‘A LINGUAGEM CORPORAL DO MEDO’

Artigo publicado no portal A Mente é Maravilhosa,
em 25/03/2019.

A linguagem corporal do medo se manifesta, em primeiro lugar, nas microexpressões faciais. Sobrancelhas ligeiramente levantadas, a testa franzida e a boca entreaberta são sinais inequívocos de que o medo está dentro de uma pessoa.

Embora sentir medo seja normal e perfeitamente legítimo, há situações nas quais exteriorizá-lo não favorece nossos interesses. Uma situação de entrevista de emprego, por exemplo, ou de uma palestra em público. Infelizmente ou felizmente, existe uma linguagem corporal do medo que muitas vezes revela o que está acontecendo em nosso interior.

Embora não exista um dicionário para interpretar a linguagem corporal do medo, as pessoas são dotadas de um tipo de radar que nos permite ler seus sinais. Não se trata de uma interpretação racional do todo. Simplesmente intuímos que alguém está com medo e, de forma inconsciente, agimos em conformidade. Ou seja, desconfiamos de quem desconfia de si mesmo ou temos uma sensação de maior poder ao perceber a vulnerabilidade no outro.

É importante conhecer a linguagem corporal do medo. Se a conhecermos, talvez possamos ter um maior controle sobre ela. Em princípio, obtemos dois benefícios: um, captar o medo dos outros, mesmo que não o expressem abertamente. E dois, administrar a nossa própria atitude e postura para não permitir que o medo se projete se não desejarmos. Estas são as bases dessa linguagem.

Microexpressões no rosto

O rosto talvez seja o elemento mais expressivo da linguagem corporal do medo. É no rosto que o temor se reflete primeiro. Às vezes o gesto é muito evidente, em outras é dissimulado, mas aparece. Por outro lado, o fato de ser mais ou menos evidente depende em muitos casos da intensidade da emoção.

De qualquer maneira, há gestos que são bastante fáceis de identificar. O primeiro é levantar um pouco as sobrancelhas, ao mesmo tempo que a testa permanece tensa. Se o medo vier após uma surpresa, o movimento das sobrancelhas será mais evidente. Se for uma situação que gera temor, mas não há surpresa, vai prevalecer a tensão na testa.

Também é comum que as pálpebras inferiores se mantenham tensas. Ao mesmo tempo, a boca ficará um pouco entreaberta, e os cantos da boca ficarão repuxados para trás. Em geral, é como se o rosto todo sofresse uma contração para trás. Como se houvesse algo que estivesse puxando o rosto, ao mesmo tempo em que há uma resistência a esse movimento.

A postura e a linguagem corporal do medo

A postura também é um elemento muito importante na linguagem corporal do medo. Em geral, quando estamos assustados, nossos músculos ficam tensionados e adotamos posturas nas quais nossos órgãos vitais fiquem protegidos. A primeira coisa que acontece é que nos curvamos (ocupando menos espaço). Esta é uma expressão que denota o desejo de nos refugiarmos em nós mesmos em prol da autoproteção.

A insegurança, o nervosismo e a ansiedade são manifestações do medo. Esses três estados costumam ser revelados quando são realizados movimentos rápidos ou compulsivos. Uma pessoa que tem dificuldade para se manter quieta é uma pessoa que não está tranquila. Quando o medo é muito forte, é provável que os movimentos também sejam mais bruscos ou torpes.

Da mesma maneira, é comum que uma pessoa com medo cruze os braços. Este gesto é um sinal de defesa. A pessoa gera um tipo de barreira que a protege e a separa do mundo. Essa barreira também pode ser uma manifestação do desejo de se preservar, rejeitando o alheio.

Outros gestos delatores

Ainda há outros gestos e expressões que fazem parte da linguagem corporal do medo. Por exemplo, o olhar. O nervosismo faz com que o olhar fique evasivo, ao mesmo tempo em que aumenta a frequência do piscar de olhos. Mas se o que uma pessoa sente é medo, puro e simples, em geral mantém os olhos imóveis, o olhar fixo e quase não pisca. É um mecanismo ativado com o temor. Seu objetivo é não perder de vista aquilo que parece ser ameaçador.

Por outro lado, as mãos também fazem parte da comunicação e expressam emoções. Em relação ao medo, não são uma exceção. Quando uma pessoa sente medo, costuma retorcer e entrelaçar as mãos. Também é frequente o ato de cerrar os punhos ou ocultar as mãos. Não deixar as extremidades à mostra é um ato instintivo de defesa, pois são um alvo comum dos ataques no mundo animal.

 

Em geral, quando uma pessoa está assustada, tende a realizar movimentos curtos, rápidos e erráticos. E quando a pessoa está verdadeiramente apavorada, acontece o contrário: fica paralisada. No primeiro caso, a pessoa não fica quieta. No segundo, ela se mantém estática, com o corpo encolhido e inclinado para trás. Basicamente, é assim que funciona a linguagem corporal do medo.

Para ler na íntegra, acesse: https://amenteemaravilhosa.com.br/a-linguagem-corporal-do-medo/

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Tem interesse por linguagem corporal? Conheça os livros do especialista Paulo Sergio de Camargo, publicados pela Summus:



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Profundo estudioso do assunto, coach e palestrante de sucesso, Paulo Sergio de Camargo oferece neste livro ferramentas práticas para entender o poder da linguagem corporal e utilizá-la para exercer a liderança de modo eficaz.

POR QUE MENTIMOS TANTO?

