‘POSTURAS, GESTOS E EXPRESSÕES: A LINGUAGEM CORPORAL DE LULA NO DEPOIMENTO A MORO’

Segundo especialistas, ex-presidente demonstra raiva, ansiedade e contradições

RIO – O ex-presidente Lula titubeou e mostrou sinais de desconforto, raiva, ansiedade e enfrentamento durante o interrogatório de quarta-feira ao juiz Sergio Moro, apontam especialistas em linguagem corporal que analisaram o vídeo da íntegra do interrogatório a pedido GLOBO. Segundo eles, pela postura, gestos, expressões e até as roupas usadas por Lula é possível inferir suas emoções, embora ressaltem que nesta situação não é possível afirmar o porquê de o ex-presidente estar se sentindo daquele jeito.

— São visíveis durante o interrogatório os sinais de tensão, na face, nas mãos e no corpo de Lula, o que é natural em qualquer interrogatório — avalia o professor Paulo Sergio de Camargo.

Já Wandy Casalecchi, fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Leitura Corporal, destaca que a postura de enfrentamento de Lula para o depoimento começou já na sua escolha de figurino. De acordo com ele, a gravata grossa, se estendendo abaixo do cinto e com listras coloridas gerava um grande contraste no centro do tronco e chamava demasiada atenção.

Casalecchi, no entanto, é mais comedido ao apontar o que chama de “incongruências” entre as declarações e a linguagem corporal de Lula, evitando usar a palavra “mentira”.

— As interpretações são diversas para estes tipos de eventos e ratificamos que apenas apontamos as incongruências entre o ato em si/palavras e os sinais não verbais. Qualquer conclusão sem uma investigação das incongruências é mera especulação — explica Casalecchi.

IRRITAÇÃO

Quando Moro apresenta os termos do processo, acusando-o de fazer parte de um esquema de corrupção, Lula inicia um sutil movimento de cutucar o dedo médio com o polegar, num sinal de agressividade e raiva pelo fato de ser acusado de fazer parte dele, diz Casalecchi: “sua face mostra uma austeridade natural para o momento, mas seus dedos deixam clara sua revolta por estar ali naquelas condições”.

DESCONFORTO

Iniciado o depoimento, Moro fala sobre o apartamento no Guarujá e Lula se mexe na cadeira, tenta se ajustar, arruma o terno e ajeita a gravata, indicações de estresse e desconforto com a questão, avalia Camargo. Logo em seguida, Lula vira a cabeça para a esquerda e olha de “canto de olho” para Moro. “Isso significa que está desconfiado das intenções do juiz ao realizar esta pergunta”, diz Casalecchi.

CONTRADIÇÃO

Ao dizer que quando chegar no processo do sítio de Atibaia vai responder tudo com prazer, a boca de Lula diz sim, mas a cabeça balança negativamente. Mais à frente, novamente, perguntado se sabia do envolvimento da OAS com a reforma do sítio de Atibaia, o ex-presidente se vira de lado e toca o nariz. “Todos são gestos clássicos de mentira nos estudos de linguagem corporal”, aponta Camargo.

ENFRENTAMENTO

Quando Lula sugere que haja uma conspiração contra ele, o que chamou de “mês Lula”, o ex-presidente o faz com flagrante elevação do queixo, sinal de enfrentamento. Além disso, ele utiliza muito os indicadores como sinal de acusação bélica e ataque, e os polegares para baixo, sugerindo imposição de ideias de forma ostensiva. “Ele está sinalizando: ‘Isso eu quero discutir’, afirma Casalecchi.

INCONSISTÊNCIA

De volta ao interrogatório envolvendo documentos relativos ao apartamento do Guarujá e datas, Lula junta as mãos como se estivesse rezando ao afirmar que só ouviu voltar falar do imóvel em 2013. “É uma falsa reza. Ele quer convencer o outro, mas não tem argumentos consistentes”, diz Camargo.

