REVISTA ÉPOCA DESTA O LIVRO “LAÇOS E NÓS”

A edição de junho da Revista Época deu destaque para o livro Laços e nósAmor e intimidade nas relações humanas (Editora Ágora), da psicóloga Beatriz Cardella. A reportagem, intitulada “O outono do amor romântico”, fala de casais que se reencontraram depois de muitos anos e hoje celebram uma linda história de amor. Leia a íntegra: http://goo.gl/gxEw5.

O que fazer para um relacionamento dar certo? Quais os limites e os perigos que devemos evitar? Como solucionar os conflitos e evitar o sofrimento? No mundo atual, as expectativas quanto ao sucesso de uma relação são tantas que o amor tem ficado em segundo plano. No livro Laços e nós, Beatriz une mais de duas décadas de trabalho clínico em psicoterapia e sua experiência pessoal para falar de um dos maiores e mais sagrados mistérios: o amor. Longe de oferecer “receitas de sucesso”, a obra trata da relação humana como algo multifacetado e coberto de possibilidades. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para a outra, mas a vontade de aceitar com sinceridade a presença do outro em nós – bem como a imagem que ele nos devolve de nós mesmos – pode ser determinante para alcançar uma relação madura e criativa.

“Todos nós, de alguma forma, somos atravessados pela questão amorosa ao longo da vida e necessitamos uns dos outros para viver […]. Buscamos compreender nossa natureza e dar sentido a nossa existência, sendo nossas experiências relacionais muitas vezes marcadas pelo sofrimento e pela impossibilidade amorosa”, afirma Beatriz. Segundo ela, “o sofrimento reflete nossa condição de exílio, e o amor é a possibilidade de retorno para a casa natal”. “O amor acolhe o absurdo e a graça da condição humana”, diz.

De maneira contundente, a autora mostra principalmente o que o amor não é. Ao focalizar o sentimento sem sobrecarregá-lo com o peso do que é certo ou errado, ela possibilita ao leitor refletir sobre as próprias relações, tornando-o capaz de compreendê-las e transformá-las, bem como de acolher aspectos significativos da intimidade, entre eles o perdão, o companheirismo e a aceitação.

A metáfora embutida no título do livro ilustra bem a condição atual dos relacionamentos. Para Beatriz, os laços são as relações que estabelecemos na vida e que nos ligam profundamente às outras pessoas. Os nós, por sua vez, são os conflitos e impedimentos que precisam ser superados para atingirmos o real significado dos laços. O problema é que os nós nem sempre são desfeitos facilmente, e muitas vezes acabamos desistindo antes de tentar.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1158/La%C3%A7os+e+n%C3%B3s

AUTOR DE “MUITO ALÉM DO ARCO-ÍRIS” AUTOGRAFA EM SÃO PAULO

As Edições GLS e a Livraria Cultura do Conjunto Nacional promovem no dia 27 de maio, segunda-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Muito além do arco-íris – Amor, sexo e relacionamentos, do psicólogo Klecius Borges. O autor receberá os convidados na livraria, que fica na Avenida Paulista, 2073, São Paulo.

Será que os casais homossexuais têm os mesmos problemas de relacionamentos que os casais heterossexuais? As mesmas dúvidas, os mesmos dilemas, as mesmas preocupações? Para o autor, a resposta é simples: não. Pioneiro na aplicação da terapia afirmativa no Brasil – modalidade psicoterápica que se ocupa especificamente das questões comuns enfrentadas por esse público –, ele afirma que as questões sobre relacionamento estão no topo da lista dos assuntos levados ao consultório. O que falta para esse público, segundo ele, é informação, já que são raras as referências ou representações sobre a natureza dessas relações.

No livro, Borges começa a corrigir essa escassez de informação. Apresentando uma seleção de casos tratados de uma perspectiva não heternormativa, ele aborda assuntos como autoaceitação, visibilidade social, homofobia e preconceito, abrindo caminho para a autorreflexão e a transposição de barreiras na busca de uma vida mais equilibrada e feliz.

