EXISTE JEITO CERTO DE ALFABETIZAR?

A autora da Summus Editorial e professora da Faculdade de Educação da USP, Silvia Colello, foi entrevistada por Myrian Clark no programa #MyNewsEntrevista, Elas conversam sobre “o porquê de as nossas crianças não aprenderem e qual seria o melhor método de alfabetização e as vantagens e as especificidades de cada método.” Confira no vídeo abaixo.

Para conhecer os livros de Silvia Colello pela Summus, acesse https://www.gruposummus.com.br/summus/autor//Silvia+M.+Gasparian+Colello

ELIZABETH MONTEIRO PARTICIPA DO PROGRAMA SBT MANHÃ

Betty_Monteiro_SBTA psicóloga Elizabeth Monteiro, autora do livro Criando filhos em tempos difíceis (Summus Editorial), participou nesta quinta-feira, dia 17 de abril, do programa SBT Manhã, do SBT. Ela comentou o caso do menino Bernardo, que supostamente teria sido assassinado pela madrasta no Rio Grande do Sul. Veja a entrevista na íntegra no minuto 5’02: http://goo.gl/gtl3dS

Falta de tempo, correria, excesso de trabalho, pouco dinheiro, medo de sair na rua… Esses são alguns dos problemas enfrentados pelos pais modernos. O resultado? Crianças entediadas, desinteressadas, obesas, carentes e, ao mesmo tempo, sem limites. Como criar filhos em tempos tão difíceis? Para Elizabeth – psicóloga, psicopedagoga e mãe de quatro filhos – participar mais da infância dos filhos é um ótimo estímulo para a saúde. E estar junto deles é fazer coisas que sejam também do interesse da criança. No livro Criando filhos em tempos difíceis, ela aborda os benefícios do brincar e explica as brincadeiras preferidas pelas crianças em cada fase do desenvolvimento. Fala ainda sobre a “criança difícil” – a que não come, a medrosa, a do contra etc. – e dá dicas para lidar com conflitos.

Elizabeth defende a infância. Para tanto, ela mostra a importância do brincar e das brincadeiras. Ao longo do livro, dividido em 15 capítulos, a psicóloga aborda as diversas fases do desenvolvimento de bebês e crianças, dá dicas práticas sobre educação e comportamento, sugere inúmeras brincadeiras e fala sobre os desafios de criar filhos hoje. “Resgatar a infância de nossos filhos é investir no futuro da civilização”, afirma. Para a autora, as famílias estão passando por várias transformações e as crianças não estão brincando como deveriam.

Segundo a psicóloga, brincar é o melhor remédio para uma criança. A maioria dos pais, diz ela, não imagina até que ponto as brincadeiras ajudam os pequenos e contribuem para que eles sejam adultos criativos e bem-sucedidos. Elizabeth explica também que a criança tem um mundo próprio. “Quanto mais próximos dela estivermos, mais depressa a ajudaremos a compreendê-lo, tomando o cuidado de não impor nossos padrões de adultos”, afirma. Ela esclarece ainda que a criança inicia o desenvolvimento de seu psiquismo já na fase intrauterina, sendo capaz de sentir tudo que a mãe sente. Além disso, diz, o bebê continuará incorporando o clima afetivo do ambiente mesmo depois do nascimento.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1335/Criando+filhos+em+tempos+dif%C3%ADceis

 

SEIS LIVROS DE PUERICULTURA PELA METADE DO PREÇO!

Uma superpromoção para agradar a todos os gostos: até 8/9, uma seleção temática, diferente a cada dia, com livros com 50% DE DESCONTO!! Todos os dias, seis livros diferentes pela METADE DO PREÇO!!!! São diversas áreas: psicologia, comportamento, educação, comunicação, GLS, cinema, saúde…… Fique atento e aproveite as oportunidades para você e para presentear: a seleção muda todos os dias logo após a meia-noite!

