FÁBIO PARANHOS, AUTOR DO LIVRO “CORAGEM DE SER”, PARTICIPA DE SEMINÁRIO SOBRE PATERNIDADE

A Rede Nacional Primeira Infância, através do GT Homens pela Primeira Infância, promove nos dias 1 e 2 de Setembro, em São Paulo, o III Seminário Nacional Paternidades e Primeira Infância: avanços e desafios do cuidar. O objetivo do evento é dar visibilidade à diversidade de experiências dos pais homoafetivos, pais adolescentes e encarcerados, além de abordar temas como a ampliação da licença-paternidade, guarda compartilhada e educação para a igualdade de gênero.

O ativista Fábio Paranhos, coautor do livro Coragem de ser (Edições GLS), é um dos convidados a palestrar no seminário. Usando como base o tema do livro, ele vai mostrar os 14 depoimentos de homens que assumiram a homossexualidade depois de ter formado uma família. “São histórias de amor, de encontros e desencontros, de sofrimento e superação”, afirma Paranhos, destacando que o livro também traz depoimentos de filhos desses homens tão corajosos.

Nesta sexta-feira, dia 1º, a programação do evento será dedicada ao debate e reflexão com especialistas no tema, vindos de diferentes estados do Brasil. A mesa 1, sobre a importância das políticas públicas na valorização da paternidade, vai abordar a ampliação da licença-paternidade, os próximos passos para a regulação e efetivação do Marco Legal da Primeira Infância, e também sobre o papel do homem no desenvolvimento e educação das crianças. Na segunda mesa de debates, a diversidade das famílias brasileiras estará presente, com falas de pais adotivos homoafetivos, pais adolescentes, pais transexuais e pais que já estiveram em situação de prisão. A terceira mesa de debates vai discutir o novo posicionamento do homem na dinâmica familiar, e contará com a presença de defensores do direito à guarda compartilhada das crianças, e representantes de movimento que defende a participação dos pais nas creches.

O segundo dia do evento será dedicado às oficinas vivenciais e rodas de conversa para escuta e troca de experiências, sobre temas como amamentação e alimentação saudável, educação para a equidade de gênero e oficinas sobre o brincar. As crianças serão bem-vindas, e poderão participar de atividades propostas por um grupo de educadores, para que os pais e mães possam participar das oficinas. Também no sábado, acontecerá um encontro com autores e especialistas sobre paternidade e o encerramento com a apresentação da Banda Alana.

O III Seminário Nacional Paternidades e Primeira Infância: avanços e desafios do cuidar é uma realização do GT Homens pela Primeira Infância, integrado pelas seguintes organizações: Aldeias Infantis SOS Brasil, CECIP – Centro de Criação de Imagem Popular, Coordenação Nacional de Saúde do Homem do Ministério da Saúde, Comitê Vida, Diário do Papai, Instituto Papai, Plan, Portal Aleitamento.com, Portal 4Daddy, Primeira Infância Melhor e Promundo Brasil. E conta com o apoio da secretaria-executiva da Rede Nacional Primeira Infância / CECIP – Centro de Criação de Imagem Popular.

Além dos debates, o evento vai contar com o lançamento do documentário “Pai é quem cuida”, oficinas e rodas de conversas para escuta e troca de experiências. As inscrições são gratuitas e as vagas, limitadas, clique aqui para se inscrever.

Serviço

Evento: III Seminário Nacional Paternidades e Primeira Infância: avanços e desafios do cuidar
Data: 1º e 2 de setembro, sexta-feira e sábado
Horário: das 8h as 17h30 (sexta) e das 8h as 12h30 (sábado)
Local: Sede do Projeto Quixote
Endereço: Av. Engenheiro Luís Gomes Cardim Sangirardi, 789 – Vila Mariana – São Paulo
Inscrições e vagas limitadas, acesse:  https://goo.gl/s97hFN

 

Sobre o livro

Contrariando o senso comum, estudo recente realizado na Universidade de Toronto, no Canadá, estimou que mais da metade dos pais homossexuais era composta por pais biológicos e não adotivos. De início, essa constatação pode gerar questionamentos do tipo: por que ele se casou e teve filhos se sabia que era gay? Por que escondeu o que sentia da família? O livro Coragem de ser – Relato de homens, pais e homossexuais  lançamento das Edições GLS, escrito pela psicóloga Vera Moris e pelo ativista Fábio Paranhos, mostra que esse raciocínio não é apenas incorreto, mas terrivelmente preconceituoso. Por meio de depoimentos de homens que assumiram a homossexualidade depois de formar uma família, os autores encontraram, sobretudo, homens que tentaram ser “normais” antes de entender e aceitar o que realmente eram.