A mentira faz parte da história da civilização. Ao longo dos séculos, inúmeros pesquisadores se dedicaram ao tema pelas diferentes vertentes: científica, social, moral e até evolutiva. Apesar da diversidade do assunto, uma conclusão é unânime: toda mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências.

De acordo com estudos, escutamos, em média, 210 mentiras por dia. Da falsa informação acrescentada no currículo às falácias dos políticos, do conto do vigário ao autoengano, a mentira faz parte da história da civilização. Especialista em grafologia e linguagem corporal, Paulo Sergio de Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política.

Os métodos, é claro, não são 100% eficazes. “Temos a equivocada propensão a acreditar que somos capazes de identificar mentiras com certa facilidade. Não é bem assim. Após anos de estudos e pesquisas, sei que devemos ter cautela ao tentar reconhecer alguém com capacidade e habilidade cognitivas para enganar quem quer que seja”, afirma Camargo.  Pequenas mentiras, mentiras brancas, mentiras inocentes – ou qualquer que seja o nome dado a elas – uma coisa é certa: elas vão minar a confiança de alguém ao longo do tempo, segundo o especialista. “Toda a mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências”, diz

10805No livro Não minta pra mim! Psicologia da mentira e linguagem corporal, da Summus Editorial, Camargo apresenta definições de mentira e destrincha as principais situações em que ela se instala. Fruto de mais de 15 anos de pesquisa, a obra destaca a realidade nacional em relação ao assunto e aborda os principais sinais da linguagem corporal dos mentirosos.

De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Em 20 capítulos, Camargo transmite a maior quantidade possível de informações a respeito do tema, mesmo reconhecendo que ainda há muito para ser estudado e até mesmo descoberto. Os capítulos tratam da dificuldade de definir a mentira, dos tipos de mentira, do autoengano, do porque mentimos, da mentira escrita como falsificações e atestados médicos, da mentira como doença, dos sentimentos relacionados à mentira, dos mentirosos em cadeia nacional, da linguagem corporal e das microexpressões no momento da mentira, entre outros temas.

“A mentira influencia grandemente a nossa vida; nascemos, crescemos e evoluímos diante da mentira. Nem sem­pre é possível enfrentá-la. Mesmo tentando nos prevenir contra as mentiras, seremos sempre enganados. De certa forma, essa certeza pode ser até reconfortante, pois nos torna mais sensíveis e humanos”, conclui Camargo.

Paulo Sergio de Camargo é um dos mais bem preparados e conceituados grafólogos brasileiros. Fez pós-graduação em gerência e desenvolvimento de Recursos Humanos na UniFae Centro Universitário, em Curitiba, e atuou como instrutor de grafologia no Centro de Psicologia Aplicada (Cepa), no Rio de Janeiro, entre 1994 e 2002. É constantemente convidado a fazer palestras no Chile, na Argentina e no México, e nos últimos anos tem-se dedicado ao estudo da linguagem corporal. Publicou, pela Ágora, os seguintes livros: A grafologia no recrutamento e seleção de pessoal; Grafologia expressiva; e Sua escrita, sua personalidade. Pela Summus, lançou também Linguagem corporal – Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais.

Saiba mais sobre o livro, acessando: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//9788532308054

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De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1323/N%C3%A3o+minta+pra+mim!+Psicologia+da+mentira+e+linguagem+corporal

Para conhecer todos os livros do autor pelo Grupo Summus, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/paulo+sergio+de+camargo/all/0

 

PAULO SERGIO DE CAMARGO PARTICIPA DO PROGRAMA SEM CENSURA, DA TV BRASIL, NESTA TERÇA-FEIRA, DIA 7

Paulo_Sergio_CamargoO grafólogo Paulo Sergio de Camargo, autor do livro Não minta pra mim! Psicologia da mentira e linguagem corporal (Summus Editorial), participa do programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta terça-feira, dia 7 de outubro. No bate-papo com a apresentadora Leda Nagle, ele fala de linguagem corporal e, especialmente, da mentira.  O programa começa às 16h.

A mentira faz parte da história da civilização. Ao longo dos séculos, inúmeros pesquisadores se dedicaram ao tema pelas diferentes vertentes: científica, social, moral e até evolutiva. Apesar da diversidade do assunto, uma conclusão é unânime: toda mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências. No livro, Camargo apresenta definições de mentira e destrincha as principais situações em que ela se instala. 10805Fruto de mais de 15 anos de pesquisa, o autor destaca a realidade nacional em relação ao assunto e aborda os principais sinais da linguagem corporal dos mentirosos.

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De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Para saber mais sobre os livros do autor, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/Paulo+Sergio+de+Camargo/all/0

VOCÊ SABE RECONHECER QUANDO ALGUÉM ESTÁ MENTINDO?

De acordo com estudos, escutamos, em média, 210 mentiras por dia. Da falsa informação acrescentada no currículo às falácias dos políticos, do conto do vigário ao autoengano, a mentira faz parte da história da civilização. Especialista em grafologia e linguagem corporal, Paulo Sergio de Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política.

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De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Em 20 capítulos, Camargo transmite a maior quantidade possível de informações a respeito do tema, mesmo reconhecendo que ainda há muito para ser estudado e até mesmo descoberto. Os capítulos tratam da dificuldade de definir a mentira, dos tipos de mentira, do autoengano, do porque mentimos, da mentira escrita como falsificações e atestados médicos, da mentira como doença, dos sentimentos relacionados à mentira, dos mentirosos em cadeia nacional, da linguagem corporal e das microexpressões no momento da mentira, entre outros temas.

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