Os livros em promoção hoje, 1º de setembro, são de PUERICULTURA. Veja os selecionados:

 

COMIDA DE CRIANÇA
Ajude seu filho a se alimentar bem sempre
Cláudia Lobo
Mostrando de maneira objetiva como montar um cardápio adequado à realidade de cada família, este livro ensina quais alimentos escolher na hora de comprar e por que fazê-lo; como economizar tempo e dinheiro; e como preparar refeições rápidas e nutritivas. Também sugere formas de transformar a própria criança em aliada no processo de educação alimentar e traz mais de 50 receitas nutritivas, ricamente ilustradas.

De R$76,90                         Por R$38,45

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COMO FALAR PARA SEU FILHO OUVIR E COMO OUVIR PARA SEU FILHO FALAR
Elaine MazlishAdele Faber
Um best seller nos Estados Unidos, com mais de dois milhões de exemplares vendidos. As autoras desenvolvem um método efetivo e respeitoso para o diálogo com as crianças. O livro é ilustrado com divertidos quadrinhos que demonstram situações concretas e oferecem soluções inovadoras para problemas comuns em famílias, como lidar com sentimentos negativos, expressar emoções, conseguir a cooperação das crianças e resolver conflitos.

De R$74,70                         Por R$37,35

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CRIANÇA ATÉ 4 ANOS, A
Um guia descomplicado para educadores (e pais curiosos)
Vânia de Almeida Salek
A autora descreve de maneira sensível e clara o processo de entrada da criança na escola, apresentando orientações interessantes para os educadores e para os pais. Além de mostrar como se dá a interação com adultos e com outras crianças, Vânia aborda temas como rotina e construção da identidade e da autonomia. Oferece ainda atividades para cada faixa etária relativas ao domínio do próprio corpo, da comunicação, do conhecimento do mundo etc.

De R$38,40                         Por R$19,20

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E AGORA, O QUE FAZER?
A difícil arte de criar os filhos
Magdalena Ramos, Leonardo Posternak
O livro, escrito por uma psicóloga e um pediatra, orienta os pais com relação ao bom desenvolvimento físico e psíquico de uma criança, desde a fase da gravidez até os 3 anos de idade. Aponta as possíveis crises e dificuldades de cada fase sugerindo formas de lidar com elas com bom senso, contribuindo para que a família possa ser um saudável local de conflitos e afetos. 

De R$59,90                         Por R$29,95
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GESTOS DE CUIDADO, GESTOS DE AMOR
Orientações sobre o desenvolvimento do bebê
André Trindade
Cuidar de um bebê demanda mais que amor e instinto: exige precisão. Este livro encantador ensina pais, mães, professores e cuidadores em geral a lidar com bebês de maneira correta nas mais diversas situações: o banho, a amamentação, a massagem, o sono e muito mais. Belamente ilustrado e impresso em 4 cores, aborda ainda o desenvolvimento motor e cerebral das crianças desde o nascimento até os 3 anos.

De R$86,90                         Por R$43,45
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SEU BEBÊ EM PERGUNTAS E RESPOSTAS
Do nascimento aos 12 meses
Sylvio Renan Monteiro de Barros
Obra que reúne informações imprescindíveis para mães e pais de primeira viagem. Mas não se trata de um compêndio técnico sobre o “bebê-padrão”, e sim de um livro que aborda casos específicos atendidos pelo autor ao longo de três décadas de pediatria. Dividido em meses, traz perguntas e respostas sobre desenvolvimento físico e psicológico, alimentação, sono, comportamento, estímulos e cuidados com o bebê.

De R$38,40                         Por R$19,20
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Amanhã, 2/9,segunda-feira, a promoção é com livros da SELO NEGRO!
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15 DE MARÇO – DIA MUNDIAL DO CONSUMIDOR

Há 51 anos, nos Estados Unidos, teve início um movimento mundial de luta pelos direitos do consumidor. Em discurso no dia 15 de março de 1962, o então presidente americano John Fritzgerald Kennedy defendeu quatro direitos básicos dos consumidores: à segurança, à informação, à escolha e a ser ouvido.  Em 1985, a Organização das Nações Unidas (ONU) adotou os direitos do consumidor como diretrizes, instituindo o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor.