Texto parcial de matéria de Cesar Baima, publicada no jornal O Globo, em 12/05/2017. Para ler na íntegra, acesse: https://oglobo.globo.com/brasil/posturas-gestos-expressoes-linguagem-corporal-de-lula-no-depoimento-moro-21327251

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Conheça os livros do especialista Paulo Sergio de Camargo publicados pela Summus. Conheça-os:

10707
LINGUAGEM CORPORAL
Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais
……………..
Esta é a mais completa obra sobre o tema já publicada no Brasil. Ricamente ilustrada, aborda todos os aspectos da comunicação não verbal. Além disso, ensina o leitor a identificar quando alguém está mentindo e dá dicas de como usar a linguagem corporal a seu favor nas entrevistas de emprego.

 

 

10805NÃO MINTA PRA MIM! PSICOLOGIA DA MENTIRA E LINGUAGEM CORPORAL

Fruto de mais de 15 anos de pesquisa sobre o tema, este livro trata da linguagem corporal e, especialmente, da mentira. O objetivo é revelar ao leitor um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política. O tema é tratado tanto do ponto de vista científico como do prático, com exemplos do dia a dia das pessoas, mostrando desde os motivos pelos quais elas mentem à identificação da mentira por meio da observação da linguagem corporal. O autor não imprime um tom moralista, mas defende que não se constrói algo bom com base na mentira.

‘LINGUAGEM CORPORAL ENTREGA QUANDO A RELAÇÃO NÃO VAI BEM; ENTENDA OS SINAIS’

A cena é familiar para muita gente: você encontra um casal de amigos e algo lhe diz que a situação entre eles não vai bem. Não é só impressão: a linguagem corporal pode trazer pistas que um casal enfrenta problemas na relação, mesmo que eles não tenham percebido. “Quanto mais o casal se toca, mais intimidade existe entre eles”, explica Paulo Sergio de Camargo, especialista em linguagem corporal.

Segundo Paulo, um exemplo público dessa falta de conexão é a relação entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua esposa Melania – as fotos do casal em geral demonstram grande distanciamento entre os dois. “Repare que ele sempre anda na frente na esposa, o que pode ser uma necessidade de mostrar que é ele quem comanda as relações”, explica Paulo. Além desse, outros gestos e expressões podem denunciar problemas no relacionamento, confira:

  • Posição das mãos e pés

Olhar para o celular enquanto o outro fala ou parecer desligado enquanto a pessoa fala são as indicações mais óbvias de desinteresse do parceiro, mas Paulo aponta outros gestos pequenos que podem acusar o sentimento. Um dos sinais mais apontados é ver as pontas dos pés apontadas para outro lado que não seja o do parceiro (indicando que a pessoa não gostaria de estar ali) ou o eixo do corpo voltado em outra direção que não a do par. Outros sinais são esfregar os olhos quando fala ou quando escuta uma pergunta, ou ainda esfregar as pernas com as duas mãos quando conversa com o outro.

  • Há um desconforto visível

A face que não entrega nenhum sentimento – apelidada de “poker face” por alguns, por conta do rosto sem expressão dos jogadores profissionais de carteado – não é um traço de personalidade, mas sim um truque que demanda muito treinamento e concentração. “A ‘poker face’ pode ser treinada, mas a maioria das pessoas não consegue esconder as emoções, pois elas se revelam em microexpressões que duram cerca de ¼ de segundo”, explica Paulo. “No caso dos casais em geral é muito, muito difícil fingir que você não está desconfortável.”

  • Sorriso amarelos e abraços incompletos

Forçar proximidade é uma maneira de driblar a situação em público. O chamado abraço incompleto (em que as mãos não se fecham ao redor do ombro do outro ou nem mesmo chega a encostar) é um sinal de desconforto entre um casal. “Pode reparar que entre Trump e sua esposa não existe o ‘fio invisível’, a atração que puxa o olhar de uma pessoa para você”, explica Paulo. “Compare com Barack e Michelle Obama – ele andava lado a lado com a esposa, sempre de mãos dadas. Você podia perceber a sintonia entre eles de longe.”

