RÁDIO NACIONAL DE BRASÍLIA ENTREVISTA FLÁVIO GOMES, UM DOS AUTORES DE “POLÍTICAS DA RAÇA”

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Confira abaixo a entrevista de Flávio Gomes, um dos organizadores de Políticas da raça – Experiências e legados da abolição e da pós-emancipação no Brasil, lançamento da Selo Negro, à Rádio Nacional de Brasília.

 

 

Esta coletânea, escrita por pesquisadores brasileiros e estrangeiros, aborda um longo período da história do nosso país: dos anos 1870, com o início do movimento abolicionista, a 2010, quando o STF julgou constitucionais as cotas raciais na Universidade de Brasília. Entre outros assuntos abordados estão: a formação dos quilombos; a migração de libertos por São Paulo e Rio de Janeiro; os negros no movimento republicano brasileiro; as representações culturais dos negros na música, na cultura, nas artes e na religião; linchamentos raciais no Oeste paulista; a luta entre imigrantes e ex-escravizados pela posse de terra e por moradia; a atuação dos negros na luta contra a monarquia; as relações entre o movimento operário e os trabalhadores negros; comunismo, integralismo e a Frente Negra Brasileira. Trata-se de uma obra completa, lastreada tanto pelo uso de fontes e abordagens diversas quanto pela pluralidade de ideias e pela multiplicidade de interpretações.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/selonegro/livro/1392/POL%C3%8DTICAS+DA+RA%C3%87A

 

 

SELO NEGRO LANÇA “POLÍTICAS DA RAÇA”

Organizado pelos professores Flávio Gomes e Petrônio Domingues, o livro reúne vários historiadores, nacionais e estrangeiros, que aceitaram o desafio de apresentar textos originais sobre a experiência histórica dos negros no período da escravidão e pós-escravidão.

Dos anos 1870, com o início do movimento abolicionista no Brasil, a 2012, quando o Superior Tribunal Federal (STF) julgou constitucionais as cotas raciais na Universidade de Brasília, inúmeros e decisivos foram os processos de abolição e emancipação no país. Apesar disso, pouco se sabe das dezenas de milhares de homens e mulheres escravos que, com seus filhos, conheceram a liberdade no século XIX, ainda numa sociedade escravista. Será que a liberdade significava o simples fim da escravidão? O livro Políticas da raça – Experiências e legados da abolição e da pós-emancipação no Brasil, lançamento da Selo Negro Edições, 40098reúne uma coletânea de artigos de grandes pesquisadores brasileiros e estrangeiros que buscaram essa resposta, enfrentando o desafio de pensar a abolição e o pós-emancipação no Brasil.

Trata-se de uma obra completa, que aborda assuntos como: a formação dos quilombos entre 1880 e 1881; a migração de libertos por São Paulo e pelo Rio de Janeiro; os negros no movimento republicano brasileiro; os ex-escravizados em Salvador; um novo enfoque sobre o quadro A redenção de Cã, de Modesto Brocos; os linchamentos raciais no Oeste paulista; a luta entre imigrantes e ex-escravos pela posse da terra e de moradia; os negros que ajudaram a lutar contra a monarquia; o fortalecimento do maracatu, da capoeira e dos instrumentos africanos; as relações entre o movimento operário e os trabalhadores negros; comunismo, integralismo e a Frente Negra Brasileira; e as representações da Mãe Preta ao longo dos anos.

“São 17 capítulos que versam sobre temas variados, lastreados tanto pelo uso de fontes e abordagens diversas quanto pela pluralidade de ideias e pela multiplicidade de interpretações”, afirmam os historiadores Flávio Gomes e Petrônio Domingues, organizadores do livro. Outro grande mérito, segundo eles, é responder em certa medida as questões ligadas à lei 10.639, que obriga o ensino de história e cultura afro-brasileira na rede de ensino em todo o país.

Quando começam e quando terminam as histórias do pós-emancipação? Se ainda precisamos conhecer muito sobre as experiências e os debates acerca da liberdade, da cidadania, das culturas políticas, das expectativas de direitos e das perspectivas da sociedade brasileira que não necessariamente iniciaram no dia seguinte ao 13 de maio de 1888, também deveríamos (precisaríamos?) definir quando se dá o fim da pós-emancipação. Tais balizas e definições – para além de arcabouços conceituais, universos empíricos e temas transversais – ainda aguardam mais e mais pesquisas, evidências, argumentos e interpretações, na avaliação dos organizadores.

Colocando a experiência histórica brasileira em tela, o livro demonstra que o legado não resolvido da emancipação é uma parte do tempo presente da nação mesmo após mais de 120 anos do fim da escravidão. “O anseio por autodeterminação, reconhecimento, políticas redistributivas, igualdade nas relações sociais, direitos humanos e acesso aos recursos da terra e aos frutos do próprio trabalho ainda continua no horizonte de milhares de brasileiros”, concluem.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/selonegro/livro/9788587478986

FOLHA DE S.PAULO DESTACA LIVROS DO GRUPO SUMMUS

Dois livros do Grupo Editorial Summus ganharam destaque na Folha de S.Paulo no último sábado, dia 8 de novembro. Políticas da raça – Experiências e legados da abolição e da pós-emancipação, da Selo Negro Edições,  foi destacado na coluna Painel das Letras, do caderno Ilustrada.  Já Os públicos justificam os meios – Mídias customizadas e comunicação organizacional na economia da atenção, da Summus Editorial, mereceu nota na coluna Cifras & Letras, do caderno Mercado. Veja os links: http://goo.gl/Tay0xi e http://goo.gl/yeHkb5

40098O livro Políticas da raça reúne uma coletânea de artigos de grandes pesquisadores brasileiros e estrangeiros que aceitaram o desafio de pensar a abolição e o pós-emancipação no Brasil. Dos anos 1870, com o início do movimento abolicionista no Brasil, a 2012, quando o Superior Tribunal Federal (STF) julgou constitucionais as cotas raciais na Universidade de Brasília, inúmeros e decisivos foram os processos de abolição e emancipação no país. Apesar disso, pouco se sabe das dezenas de milhares de homens e mulheres escravos que, com seus filhos, conheceram a liberdade no século XIX, ainda numa sociedade escravista. Será que a liberdade significava o simples fim da escravidão? Esse é o grande debate do livro, que foi organizado pelos professores Flávio Gomes e Petrônio Domingues.

10956A obra Os públicos justificam os meios é destinada àqueles que se dedicam à árdua tarefa de conquistar e manter a atenção dos públicos organizacionais em tempos de comunicação cada vez mais abundante e, por isso, desafiante. O jornalista e professor José Antonio Martinuzzo mostra como adquirir conhecimento sobre o público-alvo e traçar estratégias eficazes, que resultem num relacionamento duradouro baseado na atenção mútua. O caminho? As mídias customizadas.
Para saber mais sobre os livros, clique nas capas acima.