AUTORES DE “A VIOLAÇÃO DE DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES” AUTOGRAFAM NA LIVRARIA DA VILA, SHOPPING JK IGUATEMI (SP)

Summus Editorial e a Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi (São Paulo) promovem no dia 24 de novembro, segunda-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro A violação de direitos de crianças e adolescentes – Perspectivas de enfrentamento. As organizadoras – Dalka Chaves de Almeida Ferrari, Rosemary Peres Miyahara e Christiane Sanches – e os autores da obra receberão amigos e convidados na livraria, que fica no Shopping JK Iguatemi (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2.041 – piso 2 – loja 307/308, Itaim Bibi – SP).

Muitos são os dilemas e impasses dos profissionais que compõem a rede de proteção integral à criança e ao adolescente em situação de violência. Muitas também têm sido suas iniciativas e possibilidades no enfrentamento da questão. Trata-se, sem dúvida, de um campo em constante construção. O livro comemora os 20 anos do Centro de Referência às Vítimas de Violência do Instituto Sedes Sapientiae (CNRVV), trazendo importantes contribuições ao debate nessa área. A obra retrata de forma vívida as conquistas e os desafios daqueles que lutam pelo direito que crianças e adolescentes têm de crescer e viver num ambiente seguro e acolhedor.

Ao longo dos 16 capítulos, os autores mostram que a cidadania de crianças e adolescentes como sujeitos de direito pressupõe a atuação de um conjunto articulado de políticas, programas e serviços que formam uma rede de proteção integral aos direitos e atenção a suas necessidades básicas e especiais. “O estudo sobre o atendimento psicoterapêutico em situação de violência sexual contra crianças busca compreender a representação e a história arqueológica desse sofrimento na constituição psíquica da criança e as possibilidades para o manejo no trabalho analítico”, afirmam as organizadoras.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/9788532309594

Violação de direitos de criancas e adolesc

 

‘VIOLÊNCIA DOMÉSTICA PASSA DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO, DIZ ESTUDO’

Quatro a cada cinco famílias com pais envolvidos em violência doméstica tiveram filhos que, adultos, cometeram atos violentos contra os parceiros.

O risco de violência doméstica frequentemente é passado de pais para filhos, diz um novo estudo. Pesquisadores analisaram dados de mais de 1600 famílias norte-americanas e descobriram que perto de quatro a cada cinco famílias com pais envolvidos em violência com o parceiro tiveram filhos que, adultos, cometeram violência contra os parceiros. E 75% destas famílias tiveram filhos que, adultos, se tornaram vítimas de violência doméstica.

“Estas famílias infelizmente não conseguiram quebrar o ciclo da violência”, disse a autora do estudo Kelly Knight, professora-assistente da Faculdade de Justiça Criminal da Sam Houston State University, no Texas, em uma publicação sobre o estudo.

“A maioria dos pais e mães que viveram situações de violência tiveram filhos que acabaram crescendo para viver a mesma experiência”, disse Knight.

Exemplos de violência doméstica envolvendo parceiros incluem empurrar, agarrar, bater, atirar coisas, socar, bater usando objetos, sufocar, ameaçar com arma, usar arma e tentar matar um parceiro ou cônjuge.

A grande maioria de pais e mães envolvidos no estudo – 92% – disse ter cometido ao menos um ato de violência doméstica, e cerca de dois terços declararam ter cometido ao menos um ato violento contra o parceiro ou parceira. Entre seus filhos adultos, quatro a cada cinco disseram ter cometido ao menos um incidente menor de violência doméstica.

66% dos pais e 36% de seus filhos já adultos relataram ter sido vítimas de violência pelas mãos dos parceiros, apurou o estudo. Além disso, 93% dos pais e 78% dos filhos adultos declararam ter sido vítimas de incidentes menores de violência doméstica.

Um quinto das pessoas disseram ter participado em três ou mais tipos de violência doméstica, de acordo com o estudo, que deve ser apresentado este mês no encontro anual da Sociedade Americana de Criminologia em Atlanta. Os dados e conclusões da pesquisa são preliminares e ainda não foram pesquisadas em uma publicação revisada por pares.

Texto do , publicado no iG em 07/11/2013. Para lê-lo na íntegra, acesse:
http://delas.ig.com.br/comportamento/2013-11-07/violencia-domestica-passa-de-geracao-em-geracao-diz-estudo.html

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Se você se interessa pelo assunto, conheça o livro A transmissão geracional em diferentes contextos – Da pesquisa à intervenção, da Summus:

Autoras: Maria Aparecida Penso, Liana Fortunato Costa

Obra pioneira e multidisciplinar que conta com autores de várias correntes da psicologia, todos com o objetivo de analisar a transmissão geracional e suas consequências. A primeira parte enfoca a questão sistêmica, faz a ponte entre o psicodrama e a transmissão geracional e aborda o genograma. A segunda parte discute como lidar com casos de violência, especialmente familiar.

Para ler o sumário e as primeiras páginas deste livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/indice/10494.pdf