  • O casal evita se tocar em público

Um casal em sintonia produz o que Paulo chama de “gesto espelho” – um imita a posição do outro sem perceber e até completam as frases do parceiro de maneira não intencional. O “fio invisível” também se percebe nitidamente em um casal apaixonado – o gesto de procurar e localizar o parceiro em um ambiente cheio e olhar diretamente nos olhos quando se conversa. “Quando um casal está em crise, mesmo que não briguem ou discutam, dá para notar porque o índice de sorrisos diminui muito e eles não se tocam. Um casal em sintonia, por outro lado, está sempre se tocando.”
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Matéria de Anna Fagundes, publicada originalmente no UOL, em 26/04/2017. Para acessá-la na íntegra: https://estilo.uol.com.br/comportamento/listas/ta-na-cara-como-o-corpo-acusa-quando-o-relacionamento-nao-esta-bem.htm

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Paulo Sergio de Camargo tem dois livros sobre o tema publicados pela Summus. Conheça-os:

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LINGUAGEM CORPORAL
Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais

Esta é a mais completa obra sobre o tema já publicada no Brasil. Ricamente ilustrada, aborda todos os aspectos da comunicação não verbal. Além disso, ensina o leitor a identificar quando alguém está mentindo e dá dicas de como usar a linguagem corporal a seu favor nas entrevistas de emprego.

 

10805NÃO MINTA PRA MIM! PSICOLOGIA DA MENTIRA E LINGUAGEM CORPORAL

Fruto de mais de 15 anos de pesquisa sobre o tema, este livro trata da linguagem corporal e, especialmente, da mentira. O objetivo é revelar ao leitor um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política. O tema é tratado tanto do ponto de vista científico como do prático, com exemplos do dia a dia das pessoas, mostrando desde os motivos pelos quais elas mentem à identificação da mentira por meio da observação da linguagem corporal. O autor não imprime um tom moralista, mas defende que não se constrói algo bom com base na mentira.

 

POR QUE MENTIMOS TANTO?

A mentira faz parte da história da civilização. Ao longo dos séculos, inúmeros pesquisadores se dedicaram ao tema pelas diferentes vertentes: científica, social, moral e até evolutiva. Apesar da diversidade do assunto, uma conclusão é unânime: toda mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências.

De acordo com estudos, escutamos, em média, 210 mentiras por dia. Da falsa informação acrescentada no currículo às falácias dos políticos, do conto do vigário ao autoengano, a mentira faz parte da história da civilização. Especialista em grafologia e linguagem corporal, Paulo Sergio de Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política.

Os métodos, é claro, não são 100% eficazes. “Temos a equivocada propensão a acreditar que somos capazes de identificar mentiras com certa facilidade. Não é bem assim. Após anos de estudos e pesquisas, sei que devemos ter cautela ao tentar reconhecer alguém com capacidade e habilidade cognitivas para enganar quem quer que seja”, afirma Camargo.  Pequenas mentiras, mentiras brancas, mentiras inocentes – ou qualquer que seja o nome dado a elas – uma coisa é certa: elas vão minar a confiança de alguém ao longo do tempo, segundo o especialista. “Toda a mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências”, diz

10805No livro Não minta pra mim! Psicologia da mentira e linguagem corporal, da Summus Editorial, Camargo apresenta definições de mentira e destrincha as principais situações em que ela se instala. Fruto de mais de 15 anos de pesquisa, a obra destaca a realidade nacional em relação ao assunto e aborda os principais sinais da linguagem corporal dos mentirosos.