“Por mais que certas questões relacionais sejam comuns a todos os indivíduos, afirmar que casais são casais, não importando sua orientação e identidade sexual, é no mínimo um reducionismo. Para mim, essa atitude é inaceitável”, diz Klecius.  Segundo ele, essa afirmação desconsidera as dinâmicas psíquicas e sociais envolvidas nas vivências e experiências de indivíduos e casais submetidos a uma cultura não apenas heteronormativa, mas muitas vezes opressora e dominada, ainda hoje, por práticas e atitudes fortemente discriminatórias.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1338/Muito+al%C3%A9m+do+arco-%C3%ADris

‘POR QUE A COMUNICAÇÃO É TÃO DIFÍCIL’

Falar é algo que requer cautela, porque o que falamos quase sempre não coincide com o que o outro vai ouvir.

Segundo o filósofo Ortega Y Gasset, estamos todos condenados a uma “solidão radical”, justamente porque a comunicação é sempre precária.

Ouvir de verdade significa tentar se abrir para o argumento da outra pessoa, buscando não agir de modo radical ou crítico e, se for o caso, acoplar aquela nova ideia, em vez de simplesmente desqualificar aquilo que ouve.

Veja o que diz Flávio Gikovate sobre o assunto:

‘NAMORAR OU CASAR?’

O assunto mexe muito mais com as mulheres do que com os homens. Até hoje, mesmo com o progresso feminino e a independência que o progresso econômico trouxe para a sociedade, o sonho da maior parte das mulheres continua sendo casar e ter filhos.

Veja o que diz dr. Flávio Gikovate no vídeo abaixo:

Conheça todos os livros do dr. Flávio Gikovate publicados pela MG Editores:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/gikovate/all/0

 

QUEM TRAI UMA VEZ TRAI DUAS? ESPECIALISTAS EXPLICAM SE O INFIEL É INCORRIGÍVEL

Uma vez infiel, sempre infiel? Depende. Trair pode estar relacionado à infelicidade no relacionamento, a uma característica da personalidade, um momento de descontrole emocional e muitas outras razões. Portanto, não é possível afirmar se uma pessoa que foi infiel uma vez repetirá seu comportamento, mas dá para imaginar ao analisar a situação.

O terapeuta, escritor e especialista em relacionamentos Sergio Savian acredita que, se alguém começa a trair, dificilmente vai parar. Para ele, é natural o desejo de se envolver com outra pessoa, e ele só não é extravasado se há alguma influência externa. “Nossa sexualidade funciona a base de hormônios. A fidelidade, muitas vezes, tem de vir com cabresto, por isso as pessoas que menos traem são as religiosas. O ser humano, no seu jeito natural, trai”.

Para a psicóloga Miriam Barros, especialista em terapia familiar e psicodrama, é possível que um deslize se transforme em hábito. “Se a infidelidade não tiver consequências, a pessoa fará a segunda vez”, diz.

Realizada em 2008, a pesquisa Mosaico Brasil, coordenada pela médica psiquiatra Carmita Abdo, fundadora e coordenadora do ProSex (Programa de Estudos em Sexualidade) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, contou com 8.200 participantes e revelou que a traição ainda ocorre mais entre os homens.

Os dados mostram que, entre 18 e 25 anos, cerca de 65% dos homens dizem que já traíram; na faixa dos 40 a 50 anos, esse número passa dos 70%; já dos homens entre 60 e 70 anos, cerca de 75% afirmam já terem sido infiéis. Entre as mulheres, é possível notar que a infidelidade é mais frequente entre as jovens: na faixa dos 18 aos 25, 48% admitem que já traíram, enquanto apenas pouco mais de 20% das mulheres entre 60 e 70 anos assumem o mesmo.

“Isso revela que a traição é um padrão masculino instituído no Brasil. Essa prática se inicia desde muito cedo com os homens e vai se repetindo ao longo da vida, já que todas as gerações pesquisadas apresentam índices muito semelhantes”, diz Carmita. Segundo ela, os números sugerem que apenas 30% dos homens brasileiros em qualquer faixa etária se mantêm fiéis, enquanto estima-se que 70% teria uma prática usual de relacionamento extraconjugal em qualquer idade.

Diferentes perfis

Nos últimos 20 anos, a antropóloga Mirian Goldenberg realizou pesquisas com cerca de quatro mil pessoas no Brasil. O resultado do estudo deu origem a livros como “A Outra”, “Infiel: Notas de uma Antropóloga” e “Tudo o Que Você Não Queria Saber sobre Sexo” (Ed. Record), que mostram que há uma diferença entre infidelidade feminina e masculina.

