KITS COM PREÇOS ESPECIAIS PARA PRESENTEAR!

O final de ano está chegando e livro é sempre uma ótima pedida para presentear. Pensando nisso o Grupo Summus preparou vários combos especiais.

Aproveite a oportunidade, tem livros para todos os gostos e bolsos!

Kit "Queijos e Vinho"

“Queijos e Vinho”
De R$ 320,00
Por R$ 256,00

Luz_camera_acao_2

“Luz, câmera, ação”
De R$ 296,20
Por R$ 175,00

SN 2

“Selo Negro”
De R$ 237,60
Por R$ 132,00

 

 

 

 

Susan livros

“Por uma vida melhor”
De R$ 120,70
Por R$ 80,00

GLS

“Edições GLS”
De R$126,60
Por R$84,40

GIKOVATE

“Flávio Gikovate”
De R$ 152,10
Por R$ 99,00

SELO NEGRO COMEMORA 15 ANOS

logo_selo_negroA coluna Babel, publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo no sábado, 29 de novembro, deu destaque para a Selo Negro Edições. A coluna informa que o selo do Grupo Editorial Summus, que está fazendo 15 anos, programa para 2015 o lançamento da edição revista e ampliada do livro Dicionário escolar afro-brasileiro, de Nei Lopes. Acesse o link para ver a nota: http://goo.gl/mMMim7

Partindo do pressuposto de que a igualdade social pode ser alcançada especialmente pela educação, Nei apresenta aos jovens o Dicionário escolar afro-brasileiro. 40029Em linguagem clara e acessível, na forma de verbetes, ele apresenta ao estudante brasileiro informações e dados sobre o universo dos afrodescendentes.

Militante de longa data e profundo conhecedor da cultura afro-brasileira, Nei conseguiu a proeza de unir sua erudição ao didatismo. “É um trabalho diferente em forma e conteúdo, pois traz informações mais pertinentes ao universo e à área de interesse do estudante, dando ênfase à luta contra o racismo no Brasil”, diz.

O maior objetivo da obra, segundo Nei, é elevar a autoestima do jovem afrodescendente, dando visibilidade às personalidades negras que tanto fizeram pelo país mas que foram esquecidas no conteúdo escolar. “Na minha infância, não havia referência ao negro brasileiro, não havia exemplos positivos. Eles existem e o repertório é grande. O jovem precisa saber disso”, afirma, lembrando que o momento atual, de reforma de currículos escolares, é propício para oferecer opções de literatura.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/9788587478290

Para conhecer todos os livros publicados pela Selo Negro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/selonegro/?editora=selonegro

PRÉ-ESCOLA DE SP USA BONECOS PARA DISCUTIR RACISMO COM ALUNOS

Racismo é o tema da aula e a sala parece pequena para a energia de 35 crianças de 4 e 5 anos na Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) Guia Lopes, no Limão, zona norte de São Paulo. “Apartheid é quando o negro fica separado do branco”, explica uma das alunas no dia em que a reportagem do UOL visitou a escola.

Em outros tempos e em outras escolas, o 13 de maio, data da Abolição da Escravatura no Brasil, era data comemorativa a ser lembrada com direito à lembrança da Princesa Isabel e da Lei Áurea. Mas nessa escola, não. Porque a questão do negro na sociedade é tema de todo dia.

Na atividade, as duas professoras fazem perguntas sobre preconceito, racismo e a vida de Nelson Mandela. Os dedinhos para o alto mostram que a turma está afiada e todos querem falar o que aprenderam nas aulas anteriores. “Mandela foi presidente da África do Sul”, diz uma vozinha no fundo da sala. “Ele foi preso”, afirma outro aluno. “Ganhou o prêmio da paz”, acrescenta um garoto.

Mas não pense que todos os conceitos foram ensinados para os alunos de uma só vez. O debate sobre racismo faz parte das atividades pedagógicas de todas as turmas da Emei Guia Lopes desde 2011, quando a comunidade escolar adotou o personagem Azizi, um príncipe africano que virou o mascote da escola.