O nível de conscientização do brasileiro sobre os seus direitos como consumidor tem crescido nos últimos anos. Esse movimento tem forçado o governo a adotar medidas de proteção. No dia 1º de março deste ano, entrou em vigor a lei que proíbe ações de publicidade indireta colocada em programas dirigidos ao público infantil em qualquer veículo. A norma faz parte das novas recomendações para a publicidade que envolve crianças e adolescentes, definidas no Código Brasileiro de Autorregulação Publicitária.

PAra saber mais sobre este livro clique aquiO livro A criança e o markenting, da Summus Editorial, traz informações fundamentais para auxiliar os adultos a proteger as crianças dos apelos do marketing infantil. A obra, escrita pela psicóloga Ana Maria Dias da Silva e pela especialista em comunicação Luciene Ricciotti Vasconcelos, analisa como se dá a formação do caráter, desvenda o funcionamento das principais ferramentas de marketing e da comunicação e mostra como a publicidade atinge as crianças.

Partindo do pressuposto de que pais e professores podem, desde a mais tenra infância, ajudar as crianças a se tornarem consumidores conscientes, as autoras reuniram informações fundamentais para auxiliar os adultos a proteger as crianças dos apelos do marketing infantil. Segundo elas, com mais consciência de seu poder como consumidor, de sua influência na criação de produtos e na divulgação dos mesmos, será possível criar adultos capazes de escolher o que comprar, com base naquilo que realmente querem e necessitam.

Segundo as autoras, atualmente, pessoas de todos os níveis sociais e de todas as idades estão escolhendo o consumo como atitude de vida e não como meio de satisfazer suas reais necessidades. Refletir sobre essa questão e suas consequências é responsabilidade de todos: empresas, governos, famílias, educadores, publicitários e executivos. “Entendemos que a consciência vigilante da população diante do marketing infantil é um trabalho coletivo”, completam.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro//Crian%C3%A7a+e+o+marketing,+A

Conheça outros livros da Summus Editorial sobre o assunto:

 

 

CONSUMIDOR VERSUS PROPAGANDA
Gino Giacomini Filho

 

 

DAS AMÉLIAS ÀS MULHERES MULTIFUNCIONAIS
A emancipação feminina e os comerciais de televisão
Marie Suzuki Fujisawa

 


ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS DIANTE DO NOVO CONSUMIDOR
Relações públicas e aspectos jurídicos
Wilson Cesca e Cleuza G. Gimenes Cesca

CORPO, ATIVIDADES CRIADORAS E LETRAMENTO

A criança aprende a escrever bem antes de manusear o lápis para juntar as letras. O corpo é o grande protagonista nessa fase inicial de contato com o letramento e a alfabetização. Por meio dele, a criança narra, cria, brinca, desenha e, finalmente, escreve. Essa é a discussão central do livro Corpo, atividades criadoras e letramento, segundo volume da coleção Imaginar e Criar na Educação Infantil, lançamento da Summus Editorial. O objetivo das autoras – Marina Teixeira de Souza Costa, Daniele Nunes Henrique Silva e Flavia Faissal de Souza – é ampliar o debate sobre o papel do corpo nas atividades criadoras, mostrando que a aquisição da escrita não se restringe aos exercícios psicomotores.

“A obra auxilia o professor da educação infantil a melhor qualificar sua percepção acerca dos processos criativos correntes em sala de aula. As pesquisadoras indicam como o corpo da criança participa do processo de simbolização que antecede a escrita formal. Assim, por meio de sugestões de atividades, o docente pode criar situações pedagógicas que incluam o corpo, a escrita, o faz de conta, a narrativa e o desenho”, afirma Daniele, coordenadora da coleção, lembrando que episódios de sala de aula, sugestão de leituras e exercícios complementam o livro.