A sombra da heteronormatividade, segundo os autores, que os persegue até a idade adulta, faz que eles existam, vivam e ajam exatamente de acordo com essa norma, trazendo a concretização do sonho da família perfeita e da vontade de ser pai. Porém, aos poucos, a percepção da orientação homossexual começa a vir à tona. Ao mesmo tempo, a separação está associada à temida necessidade de se reconhecer não heterossexual.

“Esses homens se casaram com parceiras por quem estavam apaixonados e com elas tiveram filhos. Viveram, entre namoro e o casamento, uma vida satisfatória. Para alguns, encontrar a mulher amada depois de uma infância e de uma adolescência problemática representava a possibilidade de constituir uma família. Porém, mais tarde, eles constataram aquilo que não conseguiam mais esconder: a inevitável atração – tanto sexual quanto afetiva – por pessoas do mesmo sexo”, afirma Vera Moris.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1467/Coragem+de+ser

‘PAI QUE PARTICIPA DE CRIAÇÃO GERA FILHOS MAIS INTELIGENTES E FELIZES, DIZ ESTUDO’

Filhos se tornam mais felizes e bem-educados quando seus pais participam mais ativamente e, desde cedo, da educação e das tarefas das crianças, defende um relatório recém-divulgado por uma organização ativista. Os próprios pais que participam mais ativamente da educação dos filhos também são beneficiados, com melhoras observadas na saúde física e mental.

O relatório “State of the World’s Fathers” (“O Estado dos Pais do Mundo”, em tradução livre) foi o primeiro publicado pelos ativistas da MenCare e tem 288 páginas analisando quase 700 estudos de vários países onde este tipo de informação está disponível.

“Quando os homens assumem um papel de ‘cuidador’, pesquisas mostram que o envolvimento do pai afeta a criança da mesma forma que o da mãe. A plena participação dos pais foi ligada a um maior desenvolvimento cognitivo e a um melhor desempenho na escola, mais saúde mental para meninos e meninas e taxas menores de delinquência entre os filhos”, afirma o relatório.

De acordo com o documento, estudos em vários países mostraram – também – que a interação do pai é importante para o desenvolvimento da empatia e habilidades sociais de filhos e filhas. A organização afirma que o relatório não pretende ser um antagonista da relação entre filhos e mães ou colocar as mães em segundo plano.

“(O relatório) Complementa a importante defesa (feita pelo relatório) ‘Estado das Mães do Mundo’, que é publicado pela Save the Children desde 1999, e do ‘Estado das Crianças do Mundo’, que é publicado pela Unicef desde 1996.”

Pais mais saudáveis

O documento da MenCare afirma ainda  que os pais que se envolvem mais na criação dos filhos são mais felizes e saudáveis: “Homens que têm uma participação profunda na vida dos filhos relatam que este relacionamento é uma das mais importantes fontes de bem-estar e felicidade”.

“Estudos mostram que pais que relatam conexões próximas e não violentas com os filhos vivem mais, têm menos problemas de saúde mental ou física, são menos propensos ao abuso de drogas, mais produtivos no trabalho e relatam ser mais felizes do que os pais que não relatam esta conexão com os filhos.”

O relatório também afirma que pais mais envolvidos permitem que mulheres e meninas consigam atingir seus potenciais completos, no presente e para as futuras gerações. “Globalmente, as mulheres ganham, em média 24% menos do que os homens, em grande parte devido à carga maior no trabalho de cuidadoras. Ao dividir o (trabalho) de cuidadores e o trabalho doméstico, homens dão apoio à participação das mulheres na força de trabalho e à igualdade das mulheres em geral.”

O documento também pontua que o maior envolvimento dos pais nessas tarefas influencia gerações futuras levando as filhas a escolherem mais carreiras consideradas masculinas e que pagam melhores salários e os filhos a encararem com mais naturalidade trabalhos domésticos.