Lei 10.639/03

Esse foi o mote usado para montar um projeto pedagógico para a escola que atendesse à lei 10.639/03, que trata da inclusão do ensino de história e cultura afro-brasileira no currículo escolar. “Durante uma reunião, perguntei às professoras se havia preconceito entre crianças de 4 e 5 anos. Metade delas disse que não e a outra metade não sabia responder”, disse a diretora Cibele Racy.

A partir daí, Azizi foi incorporado ao cotidiano da Emei, que tem mais de 400 alunos, e protagonizou um dos primeiros debates sobre racismo com as crianças.”Perguntamos se ele podia casar com a Sofia [que é branca]. No começo, a maioria dos alunos disse que não, porque ele era negro e ela, branca”, conta Cibele.

A escola envolveu as famílias na discussão. Pais e mães participaram do debate contando como se conheceram e como começaram a namorar antes dos filhos nascerem. “No fim, os alunos concordaram que, se o Azizi e a Sofia se amavam, poderiam se casar”, explica a diretora.

Junto às discussões, professores começaram a trabalhar diferentes aspectos da cultura negra e até a tradicional festa junina foi substituída por uma comemoração afro-brasileira.

Beleza nas diferenças

No ano passado, os pequenos foram questionados como seriam os filhos do casal Azizi e Sofia. Discutiram sobre diferenças físicas e descobriram o que era melanina (proteína responsável pela pigmentação da pele). “Foi muito interessante, porque eles começaram a disputar quem tinha mais melanina”, conta Cibele.

Os filhos mestiços do casal Azizi e Sofia “nasceram” durante a última festa da escola (com direito a parto feitos pelos aluno) e foram integrados à comunidade escolar. Hoje eles possuem um espaço todo especial no pátio interno e diariamente visitam as salas de aula para ajudar professoras e alunos a falar de maneira lúdica sobre racismo e preconceito.

Em 2014, o tema escolhido para permear as discussões durante todo o ano foi a vida de Nelson Mandela, que no mundo de fantasia criado pelos alunos lutou contra o monstro do Apartheid e foi transformado em avô do príncipe Azizi. Com ele, vieram várias “crianças” –bonecos negros, orientais, brancos e deficientes que vão incitar outros debates em sala de aula.

Na semana passada, por exemplo, uma das turmas teve que votar no boneco que adotaria. O grupo discutiu e acabou escolhendo o garoto negro. “O branco é melhor do que o negro”, disse um menino durante o debate. A afirmação serviu de mote para uma pergunta: por quê? E, após uma conversa, ele pensou bem e corrigiu: “acho que tá errado [o que disse]”.

Revistas sem negros

Em outra turma, eles relembraram o que aprenderam sobre a vida de Mandela e o Apartheid. Foram unânimes em dizer que no Brasil não havia separação entre negros e brancos, já que eles dividiam a mesma mesa naquela sala de aula. Na próxima etapa da atividade, porém, tiveram que procurar cinco pessoas negras na mesma revista. “Professora, eu não encontro nenhum negro na minha revista”, reclamou uma das alunas.

“Percebemos que depois que começamos a discutir diversidade, os pais se aproximaram mais da escola. Recebemos pais homossexuais, crianças com deficiência e as famílias passaram a valorizar mais a beleza dos seus filhos”, diz a diretora. O hino adotado pela escola é uma música que diz “Ninguém é igual à ninguém, ainda bem”. Ainda bem.

Texto de Marcelle Souza, publicado originalmente no UOL, em 13/05/2014. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/05/13/escola-publica-de-sp-usa-bonecos-para-discutir-racismo-na-pre-escola.htm

***

40014Se você quer saber mais sobre assunto, conheça o livro Racismo e anti-racismo na educação – Repensando nossa escola, da Selo negro Edições:

Autora: Eliane Cavalleiro

Diversos olhares sobre o ambiente da sala de aula procuram captar os racismos presentes nesse cotidiano. Alguns dos assuntos que nos alertam para uma educação anti-racista são a revista especializada em educação, o livro infantil, o tratamento dado à África e outros.

SELO NEGRO COM 40% DE DESCONTO NA SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA!