Dividido em seis capítulos, o livro trata da aquisição da escrita, fundamentado na perspectiva histórico-cultural, destacando o papel do corpo nas atividades criadoras infantis; as leituras e escritas de mundo que a criança realiza antes da escrita sistematizada.

Aspectos fundamentais para o desenvolvimento infantil são discutidos na obra, enfatizando a importância da criança vivenciar os processos simbólicos em diferentes atividades, em que o corpo se revela como protagonista. Assim, de uma pesquisa feita em uma escola de educação infantil, teoria e prática se entrelaçam para uma melhor compreensão dos processos simbólicos das crianças pequenas e sua relação com o corpo e o letramento.

“De modo geral, o debate que levantamos nessa investigação busca promover uma discussão sobre os processos simbólicos implicados nas atividades criadoras infantis e sua relação com as práticas de letramento e alfabetização”, afirmam as autoras. Para elas, brincar, narrar, desenhar e escrever são experiências essenciais para o desenvolvimento infantil e, portanto, não podem ser vistos de forma subalterna às ações de escrever e ler, como tradicionalmente tratou a escola. “Criar histórias, vivenciar personagens, produzir grafias, entre outras atividades, é escrever e ler o mundo circundante”, complementam.

O livro surge da dissertação de mestrado intitulada O papel do corpo nas práticas de letramento: um estudo sobre as atividades criadoras na infância, escrita por Marina Costa (1ª autora), defendida no Programa de Pós-Graduação em Processos de Desenvolvimento e Saúde (PG-PDS/Universidade de Brasília) e sem perder a profundidade acadêmica necessária à abordagem dos temas selecionados, mas ganhando uma dinamicidade na leitura, a obra inclui boxes explicativos, episódios de sala de aula e sugestão de atividades.

Ao longo dos capítulos, as autoras mostram os processos de apropriação da escrita na perspectiva cultural, apresentam as contribuições do teórico Henri Wallon sobre a importância central do movimento e da gestualidade para o desenvolvimento infantil, demonstram que a criança revela modos de compreender a realidade por meio das brincadeiras e narrativas que cria, identificam as semelhanças e as diferenças segundo as quais o corpo se expressa nas atividades não gráficas e gráficas de letramento e destacam a importância de favorecer espaços dentro do contexto escolar para que a criança expresse seus pensamentos e sentimentos, entre outras questões.

“É importante que os estudos acadêmicos acerca da aquisição da escrita estejam mais vinculados ao processo criativo característico da infância. A escrita não se limita ao aspecto cognoscitivo e motor, mas amplia-se em direção aos processos de simbolização dos quais o corpo é protagonista. Afinal, é o corpo que escreve”, concluem as autoras.

Coleção

A coleção “Imaginar e criar na educação infantil” tem como objetivo ampliar a discussão sobre as atividades criadoras da criança pequena e seus desdobramentos educacionais. Partindo, centralmente, da contribuição teórica da perspectiva histórico-cultural (Lev Seminovich Vygotsky e colaboradores), os textos que compõem a coleção buscam preencher uma lacuna nas publicações voltadas para educadores, profissionais de áreas afins e pais. Aqui, a brincadeira de faz de conta, a narrativa e o desenho, entre outros, são dimensões que caracterizam e qualificam a produção cultural da criança pequena e, por isso, merecem um olhar privilegiado e atenção especial.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1296/Imagina%C3%A7%C3%A3o,+crian%C3%A7a+e+escola

Para conhecer o livro “Imaginação, criança e escola”, também da coleçao, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1296/Imagina%C3%A7%C3%A3o,+crian%C3%A7a+e+escola

