‘A ESCOLA NEM SEMPRE ATENDE AS CRIANÇAS SINGULARMENTE’

Edith Rubinstein,  coautora do livro A escola para todos e para cada um, acredita que é preciso oferecer suporte a cada estudante para dar autonomia a eles.
Ouça abaixo sua entrevista na rádio CBN.

 

 


Conheça o livro:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1475/9788532310781

 

AUTORES DO LIVRO “A ESCOLA PARA TODOS E PARA CADA UM” AUTOGRAFAM EM SÃO PAULO

A Summus Editorial, Livraria Brainstore e Fecap promovem no dia 4 de outubro, quarta-feira, das 18h às 21h, a noite de autógrafos do livro A escola para todos e para cada um. Os autores – Andreia Pinto, Augusto Galery, Deigles Giacomelli Amaro, Edith Rubinstein e Patrícia Vieirarecebem amigos e convidados na livraria, que fica na Av. Liberdade, 532 – Campus Fecap.

No início do segundo semestre de 2015, os educadores se reuniram para organizar um curso para professores e profissionais que atuam em escolas. A proposta era desmistificar diversas situações observadas no cotidiano escolar. Por exemplo, se a escola é um espaço institucional para aprender, por que tantas crianças e adolescentes tem sido trazidos aos consultórios com o intuito de fazê-los “aprender”? Por que se observa a necessidade de diagnosticá-los e medicalizá-los para justificar uma “não aprendizagem”? Quem são os alunos de “inclusão” e por que eles, muitas vezes, são considerados “vasos” na escola?

Essas e outras perguntas formaram o fio condutor para criar o curso, que precisava de muito estudo e reflexão. Dessa imersão surgiram vários textos. Dos textos nasceu o livro. Uma escola para todos e para cada um é um projeto inovador, que demanda radical e contínua transformação nas abordagens de ensino e aprendizagem. Para os autores, mais do que uma crítica à instituição escolar atual, o paradigma inclusivo de educação requer a reinvenção da escola e de todas as suas práticas e didáticas.

Trata-se de uma abordagem que não menospreza a complexidade do sujeito que aprende, inserido em contextos sociais, econômicos, ambientais e culturais diversos. Tendo ou não deficiência, transtorno ou qualquer outra privação cultural e/ou social, eles merecem o melhor, de acordo com os autores.

Destinado a professores e estudantes de educação e da saúde, como professores de todos os níveis, gestores, psicólogos, terapeutas ocupacionais e alunos dos cursos de pedagogia e psicologia – e também a pessoas com deficiência e seus representantes –, o livro apresenta, entre outros temas:

  • o conceito de inclusão;
  • os entraves à verdadeira educação inclusiva;
  • as principais dúvidas e angústias de pais e professores;
  • a inclusão na perspectiva da legislação brasileira;
  • recursos, procedimentos e práticas que ajudam os alunos  – com e sem dificuldades físicas e/ou psíquicas – a estabelecer uma relação rica e prazerosa com o aprendizado;
  • casos reais de sucesso em escolas públicas e particulares de diversas localidades do país;
  • possibilidades de superar as barreiras à inclusão.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1475/9788532310781

‘SEMANA NACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA PROMOVE INCLUSÃO’

De 21 a 28 de agosto se comemora a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla. Instituída em 1964 com o nome de Semana Nacional da Criança Excepcional, foi pensada para elucidar a condição destas pessoas, cada uma com sua excepcionalidade.

A neuropediatra e médica geneticista da Neurogen Saúde, Iara Brandão disse ao E+ que essa data está voltada a fomentar o conhecimento sobre cada deficiência, com o objeto de incentivar ações de integração na sociedade. “Essa excepcionalidade diz respeito a características individuais: intelectuais, sensoriais, motoras, distúrbios de comportamento, etc.”, explicou.

