MELINA SCIALOM AUTOGRAFA “LABAN PLURAL” NA LIVRARIA CULTURA DE CAMPINAS (SP)

A Summus Editorial e a Livraria Cultura – Shopping Center Iguatemi (Campinas (SP) promovem no dia 29 de junho, quinta-feira, das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos de Laban plural – Arte do movimento, pesquisa e genealogia da práxis de Rudolf Laban no Brasil. Melina Scialom, autora da obra, recebe amigos e convidados na livraria, que fica Av. Iguatemi, 777 – Piso 1, Campinas – SP. Das 19h às 19h45 haverá uma apresentação sobre o livro no auditório da livraria (piso superior).

A obra é uma combinação de movimentos diversos – dança, pesquisa, passado e presente – que envolvem a vida e obra de Rudolf Laban (1879-1958) e da reverberação de seu pensamento artístico, filosófico e científico no Brasil. Embora seja considerado um dos grandes teóricos da dança do século XX, Laban baseia-se na observação, na prática e na experiência do corpo em movimento. Melina Scialom resgata aqui a introdução dos ensinamentos de Laban no Brasil e sua repercussão entre bailarinos e educadores, criando uma espécie de genealogia que explica os caminhos percorridos por diversos profissionais da arte do movimento.

“Este livro segue pegadas ao vento, rastros e ressonâncias que ecoam uma origem futura de renovação imanente. A obra de Rudolf Laban tem como matriz a pulsão espacial da própria vida. Essa criatividade auto‑organizada reverbera nas diferenças infinitas de cada obra sob sua influência. A proposta desafiadora de Melina Scialom é se deixar ser dançada por esse traço dinâmico, pessoal e coletivo, único e plural, arqueológico e visionário.
[…] A contribuição brasileira para o método Laban é relevante não apenas por continuar um legado, mas justamente por transformá‑lo criativamente, o que sempre foi o eixo da proposta de Laban.”

Do Prefácio de Ciane Fernandes

Melina Scialom é coreologista pelo Trinity Laban (Londres, Reino Unido), doutora em Dança pela University of Roehamton (Reino Unido), mestre em Artes Cênicas pela UFBA e bacharel e licenciada em Dança pela Unicamp. Vem explorando o universo labaniano desde 2002, publicando artigos e capítulos de livros envolvendo a temática. Atua profissionalmente desenvolvendo, dirigindo e atuando em performances de dança solo e em colaboração com artistas de outras linguagens como circo, teatro, música e vídeo, tendo sua atividade artística espalhada pelo mundo. Como cofundadora do núcleo de dança Maya-Lila, tem colaborado na direção e apresentação de performances e espetáculos de dança desde 2005.

29 DE ABRIL, DIA MUNDIAL DA DANÇA

Ao criar o Dia Mundial da Dança a UNESCO escolheu o 29 de abril por ser a data de nascimento do mestre francês Jean-Georges Noverre (1727-1810). Ele ultrapassou os princípios gerais que norteavam a dança do seu tempo para enfrentar problemas relativos à execução da obra. Sua proposta era atribuir expressividade a dança por meio da pantomima, a simplificação na execução dos passos e a sutileza nos movimentos.

Por coincidência, entre os brasileiros a data também está associada ao aniversário de uma personalidade de indiscutível importância para o meio: Marika Gidali, a bailarina que, com Décio Otero, fundou o Ballet Stagium em 1971 em São Paulo, para inaugurar no Brasil uma nova maneira de se fazer e apreciar dança.

A celebração do Dia Mundial da Dança tem como objetivo celebrar esta arte e mostrar a sua universalidade, independentemente das barreiras políticas, culturais e éticas.

Conheça abaixo alguns livros sobre dança publicados pela Summus Editorial (clique nas capas para saber mais sobre cada obra):

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SENADO APROVA DANÇA, ARTES VISUAIS E TEATRO NO CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO

Conteúdos devem ser inseridos na disciplina de artes, que só previa música. Projeto já havia sido aprovado pela Câmara e vai à sanção presidencial.

