ISBN: 9786555492019

Saúde e sofrimento em Gestalt-terapia

Organizador(es): Karina Okajima Fukumitsu, Lilian Meyer Frazão

Autor(es): Alexandra Cleopatre Tsallis, Camila da Costa Olmos Bueno, Gisleide Maria de Sena, Graziela de Araujo Costa, Gustavo Alves Pereira de Assis, Karina Okajima Fukumitsu, Keyth Vianna, Lilian Meyer Frazão, Loíse Lorena do Nascimento Santos, Maria Cristina Frascaroli (Tsallis), Mariama Furtado, Teresinha Mello da Silveira

Nesta obra, a relação entre saúde e sofrimento é explorada como um dos eixos fundamentais da existência humana. Partindo da perspectiva gestáltica, o sofrimento não é reduzido a sintoma, mas compreendido como expressão de um existir que busca sentido e reorganização. Os capítulos articulam reflexões teóricas e relatos clínicos sobre temas contemporâneos como medicalização da vida, deficiência e interseccionalidade, relações amorosas e familiares, doenças crônicas, HIV/aids e psicoses. A obra evidencia a potência da Gestaltterapia diante das diversas dimensões do sofrimento humano. Tratase de um convite à ampliação da escuta clínica, com sensibilidade, responsabilidade e compromisso ético.

 

 

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ISBN: 9786555492019

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Coleção: Gestalt terapia: fundamentos e práticas

Editora: Summus Editorial

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Detalhes do Livro

ISBN 9786555492019
SKU: 12201
Edição 1
Ano 2026
Nº de Páginas 208
Formato 1,09 × 14 × 21 cm

Karina Okajima Fukumitsu

Karina Okajima FukumitsuÉ psicóloga, Gestalt-terapeuta e psicopedagoga. Doutora e pós-doutora em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), é mestre em Psicologia Clínica pela Michigan School of Professional Psychology (EUA). Coordena a Pós-Graduação em Suicidologia: Prevenção e Posvenção, Processos Autodestrutivos e Luto, da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), e o Programa RAISE: Ressignificações e Acolhimento Integrativos do Sofrimento Existencial. É ainda cocoordenadora da Pós-Graduação Abordagem Clínica e Institucional em Gestalt-terapia da Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul). Autora de diversos livros, é organizadora de Vida, morte e luto e co-organizadora da Coleção Gestalt-terapia: fundamentos e práticas (todos da Summus).

Lilian Meyer Frazão

Uma das pioneiras na abordagem gestáltica no Brasil, é mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP), professora do Instituto de Psicologia da mesma instituição e docente do Departamento de Gestalt-terapia do Instituto Sedes Sapientiae. Colaboradora em treinamentos de Gestalt-terapeutas no Brasil e no exterior, é autora de artigos em revistas e responsável pela tradução de artigos e livros de Gestalt para o português.

Alexandra Cleopatre Tsallis


Graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é mestre em Psicologia e Praticas Socioculturais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e doutora em Psicologia Social pela Uerj em associação com o Centre de Sociologie de l'Innovation - Ecole de Mines (Paris). Pós-doutora pela UFRJ, é professora adjunta do Departamento de Psicologia Social e Institucional do Instituto de Psicologia da Uerj, professora colaboradora do Programa de Pós-graduação em Psicologia Social e chefe do Serviço de Psicologia Aplicada do Instituto de Psicologia da mesma instituição. Pesquisadora do Núcleo de Cognição e Coletivos da UFRJ, é pesquisadora do Grupo de Pesquisa entre Redes da Universidade Federal Fluminense (UFF) e professora do Instituto Gestalt em Figura (RJ).