É uma lista de condições muito ampla que, por si só, demonstra o tamanho e a complexidade do desafio a ser enfrentado. São problemas que afetam de forma definitiva a vida não só dos que possuem algum tipo de deficiência, mas também de seus familiares e amigos. A publicitária Luciana Dutra tem dois filhos com deficiência. Ela conta que o de 11 anos, Aramis, nasceu com malformações cerebrais, o que o caracteriza dentro de paralisia cerebral. Ele anda de cadeira de rodas e isso dificulta Luciana a sair de casa com ele.

“Eu não consigo sair com ele numa cadeira de rodas porque as ruas são ruins; a gente vai nas casas das pessoas, ninguém está preparado para receber um deficiente; até mesmo em um consultório eu já tive constrangimento”, desabafa. O episódio em questão se deu porque a cadeira de rodas não passava pela porta do elevador. Ela teve de carregar o filho no colo para conseguir chegar ao consultório. “Isso é uma marginalização”, diz ela.  “Não só o deficiente é marginalizado, mas toda a sua família, porque se ele não vai a um lugar, a gente também não vai”.

O problema não se resume a acessibilidade de locomoção. Como definiu Iara, a questão está em entender que cada excepcionalidade traz condições específicas e exige atenção para uma multiplicidade de aspectos. Pode parecer difícil de entender o alcance das dificuldades com que os responsáveis por pessoas com deficiência se deparam, mas o desabafo de Luciana ajuda a entender: “Não existe cadeira de carro para criança do tamanho dele; não existe fralda para pessoas da idade dele; não há roupas adaptadas para quem tem mobilidade reduzida. Ninguém faz nada pensando na inclusão da criança com deficiência”.

O ambiente escolar para crianças e adolescentes especiais. Luciana conta que seu filho já foi até negado em uma escola inclusiva, isto é, adaptada para crianças com deficiência, porque ele tinha restrições de locomoção e o local não estava preparado para esse tipo de condição. A médica Iara explica que a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla deveria ser discutida principalmente nas escolas. Instituições de ensino precisam estar por dentro do debate para corrigir suas falhas e se tornarem cada vez mais inclusivas.

“É o ambiente educacional que constrói a vida de uma criança. É onde ela passa a maior parte de sua vida e representa boa parte das queixas dos pais”, explicou. A adaptação deve ocorrer não apenas nas dependências físicas, mas também na instrução dos profissionais que lidam com as crianças. O filho menor de Luciana, Thor, foi diagnosticado com síndrome de Asperger a menos de um ano, condição que faz com que o menino de oito anos tenha problemas de socialização. Atualmente no segundo ano do ensino básico, ele e sua família passaram um ano difícil até que sua síndrome fosse diagnosticada.

“Os professores não estão preparados para lidar com o diferente. Então, até a gente conseguir o diagnóstico foi complicado. O primeiro ano que ele esteve na escola foi horrível porque a professora não soube lidar”, conta. Ele chorava e se recusava a ir para a escola. Foi necessário muito diálogo com o corpo diretivo e apoio da psicóloga do menino para que as adaptações fossem feitas. Agora Thor estuda com pessoas mais capacitadas para lidar com os cuidados diferentes que sua condição demanda.

Segundo Iara, é função dos pais, familiares e comunidade escolar participarem de forma ativa na transformação dos ambientes escolares para que acolham de forma mais assertiva. “Se não defendemos nossos valores, nada vale a elaboração de decretos e semanas para reflexão”, opinou.

Eliminar preconceitos. A neuropediatra acredita que ainda há muito a ser feito para que as pessoas especiais tenham seu direito de inclusão garantido: “A grande palavra é a inclusão, porque muitas vezes ela fica só no papel e não acontece de verdade, infelizmente”. Isso inclui o entendimento da sociedade de que a condição dessas pessoas não impõe maior ou menor grau de felicidade. Ela afirma que este é um exercício diário: “A ideia é desconstruir sua visão de perfeito, pois quem tem uma deficiência pode estar bem ou até melhor do que você”.