O Senado aprovou nesta quinta-feira (7) projeto que prevê a inclusão obrigatória de conteúdos na disciplina de artes do ensino básico brasileiro. Temas de dança, artes visuais e teatro deverão ser incorporados ao currículo da disciplina. Antes a lei só previsa música. As regras propostas pelo projeto valem tanto para escolas públicas quanto particulares.

A medida, que altera a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional, já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados e segue agora para sanção presidencial.

Atualmente, a lei que trata do tema traz apenas a música como conteúdo obrigatório da disciplina de artes. O texto aprovado nesta quinta deixa expresso na legislação que artes visuais, dança e teatro também devem constituir a matéria de artes.

De acordo com o projeto, os sistemas de ensino terão prazo de cinco anos para implantar as mudanças propostas pelo projeto. Esse período, segundo o texto, servirá para que os sistemas promovam a adequada formação de profissionais em número suficiente para atuar na educação básica.

A educação básica é o primeiro nível do ensino escolar no Brasil. Compreende três etapas: a educação infantil (para crianças com até cinco anos), o ensino fundamental (para alunos de seis a 14 anos) e o ensino médio (para alunos de 15 a 17 anos).

“Esse é um projeto que, a meu ver, só traz vantagens […]. Sem isso [a inclusão dos conteúdos], a gente não vai conseguir criar uma consciência nem ensinar os nossos jovens a se deslumbrarem com as belezas do mundo, que é tão importante quanto fazê-los entender a realidade do mundo pela ciência”, afirmou o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que foi o relator da matéria.
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Texto de Gustavo Garcia, publicado originalmente no portal G1, em 07/04/2016. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2016/04/senado-inclui-danca-artes-visuais-e-teatro-no-curriculo-do-ensino-basico.html

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Quer saber mais sobre o assunto? Conheça alguns livros da Summus Editorial que abordam o tema:

11038QUE DANÇA É ESSA?
Uma proposta para a educação infantil
Autora: Fernanda de Souza Almeida
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Nesta obra, Fernanda de Souza Almeida apresenta uma possibilidade de aproximação da dança com as crianças da educação infantil, de modo que essa linguagem artística dialogue com as características e necessidades dos pequenos. De seu trabalho pioneiro resultaram: pressupostos da dança (linguagem artística, sujeito “socioistoricocultural”, noção do corpo, estruturação espacial e diferenciação eu-outro); estratégias (interação social, jogo, improvisação e apreciação estética); e os quatro elementos da dança (corpo, movimento expressivo, espaço e ritmo), todos acompanhados de dicas, sugestões de vivência e sequências didáticas que podem ser experimentadas na prática educativa.
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Educação artisticaEDUCAÇÃO ARTÍSTICA: LUXO OU NECESSIDADE?
Autor: Louis Porcher

Uma obra que analisa a inclusão da educação artística no currículo escolar, procurando estabelecer o seu grau de importância pedagógica. Um livro básico para todos os cursos de educação artística.
De abordagem fácil e clara, monta um amplo painel das atividades expressivas: poesia, música, desenho, teatro, dança e audiovisuais. Fundamentação pedagógica lúcida, atual.
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CORPO, ATIVIDADES CRIADORAS E LETRAMENTO
Autoras: Daniele Nunes Henrique Silva, Marina Teixeira Mendes de Souza Costa, Flavia Faissal de Souza

Fundamentado na perspectiva histórico-cultural, este livro pretende ampliar a discussão sobre o papel do corpo nas práticas de letramento, tomando como ponto de partida as atividades criadoras na infância. Para isso, as autoras construíram um modo particular de organizar tais atividades, considerando o faz de conta e a narrativa atividades não gráficas e o desenho e as primeiras elaborações escritas atividades gráficas. Essa forma inovadora de apresentar as atividades da infância permite ao leitor redefinir seu “posto de observação”, ampliando as possibilidades de compreensão das produções infantis no espaço escolar. […] A exposição de situações do cotidiano de sala de aula aproxima as autoras dos leitores mais acostumados com o dia a dia da educação infantil. […] Assim, elas nos convidam a olhar com mais cuidado para a centralidade que o corpo assume nos processos de leitura e escritura no espaço da educação infantil: o corpo narra, cria, brinca, desenha e escreve.

