AUTORES DO LIVRO “A ESCOLA PARA TODOS E PARA CADA UM” AUTOGRAFAM EM SÃO PAULO

A Summus Editorial, Livraria Brainstore e Fecap promovem no dia 4 de outubro, quarta-feira, das 18h às 21h, a noite de autógrafos do livro A escola para todos e para cada um. Os autores – Andreia Pinto, Augusto Galery, Deigles Giacomelli Amaro, Edith Rubinstein e Patrícia Vieirarecebem amigos e convidados na livraria, que fica na Av. Liberdade, 532 – Campus Fecap.

No início do segundo semestre de 2015, os educadores se reuniram para organizar um curso para professores e profissionais que atuam em escolas. A proposta era desmistificar diversas situações observadas no cotidiano escolar. Por exemplo, se a escola é um espaço institucional para aprender, por que tantas crianças e adolescentes tem sido trazidos aos consultórios com o intuito de fazê-los “aprender”? Por que se observa a necessidade de diagnosticá-los e medicalizá-los para justificar uma “não aprendizagem”? Quem são os alunos de “inclusão” e por que eles, muitas vezes, são considerados “vasos” na escola?

Essas e outras perguntas formaram o fio condutor para criar o curso, que precisava de muito estudo e reflexão. Dessa imersão surgiram vários textos. Dos textos nasceu o livro. Uma escola para todos e para cada um é um projeto inovador, que demanda radical e contínua transformação nas abordagens de ensino e aprendizagem. Para os autores, mais do que uma crítica à instituição escolar atual, o paradigma inclusivo de educação requer a reinvenção da escola e de todas as suas práticas e didáticas.

Trata-se de uma abordagem que não menospreza a complexidade do sujeito que aprende, inserido em contextos sociais, econômicos, ambientais e culturais diversos. Tendo ou não deficiência, transtorno ou qualquer outra privação cultural e/ou social, eles merecem o melhor, de acordo com os autores.

Destinado a professores e estudantes de educação e da saúde, como professores de todos os níveis, gestores, psicólogos, terapeutas ocupacionais e alunos dos cursos de pedagogia e psicologia – e também a pessoas com deficiência e seus representantes –, o livro apresenta, entre outros temas:

  • o conceito de inclusão;
  • os entraves à verdadeira educação inclusiva;
  • as principais dúvidas e angústias de pais e professores;
  • a inclusão na perspectiva da legislação brasileira;
  • recursos, procedimentos e práticas que ajudam os alunos  – com e sem dificuldades físicas e/ou psíquicas – a estabelecer uma relação rica e prazerosa com o aprendizado;
  • casos reais de sucesso em escolas públicas e particulares de diversas localidades do país;
  • possibilidades de superar as barreiras à inclusão.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1475/9788532310781

‘ESCOLA NO RIO DIZ QUE MÃE DEVE PAGAR MONITOR PARA ALUNO COM DEFICIÊNCIA’

Mães de crianças com deficiência são obrigadas a pagar um “facilitador” para que seus filhos possam acompanhar as aulas em escolas da rede pública municipal do Rio de Janeiro. A denúncia foi feita por Sheila Velloso, que tenta, desde o começo do ano, matricular o filho Pedro, de 8 anos. Ela explica que o filho tem síndrome de Cornélia de Lange, uma doença neurológica rara, e precisa de acompanhamento constante, mas a escola pública em que ele foi matriculado, a Pedro Ernesto, na Lagoa, não oferece o serviço.

“Fiz a matrícula dele e me falaram que no momento não tinha ninguém para acompanhar o meu filho. Concordei que ele não podia ficar sem ninguém. A diretora me apresentou uma menina que estava chegando e era facilitadora de outra criança. Ela disse que ia todo dia com a criança, e que a mãe paga R$ 1.000 para ficar com ele, orientando. Voltei na regional e me falaram ‘no momento não temos ninguém, se você conseguir alguém, ótimo, você traz aqui e a gente faz a fichinha'”.

Sheila conta que procurou a rede municipal depois de ter a matrícula negada em cinco escolas particulares e uma amiga elogiar o trabalho oferecido pelo município. Há cerca de um mês, ela resolveu dar visibilidade ao caso por meio de um abaixo-assinado virtual que já conta mais de 10 mil apoiadores.

“O que eu sei é que toda criança tem direito à escola, seja ela deficiente ou não. É o caso do meu filho. Ele é especial, ele precisa de uma orientadora ou facilitadora, e eu fiquei sabendo que na rede municipal tem isso; outras mães têm isso; então eu fui buscar, eu queria isso para o meu filho também. Se tem direito, vamos lá, tem que ter direito, então. O objetivo é conseguir a escola, não quero mais nada”, enfatizou ela.