Para comemorar a Semana da Consciência Negra, TODOS os livros da Selo Negro Edições estão com 40% de desconto! Aproveite: a promoção é válida das 18 horas de hoje, 19, até 23 de novembro, sábado!  Veja abaixo alguns dos títulos em oferta:

Dicionário escolar afro-brasileiro
Autor: Nei Lopes

Esta obra procura colocar ao alcance do público escolar, em linguagem mais acessível, informações mais pertinentes ao seu universo e à sua área de interesses, dando ênfase maior à luta contra o racismo no Brasil, por intermédio de suas organizações de militância e das iniciativas daí decorrentes. Referência imprescindível para estudantes e todos aqueles que desejam conhecer melhor a história do nosso país e resgatar a cultura africana que permeia nossas raízes.

De R$42,90                                        Por R$25,74
_________________________________________________________________________

Candomblé e Umbanda
Caminhos da Devoção Brasileira
Autor: Vagner Gonçalves da Silva

Este livro procura fornecer ao leitor uma visão histórica do desenvolvimento das mais conhecidas vertentes das religiões afro-brasileiras. Indicando suas fontes com base no universo social e religioso do Brasil colonial, o autor se estende na análise das relações sociais, políticas e econômicas que se estabeleceram entre negros, índios e brancos e que redundaram no desenvolvimento dessas religiões. Um livro de leitura fácil dirigido ao grande público interessado no assunto.

De R$34,90                                        Por R$20,94
_________________________________________________________________________

O estatuto da igualdade racial
Coleção Consciência em Debate
Autor: Sidney de Paula Oliveira

O Estatuto da Igualdade Racial reúne um conjunto de diretrizes para a igualdade de oportunidades e o combate à discriminação em virtude de raça/etnia. Além de abordar os dispositivos mais significativos do texto legal, esta obra analisa a importância do documento, os pontos que ficaram de fora quando de sua aprovação e as consequências desse marco fundamental para a igualdade racial no Brasil.

De R$24,00                                        Por R$14,40
_________________________________________________________________________

Capoeira     (LANÇAMENTO!!!)
Uma herança cultural afro-brasileira
Autoras: Letícia Vidor de Sousa Reis e Elisabeth Vidor

Tida hoje como um dos símbolos da cultura brasileira, a capoeira sempre foi perseguida em nosso país, especialmente na passagem do Império para a República. Associado à vadiagem e à violência, esse jogo/dança/luta só deixou de ser considerado crime há pouco mais de 80 anos. Este livro retrata as origens sociais e culturais da capoeira e mostra como ela contribuiu para que os negros conquistassem e ampliassem seu espaço político e social no Brasil. Por meio da análise das modalidades regional e de angola, as autoras se aprofundam no estudo dos movimentos e da linguagem corporal da capoeira de forma didática e direta. Ilustrações e fotografias complementam a obra, contribuindo assim para o ensino de história e cultura da África e afro-brasileira, como preconiza a Lei n. 10.639/03.

De R$32,20                                        Por R$19,32
_________________________________________________________________________

Mulheres negras no Brasil escravista e no pós-emancipação
Organizadores: Juliana Barreto FariasGiovana Xavier e Flávio Gomes

Como foi a participação das mulheres cativas na sociedade escravista e nas primeiras décadas da pós-emancipação? Como protestaram mirando a escravidão e contrariando a ideia de que aceitaram com passividade a opressão imposta? Os ensaios desta coletânea, que abrange os séculos 18 a 20, constituem um quadro amplo e fascinante das experiências das mulheres africanas, crioulas, cativas e forras.

De R$79,90                                        Por R$47,94
_________________________________________________________________________

Enciclopédia brasileira da diáspora africana
Autor: Nei Lopes

Obra que reúne, num único volume, uma significativa massa de informações multidiscilplinares sobre o universo da cultura africana e afrodescendentes. Traz ao conhecimento de um público amplo assuntos até agora restritos a especialistas e de difícil acesso ao público leigo. Os verbetes, em ordem alfabética, abrangem uma vasta área de conhecimentos, incluindo personalidades, fatos históricos, países, religiões, fauna, flora, festas, instituições, idiomas, etc.