Iara entende que a principal intenção da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla é mostrar que as diferenças enriquecem a sociedade. Pessoas especiais não nos limitam, mas são um potencial de desenvolvimento, aprendizado e enriquecimento. Nesse sentido, ela vê que a data especial já rendeu alguns frutos em seus mais de 50 anos de história. Entre eles, o Estatuto da Pessoa com Deficiência, que entrou em vigor em 2015 e que reconhece o quanto a sociedade pode e deve suprir quanto às necessidades das pessoas especiais. “A partir de um estatuto que reafirma direitos de crianças e adolescentes, pode-se construir políticas de proteção social”, afirmou.

No entanto, a luta de Luciana mostra como essa proteção está longe de ser alcançada. Ela conta que o tratamento para a condição do Aramis, seu filho com paralisia cerebral, é muito caro e ela por vezes tem de brigar na Justiça para ter acesso a ele. No entanto, o processo é desgastante e ela prefere não recorrer a esse método para obter todos os direitos que seu filho têm. “Há muitas mães de crianças especiais que brigam na Justiça por absolutamente tudo. Eu decidi que eu vou brigar apenas pelo que realmente preciso, pois essa luta nos amargura e nos faz enxergar o mundo como ele é”.

Matéria de Pedro Prata, publicada originalmente no Estadão e reproduzida no UOL Ciência e Saúde em 21/08/2017. Para acessar na íntegra: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2017/08/21/semana-nacional-da-pessoa-com-deficiencia-intelectual-e-multipla-promove-inclusao.htm

 

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Se você tem interesse pelo tema, conheça alguns dos livros do Grupo Summus que abordam o assunto:
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INCLUSÃO E EDUCAÇÃO
Doze olhares sobre a educação inclusiva
Autores: Windyz B. FerreiraCarlos SkliarCatarina TomásDavid RodriguesFátima DenariJoão BarrosoJúlio Romero FerreiraLuiza CortesãoLuís de Miranda CorreiaManuel Jacinto SarmentoMaria Teresa Eglér MantoanNatália FernandesSoraia Napoleão FreitasStephen R. StoerAntónio M. Magalhães
SUMMUS EDITORIAL

Desenvolver uma escola que rejeite a exclusão e promova a aprendizagem conjunta e sem barreiras. Trata-se de um objetivo ambicioso e complexo porque a escola sempre conviveu com a seleção, e só aparentemente é “para todos e para cada um”. Aqui, doze especialistas apresentam suas perspectivas sobre o tema, abrindo horizontes para que os professores reflitam sobre a sua prática.

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INCLUSÃO ESCOLAR
O que é? Por quê? Como fazer?
Autora: Maria Teresa Eglér Mantoan
SUMMUS EDITORIAL

Escrito por uma das maiores especialistas em inclusão escolar no Brasil, esta obra aborda o assunto de maneira clara e didática. Baseando-se na legislação sobre o tema, a autora explica o que é educação inclusiva, discute os passos necessários para implantá-la e ressalta suas vantagens. Fundamental para educadores que desejam saltar da teoria para a prática.

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INCLUSÃO ESCOLAR: PONTOS E CONTRAPONTOS
Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autores: Rosângela Gavioli Prieto Maria Teresa Eglér Mantoan
SUMMUS EDITORIAL

Neste livro, as autoras adentram os labirintos da inclusão escolar analisando, com muito rigor científico e competência, suas diferentes facetas. No diálogo que estabelecem, abordam pontos polêmicos e controvertidos, que vão desde as inovações propostas por políticas educacionais e práticas escolares que envolvem o ensino regular e especial até as relações entre inclusão e integração escolar.

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INCLUSÃO NA PRÁTICA
Estratégias eficazes para a educação inclusiva
Autora: Rossana Ramos
SUMMUS EDITORIAL

Atualmente, as escolas brasileiras já estão convencidas de que devem receber crianças com deficiência. Contudo, elas ainda têm dificuldade de lidar com as diferenças. Em linguagem simples e fundamentada teoricamente, a obra – que relata experiências bem-sucedidas – discute as questões reais do processo de inclusão, permitindo ao professor identificar os problemas que precisa solucionar.