Sheila explica que não existe associação no Brasil que reúna parentes de pessoas com síndrome de Cornélia de Lange, apenas grupos de apoio em redes sociais. A doença afeta o desenvolvimento físico e intelectual da criança. “Agora ele fica a semana toda dentro de casa, só faz terapia ocupacional e fono[audiologia], atividades paralelas, mas escola mesmo ele não está frequentando”, acrescentou.

Fundadora da organização não governamental Escola de Gente, que trabalha com inclusão, a jornalista e escritora Cláudia Werneck ressalta que é obrigação do município garantir acesso à escola para qualquer criança, já que o direito à educação é tão indisponível quanto o direito à vida.

“Toda criança tem direito à escola, e isso independe de como essas crianças são, se enxergam, se têm uma síndrome genética ou não. Não existe não aceitar uma criança. Nesse caso, a escola condicionou a aceitação da criança à mãe fazer desembolsos particulares de um facilitador, isso também é inconstitucional, a escola pública não pode cobrar nada da família dos estudantes”, ressaltou Cláudia.

A procuradora Regional da República Eugênia Gonzaga, do Ministério Público Federal em São Paulo, especialista em direitos de pessoa com deficiência, explica que os apoios necessários à inclusão de criança com deficiência fazem parte da obrigação do Estado com a educação.

Segundo ela, “é ilegal. Não tem previsão em lei isso, e já tem até uma nota técnica do Ministério da Educação falando que isso é irregular. A gente ouve falar isso há anos no Rio de Janeiro, e agora é que os pais começaram a denunciar. Fere o código do consumidor, fere o direito da criança, é uma discriminação indevida da criança com deficiência”.

De acordo com Eugênia, os pais devem documentar a exigência feita, para comprovar a irregularidade no Ministério Público. “Elas [mães] poderiam comprovar de alguma forma essa exigência da escola, porque às vezes a escola fala isso de boca, mas na hora de colocar no papel não [confirma]. Então, talvez provocar uma resposta por escrito da escola, para que conste essa prova de que a escola está fazendo exigência, e levar isso para o Ministério Público Estadual”, sugere.

A secretária Municipal de Educação, Helena Bomeny, garante que essa não é a prática da rede. “Eu não sei como chegou essa informação à mãe, porque isso não procede. Nós oferecemos um estagiário, voluntário, para ficar como mediador na sala de aula junto com o professor. Então, eu acho que é um grande mal entendido, porque não se pode cobrar nada”, destaca.

De acordo com ela, o caso de Pedro Velloso foi o primeiro que ela soube, e a rede tem mais de 1.500 estagiários e voluntários que fazem a mediação de crianças com deficiência nas escolas. “A gente pode entender que em uma determinada escola, como não havia um aluno incluído, na hora não tem [mediador]. Então, a coordenadoria, junto com o Instituto Helena Antipoff, faz o remanejamento profissional para que a escola passe a ter o mediador. Às vezes demora um dia, dois, três dias, porque a escola não tem e vai passar a ter essa necessidade”, disse ela.

A secretária explica que todas as coordenadorias regionais de Educação têm equipes do instituto, que é uma referência nacional em deficiência e altas habilidades, e que todos os casos de inclusão de criança com deficiência devem ser analisados por especialistas.

“Quando a gente faz a matrícula de qualquer aluno com deficiência é importantíssimo que o instituto esteja presente, porque junto com os pais é que eles vão decidir onde o aluno deve ficar melhor, se numa classe especial, numa sala especial ou se vai ser incluído. A gente advoga sempre tentar incluir o aluno, porque ele evolui muito melhor”, acrescentou.

Sheila Velloso relata que só soube do Instituto Helena Antipoff na última segunda-feira (25), quando ligaram para ela marcando reunião para amanhã (28).

Texto de Akemi Nitahara, da Agência Brasil, publicado no UOL Educação em 28/05/2015. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/05/28/escola-no-rio-diz-que-mae-deve-pagar-monitor-para-aluno-com-deficiencia.htm#fotoNav=5

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Para saber mais sobre inclusão e educação especial, conheça alguns livros do Grupo Editorial Summus sobre os temas:

60073
CIDADANIA, SURDEZ E LINGUAGEM
Desafios e realidades
Autoras: Zilda M. Gesueli, Samira Kauchakje, Ivani Rodrigues Silva
Plexus Editora
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60068
COMO BRINCAM AS CRIANÇAS SURDAS
Autora: Daniele Nunes Henrique Silva
Plexus Editora

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60033
A CRIANÇA SURDA

Linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista
Autora: Marcia Goldfeld
Plexus Editora