RÁDIO TRANSAMÉRICA ENTREVISTA ELIZABETH MONTEIRO

A psicóloga Elizabeth Monteiro participa ao vivo nesta sexta-feira, dia 22 de fevereiro, às 8h, do programa 2 EM 1, da rádio Transamérica. Ela conversa com os apresentadores Gislaine Martins e Ricardo Sam sobre o livro A culpa é da mãe – Reflexões e confissões acerca da maternidade (Summus).  Acompanhe a entrevista em São Paulo na frequência 100.1 FM ou acesse: http://www.transanet.com.br/programas.aspx?codPrograma=1&codPraca=1&codMundo=1

No livro, a psicóloga sentencia: a maternidade pode ser menos árdua e mais prazerosa. Para isso, as mães devem se permitir fazer o que consideram melhor para si e para seus filhos sem se guiar por regras ou modelos que, na maioria das vezes, não se adaptam ao seu modo de ser e à sua dinâmica de vida.

Para convencer as mães sobre a importância de valorizar seus próprios métodos, Elizabeth conta sua experiência na difícil tarefa de criar quatro filhos. Com relatos emocionantes e muitas vezes cômicos, ela fala sobre a dor e a delícia da maternidade, mostrando que a perfeição não existe quando se trata de cuidar de crianças. “Recebo em meu consultório centenas de mães culpadas, perdidas e sofridas. Elas buscam uma receita milagrosa para criar os filhos e contam‑me seus dilemas. Muitas vezes vejo‑me em cada uma delas. Recordo‑me da infância dos meus filhos e das muitas bobagens e erros que cometi simplesmente por não saber, por estar cansada, cheia, impaciente e por ter sido uma mãe jovem e inexperiente”, conta a autora.

O livro traz histórias de três gerações de mulheres de uma mesma família, promovendo o acompanhamento e a comparação das mudanças ocorridas até os dias de hoje. Nos dois primeiros capítulos, a autora fala sobre sua avó e sua mãe, narrando atitudes e comportamentos relativos às respectivas épocas. O terceiro capítulo contempla suas experiências com os filhos, acompanhadas de um tratamento psicológico, que explica os fatos apresentados, contextualizando-os na atualidade e propondo algumas formas de lidar com situações semelhantes. Elizabeth aborda questões como culpa, limites, educação, bullying, emoções, violência, ciúmes, drogas, morte, sexualidade, separação, amizades e projetos de vida, entre outros.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1300/Culpa+%C3%A9+da+m%C3%A3e,+A

O PODER DO AFETO

A edição de fevereiro da revista Máxima traz uma reportagem sobre a importância do vínculo afetivo. De acordo com a reportagem, cobrir o filho de carinho é tão importante quanto cuidar da sua saúde. A psicóloga Dina Azrak, autora de A linguagem da empatia (Summus Editorial), é uma das entrevistadas. Leia a reportagem na íntegra: http://goo.gl/7GlJp

Por meio de técnicas simples e eficazes, Dina mostra no livro de que forma podemos utilizar a linguagem da empatia no cotidiano para lidar com os filhos. Os pais vão aprender a: usar uma linguagem específica para falar com os filhos; exprimir seus sentimentos de forma respeitosa; entender o que os filhos estão sentindo; criar alternativas à crítica; incentivar a autonomia nas crianças; evitar os rótulos; e, principalmente, agir calmamente quando nada mais parece funcionar.

Para a psicóloga, os pais modernos precisam vencer o desafio de colocar-se no lugar da criança e compreender seus sentimentos para estabelecer com elas uma relação de respeito e companheirismo. No livro, ela mostra de que forma os pais podem utilizar a linguagem da empatia no cotidiano. A obra traz sugestões práticas que garantem relações pautadas pelo respeito, valorização, autonomia e cooperação.

A nova linguagem, adotada pela psicóloga como base de seu trabalho, foi desenvolvida pelo terapeuta infantil e educador Haim Ginott, cujos livros revolucionaram o relacionamento entre pais e filhos. “A linguagem da empatia baseia-se apenas em comunicar-se com as crianças de maneira atenciosa, demonstrando compreensão, evitando as avaliações e os julgamentos”, explica a autora. Para ela, os pais não devem impor respeito e sim fazer-se respeitar.

