FLÁVIO GIKOVATE

A edição de maio da revista Claudia traz ampla entrevista com Flávio Gikovate. Na reportagem, intitulada “Um papo sobre sexo”, o psicoterapeuta fala do seu novo livro Sexualidade sem fronteiras (MG Editores). Veja na íntegra: http://goo.gl/veLqg.

No livro Sexualidade sem fronteiras, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Gikovate tem-se dedicado com mais afinco nos últimos anos a pensar sobre nossa condição de seres biopsicossociais, ou seja, indivíduos constituídos por ideias e ações tanto biológicas e psicológicas quanto decorrentes da educação e dos valores que recebemos ao longo da vida. “São tantas as variáveis implicadas em nosso futuro, do ponto de vista sexual – variáveis de caráter inato, determinadas pela nossa história de vida e também pelo contexto sociocultural em que vivemos, que tudo pode acontecer. É uma pena que essa liberdade não possa ser exercida, pois quando uma pessoa diz a si mesma ‘Eu sou heterossexual’ ou ‘Eu sou gay’ ela determina e delimita as fronteiras em que vai atuar”, diz.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

“SEXO 2.0”: REPORTAGEM DA FOLHA DE S.PAULO FAZ RESUMO DA SABATINA COM FLÁVIO GIKOVATE

O caderno Equilíbrio, publicado pela Folha de S.Paulo nesta terça-feira (30 de abril), deu destaque para o livro Sexualidade sem fronteiras (MG Editores). A reportagem, intitulada “Sexo 2.0”, faz um resumo da sabatina que o psicoterapeuta Flávio Gikovate participou na semana passada. Veja a íntegra: http://goo.gl/eQ1sm.

No livro Sexualidade sem fronteiras, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Gikovate tem-se dedicado com mais afinco nos últimos anos a pensar sobre nossa condição de seres biopsicossociais, ou seja, indivíduos constituídos por ideias e ações tanto biológicas e psicológicas quanto decorrentes da educação e dos valores que recebemos ao longo da vida. “São tantas as variáveis implicadas em nosso futuro, do ponto de vista sexual – variáveis de caráter inato, determinadas pela nossa história de vida e também pelo contexto sociocultural em que vivemos, que tudo pode acontecer. É uma pena que essa liberdade não possa ser exercida, pois quando uma pessoa diz a si mesma ‘Eu sou heterossexual’ ou ‘Eu sou gay’ ela determina e delimita as fronteiras em que vai atuar”, diz.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

FLÁVIO GIKOVATE SERÁ SABATINADO PELA FOLHA DE S. PAULO QUARTA-FEIRA, DIA 24/4

O psicoterapeuta Flávio Gikovate será sabatinado pela Folha de S. Paulo no dia 24 de abril, quarta-feira, das 14h às 16h, para falar sobre o seu novo livro: Sexualidade sem fronteiras (MG Editores). As perguntas serão feitas pelas jornalistas Iara Biderman, Claudia Colluci e Heloísa Helvécia, editoras do Caderno Equilíbrio. O Teatro Folha fica na Av. Higienópolis, 618 (Shopping Higienópolis). As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 3224-3473, das 14 às 19h (dias úteis), ou pelo e-mail eventofolha@grupofolha.com.br, informando nome e RG do interessado.

A revolução sexual iniciada no século XX ampliou o debate em torno da sexualidade, mas a verdade é que avançamos pouco nesse campo da existência humana. Na sociedade em que impera o consumo e a vaidade, homens e mulheres se perderam. A preocupação com o desempenho sexual, o número de relações por semana, a quantidade de orgasmos, a competência, a exuberância, o jogo de poder da sedução, em rotular quem é hétero e quem é homo, pauta a vida da maioria das pessoas. Esquecemos o trivial: liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. No livro, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

“As pessoas que vivem de acordo com a sexualidade não têm compromisso com seu passado sexual e podem se movimentar dentro do espectro das possibilidades da sexualidade livres e isentas de qualquer norma ou preconceito. Elas se fixarão em determinado território tanto em função de suas convicções e deliberações racionais como em decorrência de outro impulso que, na prática, se sobrepõe ao erótico: o encantamento amoroso de ótima qualidade”, conclui.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

ÉPOCA ENTREVISTA FLÁVIO GIKOVATE

Em entrevista à Época Online, publicada nesta segunda-feira, dia 8 de abril, o psicoterapeuta Flávio Gikovate, que acaba de lançar o livro Sexualidade sem fronteiras (MG Editores), afirmou que “no futuro, o que irá determinar a orientação sexual de uma pessoa será seu envolvimento sentimental”. Na reportagem, ele propõe uma vida sexual sem cobranças e sem rótulos. O importante, diz ele, é trazer o sexo para o domínio do amor, independentemente de qual gênero o parceiro seja. Leia a íntegra: http://goo.gl/XWZr6. No livro Sexualidade sem fronteiras, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Gikovate tem-se dedicado com mais afinco nos últimos anos a pensar sobre nossa condição de seres biopsicossociais, ou seja, indivíduos constituídos por ideias e ações tanto biológicas e psicológicas quanto decorrentes da educação e dos valores que recebemos ao longo da vida. “São tantas as variáveis implicadas em nosso futuro, do ponto de vista sexual – variáveis de caráter inato, determinadas pela nossa história de vida e também pelo contexto sociocultural em que vivemos, que tudo pode acontecer. É uma pena que essa liberdade não possa ser exercida, pois quando uma pessoa diz a si mesma ‘Eu sou heterossexual’ ou ‘Eu sou gay’ ela determina e delimita as fronteiras em que vai atuar”, diz.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