Camila da Costa Olmos Bueno


Psicóloga em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gestalt ‑terapeuta há mais de 20 anos. Professora da Pós ‑Graduação em Abordagem Clínica e Institucional em Gestalt ‑Terapia da Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul). Formada em psicoterapia de casal e família com dra. Teresinha Mello da Silveira, pelo Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt‑Terapia (ITGT ‑GO). Pós ‑formada em Gestalt‑terapia pelo Gestalten (Grupo de Gestalt ‑Terapia de Natal, RN). Pós‑formada em Gestalt Ampliada e Transdisciplinaridade com dr. Paulo de Tarso de Castro Peixoto, pela EcoVie (Macaé, RJ). Formada em Clínica em Gestalt ‑Terapia e em Abordagem Gestáltica: uma perspectiva de travessia decolonial pelo Instituto Figura Viva (RO). Membro da diretoria da Associação Brasileira de Gestalt ‑Terapia (ABG), no biênio 2025 ‑2026. Diretora e docente do Instituto Gestaltear, de Campinas (SP). Supervisora clínica no mesmo instituto. Organizadora e coautora do livro Cartas entre Gestalt‑terapeutas: travessias de vidas em Gestalt‑terapia. Organizadora e coautora do livro A clínica humanista na contemporaneidade.

Gisleide Maria de Sena


Psicóloga pela Universidade Nove de Julho, pós ‑graduada em Saúde Coletiva e Cuidados Paliativos em Residência Multiprofissional pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Cursou formação em Gestalt ‑terapia no Instituto Sedes Sapientiae. É fundadora e diretora do Instituto Quilombo Gestáltico: Formação e Clínica. Atua como psicoterapeuta, supervisora clínica, professora e coordenadora de pós‑graduações em Gestalt‑terapia.

Graziela de Araujo Costa


Mestre e doutora em Ciências pelo Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Título de especialista em pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria, terapia intensiva pediátrica pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira e medicina paliativa pediátrica pela Associação Médica Brasileira. Médica da UTI e semi ‑intensiva pediátrica do Hospital Sírio Libanês. Docente do Aperfeiçoamento e Especialização em Cuidados Paliativos Pediátricos da Faculdade Sírio Libanês. Cofundadora da Rede Brasileira de Cuidados Paliativos Pediátricos. Cofundadora do Instituto Cora. Docente e Coordenadora do internato da Faculdade Israelita de Ciências em Saúde Albert Einstein. Gestalt‑terapeuta pela Universidade Cruzeiro do Sul.

Gustavo Alves Pereira de Assis


Psicólogo pela Universidade de Rio Verde (UniRV), com formação em Gestalt ‑terapia pelo Instituto Gestalt de Curitiba (IGC). Tem residência em Infectologia pela Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES ‑GO) e título de Especialista em Psicologia da Saúde pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). É mestre em Psicologia pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com ênfase em Gestalt‑terapia. Atua na clínica ampliada, como psicoterapeuta e supervisor clínico em consultório particular. É revisor de artigos científicos em revistas especializadas e autor do livro Gestalt‑terapia com pessoas que existem com HIV/aids: a clínica do corpo (Juruá, 2025) e de artigos e capítulos de livros sobre Gestalt ‑terapia. É também professor convidado de cursos de Gestalt ‑terapia.

Karina Okajima Fukumitsu


Karina Okajima Fukumitsu

É psicóloga, Gestalt-terapeuta e psicopedagoga. Doutora e pós-doutora em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), é mestre em Psicologia Clínica pela Michigan School of Professional Psychology (EUA). Coordena a Pós-Graduação em Suicidologia: Prevenção e Posvenção, Processos Autodestrutivos e Luto, da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), e o Programa RAISE: Ressignificações e Acolhimento Integrativos do Sofrimento Existencial. É ainda cocoordenadora da Pós-Graduação Abordagem Clínica e Institucional em Gestalt-terapia da Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul). Autora de diversos livros, é organizadora de Vida, morte e luto e co-organizadora da Coleção Gestalt-terapia: fundamentos e práticas (todos da Summus).

Keyth Vianna


Mulher branca, cisgênero, mãe do Davi e da Isabela. Pessoa com fibromialgia, psicóloga, mestra e doutora em Psicologia Social pelo Programa de Pós ‑Graduação em Psicologia Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pesquisa temas relacionados a deficiência, teoria ator‑rede, Gestalt ‑terapia e tecnologias sociais.

Lilian Meyer Frazão


Uma das pioneiras na abordagem gestáltica no Brasil, é mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP), professora do Instituto de Psicologia da mesma instituição e docente do Departamento de Gestalt-terapia do Instituto Sedes Sapientiae. Colaboradora em treinamentos de Gestalt-terapeutas no Brasil e no exterior, é autora de artigos em revistas e responsável pela tradução de artigos e livros de Gestalt para o português.