Segundo Mirian, um número pequeno de homens se define polígamo por natureza. São aqueles que traem dezenas de vezes, sem um motivo específico. Traem por acreditar que esse comportamento faz parte da essência masculina. O perfil do infiel crônico, segundo ela, é marcado por homens que separam sexo de amor e não sentem culpa.

Para Mirian, a maioria dos homens que trai age assim porque vive algum conflito pessoal ou no casamento. E muitos dizem não trair por preguiça, alegando que uma mulher já dá trabalho o suficiente. “É o cara que não quer trair, ele quer ter outra companheira ou está prestes a se separar. Esse é o tipo que não trairá novamente, a menos que viva outra crise”.

Segundo a psicoterapeuta e orientadora sexual Maria Cristina Romualdo Galati, responsável pelo atendimento psicológico do serviço de disfunções sexuais masculinas do Hospital São Paulo – Unifesp, essa terceira pessoa é uma possibilidade de tomar coragem para sair daquilo que não está bom.

Enquanto há dois perfis de homens que traem, a mulher infiel é uma só, segundo as pesquisas de Mirian: aquela que sofre muito e não quer repetir o drama. A antropóloga explica que as mulheres, no geral, não desejam se dividir entre dois parceiros, mas ter uma única pessoa ao seu lado e depositar nela suas expectativas. Segundo ela, as mulheres tendem a culpar o homem pela traição: por sentirem falta de atenção ou porque o casamento estava ruim. “A mulher nunca assume que traiu porque teve tesão e pronto”.

Carmita observa em suas pesquisas que a tendência de manter dois parceiros concomitantes não é tão feminina quanto masculina. “A intenção da mulher ao trair tende a ser buscar um relacionamento mais satisfatório, e isso tende a não se repetir com frequência”, diz.

Os homens, por outro lado, costumam buscar conhecer outras mulheres, mas não outras parceiras. “Como não há envolvimento afetivo, muitos invalidam o conceito de traição. Já a mulher raramente vai buscar outro parceiro apenas para ter relações sexuais”, diz Carmita. Segundo ela, 43% das mulheres dizem que fariam sexo sem envolvimento, enquanto 75% respondem sim à mesma pergunta.

É possível “corrigir” um infiel?

Para a psicanalista Dora Tognolli, da SBP-SP (Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo), há uma fantasia de regeneração do outro, que raramente dá certo. “Alguns perfis não se transformam numa relação amorosa. Superestimar o próprio poder, achando que será possível por o outro na linha, é um erro”, afirma. Segundo Mirian, é comum que a mulher pense que pode “consertar” o homem, de que se ele traiu a “ex”, é porque ela não era tão especial.

“Se ele sempre acreditou que fazer sexo com outras mulheres é ser fiel à própria natureza, ele continuará a pensar assim”. Se traiu a antiga parceira por estar insatisfeito com a relação, o cenário é outro: é possível, sim, que ele não venha a ser infiel com a nova paixão, se estiver satisfeito com essa nova relação.

Texto de Andrezza Czech, publicado originalemtne no UOl, em 10/10/2012. Para conferir o texto na íntegra, acesse: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2012/10/19/quem-trai-uma-vez-trai-duas-especialistas-explicam-se-o-infiel-e-incorrigivel.htm

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Quer saber mais sobre sexualidade humana? Conheça Descobrimento sexual do Brasil, de Carmita Abdo:
Sexo é assunto que desperta curiosidade e polêmica. Às vezes proibido, outras tantas escamoteado, precisa ser revelado. Na teoria e na prática, quanto mais se sabe sobre ele, melhor. Foi pensando nisso que Carmita Abdo, psiquiatra e maior especialista em sexualidade do Brasil, resolveu compartilhar com os leitores o conhecimento adquirido em anos de estudo e pesquisa.
Utilizando dados científicos – obtidos em um levantamento por amostragem feito com mais de sete mil brasileiros de todas as regiões do país –, a autora desvenda os mistérios da sexualidade da nossa gente. Tratando de temas como orientação sexual, fidelidade e compromisso, hábitos sexuais, desejo, orgasmo, doenças sexualmente transmissíveis e muitos outros, neste livro Carmita desmitifica tabus e revela dados surpreendentes. E o conteúdo não é especifico para profissionais da área; ao contrário, pode ser entendido por qualquer pessoa que se interesse pelo assunto.
Ilustrada por gráficos didáticos e esclarecedores e acompanhada do questionário original utilizado na pesquisa, esta obra é mais que um estudo interdisciplinar: rica em informações fundamentais,é referência para médicos, terapeutas, educadores, pais e todos aqueles que desejam saber mais sobre a sexualidade humana.