Mais envolvimento 

O relatório salienta que o envolvimento dos homens nos cuidados com a família está aumentando em algumas partes do mundo, mas não é igual ao das mulheres em nenhum dos países. “Mulheres agora são mais cerca de 40% da força de trabalho formal do mundo, mas elas também continuam fazendo entre duas a dez vezes mais trabalhos com os filhos e trabalhos domésticos do que os homens.”

“Um estudo de tendências na participação dos homens (nessas tarefas) realizado entre 1965 e 2003 em 20 países descobriu um aumento de, em média, seis horas por semana na contribuição de homens casados e empregados no cuidado com as crianças e tarefas domésticas.”

De acordo com o documento da MenCare, dados compilados no Brasil, por exemplo, mostraram que o tempo que as mulheres passam em trabalhos não pagos (cuidados com a família) e trabalhos domésticos caiu um pouco entre 2001 e 2011, de 24 horas para 22 horas por semana.”

Mas, o relatório lembra que, neste mesmo período, o tempo que os homens passaram fazendo trabalhos domésticos ou cuidado da família aumentou “apenas oito minutos, de dez horas por semana para dez horas e oito minutos.”

Matéria da BBC Brasil publicada no UOL em 27/06/2015. Para lê-la na íntegra, acesse:
http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/bbc/2015/06/27/pai-que-participa-de-criacao-gera-filhos-mais-inteligentes-e-felizes-diz-estudo.htm

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Se você se quer saber mais sobre participação paterna na criação dos filhos, conheça o livro da Mescla Editorial:

70028EX-MARIDO, PAI PRESENTE
Dicas para não cair na armadilha da alienação parental
Autora: Roberta Palermo

 

Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, este livro traz informações fundamentais para aqueles que desejam evitar e reverter o problema, conquistando assim o direito de participar da vida e do desenvolvimento dos filhos. Com dicas objetivas, ele é uma importante ferramenta para fortalecer a relação pai-filho.

RENATO KAUFMANN PARTICIPA DO ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES, NESTA QUARTA, 19 DE MARÇO

Autor dos livros Diário de um grávido e Como nascem os pais (Mescla Editorial), Renato Kaufmann é um dos convidados do programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo. O bate-papo dessa quarta-feira, 19 de março, será sobre homens que têm os mesmos sintomas que as mulheres na gravidez. O programa vai ao ar das 10h40 ao meio dia.

Criador do blog Diariogravido.com.br, que tem milhares de seguidores e presença também  no Facebook e no Twitter, 70010Kaufmann lançou o Diário de um grávido em 2010. O livro conta, com humor desconcertantemente sincero e apaixonado, como é atrapalhada e emocionante a gravidez do ponto de vista masculino. Do pânico da primeira notícia até o nascimento do bebê, passando pelo primeiro ultrassom, a intrigante placenta, as outras grávidas e os hormônios ensandecidos, a obra traz uma perspectiva nova sobre um tema universal.

70016Se o primeiro livro surgiu da necessidade de desabafar por causa da incerteza de acompanhar uma gravidez, o segundo – Como nascem os pais – é o retrato fiel e bem-humorado dos dois primeiros anos de uma menina na vida de seu despreparado pai. Em 208 páginas costuradas pelo humor ao mesmo tempo cáustico e comovente que marca a sua escrita, o autor faz um panorama surpreendente de um pai nessa sempre primeira viagem.

Para saber mais sobre os livros, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/renato+kaufmann/all/0

BETTY MONTEIRO NO PROGRAMA ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES

A psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Cadê o pai dessa criança? (Summus Editorial), participou do programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, no dia 5 de fevereiro. No bate-papo, com a presença de outros convidados, a autora falou, entre outras coisas, sobre o que gera o consumo. Para assistir, acesse:
http://globotv.globo.com/t/programa/v/psicologa-fala-sobre-o-que-gera-o-consumo/3126298/

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

10893No livro, Elizabeth fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Baseada em sua experiência clínica e em pesquisas diversas, a psicóloga analisa os principais tipos de pai da família contemporânea e deixa claro que esses modelos prejudicam o desenvolvimento afetivo e intelectual das crianças, impactando duramente sua autoestima. “Crianças criadas com a participação ativa do pai se tornam adultos mais seguros, mais competentes e mais amorosos”, afirma.