De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Em 20 capítulos, Camargo transmite a maior quantidade possível de informações a respeito do tema, mesmo reconhecendo que ainda há muito para ser estudado e até mesmo descoberto. Os capítulos tratam da dificuldade de definir a mentira, dos tipos de mentira, do autoengano, do porque mentimos, da mentira escrita como falsificações e atestados médicos, da mentira como doença, dos sentimentos relacionados à mentira, dos mentirosos em cadeia nacional, da linguagem corporal e das microexpressões no momento da mentira, entre outros temas.

“A mentira influencia grandemente a nossa vida; nascemos, crescemos e evoluímos diante da mentira. Nem sem­pre é possível enfrentá-la. Mesmo tentando nos prevenir contra as mentiras, seremos sempre enganados. De certa forma, essa certeza pode ser até reconfortante, pois nos torna mais sensíveis e humanos”, conclui Camargo.

Paulo Sergio de Camargo é um dos mais bem preparados e conceituados grafólogos brasileiros. Fez pós-graduação em gerência e desenvolvimento de Recursos Humanos na UniFae Centro Universitário, em Curitiba, e atuou como instrutor de grafologia no Centro de Psicologia Aplicada (Cepa), no Rio de Janeiro, entre 1994 e 2002. É constantemente convidado a fazer palestras no Chile, na Argentina e no México, e nos últimos anos tem-se dedicado ao estudo da linguagem corporal. Publicou, pela Ágora, os seguintes livros: A grafologia no recrutamento e seleção de pessoal; Grafologia expressiva; e Sua escrita, sua personalidade. Pela Summus, lançou também Linguagem corporal – Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais.

Saiba mais sobre o livro, acessando: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//9788532308054

POR QUE MENTIMOS TANTO?

A mentira faz parte da história da civilização. Ao longo dos séculos, inúmeros pesquisadores se dedicaram ao tema pelas diferentes vertentes: científica, social, moral e até evolutiva. Apesar da diversidade do assunto, uma conclusão é unânime: toda mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências.

De acordo com estudos, escutamos, em média, 210 mentiras por dia. Da falsa informação acrescentada no currículo às falácias dos políticos, do conto do vigário ao autoengano, a mentira faz parte da história da civilização. Especialista em grafologia e linguagem corporal, Paulo Sergio de Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política.

Os métodos, é claro, não são 100% eficazes. “Temos a equivocada propensão a acreditar que somos capazes de identificar mentiras com certa facilidade. Não é bem assim. Após anos de estudos e pesquisas, sei que devemos ter cautela ao tentar reconhecer alguém com capacidade e habilidade cognitivas para enganar quem quer que seja”, afirma Camargo.  Pequenas mentiras, mentiras brancas, mentiras inocentes – ou qualquer que seja o nome dado a elas – uma coisa é certa: elas vão minar a confiança de alguém ao longo do tempo, segundo o especialista. “Toda a mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências”, diz.

10805No livro Não minta pra mim! Psicologia da mentira e linguagem corporal (Summus Editorial), Camargo apresenta definições de mentira e destrincha as principais situações em que ela se instala. Fruto de mais de 15 anos de pesquisa, a obra destaca a realidade nacional em relação ao assunto e aborda os principais sinais da linguagem corporal dos mentirosos.

De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1323/N%C3%A3o+minta+pra+mim!+Psicologia+da+mentira+e+linguagem+corporal

Para conhecer todos os livros do autor pelo Grupo Summus, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/paulo+sergio+de+camargo/all/0

 

PAULO SERGIO DE CAMARGO PARTICIPA DO PROGRAMA SEM CENSURA, DA TV BRASIL, NESTA TERÇA-FEIRA, DIA 7

Paulo_Sergio_CamargoO grafólogo Paulo Sergio de Camargo, autor do livro Não minta pra mim! Psicologia da mentira e linguagem corporal (Summus Editorial), participa do programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta terça-feira, dia 7 de outubro. No bate-papo com a apresentadora Leda Nagle, ele fala de linguagem corporal e, especialmente, da mentira.  O programa começa às 16h.