De R$ 171,90                                     Por R$103,14
_________________________________________________________________________

Nei Lopes
Coleção Consciência em Debate
Autor: Oswaldo Faustino

Poeta, compositor, sambista, pesquisador e escritor, Nei Lopes é, antes de tudo, um brasileiro comprometido com sua terra e com a cultura de seu povo. Sua vasta obra intelectual e musical – hoje superior a 35 publicações e a 300 composições, individuais ou em parceria – constitui um rico acervo de informações e ideias sobre a cultura afro-brasileira, além de refletir de maneira magistral a luta antirracista. Esta obra faz parte da Coleção Retratos do Brasil Negro, que tem por objtivo abordar a vida e a obra de figuras fundamentais da cultura, da política e da militância negra.

De R$24,00                                        Por R$14,40
_________________________________________________________________________

A Legião Negra
A luta dos afro-brasileiros na Revolução Constitucionalista de 1932
Autor: Oswaldo Faustino

Este romance histórico conta a história do batalhão composto por afrodescendentes que lutou contra a ditadura de Getulio Vargas pleiteando uma Constituição para o Brasil. O narrador, um centenário ex-combatente, volta atrás muitas décadas para recordar personagens e fatos da Revolução Constitucionalista de 1932, na qual perdeu amigos, conviveu com heróis e covardes, conheceu a dor e a coragem.

De R$55,90                                        Por R$ 33,54
_________________________________________________________________________

Racismo e anti-racismo na educação
Repensando nossa escola
Autora: Eliane Cavalleiro

Diversos olhares sobre o ambiente da sala de aula procuram captar os racismos presentes nesse cotidiano. Alguns dos assuntos que nos alertam para uma educação anti-racista são a revista especializada em educação, o livro infantil, o tratamento dado à África e outros.

De R$53,80                                        Por R$32,28
_________________________________________________________________________

A África na sala de aula
Visita à história contemporânea
Autora: Leila Leite Hernandez

Uma visão clara e abrangente da África contemporânea, que reúne questões polêmicas sobre o domínio europeu e a diversidade das lutas contestatórias até a formação dos Estados nacionais. Com rica pesquisa cartográfica, a obra interessa aos estudiosos de história, geografia, antropologia, ciência política e sociologia.
Edição revista.

De R$107,00                                      Por R$64,20

 

SEIS LIVROS DA SELO NEGRO COM 50% DE DESCONTO!

Uma superpromoção para agradar a todos os gostos: até 8/9, uma seleção temática, diferente a cada dia, com livros com 50% DE DESCONTO!! Todos os dias, seis livros diferentes pela METADE DO PREÇO!!!! São diversas áreas: psicologia, comportamento, educação, comunicação, GLS, cinema, saúde…… Fique atento e aproveite as oportunidades para você e para presentear: a seleção muda todos os dias logo após da meia-noite!

A seleção de hoje, 2/9, traz livros da SELO NEGRO em promoção: seis títulos pela METADE DO PREÇO!!! Confira:

.
ÁFRICA NA SALA DE AULA, A
Visita à história contemporânea
Edição revista.
Leila Leite Hernandez
Uma visão clara e abrangente da África contemporânea, que reúne questões polêmicas sobre o domínio europeu e a diversidade das lutas contestatórias até a formação dos Estados nacionais. Com rica pesquisa cartográfica, a obra interessa aos estudiosos de história, geografia, antropologia, ciência política e sociologia.

De R$ 107,00                     Por R$53,50
_______________________________________________________________________

CANDOMBLÉ E UMBANDA
Caminhos da Devoção Brasileira
Vagner Gonçalves da Silva
Este livro procura fornecer ao leitor uma visão histórica do desenvolvimento das mais conhecidas vertentes das religiões afro-brasileiras. Indicando suas fontes com base no universo social e religioso do Brasil colonial, o autor se estende na análise das relações sociais, políticas e econômicas que se estabeleceram entre negros, índios e brancos e que redundaram no desenvolvimento dessas religiões. Um livro de leitura fácil dirigido ao grande público interessado no assunto.

De R$ 34,90                        Por R$17,45
_________________________________________________________________________

ENCICLOPÉDIA BRASILEIRA DA DIÁSPORA AFRICANA
Nei Lopes
Obra que reúne, num único volume, uma significativa massa de informações multidiscilplinares sobre o universo da cultura africana e afrodescendentes. Traz ao conhecimento de um público amplo assuntos até agora restritos a especialistas e de difícil acesso ao público leigo. Os verbetes, em ordem alfabética, abrangem uma vasta área de conhecimentos, incluindo personalidades, fatos históricos, países, religiões, fauna, flora, festas, instituições, idiomas, etc.