Baseada em sua experiência na realização de workshops de orientação de pais, a autora reuniu no livro exemplos que mostram situações de conflito entre pais e filhos. A partir das histórias, típicas da vida urbana, que conta no início de cada capítulo, ela aponta os erros dos pais e em seguida sugere a utilização de gestos e frases positivas para melhorar a saúde emocional da família. “A empatia é uma atitude eficiente para harmonizar a comunicação entre pais e filhos”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1204/Linguagem+da+empatia,+A

REVISTA NOVA ESCOLA DESTACA O LIVRO IMAGINAÇÃO, CRIANÇA E ESCOLA

A edição de dezembro da Revista Nova Escola deu destaque para o livro Imaginação, criança e escola, da Summus Editorial, na Estante. Primeiro livro da coleção Imaginar e criar na educação infantil, a obra, da educadora Daniele Nunes Henrique Silva, analisa os processos que configuram a imaginação e mostra como a escola influencia as crianças. Veja a nota: http://goo.gl/HJ52W

Além de discutir o modo como as políticas educacionais tematizam os processos criativos e estéticos e qual é a repercussão dessas diretrizes na prática pedagógica, a autora apresenta situações de sala de aula em que se manifestam as atividades criadoras das crianças em idade pré-escolar e examina como elas se organizam nas dinâmicas interativas professor-aluno e aluno-aluno. “Não se trata de um manual, nem mesmo de um compêndio teórico. O objetivo do livro é compor um tipo de leitura que aproxime o leitor dos temas complexos implicados no desenvolvimento da criança, chamando a atenção para suas esferas criativas de expressão e representação do mundo”, afirma Daniele.

Na obra, ela reflete ainda sobre a importância do faz de conta, do desenho e da narrativa no desenvolvimento infantil e mostra como as próprias crianças pensam e sentem o ato de imaginar na escola, indicando que imaginação e pensamento não são processos excludentes; ao contrário, encontram-se interligados e interdependentes. Ao final de cada capítulo, o leitor terá sugestões de atividades que podem ser experimentadas em sala de aula. “Sem perder a profundidade acadêmica necessária à abordagem dos temas selecionados, mas ganhando uma dinamicidade na leitura, o livro traz boxes explicativos, episódios de sala de aula e sugestões de atividades”, complementa.

Para saber mais sobre o livro, acesse: http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1296/Imaginação,+criança+e+escola

 

JOVEM PAN ONLINE ENTREVISTA COAUTORA DO LIVRO “A CRIANÇA E O MARKETING”, NESTA QUARTA

A especialista em comunicação Luciene Vasconcelos, coautora do livro A criança e o marketing (Summus Editorial), será entrevistada pela Jovem Pan Online nesta quarta-feira, dia 17 de outubro, às 13h. No livro, Luciene e a psicóloga Ana Maria Dias analisam como se dá a formação do caráter, desvendam o funcionamento das principais ferramentas de marketing e da comunicação e mostram como a publicidade atinge as crianças. Assista à entrevista nos vídeos abaixo.

Marketing infantil – 1
Autora explica como surgiu o embrião de seu livro ‘A Criança e o Marketing’

Marketing infantil – 2
Como dizer ‘não’ para seu filho?

Marketing infantil – 3
A exposição das crianças diante da TV

PAra saber mais sobre este livro clique aqui

Partindo do pressuposto de que pais e professores podem, desde a mais tenra infância, ajudar as crianças a se tornarem consumidores conscientes, as autoras reuniram informações fundamentais para auxiliar os adultos a proteger as crianças dos apelos do marketing infantil. Segundo elas, com mais consciência de seu poder como consumidor, de sua influência na criação de produtos e na divulgação dos mesmos, será possível criar adultos capazes de escolher o que comprar, com base naquilo que realmente querem e necessitam.