FILHOS, FILHOS, CASAMENTO À PARTE

A revista Malu desta semana deu destaque para o livro Ex-marido, pai presente (Mescla Editorial), da terapeuta familiar Roberta Palermo. A reportagem aborda os principais aspectos relacionados à alienação parental. Leia a matéria na íntegra: http://goo.gl/HmWtS

Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, o livro de Roberta Palermo traz informações fundamentais para combater a alienação e dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Ex-marido,+pai+presente

‘O QUE DEVEMOS TOLERAR POR AMOR?

A tendência inicial em idealizar o amado colabora para que defeitos sejam enxergados somente com o decorrer do tempo.

Mas quais defeitos podem ser relevados? Como agir ao comunicar tais insatisfações? O que é implicância e o que, de fato, atenta contra o direito individual e compromete o futuro do relacionamento?

Conheça todos os livros de Flávio Gikovate publicados pela MG editores:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/fl%C3%A1vio%20gikovate/all/0

“EXISTE UM ‘NOVO HOMEM’ PARA A ‘NOVA MULHER’?”

Os homens ainda não se deram conta de que as mulheres estão cada vez mais distantes do estereótipo do ‘feminino indefeso’.  Caminhamos para uma sociedade unissex. Veja o que diz Flávio Gikovate:

Para conhecer todos os livros do autor pela MG Editores, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/gikovate/all/0

 

FLÁVIO GIKOVATE FALA SOBRE NAMORO NA TV CULTURA, NESTE DOMINGO

A TV Cultura (São Paulo) exibe neste domingo, dia 23 de setembro, às 22h, o Café Filosófico da CPFL com o psicoterapeuta Flávio Gikovate, que fala sobre “Namoro: ontem, hoje, amanhã”. Conferencista e autor consagrado, Gikovate lançou em 2010 o livro Sexo, o trigésimo de sua carreira. Na obra, ele reafirma que sexo e amor são dois impulsos autônomos e sublinha a associação entre sexualidade e agressividade.

Ao destrinchar o tema sexo, Gikovate fecha um ciclo de pensamento acerca da evolução humana descritos inicialmente nos livros O mal, o bem e mais além – Egoístas, generosos e justos (2005) e Uma história do amor…Com final feliz (2008), ambos da MG Editores. No primeiro, ele defende a necessidade de encontrar um ponto de equilíbrio entre o egoísmo e a generosidade para evoluir na vida afetiva, pessoal, familiar e social. O passo seguinte, tema do segundo livro, é reinventar o processo de relacionamento de longa duração. O adulto moderno, segundo ele, está diante de duas opções, ambas muito melhores do que a relação possessiva do amor convencional: viver só, estabelecendo vínculos afetivos e eróticos mais superficiais; ou formar laços que respeitem a individualidade.

Dessa vez, a proposta é rever conceitos e pensar com seriedade sobre a sexualidade, despojando-se de todo o tipo de ideia preconcebida. “Isso é muito difícil, já que o sexo sempre foi, ao longo de toda nossa história, um dos temas mais regulamentados”, diz. Gikovate lembra que vivemos uma época em que os limites impostos à sexualidade são mínimos em comparação ao que acontecia há 50 anos. O tabu que impunha a virgindade feminina até o casamento, por exemplo, evaporou poucos anos depois do surgimento da pílula anticoncepcional. À primeira vista, diz ele, a impressão é a de que os preconceitos diminuíram. “Mas ainda falta muito para nos livrarmos dos preconceitos que circulam em torno do sexo e de sua prática”, afirma.

Para conhecer todos os livros do autor pela MG Editores, acesse:
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