De R$ 171,90                     Por R$85,95
_________________________________________________________________________

LEGIÃO NEGRA, A
A luta dos afro-brasileiros na Revolução Constitucionalista de 1932
Oswaldo Faustino
Este romance histórico conta a história do batalhão composto por afrodescendentes que lutou contra a ditadura de Getulio Vargas pleiteando uma Constituição para o Brasil. O narrador, um centenário ex-combatente, volta atrás muitas décadas para recordar personagens e fatos da Revolução Constitucionalista de 1932, na qual perdeu amigos, conviveu com heróis e covardes, conheceu a dor e a coragem.

De R$ 55,90                        Por R$27,95
_________________________________________________________________________

MULHERES NEGRAS NO BRASIL ESCRAVISTA E DO PÓS-EMANCIPAÇÃO
Flavio Gomes, Giovana Xavier,  Juliana Barreto Farias (orgs)

Como foi a participação das mulheres cativas na sociedade escravista e nas primeiras décadas da pós-emancipação? Como protestaram mirando a escravidão e contrariando a ideia de que aceitaram com passividade a opressão imposta? Os ensaios desta coletânea, que abrange os séculos 18 a 20, constituem um quadro amplo e fascinante das experiências das mulheres africanas, crioulas, cativas e forras.
De R$ 79,90                        Por R$39,95
_________________________________________________________________________

SORTILÉGIO DA COR, O
Identidade, raça e gênero no Brasil
Elisa Larkin Nascimento
Livro que se insere na nova corrente de reflexões sobre o negro brasileiro. Colocando o problema da identidade no centro de sua análise, a autora mostra que a identidade não é apenas um conceito teórico, mas se manifesta concretamente na realidade social. O livro descreve a recusa dos afrodescendentes em ver sua identidade diluída em uma homogeneidade cultural ditada pela branquitude e pelo universalismo europeu.

De R$ 86,80                        Por R$43,40
_________________________________________________________________________

Amanhã, 3/9,terça-feira, tem livros de FONOAUDIOLOGIA em oferta!
________________________________________________________________________

RÁDIO JOVEM PAN ENTREVISTA AUTOR DO LIVRO “O ESTATUTO DA IGUALDADE RACIAL”

A Rádio Jovem Pan entrevista nesta segunda-feira, 22 de julho, o especialista em direito Sidney de Paula Oliveira, no programa Rádio ao Vivo. Ele conversa com os ouvintes sobre o livro
O Estatuto da Igualdade Racial, lançamento da Selo Negro Edições. Acompanhe o programa, que começa a partir das 22 horas, na frequência 620 AM em São Paulo ou ainda pelo site www.jovempan.uol.com.br.

Sancionado em 2010, o Estatuto da Igualdade Racial constitui o cerne da luta travada nos últimos anos em prol dos direitos dos negros. Fruto de intensos debates, o projeto de lei que originou o Estatuto previa diversas ações para assegurar oportunidades iguais a todos. No entanto, a lei aprovada ficou muito aquém das aspirações de seus idealizadores. O livro, que é o sétimo volume da Coleção Consciência em Debate, analisa as consequências da promulgação do Estatuto para as relações etnorraciais brasileiras. Fazendo um histórico das leis antirracistas, o autor reflete sobre os passos que ainda precisam ser dados na direção da igualdade.

Oliveira aborda em especial as discrepâncias entre o projeto de lei que originou o Estatuto e a lei propriamente dita. Ele revela as lutas de poder implicadas no debate sobre as cotas, os segmentos sociais favoráveis e contrários ao Estatuto e a histórica deficiência do Estado brasileiro no que diz respeito a assegurar os direitos dos negros. Para o autor, refletir sobre a temática de maneira crítica poderá contribuir para a sedimentação de uma sociedade mais igualitária.

