REVISTA MALU DESTACA O LIVRO “CADÊ O PAI DESSA CRIANÇA?”

A edição semanal da Revista Malu deu destaque para o livro Cadê o pai dessa criança? (Summus Editorial), da psicóloga Elizabeth Monteiro. A reportagem, intitulada “Cadê o pai?”, afirma que educar não é tarefa apenas das mães. Leia a íntegra: http://goo.gl/eHOHBi

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro, Elizabeth fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Baseada em sua experiência clínica e em pesquisas diversas, a psicóloga analisa os principais tipos de pai da família contemporânea e deixa claro que esses modelos prejudicam o desenvolvimento afetivo e intelectual das crianças, impactando duramente sua autoestima. “Crianças criadas com a participação ativa do pai se tornam adultos mais seguros, mais competentes e mais amorosos”, afirma.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Cad%C3%AA+o+pai+dessa+crian%C3%A7a%C2%A7

O PODER DO AFETO

A edição de fevereiro da revista Máxima traz uma reportagem sobre a importância do vínculo afetivo. De acordo com a reportagem, cobrir o filho de carinho é tão importante quanto cuidar da sua saúde. A psicóloga Dina Azrak, autora de A linguagem da empatia (Summus Editorial), é uma das entrevistadas. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/7GlJp

Por meio de técnicas simples e eficazes, Dina mostra no livro de que forma podemos utilizar a linguagem da empatia no cotidiano para lidar com os filhos. Os pais vão aprender a: usar uma linguagem específica para falar com os filhos; exprimir seus sentimentos de forma respeitosa; entender o que os filhos estão sentindo; criar alternativas à crítica; incentivar a autonomia nas crianças; evitar os rótulos; e, principalmente, agir calmamente quando nada mais parece funcionar.

Para a psicóloga, os pais modernos precisam vencer o desafio de colocar-se no lugar da criança e compreender seus sentimentos para estabelecer com elas uma relação de respeito e companheirismo. No livro, ela mostra de que forma os pais podem utilizar a linguagem da empatia no cotidiano. A obra traz sugestões práticas que garantem relações pautadas pelo respeito, valorização, autonomia e cooperação.

A nova linguagem, adotada pela psicóloga como base de seu trabalho, foi desenvolvida pelo terapeuta infantil e educador Haim Ginott, cujos livros revolucionaram o relacionamento entre pais e filhos. “A linguagem da empatia baseia-se apenas em comunicar-se com as crianças de maneira atenciosa, demonstrando compreensão, evitando as avaliações e os julgamentos”, explica a autora. Para ela, os pais não devem impor respeito e sim fazer-se respeitar.

Baseada em sua experiência na realização de workshops de orientação de pais, a autora reuniu no livro exemplos que mostram situações de conflito entre pais e filhos. A partir das histórias, típicas da vida urbana, que conta no início de cada capítulo, ela aponta os erros dos pais e em seguida sugere a utilização de gestos e frases positivas para melhorar a saúde emocional da família. “A empatia é uma atitude eficiente para harmonizar a comunicação entre pais e filhos”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1204/Linguagem+da+empatia,+A