Para saber mais sobre os livros da autora, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/elizabeth+monteiro/all/0

DOMINGÃO DO FAUSTÃO DESTACA O LIVRO “CADÊ O PAI DESSA CRIANÇA?”

O programa Domingão do Faustão (TV Globo) do último domingo, 10 de novembro, sugeriu a leitura do livro Cadê o pai dessa criança? (Summus), da psicoterapeuta Elizabeth Monteiro.

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro, a psicóloga fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, oworkaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Elizabeth Monteiro é autora de outros três livros publicados Summus. Para conhecer todos, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/elizabeth+monteiro/all/0

LEIA ENTREVISTA DA PSICÓLOGA ELIZABETH NO SITE DELAS, DO IG

Em entrevista ao site Delas, do Portal IG, a psicóloga Elizabeth Monteiro fala sobre o seu novo livro: Cadê o pai dessa criança?, lançamento da Summus Editorial. Ela afirma que a família mudou e os homens não acompanharam essa evolução. Leia a reportagem na íntegra: http://zip.net/bvlnHb.

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro Cadê o pai dessa criança?, Elizabeth fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1352/Cad%C3%AA+o+pai+dessa+crian%C3%A7a%C2%A7

 

ELIZABETH MONTEIRO AUTOGRAFA O LIVRO “CADÊ O PAI DESSA CRIANÇA?” EM SÃO PAULO

A Summus Editorial e a Livraria Cultura do Shopping Market Place promovem no dia 23 de outubro, quarta-feira, das 19h às 21h30, a noite de autógrafos do livro Cadê o pai dessa criança? A psicóloga Elizabeth Monteiro receberá os convidados na livraria, que fica na Av. Chucri Zaidan, 902 – São Paulo.

Pesquisas e reportagens têm alardeado nos últimos anos uma mudança no comportamento dos pais: eles estariam mais participativos na vida dos filhos. Há certamente um avanço, porém muito longe do ideal. Infelizmente, a maioria das famílias ainda convive com um pai perdido em seu papel. Eles não interrompem o trabalho para dar um telefonema para casa e certificar-se de que os filhos estão bem; não vão à escola saber como está o desempenho; não se preocupam em dar bons exemplos; não têm a menor ideia do quanto a ausência prejudica o desenvolvimento dos filhos.

No livro, Elizabeth fala diretamente com esses pais: o ausente, o violento, o folgado, o ignorante, o workaholic e até o abusador. De forma direta e contundente, ela mostra a importância de resgatar a identidade paterna e afirma: “Assim como a mãe, o pai tem a obrigação de cuidar do filho de maneira amorosa, respeitosa, ser presente e atuante. Do contrário, não é pai”.

Na avaliação da psicóloga, o homem não nasce pai. Ele se transforma em pai – o que difere da mulher, que biologicamente já vem com preparo para exercer a maternidade e se especializa desde criança, com as brincadeiras com bonecas. “A mulher, ao engravidar, começa a desenvolver uma ligação afetiva e maternal com o filho”, afirma. Segundo ela, o homem tem de aprender a desenvolver o amor paterno. E o filho só precisa de um pai coerente, que tenha bom-senso, boa dose de bom humor e postura amiga. De qualquer forma, o pai ideal está longe de ser perfeito. “Tudo que é perfeito ou imperfeito demais é patológico”, alerta a autora.

Baseada em sua experiência clínica e em pesquisas diversas, a psicóloga analisa os principais tipos de pai da família contemporânea e deixa claro que esses modelos prejudicam o desenvolvimento afetivo e intelectual das crianças, impactando duramente sua autoestima. “Crianças criadas com a participação ativa do pai se tornam adultos mais seguros, mais competentes e mais amorosos”, afirma.

Dividida em nove capítulos, a obra traz um breve esclarecimento da origem e da manutenção de alguns comportamentos e atitudes através dos tempos – desde a criação do mundo até os dias de hoje. A autora analisa também os modelos de família surgidos a partir da Idade Média até as diversas configurações das famílias atuais e os novos vínculos de parentesco. “A família contemporânea adquiriu extrema mobilidade. A brasileira também encolheu, além de estar fragmentada”, diz a psicóloga.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://bit.ly/H5DSiX.