“O objetivo é estimular a reflexão, o debate e a análise acerca de tema tão relevante, sobretudo para aqueles que se debruçam de forma incansável sobre as relações raciais no Brasil – em especial os negros, afrodescendentes e antirracistas”, afirma Oliveira. Segundo ele, num país tão diverso como o Brasil e tão em débito com sua população, notadamente a negra, são necessárias sucessivas gestões visando ao aperfeiçoamento da legislação e à criação de instrumentos legais que proporcionem o exercício da igualdade de oportunidades.

Dividida em sete capítulos, a obra mostra a necessidade de que Parlamento, militantes antirracistas, Poder Judiciário e movimentos sociais negros e os ligados aos direitos humanos façam uma reflexão contínua sobre as relações raciais no Brasil. No primeiro capítulo, o autor discorre sobre a expectativa dos movimentos sociais negros, além de abordar brevemente a legislação que tratou das relações raciais no país. Em seguida, ele enfoca alguns dispositivos introdutórios da Constituição Federal, que é emblemática do ponto de vista do direito formal.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1343/Estatuto+da+igualdade+racial,+O

AUTOR DO LIVRO “O ESTATUTO DA IGUALDADE RACIAL” PARTICIPA DO PROGRAMA CBN MADRUGADA

O programa CBN Madrugada, da Rádio CBN, entrevista hoje17 de julho, o especialista em direito Sidney de Paula Oliveira. Ele falará sobre seu novo livro O Estatuto da Igualdade Racial lançamento da Selo Negro Edições. Acompanhe o programa, que começa à meia noite, na frequência 780 AM e nos 90,5 FM ou ainda pelo site www.cbn.com.br.

Sancionado em 2010, o Estatuto da Igualdade Racial constitui o cerne da luta travada nos últimos anos em prol dos direitos dos negros. Fruto de intensos debates, o projeto de lei que originou o Estatuto previa diversas ações para assegurar oportunidades iguais a todos. No entanto, a lei aprovada ficou muito aquém das aspirações de seus idealizadores. O livro, que é o sétimo volume da Coleção Consciência em Debate, analisa as consequências da promulgação do Estatuto para as relações etnorraciais brasileiras. Fazendo um histórico das leis antirracistas, o autor reflete sobre os passos que ainda precisam ser dados na direção da igualdade.

Oliveira aborda em especial as discrepâncias entre o projeto de lei que originou o Estatuto e a lei propriamente dita. Ele revela as lutas de poder implicadas no debate sobre as cotas, os segmentos sociais favoráveis e contrários ao Estatuto e a histórica deficiência do Estado brasileiro no que diz respeito a assegurar os direitos dos negros. Para o autor, refletir sobre a temática de maneira crítica poderá contribuir para a sedimentação de uma sociedade mais igualitária.

“O objetivo é estimular a reflexão, o debate e a análise acerca de tema tão relevante, sobretudo para aqueles que se debruçam de forma incansável sobre as relações raciais no Brasil – em especial os negros, afrodescendentes e antirracistas”, afirma Oliveira. Segundo ele, num país tão diverso como o Brasil e tão em débito com sua população, notadamente a negra, são necessárias sucessivas gestões visando ao aperfeiçoamento da legislação e à criação de instrumentos legais que proporcionem o exercício da igualdade de oportunidades.

Dividida em sete capítulos, a obra mostra a necessidade de que Parlamento, militantes antirracistas, Poder Judiciário e movimentos sociais negros e os ligados aos direitos humanos façam uma reflexão contínua sobre as relações raciais no Brasil. No primeiro capítulo, o autor discorre sobre a expectativa dos movimentos sociais negros, além de abordar brevemente a legislação que tratou das relações raciais no país. Em seguida, ele enfoca alguns dispositivos introdutórios da Constituição Federal, que é emblemática do ponto de vista do direito formal.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Estatuto+da+igualdade+racial,+O

DAGOBERTO JOSÉ FONSECA FALA SOBRE O LIVRO “VOCÊ CONHECE AQUELA?” EM ENTREVISTA À UNIVESP TV

O programa Livros 57 da UNIVESP TV, canal digital da TV Cultura, entrevistou o antropólogo Dagoberto José Fonseca. Na entrevista, que foi ao ar no dia 4 de julho, ele falou sobre o livro Você conhece aquela? (Selo Negro), lançado no final de 2012. Acompanhe a entrevista na íntegra: http://goo.gl/Qc0Ub.