 

JUSSARA MILLER PARTICIPA DO PROGRAMA SEM CENSURA, NESTA QUARTA

A bailarina e coreógrafa Jussara Miller, autora dos livros A escuta do corpo e Qual é o corpo que dança? (Summus Editorial), é uma das convidadas do programa Sem Censura, que vai ao ar nesta quarta-feira, dia 26, às 16h, na TV Brasil. Educadora corporal, Jussara é graduada em Dança pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com mestrado e doutorado em Artes pela mesma instituição.

Em 1988, iniciou sua pesquisa sobre dança e educação somática, tendo como mestres Klauss Vianna e seu filho Rainer. Posteriormente, foi professora da Escola Klauss Viana, em São Paulo, e diretora, coreógrafa e bailarina da Cia. de Dança Quase Mundo (1994-1999), tendo participado dos principais eventos nacionais de dança.

Jussara é diretora e professora do Salão do Movimento, espaço de dança e educação somática situado em Campinas (SP) que, desde 2001, proporciona atividades que têm como foco a reflexão do corpo e o estudo do movimento consciente. A autora também é bailarina-criadora de espetáculos premiados, como Cá entre nós (Proac-2010) e Clariarce (Proac-2009 e 2011), entre outros.

Para saber mais sobre os livros de Jussara Miller, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/autor//Jussara+Miller

JUSSARA MILLER LANÇA “QUAL É O CORPO QUE DANÇA?”, NA LIVRARIA CULTURA, EM CAMPINAS

A Summus Editorial e a Livraria Cultura (Campinas-SP) promovem no dia 12 de setembro, quarta-feira, das 19h às 21h30, a noite de autógrafos do livro Qual é o corpo que dança?, de Jussara Miller. Com base em profunda pesquisa sobre dança e educação somática para a construção de um corpo cênico, a obra permite conhecer e vivenciar a dança de forma artística e pedagógica. Dirigida a educadores, inclusive da Educação Infantil, profissionais de dança e de terapias corporais, além de estudantes das artes cênicas, a obra conceitua a Escola Vianna e contribui para a consolidação da dança como área de conhecimento. A livraria fica no Shopping Center Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777).

“Minha atuação como bailarina e docente de dança e educação somática é o eixo central do desenvolvimento da discussão presente no livro. As linhas que se cruzam no meu trabalho, a educacional e a artística, alimentam-se mutuamente”, afirma Jussara. Além de agir em processos criativos como bailarina, coreógrafa, diretora e provocadora, a autora é professora no Salão do Movimento, espaço de dança e educação somática inaugurado em 2001, em Campinas, São Paulo. Nesse espaço de ensino, pesquisa e criação, ela ministra aulas para estudantes e profissionais de diferentes áreas – educação, saúde, artes cênicas em geral – e para todos aqueles que querem conhecer o próprio corpo e lidar com ele.

Apresentando com clareza os princípios da Escola Vianna e seus desdobramentos na cena contemporânea, Jussara reflete sobre os diferentes corpos – do adulto, da criança, do ator, do dançarino e do indivíduo comum – que se tornam dançantes. Ela supre, ainda, a carência de bibliografia sobre dança para crianças, produzindo uma obra de grande importância para professores de Educação Infantil, compartilhando procedimentos lúdicos usados em sua metodologia de ensino, com todas as estratégias desenvolvidas no dia a dia de sala de aula.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Qual+%C3%A9+o+corpo+que+dan%C3%A7a%C2%A7