“Cremos que será maravilhoso viver em um mundo onde todos poderão escolher o que comprar usando critérios econômicos, sociais e ambientais, felizes com suas escolhas, usufruindo os benefícios do consumo de produtos”, afirmam.

Segundo as autoras, atualmente, pessoas de todos os níveis sociais e de todas as idades estão escolhendo o consumo como atitude de vida e não como meio de satisfazer suas reais necessidades. Refletir sobre essa questão e suas consequências é responsabilidade de todos: empresas, governos, famílias, educadores, publicitários e executivos. “Entendemos que a consciência vigilante da população diante do marketing infantil é um trabalho coletivo”, completam.

Para saber mais sobre o livro, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1303/Crian%C3%A7a+e+o+marketing,+A

EM MATÉRIA NO UOL, ELIZABETH MONTEIRO DIZ QUE PAIS NÃO DEVEM SE SENTIR CULPADOS POR NÃO DAR TUDO AOS FILHOS

Para a psicoterapeuta Elizabeth Monteiro, autora do livro A culpa é da mãe (Summus Editorial), os pais devem falar com os filhos sobre a situação financeira com honestidade, sem se sentir culpados quando não é possível atender a todos os desejos. “Não minta, não engane nem prometa coisas que não estão ao seu alcance. Quando os pais estão seguros do que dizem e de como agem, a criança costuma aceitar com naturalidade”, diz. Clique no link para ler o que diz a autora no site UOL: http://goo.gl/WCHgA

Quantas mulheres enfrentam o desafio de ser mãe sem ter aquele sentimento de fracasso e culpa rondando 24 horas por dia? Afinal, viver entre brigas, choros, fraldas, chupetas, além de cuidar da casa, do marido e dar conta do trabalho, não é bem o “paraíso”. É um cotidiano tão estressante que é raro encontrar uma mãe confiante e tranquila sobre o seu papel, sem idealizar a família perfeita. A maioria se sente perdida, e acaba se equivocando exatamente naquela que deveria ser uma de suas principais missões: a educação dos filhos. No livro A culpa é da mãe, Elizabeth sentencia: a maternidade pode ser menos árdua e mais prazerosa. Para isso, as mães devem se permitir fazer o que consideram melhor para si e para seus filhos sem se guiar por regras ou modelos que, na maioria das vezes, não se adaptam ao seu modo de ser e à sua dinâmica de vida.

Para convencer as mães sobre a importância de valorizar seus próprios métodos, Elizabeth conta sua experiência na difícil tarefa de criar quatro filhos. Com relatos emocionantes e muitas vezes cômicos, ela fala sobre a dor e a delícia da maternidade, mostrando que a perfeição não existe quando se trata de cuidar de crianças. “Recebo em meu consultório centenas de mães culpadas, perdidas e sofridas. Elas buscam uma receita milagrosa para criar os filhos e contam‑me seus dilemas. Muitas vezes vejo‑me em cada uma delas. Recordo‑me da infância dos meus filhos e das muitas bobagens e erros que cometi simplesmente por não saber, por estar cansada, cheia, impaciente e por ter sido uma mãe jovem e inexperiente”, conta a autora.

O livro traz histórias de três gerações de mulheres de uma mesma família, promovendo o acompanhamento e a comparação das mudanças ocorridas até os dias de hoje. Nos dois primeiros capítulos, a autora fala sobre sua avó e sua mãe, narrando atitudes e comportamentos relativos às respectivas épocas. O terceiro capítulo contempla suas experiências com os filhos, acompanhadas de um tratamento psicológico, que explica os fatos apresentados, contextualizando-os na atualidade e propondo algumas formas de lidar com situações semelhantes. Elizabeth aborda questões como culpa, limites, educação, bullying, emoções, violência, ciúmes, drogas, morte, sexualidade, separação, amizades e projetos de vida, entre outros.

Para saber mais, acesse:
http://www.gruposummus.com.br/gruposummus/livro/1300/Culpa+%C3%A9+da+m%C3%A3e,+A