Vivemos a era do politicamente correto, mas as piadas ainda servem de instrumento de preconceito, discriminação e marginalização. Se hoje os chistes procuram se enquadrar em uma falsa democracia racial, as chamadas “piadas de preto” continuam sendo disseminadas na surdina.

No livro, Fonseca cataloga diversas anedotas contadas no território brasileiro, interpretando-as à luz das relações raciais entre negros e brancos. Nesse percurso, ele descobre nas piadas novas e antigas manifestações sociais que ganham vida num universo engendrado pela produção cultural e pela história local, fazendo parte de um intercâmbio entre a língua, o poder, a força da palavra e de suas representações.

Trata-se de um estudo inédito nas ciências sociais visando analisar as mensagens transmitidas pelas piadas que difundem, consolidam e denunciam a existência do preconceito, da discriminação, da marginalização e dos estereótipos contra os afro-brasileiros na sociedade. Ao abordar o “racismo à brasileira” de modo amplo, o autor problematiza suas diferentes facetas partindo de piadas cujos protagonistas são os negros brasileiros.

Segundo Fonseca, as piadas racistas aparentemente diminuíram de intensidade, mas agora estão em ambientes mais reservados. “Além disso, muitos negros perceberam o ridículo a que eram submetidos e não deixam mais que zombem de si, de seus costumes e práticas culturais”, complementa o antropólogo.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1320/Voc%C3%AA+conhece+aquela%C2%A7

 

SELO NEGRO APOIA WORKSHOP NO RIO DE JANEIRO

A Selo Negro Edições apoia o workshop GUARINI AMANI 2013. Organizado pela Africa Consulting em parceria com a Global Logística,  o evento tem como objetivo fornecer capacitação nos conteúdos curriculares sobre História da África e Culturas Afro-brasileira e Indígena. O workshop oorrerá no dia 15 de junho, das 8h30 às 17 horas, no Rio de Janeiro. Para mais informações, acesse: http://africaconsulting.wix.com/africaconsultingltda#!em-foco/vstc4=pr%C3%B3ximo-evento.

 

O GLOBO FAZ REPORTAGEM SOBRE O LIVRO “AFROCIDADANIZAÇÃO”

O jornal O Globo publicou na terça-feira, dia 23 de abril, ampla reportagem sobre o livro Afrocidadanização (Selo Negro Edições), do professor Reinaldo da Silva Guimarães. A reportagem, intitulada “Bom currículo não basta”, traz também entrevista com o autor. Leia a íntegra: http://goo.gl/3YOas.

Afrocidadanização é o processo pelo qual os indivíduos negros, historicamente subalternizados na sociedade brasileira, conquistam efetivamente a cidadania plena. No livro, Guimarães aborda essa ascensão por meio do ingresso na universidade. O autor dá visibilidade ao peso do racismo no mercado de trabalho, uma vez superada a histórica barreira da formação acadêmica pelos negros brasileiros.

Para pesquisar a trajetória profissional dos bolsistas, Guimarães adotou sua própria história como referência intelectual e emocional para compreender as percepções narradas pelos entrevistados. Eles apontam para um contexto pautado na perseverança e no desejo de superação, mostrando uma realidade pouco conhecida e difícil de ser traduzida, mas repleta de simbolismos.

A trajetória do autor reflete e dá essência e concretude ao conceito de afrocidadanização. Nascido em comunidade pobre, ele conseguiu superar diversos momentos difíceis e ingressar na universidade. Como um dos protagonistas dessa história de sucesso, aproveita sua narrativa para explicitar o processo de construção de identidade racial. “O livro marca um momento positivo na vida brasileira”, diz Elisa Larkin Nascimento, do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro), que assina o prefácio da obra.

Resultado de quatro anos de pesquisas desenvolvidas pelo autor no Programa de Pós-graduação em Serviço Social da PUC-Rio, o livro traz a atual realidade profissional de 14 entrevistados, formados em diversas áreas, e o impacto da sua formação universitária sobre sua vida material e sobre suas relações com a família e com a comunidade de onde são provenientes.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1331/AFROCIDADANIZA%C3%87%C3%83O