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SUPERANDO OBSTÁCULOS
A leitura e a escrita de crianças com deficiência intelectual
Autora: Maria Elisabeth Grillo
PLEXUS EDITORA

A obra descreve a atuação da autora no processo de alfabetização de cinco crianças com deficiência mental. Utilizando a teoria construtivista como base, Elisabeth mostra, passo a passo, como os alunos foram capazes de construir significados ao longo do processo de aprendizagem. Trabalho pioneiro na área, que merece a atenção de educadores, pais, terapeutas, linguistas e fonoaudiólogos.

‘ESCOLA NO RIO DIZ QUE MÃE DEVE PAGAR MONITOR PARA ALUNO COM DEFICIÊNCIA’

Mães de crianças com deficiência são obrigadas a pagar um “facilitador” para que seus filhos possam acompanhar as aulas em escolas da rede pública municipal do Rio de Janeiro. A denúncia foi feita por Sheila Velloso, que tenta, desde o começo do ano, matricular o filho Pedro, de 8 anos. Ela explica que o filho tem síndrome de Cornélia de Lange, uma doença neurológica rara, e precisa de acompanhamento constante, mas a escola pública em que ele foi matriculado, a Pedro Ernesto, na Lagoa, não oferece o serviço.

“Fiz a matrícula dele e me falaram que no momento não tinha ninguém para acompanhar o meu filho. Concordei que ele não podia ficar sem ninguém. A diretora me apresentou uma menina que estava chegando e era facilitadora de outra criança. Ela disse que ia todo dia com a criança, e que a mãe paga R$ 1.000 para ficar com ele, orientando. Voltei na regional e me falaram ‘no momento não temos ninguém, se você conseguir alguém, ótimo, você traz aqui e a gente faz a fichinha'”.

Sheila conta que procurou a rede municipal depois de ter a matrícula negada em cinco escolas particulares e uma amiga elogiar o trabalho oferecido pelo município. Há cerca de um mês, ela resolveu dar visibilidade ao caso por meio de um abaixo-assinado virtual que já conta mais de 10 mil apoiadores.

“O que eu sei é que toda criança tem direito à escola, seja ela deficiente ou não. É o caso do meu filho. Ele é especial, ele precisa de uma orientadora ou facilitadora, e eu fiquei sabendo que na rede municipal tem isso; outras mães têm isso; então eu fui buscar, eu queria isso para o meu filho também. Se tem direito, vamos lá, tem que ter direito, então. O objetivo é conseguir a escola, não quero mais nada”, enfatizou ela.

Sheila explica que não existe associação no Brasil que reúna parentes de pessoas com síndrome de Cornélia de Lange, apenas grupos de apoio em redes sociais. A doença afeta o desenvolvimento físico e intelectual da criança. “Agora ele fica a semana toda dentro de casa, só faz terapia ocupacional e fono[audiologia], atividades paralelas, mas escola mesmo ele não está frequentando”, acrescentou.

Fundadora da organização não governamental Escola de Gente, que trabalha com inclusão, a jornalista e escritora Cláudia Werneck ressalta que é obrigação do município garantir acesso à escola para qualquer criança, já que o direito à educação é tão indisponível quanto o direito à vida.

“Toda criança tem direito à escola, e isso independe de como essas crianças são, se enxergam, se têm uma síndrome genética ou não. Não existe não aceitar uma criança. Nesse caso, a escola condicionou a aceitação da criança à mãe fazer desembolsos particulares de um facilitador, isso também é inconstitucional, a escola pública não pode cobrar nada da família dos estudantes”, ressaltou Cláudia.

A procuradora Regional da República Eugênia Gonzaga, do Ministério Público Federal em São Paulo, especialista em direitos de pessoa com deficiência, explica que os apoios necessários à inclusão de criança com deficiência fazem parte da obrigação do Estado com a educação.

