ELIZABETH MONTEIRO PARTICIPA DO PROGRAMA SBT MANHÃ

Betty_Monteiro_SBTA psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando filhos em tempos difíceis (Summus Editorial), participou nesta quinta-feira, dia 17 de abril, do programa SBT Manhã, do SBT. Ela comentou o caso do menino Bernardo, que supostamente teria sido assassinado pela madrasta no Rio Grande do Sul. Veja a entrevista na íntegra no minuto 5’02: http://goo.gl/gtl3dS

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? Para Elizabeth – psicóloga, psicopedagoga e mãe de quatro filhos – participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança. No livro Criando filhos em tempos difíceis, ela aborda os benefícios do brincar e explica as brincadeiras preferidas pelas crianças em cada fase do desenvolvimento. Fala ainda sobre a “criança difícil” – a que não come, a medrosa, a do contra etc. – e dá dicas para lidar com conflitos.

Elizabeth defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, a psicóloga aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo a psicóloga, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1335/Criando+filhos+em+tempos+dif%C3%ADceis

 

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