Loíse Lorena do Nascimento Santos


Mulher negra, cisgênero. Psicóloga, mestra e doutora Faperj Nota 10 em Psicologia Social pelo Programa de Pós‑Graduação em Psicologia Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Supervisora Clínico ‑Institucional do Deambulatório AP 5.3. Bolsista da Unidade de desenvolvimento Tecnológico do Laboratório afeTAR, do setor de Inovação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Maria Cristina Frascaroli (Tsallis)


Precursora da abordagem gestáltica. Gestalt-terapeuta. Professora aposentada do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Mariama Furtado


Mariama Furtado

Psicóloga clínica, gestalt‑terapeuta e pesquisadora da área da saúde, com pós‑doutorado em Saúde Mental e Atenção Psicossocial na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Doutora em Psicologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre em Psicologia Social (UFRJ/Universidade Paris 8), especialista em Saúde Pública (Fiocruz) e em Psicopatologia Fenomenológica (Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo). Atua há muitos anos em consultório particular como psicoterapeuta. Autora de artigos e capítulos de livros publicados sobre os temas: Gestalt-terapia, saúde, subjetividade e cultura, saúde mental, psicopatologia crítica. Diretora do Instituto Epokhé — Clínica e Formação em Gestalt-terapia. Autora organizadora do livro Filosofia e Gestalt‑terapia — Fundamentos para um fazer clínico crítico (Editora Via Verita, 2023).

Teresinha Mello da Silveira


Especialista em Psicologia Clínica e Hospitalar, é doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC‑RJ).  Psicóloga/Supervisora do Instituto de Psicologia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), foi professora e preceptora de residentes em Psicologia Clínica e Institucional do Hospital Universitário Pedro Ernesto. Diretora do Fluir Com – Espaço de Estudo e Terapia em Gestalt. Coordenadora dos cursos de pós‑graduação em Psicologia Clínica e de Psicoterapia de Casal e Família, vinculados ao Grupo Lusófono. Coordenadora acadêmica, professora e supervisora do curso de formação em Terapia de Casal e de Família do Instituto de Pesquisa Heloisa Marinho. Professora de Psicologia Clínica de vários institutos de Gestalt brasileiros, é autora dos livros Por que eu? A doença e a escolha do cuidador familiar (Arquimedes, 2007) e, em parceria com Paulo de Tarso de Castro Peixoto, A estética do contato (Arquimedes, 2012), além de ter escrito capítulos em vários livros da área.

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Em defesa das diferenças

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Nas últimas décadas, o olhar hegemônico na saúde mental tem compreendido que o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM) é o único instrumento para explicar o sofrimento emocional e psíquico do ser humano. Na contramão dessa tendência, a Gestaltterapia, com sua visão crítica, pode nos oferecer inúmeras contribuições teóricas e epistemológicas para discutir os processos de medicalização da existência.

Recorrendo aos estudos de psicopatologia fenomenológica e a outras áreas de conhecimento — como a filosofia, a epistemologia, a psicologia social, as teorias feministas e o pensamento decolonial —, Mariama Furtado tece reflexões críticas para problematizar as fronteiras entre o normal e o patológico. Com seu olhar sensível, acolhedor e respeitoso, ela inaugura uma nova perspectiva, que questiona a visão biologizante e neurocentrada dos chamados transtornos psiquiátricos. Como diz a autora, os Gestalt-terapeutas têm o compromisso histórico de jamais abandonar suas “origens progressistas e libertárias, que estão muito mais preocupadas com os modos de ser e estar no mundo do que com categorizar doenças e estereotipar padrões de saúde/normalidade”. Prefácio de Lilian Frazão.