Segundo ela, “é ilegal. Não tem previsão em lei isso, e já tem até uma nota técnica do Ministério da Educação falando que isso é irregular. A gente ouve falar isso há anos no Rio de Janeiro, e agora é que os pais começaram a denunciar. Fere o código do consumidor, fere o direito da criança, é uma discriminação indevida da criança com deficiência”.

De acordo com Eugênia, os pais devem documentar a exigência feita, para comprovar a irregularidade no Ministério Público. “Elas [mães] poderiam comprovar de alguma forma essa exigência da escola, porque às vezes a escola fala isso de boca, mas na hora de colocar no papel não [confirma]. Então, talvez provocar uma resposta por escrito da escola, para que conste essa prova de que a escola está fazendo exigência, e levar isso para o Ministério Público Estadual”, sugere.

A secretária Municipal de Educação, Helena Bomeny, garante que essa não é a prática da rede. “Eu não sei como chegou essa informação à mãe, porque isso não procede. Nós oferecemos um estagiário, voluntário, para ficar como mediador na sala de aula junto com o professor. Então, eu acho que é um grande mal entendido, porque não se pode cobrar nada”, destaca.

De acordo com ela, o caso de Pedro Velloso foi o primeiro que ela soube, e a rede tem mais de 1.500 estagiários e voluntários que fazem a mediação de crianças com deficiência nas escolas. “A gente pode entender que em uma determinada escola, como não havia um aluno incluído, na hora não tem [mediador]. Então, a coordenadoria, junto com o Instituto Helena Antipoff, faz o remanejamento profissional para que a escola passe a ter o mediador. Às vezes demora um dia, dois, três dias, porque a escola não tem e vai passar a ter essa necessidade”, disse ela.

A secretária explica que todas as coordenadorias regionais de Educação têm equipes do instituto, que é uma referência nacional em deficiência e altas habilidades, e que todos os casos de inclusão de criança com deficiência devem ser analisados por especialistas.

“Quando a gente faz a matrícula de qualquer aluno com deficiência é importantíssimo que o instituto esteja presente, porque junto com os pais é que eles vão decidir onde o aluno deve ficar melhor, se numa classe especial, numa sala especial ou se vai ser incluído. A gente advoga sempre tentar incluir o aluno, porque ele evolui muito melhor”, acrescentou.

Sheila Velloso relata que só soube do Instituto Helena Antipoff na última segunda-feira (25), quando ligaram para ela marcando reunião para amanhã (28).

Texto de Akemi Nitahara, da Agência Brasil, publicado no UOL Educação em 28/05/2015. Para lê-lo na íntegra, acesse: http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/05/28/escola-no-rio-diz-que-mae-deve-pagar-monitor-para-aluno-com-deficiencia.htm#fotoNav=5

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Para saber mais sobre inclusão e educação especial, conheça alguns livros do Grupo Editorial Summus sobre os temas:

60073
CIDADANIA, SURDEZ E LINGUAGEM
Desafios e realidades
Autoras: Zilda M. Gesueli, Samira Kauchakje, Ivani Rodrigues Silva
Plexus Editora
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60068
COMO BRINCAM AS CRIANÇAS SURDAS
Autora: Daniele Nunes Henrique Silva
Plexus Editora

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60033
A CRIANÇA SURDA

Linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista
Autora: Marcia Goldfeld
Plexus Editora

_________________________________________________________________________

60056
EDUCAÇÃO MOTORA EM PORTADORES DE DEFICIÊNCIA

Formação da consciência corporal
Autora: Chrystianne Simões Frug
Plexus Editora

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20892
INCLUSÃO COMEÇA EM CASA

Um diário de mãe
Autora: Iva Folino Proença
Editora Ágora

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10078
INCLUSÃO E EDUCAÇÃO
Doze olhares sobre a educação inclusiva
Org.: David Rodrigues
Summus Editorial

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10999
INCLUSÃO ESCOLAR

O que é? Por quê? Como fazer?
Autora: Maria Teresa Eglér Mantoan
Summus Editorial