A mentira faz parte da história da civilização. Ao longo dos séculos, inúmeros pesquisadores se dedicaram ao tema pelas diferentes vertentes: científica, social, moral e até evolutiva. Apesar da diversidade do assunto, uma conclusão é unânime: toda mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências. No livro, Camargo apresenta definições de mentira e destrincha as principais situações em que ela se instala. 10805Fruto de mais de 15 anos de pesquisa, o autor destaca a realidade nacional em relação ao assunto e aborda os principais sinais da linguagem corporal dos mentirosos.

Especialista em grafologia e linguagem corporal, Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar ao leitor um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política. “Temos a equivocada propensão a acreditar que somos capazes de identificar mentiras com certa facilidade. Não é bem assim. Após anos de estudos e pesquisas, sei que devemos ter cautela ao tentar reconhecer alguém com capacidade e habilidade cognitivas para enganar quem quer que seja”, afirma.

De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Para saber mais sobre os livros do autor, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/busca/Paulo+Sergio+de+Camargo/all/0

MESMO CONDICIONADOS, É POSSÍVEL IDENTIFICAR MENTIRAS EM CANDIDATOS POR MEIO DA LINGUAGEM CORPORAL

De acordo com Paulo Sérgio de Camargo, autor dos livros Não minta pra mim! e Linguagem corporal e especialista no tema, sinais de tensão e ansiedade aparecem quando as pessoas mentem.

Ouça abaixo a participação do autor no Jornal da CBN, apresentado por Milton Jung:

 

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Para conhecer o livro Linguagem corporal – Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, acesse: http://bit.ly/1tPjrMJ

 

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Para conhecer o Não minta pra mim! – Piscologia da mentira e linguagem corporal, acesse: http://bit.ly/X6ERGZ

 

ESPECIALISTA VÊ “FALTA DE EMOÇÃO” EM GESTOS

O grafólogo Paulo Sergio de Camargo, autor do livro Linguagem corporal – Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais (Summus Editorial), analisou a linguagem corporal dos principais candidatos à Presidência da República no último debate feito pela Folha, UOL e Jovem Pan, realizado nos estúdios do SBT, na segunda-feira, dia 1º de setembro. Segundo ele, Dilma Rousseff (PT) peca pelos sinais de arrogância. A voz infantil de Marina Silva (PSB) a favorece, mas a face tensa a prejudica. Aécio Neves (PSDB) é correto, mas muito monótono. Leia a reportagem na íntegra em  http://goo.gl/hlt8lW e assista ao vídeo abaixo.

Durante um diálogo, apenas 35% da comunicação ocorrem verbalmente. Os outros 65% se dão por meio de componentes não verbais, como postura, gestos e atitudes. Assim, conhecer e entender a linguagem corporal é a chave para aumentar a integração entre pessoas e grupos. 10707Em seu livro, Camargo explica as principais características dos diversos tipos de linguagem corporal, incluindo dicas fundamentais para aprimorar a interpretação de sinais e gestos que facilitam a comunicação nos relacionamentos interpessoais. “O objetivo é abrir novos caminhos para o estudo da técnica no Brasil”, revela o autor. Para ele, todos os profissionais que trabalham diretamente com pessoas devem buscar competência na utilização dessa linguagem.

Focado em estudos específicos da população brasileira, o livro aborda, entre outros temas, o simbolismo das mãos, os tipos de olhar e técnicas de avaliação de voz. Mostra também a melhor forma de negociar em reuniões, como criar empatia com os interlocutores, a linguagem corporal durante uma entrevista de emprego e também nas vendas. O autor fala ainda sobre as fases da paquera não verbal e revela como detectar mentiras. “É necessário o conhecimento do método, de sua importância e de suas origens para que a aplicação se torne cada vez mais ética e confiável”, afirma Camargo.