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60056
EDUCAÇÃO MOTORA EM PORTADORES DE DEFICIÊNCIA

Formação da consciência corporal
Autora: Chrystianne Simões Frug
Plexus Editora

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20892
INCLUSÃO COMEÇA EM CASA

Um diário de mãe
Autora: Iva Folino Proença
Editora Ágora

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10078
INCLUSÃO E EDUCAÇÃO
Doze olhares sobre a educação inclusiva
Org.: David Rodrigues
Summus Editorial

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10999
INCLUSÃO ESCOLAR

O que é? Por quê? Como fazer?
Autora: Maria Teresa Eglér Mantoan
Summus Editorial

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10733INCLUSÃO ESCOLAR
Coleçao Pontos e Contrapontos

Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autoras: Rosângela Gavioli Prieto, Maria Teresa Eglér Mantoan
Summus Editorial

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10654
INCLUSÃO NA PRÁTICA

Estratégias eficazes para a educação inclusiva
Autora: Rossana Ramos
Summus Editorial

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60085
SUPERANDO OBSTÁCULOS

A leitura e a escrita de crianças com deficiência intelectual
Autora: Maria Elisabeth Grillo
Plexus Editorial

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‘PEDAGOGIA DA DIFERENÇA’

A edição de abril da Revista Educação publicou ampla entrevista com a educadora Maria Teresa Eglér Mantoan, autora do livro Inclusão escolar – O que é? Por quê? Como fazer?, da Summus Editorial. Maria Teresa Mantoan Revista_EducaçãoUma das maiores especialistas em inclusão escolar no país, ela defende na reportagem uma ampla transformação das escolas regulares para atender a todos, indistintamente. Leia a íntegra: http://goo.gl/SwtEzF.

A ideia de educação inclusiva impulsionou, nas últimas décadas, mudanças significativas na educação e orientou a transformação nos sistemas de ensino no Brasil. Porém, os problemas históricos quanto à garantia do direito à educação aos estudantes com deficiência ainda não foram resolvidos. O que é inclusão escolar? Quais são as razões pelas quais ela tem sido proposta e quem são seus beneficiários? Como fazê-la acontecer nas salas de aula de todos os níveis de ensino? Maria Teresa responde a essas e outras perguntas no livro, que é o 10999terceiro volume da coleção Novas Arquiteturas Pedagógicas.

Baseando-se na legislação mundial e brasileira, a autora analisa em profundidade o caminho percorrido até aqui. Segundo ela, incluir é não deixar ninguém de fora da escola comum, ensinando todas as crianças, indistintamente. A pedagoga propõe um deslocamento da visão educacional que se sente ameaçada pela inclusão para uma perspectiva que se abre para outras formas de ensinar e avaliar a aprendizagem. Conhecendo o potencial teórico da educação inclusiva e sua implicação no campo da mobilização social, Maria Teresa mostra a importância da análise do contexto escolar, para entender as dificuldades de atender a estudantes com deficiência e outros e apontar o propósito da inclusão como objetivo primordial dos sistemas de ensino.

“A escola inclusiva brasileira tem sólidas fundações, na lei, no vanguardismo dos que se dispuseram expandi-la, verdadeiramente imbuídos do compromisso de transformá-la, para se adequar ao nosso tempo. Eles estão se multiplicando e surpreendendo, demonstrando a força desta ideia poderosa – que depende de uma expansão rápida dos projetos verdadeiramente imbuídos do compromisso de transformar a escola comum para se adequar aos novos tempos”, afirma a pedagoga.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1401/Inclus%C3%A3o+escolar

 

‘INCLUSÃO SEM BARREIRAS’

Em reportagem sobre o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, o jornal Correio Braziliense ouviu especialistas sobre a importância do ambiente escolar para essas pessoas. A pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, autora do livro Inclusão escolar – O que é? Por quê? Como fazer?, da Summus Editorial, foi uma das especialistas entrevistadas na reportagem, que foi publicada no dia 2 de abril. Leia a íntegra: http://goo.gl/UbBVuR

Baseando-se na legislação mundial e brasileira, Maria Teresa analisa em profundidade o caminho percorrido até aqui. Segundo ela, incluir é não deixar ninguém de fora da escola comum, ensinando todas as crianças, indistintamente. A pedagoga propõe um deslocamento da 10999visão educacional que se sente ameaçada pela inclusão para uma perspectiva que se abre para outras formas de ensinar e avaliar a aprendizagem. Conhecendo o potencial teórico da educação inclusiva e sua implicação no campo da mobilização social, Maria Teresa mostra a importância da análise do contexto escolar, para entender as dificuldades de atender a estudantes com deficiência e outros e apontar o propósito da inclusão como objetivo primordial dos sistemas de ensino.