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10733INCLUSÃO ESCOLAR
Coleçao Pontos e Contrapontos

Organizadora: Valéria Amorim Arantes
Autoras: Rosângela Gavioli Prieto, Maria Teresa Eglér Mantoan
Summus Editorial

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10654
INCLUSÃO NA PRÁTICA

Estratégias eficazes para a educação inclusiva
Autora: Rossana Ramos
Summus Editorial

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60085
SUPERANDO OBSTÁCULOS

A leitura e a escrita de crianças com deficiência intelectual
Autora: Maria Elisabeth Grillo
Plexus Editorial

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‘PEDAGOGIA DA DIFERENÇA’

A edição de abril da Revista Educação publicou ampla entrevista com a educadora Maria Teresa Eglér Mantoan, autora do livro Inclusão escolar – O que é? Por quê? Como fazer?, da Summus Editorial. Maria Teresa Mantoan Revista_EducaçãoUma das maiores especialistas em inclusão escolar no país, ela defende na reportagem uma ampla transformação das escolas regulares para atender a todos, indistintamente. Leia a íntegra: http://goo.gl/SwtEzF.

A ideia de educação inclusiva impulsionou, nas últimas décadas, mudanças significativas na educação e orientou a transformação nos sistemas de ensino no Brasil. Porém, os problemas históricos quanto à garantia do direito à educação aos estudantes com deficiência ainda não foram resolvidos. O que é inclusão escolar? Quais são as razões pelas quais ela tem sido proposta e quem são seus beneficiários? Como fazê-la acontecer nas salas de aula de todos os níveis de ensino? Maria Teresa responde a essas e outras perguntas no livro, que é o 10999terceiro volume da coleção Novas Arquiteturas Pedagógicas.

Baseando-se na legislação mundial e brasileira, a autora analisa em profundidade o caminho percorrido até aqui. Segundo ela, incluir é não deixar ninguém de fora da escola comum, ensinando todas as crianças, indistintamente. A pedagoga propõe um deslocamento da visão educacional que se sente ameaçada pela inclusão para uma perspectiva que se abre para outras formas de ensinar e avaliar a aprendizagem. Conhecendo o potencial teórico da educação inclusiva e sua implicação no campo da mobilização social, Maria Teresa mostra a importância da análise do contexto escolar, para entender as dificuldades de atender a estudantes com deficiência e outros e apontar o propósito da inclusão como objetivo primordial dos sistemas de ensino.

“A escola inclusiva brasileira tem sólidas fundações, na lei, no vanguardismo dos que se dispuseram expandi-la, verdadeiramente imbuídos do compromisso de transformá-la, para se adequar ao nosso tempo. Eles estão se multiplicando e surpreendendo, demonstrando a força desta ideia poderosa – que depende de uma expansão rápida dos projetos verdadeiramente imbuídos do compromisso de transformar a escola comum para se adequar aos novos tempos”, afirma a pedagoga.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1401/Inclus%C3%A3o+escolar

 

‘INCLUSÃO SEM BARREIRAS’

Em reportagem sobre o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, o jornal Correio Braziliense ouviu especialistas sobre a importância do ambiente escolar para essas pessoas. A pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, autora do livro Inclusão escolar – O que é? Por quê? Como fazer?, da Summus Editorial, foi uma das especialistas entrevistadas na reportagem, que foi publicada no dia 2 de abril. Leia a íntegra: http://goo.gl/UbBVuR

Baseando-se na legislação mundial e brasileira, Maria Teresa analisa em profundidade o caminho percorrido até aqui. Segundo ela, incluir é não deixar ninguém de fora da escola comum, ensinando todas as crianças, indistintamente. A pedagoga propõe um deslocamento da 10999visão educacional que se sente ameaçada pela inclusão para uma perspectiva que se abre para outras formas de ensinar e avaliar a aprendizagem. Conhecendo o potencial teórico da educação inclusiva e sua implicação no campo da mobilização social, Maria Teresa mostra a importância da análise do contexto escolar, para entender as dificuldades de atender a estudantes com deficiência e outros e apontar o propósito da inclusão como objetivo primordial dos sistemas de ensino.