 

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Diversidade, violência, sofrimento e inclusão em Gestalt-terapia

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Neste nono volume, a Coleção Gestalt-terapia: fundamentos e práticas dá as boas-vindas à diversidade e à inclusão. Diversidade implica a apreciação da diferença integrada à mobilização de energia em direção à novidade. Inclusão, por sua vez, consiste na articulação de identificações nutritivas a fim de que a pessoa se sinta pertencente ao mundo. Com base em suas experiências clínicas e tecendo correlações com a perspectiva gestáltica, os autores aqui reunidos promovem reflexões que são semeadura fértil para transcender a violência e o sofrimento humano na atualidade. Seus compartilhamentos são intercâmbios necessários rumo ao respeito e ao desenvolvimento da dignidade existencial.

Assuntos abordados: amor, sexo e o vínculo dialógico; violência contra mulheres, vitimização secundária e acolhimento; clínica de pessoas em situação de refúgio; atendimento a pessoas em situação de rua; Gestalt-terapia e redução de danos no cuidado de pessoas que usam drogas; compromisso ético e político de uma Gestalt-terapia racializada; clínica gestáltica e a normatividade do campo; manejo de atendimentos emergenciais envolvendo suicídio.

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Nas últimas décadas, a Gestalt-terapia vem crescendo substancialmente no Brasil. Em sua visão de mundo, os indivíduos são concebidos como seres em constante processo de desenvolvimento e crescimento, inclusive quando se defrontam com problemas existenciais. Assim, numa era em que o sofrimento psicológico chegou a limites inimagináveis, é papel da abordagem ajudar os clientes a adquirir awareness para que possam estabelecer melhores relações consigo e com o meio.

Nesta obra, Margaret Marras reúne temas que têm promovido extremo sofrimento na atualidade. A cada capítulo, os autores – renomados profissionais da área – nos confrontam com questionamentos sobre nossa forma de estar no mundo e nos fornecem subsídios para nossa tão necessária reflexão. Entre os temas abordados estão:

  • A ansiedade e sua relação com a dificuldade de esperar.
  • As doenças psicossomáticas e sua relação com a biomedicina.
  • A Gestalt-terapia no âmbito organizacional.
  • O racismo e o sofrimento psíquico da população negra brasileira.
  • Orientação sexual e resistência LGBTQI+na contemporaneidade.
  • A masculinidade a partir da conformação de heroísmo, estoicismo e resistência.
  • A longevidade no âmbito demográfico, tecnológico e social.
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Assim, o conjunto desses capítulos torna esta obra interessante para Gestalt-terapeutas, estudiosos da psicologia e para o público interessado nos assuntos da contemporaneidade. Prefácio de Lilian Frazão.

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Nesta obra, terapeutas com vasta experiência apresentam ensaios profundos e sensíveis sobre como se trabalha e se pensa clinicamente em Gestalt-terapia. Articulando teoria e prática, examinam diferentes temáticas: o fechamento de Gestalten; o trabalho com sonhos; o apoio a jovens prestes a entrar na vida adulta; a escuta de pacientes transexuais; a clínica com crianças e adolescentes; o trabalho com pacientes que apresentam ansiedade e depressão etc.Trata-se de narrativas sensíveis e delicadas, relatadas por profissionais que diariamente dedicam seu tempo e esforço a ser testemunhas dos sofrimentos, histórias, alegrias e dificuldades de seus pacientes.

 

Lugar do sofrimento na cultura contemporânea, O

Reflexões sobre a medicalização da existência
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Vivemos um processo de medicalização da existência. O sofrimento, os desânimos, as simples manifestações da dor de viver parecem intoleráveis em uma sociedade que aposta no bem-estar como meta. Num contexto que exalta os valores ligados à eficiência, à produtividade, ao bem-estar e à felicidade, o sofrimento passa a ser visto como uma patologia que precisa ser corrigida. Assim, um processo de contínua expansão dos diagnósticos vem trazendo para o campo da psicopatologia comportamentos, emoções e estados subjetivos anteriormente experimentados e concebidos como parte da condição humana, de modo que cada vez mais pessoas se tornam potencialmente portadoras de algum transtorno.
Constatando esses fenômenos tanto na clínica quanto no campo da pesquisa, Mariama Furtado problematiza o assunto e mostra que, ao tentar suprimir o sofrimento da experiência da vida, a medicalização acaba destituindo o próprio sujeito daquilo que diz respeito à sua singularidade e da possibilidade de instituir formas autênticas e criativas de viver.

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