CBN ENTREVISTA FLÁVIO GIKOVATE NESTA SEXTA, DIA 5

O psicoterapeuta Flávio Gikovate participa do programa CBN Noite Total, da CBN, nesta sexta-feira, dia 5 de abril, a partir de 21h. Ele fala com os ouvintes sobre o seu novo livro, Sexualidade sem fronteiras, lançamento da MG Editores. Acompanhe a entrevista na frequência AM 780 ou FM 90,5 em São Paulo, na rede afiliada espalhada pelo Brasil ou ainda pelo site www.cbn.com.br.

A revolução sexual iniciada no século XX ampliou o debate em torno da sexualidade, mas a verdade é que avançamos pouco nesse campo da existência humana. Na sociedade em que impera o consumo e a vaidade, homens e mulheres se perderam. A preocupação com o desempenho sexual, o número de relações por semana, a quantidade de orgasmos, a competência, a exuberância, o jogo de poder da sedução, em rotular quem é hétero e quem é homo, pauta a vida da maioria das pessoas. Esquecemos o trivial: liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo. No livro, Gikovate põe de lado velhos pontos de vista e crenças, fruto da tradição religiosa e dos preconceitos mais tradicionais, e traz para o centro do debate as variáveis que interferem na vida sexual. O lançamento acontece nesta segunda-feira, 8 de abril, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073), com palestra às 19h, no Teatro Eva Herz, piso superior.

O primeiro passo nessa jornada de volta à evolução é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. Esse é o clima que deve prevalecer nas relações sexuais. Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia – consentida – que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar os interesses eróticos da forma como bem nos aprouver. Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade.

“Minha proposta é de um mundo sem preconceitos (não só os de natureza sexual) no qual o sexo fosse verdadeiramente lúdico. Isso significaria tratá-lo como uma brincadeira em que não cabem cobranças, preocupações com o desempenho ou medo de fracasso, e na qual podemos considerar que tudo que é de consentimento recíproco é também legítimo”, afirma o psicoterapeuta.

Para saber mais sore o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1330/SEXUALIDADE+SEM+FRONTEIRAS

 

‘COMO LIDAR COM O DESAMPARO E A INSIGNIFICÂNCIA CÓSMICA’

Desde a infância sentimos o desconforto de estarmos desamparados e sermos insignificantes em relação ao mundo.

Com o passar do tempo, buscamos atenuar essa sensação nos entretendo com várias atividades para alcançar crescimento emocional e destaque social.

Mas esse forte sofrimento humano acaba se tornando uma incógnita estimulante na construção da civilização.

Flávio Gikovate fala sobre o assunto no vídeo abaixo:

Para conhecer todos os livros de Flávio Gikovate publicados pela MG Editores, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Fl%C3%A1vio+Gikovate

‘O QUE PODEMOS ESPERAR DO FUTURO?’

Os homens precisam usar sua capacidade para antever o futuro, não esperar os fatos para pensar nas consequências.

Já podemos ver o crescimento do individualismo, um fenômeno que traz vantagens e desvantagens para o indivíduo e a sociedade.

Veja no vídeo abaixo o que diz Flávio Gikovate sobre o assunto:

Conheça os livros de Flávio Gikovate publicados pela MG editores:
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‘NAMORAR OU CASAR?’

O assunto mexe muito mais com as mulheres do que com os homens. Até hoje, mesmo com o progresso feminino e a independência que o progresso econômico trouxe para a sociedade, o sonho da maior parte das mulheres continua sendo casar e ter filhos.

Veja o que diz dr. Flávio Gikovate no vídeo abaixo:

Conheça todos os livros do dr. Flávio Gikovate publicados pela MG Editores:
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‘BULLYING: UM NOVO FOCO SOBRE UM ANTIGO PROBLEMA’

O bullying é um fenômeno antigo, normalmente praticado por crianças do sexo masculino, contra outras – ou outra, em particular – visando o rebaixamento daquela que é mais tímida, delicada, da portadora de deficiência ou a que tenha qualquer diferença em relação à maioria.

A sociedade e a família têm adquirido um papel fundamental ao mudar a postura, não mais estimulando o revide e a agressão, associando tais atitudes à virilidade e reforçando a cultura da violência, mas em se preocupar na mudança de comportamento da criança agressora.

Veja no vídeo abaixo o que diz Flávio Gikovate sobre o assunto:

Conheça todos os livros de Flávio Gikovate publicados pela MG editores: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/fl%C3%A1vio%20gikovate/all/0