“A escola inclusiva brasileira tem sólidas fundações, na lei, no vanguardismo dos que se dispuseram expandi-la, verdadeiramente imbuídos do compromisso de transformá-la, para se adequar ao nosso tempo. Eles estão se multiplicando e surpreendendo, demonstrando a força desta ideia poderosa – que depende de uma expansão rápida dos projetos verdadeiramente imbuídos do compromisso de transformar a escola comum para se adequar aos novos tempos”, afirma a pedagoga.

Dividido em três capítulos, o livro reúne as ideias da autora sobre o ensinar e o aprender. Nele, ela compartilha o que viveu em sua caminhada educacional, dialogando com o leitor sobre problemas, questões e dúvidas que carrega no dia a dia de trabalho. “As transformações da escola dependem de um compromisso coletivo de professores, gestores, pais e da sociedade em geral. É difícil o dia a dia da sala de aula. Esse desafio que enfrentamos tem limite – o da crise educacional que vivemos, tanto pessoal como coletivamente, deste ofício que exercemos”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Inclus%C3%A3o+escolar

MARIA TERESA MANTOAN E ULISSES ARAÚJO AUTOGRAFRAM LIVROS DA COLEÇÃO NOVAS ARQUITETURAS PEDAGÓGICAS, EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria da Vila (Vila Madalena-SP) promovem no dia 31 de março, terça-feira, o lançamento de dois livros da Coleção Novas Arquiteturas Pedagógicas: Inclusão escolar – O que é? Por quê? Como fazer? e Autogestão na sala de aula – As assembleias escolares . Das 19h às 20h, os autores Maria Teresa Eglér Mantoan (Inclusão escolar) e Ulisses F. Araújo (Autogestão na sala de aula) fazem uma apresentação sobre as obras no auditório da livraria. A partir de 20h, haverá a sessão de autógrafos. A livraria fica na Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena, São Paulo.

Em Inclusão escolar, Maria Teresa explica, de maneira clara e didática, o que é educação inclusiva, discute os passos necessários para implantá-la e ressalta suas vantagens – tanto para as pessoas com qualquer tipo de deficiência como para os alunos que não as têm.

Uma das maiores especialistas em inclusão escolar no país, a pedagoga propõe um deslocamento da visão educacional que se sente ameaçada pela inclusão para uma perspectiva que se abre para outras formas de ensinar e avaliar a aprendizagem. Conhecendo o potencial teórico da educação inclusiva e sua implicação no campo da mobilização social, ela mostra a importância da análise do contexto escolar, para entender as dificuldades de atender a estudantes com deficiência e outros e apontar o propósito da inclusão como objetivo primordial dos sistemas de ensino.

Já o livro Autogestão na sala de aula oferece um guia prático para implantar as assembleias escolares, incluindo os passos a ser seguidos na promoção das assembleias de classe, de escola, de docentes e dos fóruns escolares. Também dá voz aos sujeitos que já vivenciaram esse formato de autogestão, mostrando as mudanças vividas nas relações escolares e sua contribuição para a ética e a cidadania. 

“Aprender a dialogar, a construir coletivamente as regras de convívio e a fortalecer o protagonismo das pessoas e dos grupos sociais é um papel que a escola pode, e deve, exercer na luta pela transformação da sociedade”, afirma Araújo. Em sua avaliação, construir novos alicerces culturais, que tenham como sustentáculos a igualdade, a equidade, a solidariedade e o dialogo, permitirá que, no futuro, a maioria da população perceba que a justiça social somente será alcançada com a democracia.

Para saber mais sobre os livros d coleção Novas Arquiteturas Pedagógicas, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/colecao/Novas%20Arquiteturas%20Pedag%C3%B3gicas

 Inclusao escolar_Autogestao na sala de aula