“A escola inclusiva brasileira tem sólidas fundações, na lei, no vanguardismo dos que se dispuseram expandi-la, verdadeiramente imbuídos do compromisso de transformá-la, para se adequar ao nosso tempo. Eles estão se multiplicando e surpreendendo, demonstrando a força desta ideia poderosa – que depende de uma expansão rápida dos projetos verdadeiramente imbuídos do compromisso de transformar a escola comum para se adequar aos novos tempos”, afirma a pedagoga.

Dividido em três capítulos, o livro reúne as ideias da autora sobre o ensinar e o aprender. Nele, ela compartilha o que viveu em sua caminhada educacional, dialogando com o leitor sobre problemas, questões e dúvidas que carrega no dia a dia de trabalho. “As transformações da escola dependem de um compromisso coletivo de professores, gestores, pais e da sociedade em geral. É difícil o dia a dia da sala de aula. Esse desafio que enfrentamos tem limite – o da crise educacional que vivemos, tanto pessoal como coletivamente, deste ofício que exercemos”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Inclus%C3%A3o+escolar

‘EDUCAÇÃO INCLUSIVA AINDA NÃO É REALIDADE NA MAIORIA DAS ESCOLAS BRASILEIRAS’

Ouça entrevista ao CBN Madrugada de Maria Teresa Eglér Mantoan, pedagoga, mestre e doutora em Educação pela Unicamp e autora do livro Inclusão escolar – O que é? Por quê? Como fazer?:

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Conheça o livro:

10999INCLUSÃO ESCOLAR
O que é? Por quê? Como fazer?
Autora: Maria Teresa Eglér Mantoan

Escrito por uma das maiores especialistas em inclusão escolar no Brasil, esta obra aborda o assunto de maneira clara e didática. Baseando-se na legislação sobre o tema, Maria Teresa Eglér Mantoan explica o que é educação inclusiva, discute os passos necessários para implantá-la e ressalta suas vantagens. Livro fundamental para educadores que desejam saltar da teoria para a prática.

Para ver todos os volumes da coleção Novas Arquiteturas Pedagógicas, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/colecao/Novas%20Arquiteturas%20Pedag%C3%B3gicas

MARIA TERESA MANTOAN E ULISSES ARAÚJO AUTOGRAFRAM LIVROS DA COLEÇÃO NOVAS ARQUITETURAS PEDAGÓGICAS, EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Vila Madalena-SP) promovem no dia 31 de março, terça-feira, o lançamento de dois livros da Coleção Novas Arquiteturas Pedagógicas: Inclusão escolar – O que é? Por quê? Como fazer? e Autogestão na sala de aula – As assembleias escolares . Das 19h às 20h, os autores Maria Teresa Eglér Mantoan (Inclusão escolar) e Ulisses F. Araújo (Autogestão na sala de aula) fazem uma apresentação sobre as obras no auditório da livraria. A partir de 20h, haverá a sessão de autógrafos. A livraria fica na Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena, São Paulo.

Em Inclusão escolar, Maria Teresa explica, de maneira clara e didática, o que é educação inclusiva, discute os passos necessários para implantá-la e ressalta suas vantagens – tanto para as pessoas com qualquer tipo de deficiência como para os alunos que não as têm.

Uma das maiores especialistas em inclusão escolar no país, a pedagoga propõe um deslocamento da visão educacional que se sente ameaçada pela inclusão para uma perspectiva que se abre para outras formas de ensinar e avaliar a aprendizagem. Conhecendo o potencial teórico da educação inclusiva e sua implicação no campo da mobilização social, ela mostra a importância da análise do contexto escolar, para entender as dificuldades de atender a estudantes com deficiência e outros e apontar o propósito da inclusão como objetivo primordial dos sistemas de ensino.

Já o livro Autogestão na sala de aula oferece um guia prático para implantar as assembleias escolares, incluindo os passos a ser seguidos na promoção das assembleias de classe, de escola, de docentes e dos fóruns escolares. Também dá voz aos sujeitos que já vivenciaram esse formato de autogestão, mostrando as mudanças vividas nas relações escolares e sua contribuição para a ética e a cidadania. 

“Aprender a dialogar, a construir coletivamente as regras de convívio e a fortalecer o protagonismo das pessoas e dos grupos sociais é um papel que a escola pode, e deve, exercer na luta pela transformação da sociedade”, afirma Araújo. Em sua avaliação, construir novos alicerces culturais, que tenham como sustentáculos a igualdade, a equidade, a solidariedade e o dialogo, permitirá que, no futuro, a maioria da população perceba que a justiça social somente será alcançada com a democracia.

Para saber mais sobre os livros d coleção Novas Arquiteturas Pedagógicas, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/colecao/Novas%20Arquiteturas%20Pedag%C3%B3gicas

 Inclusao escolar_Autogestao na sala de aula