RENATO KAUFMANN ESTREIA NOVA COLUNA NO UOL

O escritor Renato Kaufmann, autor dos livros Diário de um grávido e Como nascem os pais, ambos da Mescla Editorial, estreou nesta segunda-feira, 17 de setembro, uma nova coluna no site UOL. Acesse o link para ler http://goo.gl/LuAHm

Criador do blog Diariogravido.com.br, que tem milhares de seguidores e presença também  no Facebook e no Twitter, Kaufmann escreve crônicas baseadas em fatos reais, relatando o aprendizado cotidiano de alguém cujo maior mérito – nas suas palavras – até então tinha sido cuidar de dois gatos.

Em 2010, ele lançou Diário de um grávido. O livro conta, com humor desconcertantemente sincero e apaixonado, como é atrapalhada e emocionante a gravidez do ponto de vista masculino. Do pânico da primeira notícia até o nascimento do bebê, passando pelo primeiro ultrassom, a intrigante placenta, as outras grávidas e os hormônios ensandecidos, a obra traz uma perspectiva nova sobre um tema universal.

Se o primeiro livro surgiu da necessidade de desabafar por causa da incerteza de acompanhar uma gravidez, o segundo – Como nascem os pais – é o retrato fiel e bem-humorado dos dois primeiros anos de uma menina na vida de seu despreparado pai. Em 208 páginas costuradas pelo humor ao mesmo tempo cáustico e comovente que marca a sua escrita, o autor faz um panorama surpreendente de um pai nessa sempre primeira viagem.

Para saber mais sobre os livros, clique nas capas acima.

IG DELAS ENTREVISTA AUTORA DO LIVRO EX-MARIDO, PAI PRESENTE

O site IG Delas publicou entrevista com a terapeuta familiar Roberta Palermo, que acaba de lançar o livro Ex-marido, pai presente, pela Mescla Editorial. Na reportagem, intitulada “Depois da separação, o pai precisa reaprender a ser pai, diz a autora”, Roberta fala sobre o papel do homem na criação dos filhos e explica como fugir da alienação parental. Clique para ler a entrevista na íntegra: http://goo.gl/N0sj6.

Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental – situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido -, o livro traz informações fundamentais para combater a alienação e dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Ex-marido,+pai+presente

 

TV BANDEIRANTES ENTREVISTA ROBERTA PALERMO, AUTORA DE “EX-MARIDO, PAI PRESENTE”

A terapeuta familiar Roberta Palermo, autora do livro Ex-marido, pai presente (Mescla Editorial), fala sobre alienação parental em entrevista para a TV Bandeirantes, que foi ao ar dia 11/8, no Jornal da Band. Assista ao vídeo da matéria no final desta nota.
Destinado aos homens que vivenciam cotidianamente o problema da alienação parental –

Saiba mais sobre este livro clicando aqui

situação em que a mãe afasta deliberadamente os filhos do ex-marido –, o livro traz informações fundamentais para combater a alienação e dicas objetivas para fortalecer a relação pai-filho.

Nos dias de hoje, fala‑se muito sobre alienação parental, fato que, para a terapeuta familiar, trata-se de um importante avanço. “A divulgação do tema alertou famílias e, principalmente, especialistas que lidam com os casos de abuso emocional em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro cônjuge depois da separação”, diz. Segundo ela, psicólogos, terapeutas, psiquiatras, advogados, conselhos tutelares e juízes – responsáveis pelas decisões finais nos processos que acabam nos fóruns de família – agora são capazes de conduzir o assunto com muito mais critério.

Embora ainda não haja números precisos sobre o tema, alguns dados ajudam a entender por que a mãe tem mais chance de se tornar alienadora. De acordo com as Estatísticas de Registro Civil, divulgadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 87,3% dos casos são elas que detêm a guarda dos filhos em casos de separação. Nesse contexto, ainda segundo o IBGE, cerca de 1/3 dos filhos perde contato com os pais, sendo privados do afeto e do convívio com o genitor ausente.

“O objetivo da obra é fortalecer o pai para que ele não permita que a mãe atrapalhe sua convivência com o filho depois da separação”, afirma a autora. Ao longo do livro, ele encontra todas as explicações necessárias sobre essa forma de abuso psicológico. “O pai precisa entender alguns pontos importantes sobre o papel de cada um, principalmente quando já existe um novo relacionamento”, complementa a autora.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1311/Ex-marido,+pai+presente