Partindo de sua experiência com treinamento e avaliação de recursos humanos, o autor apresenta um vasto conhecimento adquirido nos longos anos de convivência com pessoas de todos os tipos. Utilizando uma linguagem simples e objetiva, ele explica, em 18 capítulos, os principais componentes da comunicação não verbal e cria uma espécie de manual, enriquecido com ilustrações, para codificar sinais, gestos e símbolos universais.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1223/Linguagem+corporal

VOCÊ SABE RECONHECER QUANDO ALGUÉM ESTÁ MENTINDO?

De acordo com estudos, escutamos, em média, 210 mentiras por dia. Da falsa informação acrescentada no currículo às falácias dos políticos, do conto do vigário ao autoengano, a mentira faz parte da história da civilização. Especialista em grafologia e linguagem corporal, Paulo Sergio de Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política.

Os métodos, é claro, não são 100% eficazes. “Temos a equivocada propensão a acreditar que somos capazes de identificar mentiras com certa facilidade. Não é bem assim. Após anos de estudos e pesquisas, sei que devemos ter cautela ao tentar reconhecer alguém com capacidade e habilidade cognitivas para enganar quem quer que seja”, afirma Camargo.  Pequenas mentiras, mentiras brancas, mentiras inocentes – ou qualquer que seja o nome dado a elas – uma coisa é certa: elas vão minar a confiança de alguém ao longo do tempo, segundo o especialista. “Toda a mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências”, diz.

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Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1323/N%C3%A3o+minta+pra+mim!+Psicologia+da+mentira+e+linguagem+corporal

 

REVISTA PSIQUE DESTACA O LIVRO “NÃO MINTA PRA MIM!”

A revista Psique Ciência e Vida publicou na edição de agosto um artigo baseado no livro Não minta pra mim! (Summus Editorial). O texto, escrito pelo autor do livro Paulo Sérgio de Camargo em parceria com a psicóloga Lívia Grizzi, mostra que é preciso ter inteligência para contar uma boa mentira. Leia o artigo na íntegra: http://goo.gl/hv3njr.

A mentira faz parte da história da civilização. Ao longo dos séculos, inúmeros pesquisadores se dedicaram ao tema pelas diferentes vertentes: científica, social, moral e até evolutiva. Apesar da diversidade do assunto, uma conclusão é unânime: toda mentira – até mesmo a mais inofensiva – tem consequências. No livro, Camargo apresenta definições de mentira e destrincha as principais situações em que ela se instala. Fruto de mais de 15 anos de pesquisa, o autor destaca a realidade nacional em relação ao assunto e aborda os principais sinais da linguagem corporal dos mentirosos.
Especialista em grafologia e linguagem corporal, Camargo mergulhou no tema com o objetivo de revelar ao leitor um meio prático de reconhecer as mentiras, lidar com os mentirosos e evitar as armadilhas que as mentiras impõem em diversos contextos: em casa, na escola, no ambiente de trabalho, na política. “Temos a equivocada propensão a acreditar que somos capazes de identificar mentiras com certa facilidade. Não é bem assim. Após anos de estudos e pesquisas, sei que devemos ter cautela ao tentar reconhecer alguém com capacidade e habilidade cognitivas para enganar quem quer que seja”, afirma.

De acordo com Camargo, não somos um país singular quando o assunto é mentira, mas há muitas diferenças em relação a outras culturas. “Talvez a leniência com que tratamos as mais descaradas mentiras seja nossa característica mais marcante”, diz o especialista.

Da falsa informação acrescentada no currículo às falácias dos políticos, do conto do vigário ao autoengano, o livro apresenta os mais diversos tipos de mentira. “Pequenas mentiras, mentiras brancas, mentiras inocentes – ou qualquer que seja o nome dado a elas – vão minar a confiança de alguém ao longo do tempo”, esclarece o especialista. Segundo ele, a maioria das pessoas está acostumada a avaliar os benefícios que as mentiras nos trazem e não os danos e os prejuízos que acarretam aos demais. De acordo com estudos, escutamos, em média, 210 mentiras por dia.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://bit.ly/UZjCB6